O quarto do Edu estava mergulhado numa penumbra densa, só interrompida pelo brilho azulado e frio da tela do celular dele. O ar pesava, carregado com aquele cheiro de mofo e o fedor rançoso dos lençóis que não eram trocados há dias. Edu estava largado no colchão, o corpo robusto afundando na espuma. Os dedos, curtos e grossos, deslizavam com apatia pela superfície de vidro, pulando de uma publicação pra outra nas redes sociais sem achar nada que realmente prendesse a atenção dele. O tédio era uma camada grossa que o envolvia, uma inércia que o mantinha ancorado na cama enquanto o relógio na parede marcava os segundos com um tique-taque monótono. De repente, uma notificação vibrou contra a palma da mão dele. O coração do Edu deu um salto violento contra as costelas. Era uma mensagem do Joaquín. Ao abrir o chat, uma imagem inundou a tela. Era uma foto crua, sem filtro. O pau do Joaquín se erguia imponente, uma coluna de carne dura, cheia de veias e brilhando com a lubrificação que coroava a cabeça. A pele estava esticada até o limite, revelando a potência daqueles vinte e quatro centímetros de comprimento. Embaixo da imagem, um texto curto e cortante: "Olha isso, gordo. Assim tá dura a minha pica pensando em como vou destruir teu cu hoje. Se prepara, porque não vou ter pena de você". O Edu sentiu um choque elétrico que nasceu na base do crânio e desceu em cascata até a virilha. As pupilas dele dilataram. De repente, o ar do quarto ficou insuficiente. Um calor súbito inundou as bochechas dele e o pau, ainda pequeno, começou a endurecer com uma urgência dolorosa. Mas o mais intenso aconteceu lá embaixo, no cu. Ele sentiu um espasmo, uma contração involuntária que fez ele arquear as costas. O cu dele pulsava, implorando por uma plenitude que só o Joaquín sabia dar. "Deus, eu quero agora", sussurrou o Edu, com a voz trêmula de tesão. Com movimentos desajeitados e apressados, começou a se despir. A camiseta ficou presa na barriga protuberante antes de cair no chão, seguida pela calça que revelou as coxas pesadas e a pele pálida. Ficou totalmente nu, exposto à penumbra. Os mamilos, pequenos e rosados sobre a massa dos peitos, estavam eretos. Virou-se de lado e alcançou a mesa de cabeceira, onde guardava os brinquedos. Os dedos tremiam enquanto procurava um plug anal com vibrador. Era um objeto de silicone preto, com base larga e um motor interno que prometia sacudir suas entranhas. Aplicou uma quantidade generosa de lubrificante, o som viscoso do gel deslizando pela pele preenchendo o silêncio. Com um gemido, empurrou a ponta do plug contra o buraquinho. O músculo resistiu por um segundo antes de ceder, engolindo o brinquedo com um chupão molhado. "Ah... porra", ofegou Edu, fechando os olhos. Ligou o vibrador. A sensação foi imediata. Uma vibração aguda e constante começou a massagear a próstata, mandando ondas de prazer que o faziam tremer. Enquanto o plug trabalhava lá dentro, Edu começou a se masturbar. A mão envolveu o pau, movendo-se num ritmo frenético, sentindo a fricção do lubrificante que ainda tinha nos dedos. Para potencializar a fantasia, pegou o celular e procurou um vídeo que Joaquín tinha mandado meses atrás. Na tela, a imagem era brutal. Joaquín, com o corpo magro e fibroso, estava atrás de Edu, que aparecia no vídeo gemendo e humilhado, com o rosto afundado no travesseiro enquanto o pau de Joaquín entrava e saía dele com uma força animal. O som do vídeo, o impacto dos ovos de Joaquín batendo na bunda do gordo, se misturou com a respiração ofegante de Edu na vida real. "Isso... assim... me fode assim de novo", gemeu Edu, acelerando o movimento da mão. A excitação chegou a um ponto crítico. O plug já não era suficiente; precisava sentir a dimensão do amante. Com um esforço coordenado, extraiu o vibrador com um som úmido e sugador e pegou um dildo de dimensões colossais. Era uma réplica exata do membro do Joaquín: grosso, comprido e com uma cabeça proeminente. Edu ficou de quatro, levantando a bunda em direção ao teto. O dildo esperava, brilhando sob a luz do celular. Com um suspiro longo, começou a introduzi-lo. O esfíncter se expandiu violentamente, a pele esticou até quase ficar transparente. A dor inicial se transformou rapidamente em um prazer avassalador à medida que o brinquedo penetrava fundo, alcançando pontos que faziam Edu ver estrelas. "Oh, Deus... é tão grande... me preenche inteiro", gritou Edu, enquanto começava a se gravar. Segurou o celular na frente dele, capturando a imagem do próprio corpo se sacudindo, a massa das nádegas envolvendo a base do dildo enquanto ele entrava e saía com força. Os peitos dele balançavam a cada investida manual. O suor começou a perlar sua testa e a escorrer pelo vale da barriga. "Olha, Joaquín... olha como eu me abro pra você... eu tô tão desesperado... por favor, vem logo e me faz teu", dizia Edu para a câmera, com a voz carregada de luxúria e submissão. Quando terminou, exausto e com o dildo ainda cravado lá dentro, enviou o vídeo e uma mensagem simples: "Tô pronto. Vem agora". Não passaram mais de trinta minutos antes de a campainha ecoar pela casa. Edu, que teve tempo de se preparar, se olhou no espelho uma última vez. Vestia uma calcinha fio dental de renda vermelha que se perdia entre as dobras das nádegas, uma saia preta minúscula que mal cobria a base da bunda e um sutiã que comprimia os peitos gordos, destacando os mamilos. Abriu a porta. Joaquín estava ali, com uma expressão de dominação fria. Os olhos dele percorreram o corpo de Edu de cima a baixo, parando no ridículo e na provocação erótica da roupa. "Mas olha que puta gorda que eu tenho na minha casa", disse Joaquín, com um sorriso predador. Edu baixou o olhar, sentindo-se pequeno apesar do tamanho. "Oi, dono... eu estava te esperando". Joaquim não respondeu com palavras. Entrou em casa batendo a porta com força e agarrou Edu pela nuca, esmagando os lábios contra os dele. Foi um beijo agressivo, carregado de saliva e fome. Joaquim enfiou a língua com força, sugando a de Edu numa troca molhada e desesperada. Enquanto se beijavam, a mão direita de Joaquim desceu com violência, apertando a carne da bunda de Edu através do tecido fino da calcinha fio dental, enquanto a esquerda afundava num dos peitos dele, apertando o tecido macio com garras. "Me deixa doente o quanto você precisa que eu te use", rosnou Joaquim contra os lábios dele. "Eu preciso... por favor, tira isso de mim", implorou Edu, ofegante. Joaquim se afastou o suficiente para se despir com uma eficiência mecânica. Livrou-se da roupa, revelando o corpo magro e, acima de tudo, o pau, que já estava completamente ereto, apontando para o peito de Edu. A piroca era uma besta de carne, imponente e escura. "Primeiro, vamos ver o que tem debaixo desse pano", disse Joaquim. Com um movimento brusco, desabotoou o sutiã de Edu. Os peitos do gordo ficaram livres, pulando levemente. Joaquim se atirou neles, começando a beijar os mamilos com avidez. Não eram beijos ternos; eram mordidas e beliscões. Joaquim sugou a ponta do mamilo de Edu, puxando com os dentes, fazendo o gordo soltar um grito que misturava dor e êxtase. Edu, enquanto isso, não conseguia ficar parado. As mãos grossas dele envolveram o pau de Joaquim, apertando com força. Começou a subir e descer a mão, sentindo a textura áspera das veias e o calor escaldante que emanava da pele. "Tá tão duro... é inacreditável", sussurrou Edu. "Não fala, gordo. Só serve pra o que você nasceu", ordenou Joaquim. Joaquim empurrou Edu para baixo. O gordo se abaixou, ficando de joelhos na frente do macho dele. A visão da cabeça melada de O pré-seminal estava a centímetros do nariz dele. Edu abriu a boca e envolveu a cabeça da pica, saboreando o rastro salgado da pele. "Engole tudo", ordenou Joaquín, agarrando o cabelo de Edu para controlar o movimento. Joaquín começou a meter na boca de Edu. Não teve sutileza. Empurrou o pau fundo, forçando Edu a abrir a garganta. A pica de vinte e quatro centímetros chegou até o fundo, batendo na parede posterior da faringe. Edu começou a engasgar, os olhos encheram de lágrimas e um som gutural, um gorgolejo molhado, escapou da garganta dele enquanto tentava processar a invasão. "Gulp... ahhh!", Edu tentava respirar, mas Joaquín não dava trégua, entrando e saindo com força, enchendo a boca por completo. O som do choque entre a carne e os lábios, o squelch da saliva escorrendo pelo canto da boca de Edu, enchia o quarto. "Bom cachorro. É assim que você me limpa", disse Joaquín, tirando a pica com um estalo que deixou Edu tossindo e babando. Sem dar tempo de se recuperar, Joaquín pegou ele pelo braço e jogou na cama. O forçou a ficar de bruços, com a bunda elevada. Com uma rapidez surpreendente, Joaquín tirou umas cordas de couro do bolso e amarrou os pulsos de Edu nos postes da cabeceira, esticando os braços e deixando as costas arqueadas e vulneráveis. "Agora vamos colocar essa sua bunda no lugar", sentenciou Joaquín. O primeiro tapa veio sem aviso. A palma da mão de Joaquín bateu na nádega esquerda de Edu com um som seco e potente. Plap! "Ah!", gritou Edu, sentindo o fogo instantâneo. "Você gosta que eu te bata, gordinho? Gosta de sentir eu te marcando?", perguntou Joaquín, dando outro tapa, dessa vez na nádega direita. As palmadas continuaram num ritmo implacável. Joaquín não parava. Cada tapa deixava uma marca vermelha brilhante na pele pálida. O som era rítmico: plap, plap, plap. Edu soluçava, mas os quadris se moviam instintivamente, buscando mais. A dor estava despertando uma sensibilidade extrema no seu ânus, que agora estava dilatado e pulsando, implorando por penetração. As nádegas de Edu estavam agora de um carmesim intenso, quentes ao toque e vibrando com a agressão. "Olha pra você... tá vermelho como um tomate, putinha", zombou Joaquín, acariciando a área inflamada antes de passar para o próximo passo. Joaquín pegou o lubrificante e despejou uma quantidade industrial sobre os dedos e o orifício de Edu. Introduziu o dedo indicador com um movimento lento, sentindo a resistência do esfíncter que, embora excitado, ainda tentava se proteger. "Relaxa, gordinho. Você sabe que eu vou entrar", sussurrou Joaquín no ouvido de Edu, enquanto mordia o lóbulo da orelha dele. O dedo afundou profundamente. Depois entrou o segundo, e depois o terceiro. Edu gemia, sentindo seu interior se expandir. Joaquín não parou por aí. Começou a dobrar os dedos, empurrando cada vez mais carne para dentro do canal anal. O processo foi lento e deliberado. Edu sentia seu corpo se abrindo, o limite da sua capacidade sendo testado. "Mais... por favor, mais", suplicou Edu, com a voz embargada. Joaquín fechou o punho e, com um empurrão firme e constante, começou a introduzir a mão inteira. O fisting foi uma experiência transcendental para Edu. Ele sentiu a pressão massiva dos nós dos dedos abrindo o anel anal, a sensação de estar sendo rasgado e preenchido ao mesmo tempo. Seus olhos reviraram e ele começou a chorar, não de dor, mas de um prazer tão intenso que se tornava agonizante. "Você tá tão aberto... parece que não tem fundo", disse Joaquín, movendo o punho dentro dele, sentindo as paredes internas do reto se contraírem ao redor da sua mão. Finalmente, Joaquín retirou a mão com um som úmido e de sucção que deixou o ânus de Edu totalmente dilatado, um orifício vermelho e aberto que já não oferecia resistência. Era o momento. Joaquín se posicionou atrás dele. Guiou a cabeça da sua piroca em direção à entrada e, com um único e potente empurrão, afundou por completo. "¡AAGHH!", o grito de Edu rasgou o silêncio do quarto. A pica de vinte e quatro centímetros entrou sem freio, chegando até o fundo do cu de Edu. O impacto foi seco, visceral. Joaquín começou a se mover com uma violência coordenada, metendo com toda a força. Cada golpe fazia o corpo de Edu pular no colchão, os peitos gordos balançando violentamente, os pulsos puxando as cordas. "Você é minha, puta gorda! Olha como eu abro esse seu rabo!", gritava Joaquín, a voz carregada de um domínio sombrio. "Sim... sim! Me destrói... me fode mais forte!", respondia Edu, perdendo a noção do tempo e do espaço. O som do sexo era ensurdecedor: o squish da pica entrando e saindo envolta em lubrificante e fluidos, o baque seco das bolas de Joaquín contra o períneo de Edu, e os gemidos desesperados do submisso. Joaquín não tinha piedade; mudava o ângulo, cravando a pica mais fundo, procurando a próstata e acertando-a a cada estocada. No meio do frenesi, Joaquín olhou para o lado e viu o dildo que Edu tinha usado antes. Uma ideia sádica cruzou sua mente. "Você gostou do brinquedo, né? Vamos ver se aguenta os dois", disse Joaquín com uma risada cruel. Edu abriu os olhos, aterrorizado e excitado ao mesmo tempo. Joaquín pegou o dildo e, enquanto o próprio pau continuava dentro de Edu, começou a empurrar o brinquedo de silicone bem ao lado do seu membro. "Não... não dá... é demais!", gritou Edu, sentindo a pressão insuportável. "Cala a boca e aguenta!", ordenou Joaquín, empurrando o dildo com força bruta. O dildo entrou, forçando as paredes do cu a se expandirem além do imaginável. Agora, o interior de Edu estava completamente ocupado por duas colunas de carne e silicone. A sensação era avassaladora. Edu sentia o corpo se partindo ao meio, que o prazer e a dor tinham se fundido numa única emoção elétrica. Joaquín começou a se mover novamente, fazendo o pau e o dildo se esfregarem um no outro dentro do corpo do Edu. O som agora era um squelching constante, uma massa de fluidos e fricção. Edu agonizava, seus gritos viraram gemidos curtos, sua respiração era errática. Ele estava no limite do colapso sensorial. "Vou te encher... vou deixar teu cu cheio da minha porra!", rugiu Joaquín. O ritmo ficou frenético. Joaquín acelerou as estocadas, os músculos tensos, o suor escorrendo da testa dele nas costas do Edu. Com um último empurrão que enterrou o pau até a raiz, Joaquín chegou ao clímax. Um jato potente de semen quente disparou dentro do cu do Edu, enchendo a cavidade que já estava aberta ao máximo. Edu sentiu a pulsação do pau liberando a carga, um calor líquido que inundou suas entranhas. Joaquín continuou bombeando por vários segundos, garantindo de depositar cada gota da sua semente no fundo do gordo. Quando terminou, Joaquín tirou o dildo com um som de sucção e depois puxou o pinto, que ainda pulsava. O cu do Edu ficou aberto, uma ferida de prazer que gotejava uma mistura de lubrificante e porra branca que escorria pelas nádegas vermelhas dele. Sem dar descanso, Joaquín pegou o Edu pelo cabelo e o forçou a se virar. Colocou o pau, ainda brilhante e sujo de fluidos anais, na frente da boca do Edu. "Limpa. Agora", ordenou. Edu obedeceu na hora. Começou a lamber a haste do pinto, chupando os restos de porra e muco que ficaram grudados na pele. Usou a língua com capricho, limpando cada centímetro, da base até a coroa da glande, saboreando a essência do seu dono. Quando terminou, Edu ficou ofegante, com o olhar perdido. Mas tinha um problema: ele não tinha gozado. O pau dele estava duro, vazando pré-gozo, a tensão nas bolas era quase insuportável. "Dono... por favor... posso... posso gozar?", pediu Edu com a voz trêmula. Joaquín olhou para ele com frieza, um brilho de sadismo nos olhos. Pode, gordo. Mas com uma condição: não quero que uma única gota toque os lençóis. Você vai se masturbar na sua mão e vai beber todo o seu sêmen. Não quero que fique nenhum rastro do seu prazer", sentenciou Joaquín. Edu assentiu freneticamente. "Sim, amo... eu vou fazer isso". Joaquín o soltou das cordas e se sentou para observar, com os braços cruzados, curtindo a submissão total do seu amante. Edu, com o coração batendo a mil por hora, envolveu o pau com a mão. Estava tão perto do limite que qualquer roçada era elétrica. Começou a se mover rapidamente, imaginando a cara de Joaquín, a dor das chicotadas e a plenitude da dupla penetração. Em questão de segundos, a tensão explodiu. Edu soltou um gemido longo e agudo enquanto o sêmen saía disparado em várias rajadas grossas e brancas, caindo direto na palma da sua mão. O prazer foi breve, mas intenso, uma descarga que o deixou exausto. Sem perder um segundo, e seguindo a ordem, Edu levou a mão à boca. Lambeu o sêmen grosso, engolindo com avidez, limpando cada vestígio da palma da mão com a língua até a pele ficar impecável. Não deixou nem uma gota. Joaquín sorriu, satisfeito. Levantou da cama e começou a se vestir sem dizer mais uma palavra. "Limpa essa bagunça, putinha gorda. A gente se vê semana que vem", disse Joaquín enquanto caminhava até a porta. Edu ficou ali, deitado na cama, com o corpo tremendo, o cu ainda aberto e o coração cheio de uma devoção sombria. Olhou para a porta por onde Joaquín tinha ido e, com um sorriso fraco e exausto, fechou os olhos, saboreando ainda o gosto salgado da própria submissão.
0 comentários - Relato - Tarde de submissão