Foi em julho. Minha esposa foi convidada pro casamento de uma prima distante, vamos chamar os noivos de Juan e Karla. A gente já tinha saído com eles algumas vezes, fomos tomar umas cervejas e tudo normal. Os dois são bonitos, mas nunca passou pela nossa cabeça o que ia rolar no dia da cerimônia. Uns dias antes, minha esposa pediu pra eu ir com ela comprar um vestido. Enquanto ela escolhia, fui dar uma olhada em lingerie pra combinar com a ocasião. Peguei um conjunto vermelho, com cinta-liga e meia da mesma cor. Por baixo do vestido preto pro casamento à noite, ninguém ia notar. Quando levei pra ela, falei:
"Esse dia, depois da festa, vou te fazer de minha puta. Topa?" Ela respondeu toda animada que sim.
Tava tudo pronto. Minha esposa tava linda. Ela tem uns peitos bons, nada demais, mas tem uma bunda que qualquer um virava pra olhar. E ficar imaginando a lingerie sexy que ela tava usando por baixo do vestido me deixou duro a festa inteira. Não aguentei e pedi pra ela me acompanhar até um lugar mais afastado na chácara onde rolou a festa. Ela já tava bebida, então pedi pra ela levantar o vestido pra eu tirar umas fotos. Ela topou, pela adrenalina de alguém nos ver. Tirei umas fotos rápido quando ela levantou o vestido, mas não foi suficiente e pedi pra ela mostrar os peitos. Ela topou, mas aí a gente ouviu alguém chegando. Nossa surpresa foi quando vimos que eram os noivos, apressados, como se procurassem um lugar pra se pegar.
Karla, já meio bêbada, falou pra minha esposa:
"Com certeza você já tá chupando ele aqui no escuro..." Minha esposa respondeu:
"E se eu tô chupando, e daí? Vocês tão aqui pra mesma coisa, né?" Todo mundo riu. Juan, brincando, disse:
"Na real, a gente já quer ir pra casa comemorar. Já tamos bêbados e com vontade de partir pra ação."
Na hora, falei pra minha esposa que a gente devia ir e deixar eles sozinhos. Talvez eles quisessem fazer alguma coisa. Afinal, era a noite deles e podiam fazer o que quisessem. Minha esposa recusou e disse pra eles:
"A gente chegou primeiro, se tão com tanta vontade de transar, vão pra casa de vocês..."
Pensei que ia ficar aquele climão, mas fiquei em choque quando a Karla respondeu:
"Então vamos todo mundo junto, priminha, lá em casa tem vários quartos, vocês transam num e a gente no outro..."
Olhei pra minha esposa, e depois pro Juan, a gente ficou paralisado, mas minha esposa falou:
"Ok, só porque a gente também tá com muito tesão."
A gente se despediu da família, perguntei pra minha esposa se tinha certeza, ela disse que sim, que já tava cansada e queria transar, não tínhamos pra onde ir porque a festa foi em outra cidade, ou seja, era ir com os namorados ou pagar hotel, então topei e levamos os namorados na nossa caminhonete. A casa deles ficava a uns 10 min do lugar da festa. No caminho, o Juan e a Karla se beijavam apaixonadamente, com uma vontade intensa, daquelas de recém-casados, com aquele tesão de primeira noite. Enquanto isso, minha esposa virava pra me olhar, então aproveitei e meti a mão na virilha dela, toda molhada e úmida, perguntei:
"Te excita ver eles, né?" Ela respondeu:
"Demais, já quero chegar..."
Quando chegamos na casa, eles nos convidaram pra entrar, a Karla pediu pra minha esposa ajudar a tirar o vestido dela, enquanto eu fiquei com o Juan tomando uma cerveja e conversando. Entre uma coisa e outra, comentei:
"Achei que iam ficar bravos por vir pra cá."
Juan me disse: "A Karla gosta de convidar gente pra casa, a gente é muito aberto e de boa com tudo."
Demoraram uns 10 min, até que minha esposa saiu e disse pro Juan que a Karla tava esperando ele lá dentro com uma surpresa. Ele entrou, minha esposa me beijou e falou:
"A Karla quer dar um presente pro Juan, mas quer que a gente ajude. Topa?"
Eu fiquei sem reação e perguntei do que ela tava falando, ela respondeu:
"O Juan tem muito tesão em ser visto transando, eles são liberais, curtem essas trocas e tal, e ela me convidou pra assistir. O que acha?"
De novo, fiquei sem palavras, eu já tinha... conversei com minha esposa sobre isso, mas ela nunca tinha se animado, agora estávamos aqui, com uns recém-casados loucos pra transar e fazer de tudo, não precisei pensar e topei. Entramos na sala da casa, o Juan estava pelado sentado no sofá recebendo um boquete da Karla, ela usava a clássica lingerie branca de casamento, fio dental branco, meia e sutiã da mesma cor, vendo aquilo fiquei excitado pra caralho, peitos grandes e uma bunda que se abria a cada chupada que dava no Juan. Karla: Passa pra cá, prima, fiquem à vontade, não quer me ajudar??? Minha esposa entendeu que ela tava convidando pra chupar o pau do Juan, virou pra mim e eu disse que sim, ela tirou o vestido rapidinho e foi ajudar a prima, as duas chupavam o pau do Juan de cima pra baixo.
Enquanto tudo isso rolava, eu tirei a roupa, meu fetiche tava se realizando, ver minha esposa dando prazer pros outros. Nisso a Karla falou:
-Já deixamos o primo sozinho, vem pra cá. Dá permissão, prima?
Claro, prima, afinal, estamos em família...
A Karla veio até mim, tirou o sutiã e me fez chupar os peitos dela, enquanto minha esposa tirava o fio dental vermelho que eu tinha comprado pra ela, todo mundo sabia que nesse ponto podia fazer o que quisesse, então o Juan começou a fazer um oral na minha esposa, enquanto ela se contorcia, a Karla me puxou pro sofá pra me chupar, até que minha esposa gritou:
Prima, come meu marido, e eu vou foder o teu.
A Karla sem pensar tirou o fio dental e sentou no meu pau, enquanto o Juan fazia o mesmo com minha esposa, foram minutos e minutos de transar um do lado do outro, minha esposa segurava minha mão, me falava te amo enquanto o Juan metia forte nela e eu fazia o mesmo com a Karla, as garotas de vez em quando se beijavam e apalpavam os peitos, era tanto tesão, a bebedeira e a excitação que chegou a hora, minha esposa perguntou pra Karla se o novo marido dela podia encher ela de porra?, a Karla só balançou a cabeça dizendo que sim, bem na hora que o Juan cheio de porra na buceta da minha esposa, eu fiz o mesmo com a dela, sentia meu gozo escorrendo pelas pernas da minha mina, beijei ela e falei:
Parabéns, agora sim somos primos. Minha esposa beijava o Juan, até que pedi pra ela chupar meu pau, cheio do fluido da prima dela e do meu gozo, enquanto a Karla fazia o mesmo com o novo marido dela. Continuamos conversando e bebendo até que, do nada, todo mundo apagou, até o dia seguinte de manhã, quando eu e minha esposa tivemos uma das melhores trepadas matinais de toda a minha vida.
"Esse dia, depois da festa, vou te fazer de minha puta. Topa?" Ela respondeu toda animada que sim.
Tava tudo pronto. Minha esposa tava linda. Ela tem uns peitos bons, nada demais, mas tem uma bunda que qualquer um virava pra olhar. E ficar imaginando a lingerie sexy que ela tava usando por baixo do vestido me deixou duro a festa inteira. Não aguentei e pedi pra ela me acompanhar até um lugar mais afastado na chácara onde rolou a festa. Ela já tava bebida, então pedi pra ela levantar o vestido pra eu tirar umas fotos. Ela topou, pela adrenalina de alguém nos ver. Tirei umas fotos rápido quando ela levantou o vestido, mas não foi suficiente e pedi pra ela mostrar os peitos. Ela topou, mas aí a gente ouviu alguém chegando. Nossa surpresa foi quando vimos que eram os noivos, apressados, como se procurassem um lugar pra se pegar.
Karla, já meio bêbada, falou pra minha esposa:
"Com certeza você já tá chupando ele aqui no escuro..." Minha esposa respondeu:
"E se eu tô chupando, e daí? Vocês tão aqui pra mesma coisa, né?" Todo mundo riu. Juan, brincando, disse:
"Na real, a gente já quer ir pra casa comemorar. Já tamos bêbados e com vontade de partir pra ação."
Na hora, falei pra minha esposa que a gente devia ir e deixar eles sozinhos. Talvez eles quisessem fazer alguma coisa. Afinal, era a noite deles e podiam fazer o que quisessem. Minha esposa recusou e disse pra eles:
"A gente chegou primeiro, se tão com tanta vontade de transar, vão pra casa de vocês..."
Pensei que ia ficar aquele climão, mas fiquei em choque quando a Karla respondeu:
"Então vamos todo mundo junto, priminha, lá em casa tem vários quartos, vocês transam num e a gente no outro..."
Olhei pra minha esposa, e depois pro Juan, a gente ficou paralisado, mas minha esposa falou:
"Ok, só porque a gente também tá com muito tesão."
A gente se despediu da família, perguntei pra minha esposa se tinha certeza, ela disse que sim, que já tava cansada e queria transar, não tínhamos pra onde ir porque a festa foi em outra cidade, ou seja, era ir com os namorados ou pagar hotel, então topei e levamos os namorados na nossa caminhonete. A casa deles ficava a uns 10 min do lugar da festa. No caminho, o Juan e a Karla se beijavam apaixonadamente, com uma vontade intensa, daquelas de recém-casados, com aquele tesão de primeira noite. Enquanto isso, minha esposa virava pra me olhar, então aproveitei e meti a mão na virilha dela, toda molhada e úmida, perguntei:
"Te excita ver eles, né?" Ela respondeu:
"Demais, já quero chegar..."
Quando chegamos na casa, eles nos convidaram pra entrar, a Karla pediu pra minha esposa ajudar a tirar o vestido dela, enquanto eu fiquei com o Juan tomando uma cerveja e conversando. Entre uma coisa e outra, comentei:
"Achei que iam ficar bravos por vir pra cá."
Juan me disse: "A Karla gosta de convidar gente pra casa, a gente é muito aberto e de boa com tudo."
Demoraram uns 10 min, até que minha esposa saiu e disse pro Juan que a Karla tava esperando ele lá dentro com uma surpresa. Ele entrou, minha esposa me beijou e falou:
"A Karla quer dar um presente pro Juan, mas quer que a gente ajude. Topa?"
Eu fiquei sem reação e perguntei do que ela tava falando, ela respondeu:
"O Juan tem muito tesão em ser visto transando, eles são liberais, curtem essas trocas e tal, e ela me convidou pra assistir. O que acha?"
De novo, fiquei sem palavras, eu já tinha... conversei com minha esposa sobre isso, mas ela nunca tinha se animado, agora estávamos aqui, com uns recém-casados loucos pra transar e fazer de tudo, não precisei pensar e topei. Entramos na sala da casa, o Juan estava pelado sentado no sofá recebendo um boquete da Karla, ela usava a clássica lingerie branca de casamento, fio dental branco, meia e sutiã da mesma cor, vendo aquilo fiquei excitado pra caralho, peitos grandes e uma bunda que se abria a cada chupada que dava no Juan. Karla: Passa pra cá, prima, fiquem à vontade, não quer me ajudar??? Minha esposa entendeu que ela tava convidando pra chupar o pau do Juan, virou pra mim e eu disse que sim, ela tirou o vestido rapidinho e foi ajudar a prima, as duas chupavam o pau do Juan de cima pra baixo.
Enquanto tudo isso rolava, eu tirei a roupa, meu fetiche tava se realizando, ver minha esposa dando prazer pros outros. Nisso a Karla falou:
-Já deixamos o primo sozinho, vem pra cá. Dá permissão, prima?
Claro, prima, afinal, estamos em família...
A Karla veio até mim, tirou o sutiã e me fez chupar os peitos dela, enquanto minha esposa tirava o fio dental vermelho que eu tinha comprado pra ela, todo mundo sabia que nesse ponto podia fazer o que quisesse, então o Juan começou a fazer um oral na minha esposa, enquanto ela se contorcia, a Karla me puxou pro sofá pra me chupar, até que minha esposa gritou:
Prima, come meu marido, e eu vou foder o teu.
A Karla sem pensar tirou o fio dental e sentou no meu pau, enquanto o Juan fazia o mesmo com minha esposa, foram minutos e minutos de transar um do lado do outro, minha esposa segurava minha mão, me falava te amo enquanto o Juan metia forte nela e eu fazia o mesmo com a Karla, as garotas de vez em quando se beijavam e apalpavam os peitos, era tanto tesão, a bebedeira e a excitação que chegou a hora, minha esposa perguntou pra Karla se o novo marido dela podia encher ela de porra?, a Karla só balançou a cabeça dizendo que sim, bem na hora que o Juan cheio de porra na buceta da minha esposa, eu fiz o mesmo com a dela, sentia meu gozo escorrendo pelas pernas da minha mina, beijei ela e falei:
Parabéns, agora sim somos primos. Minha esposa beijava o Juan, até que pedi pra ela chupar meu pau, cheio do fluido da prima dela e do meu gozo, enquanto a Karla fazia o mesmo com o novo marido dela. Continuamos conversando e bebendo até que, do nada, todo mundo apagou, até o dia seguinte de manhã, quando eu e minha esposa tivemos uma das melhores trepadas matinais de toda a minha vida.
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