Começando com a Carolina

Hoje vou contar minha história com a Carolina. Ela tem 26 anos, mora sozinha, conheci ela numa noite de insônia num site e desde o primeiro momento a gente se deu super bem, conversamos bastante por vários dias no chat do site, até que um dia ela me passou o telefone. Esse dia já era tarde pra caralho e a gente só trocou uns WhatsApp pra salvar os números e dar boa noite. No dia seguinte liguei pra ela e, no meio da conversa, combinamos de nos ver num bar tranquilo em Palermo. Nesse dia cheguei 15 minutos atrasado, ela tava me esperando com uma saia curta e uma camisa apertada, cheguei perto e, quando fui beijar ela quase na boca, ela se assustou um pouco. Pedimos vinho, falamos sobre a vida e ela me surpreendeu com um comentário: "Você não é o tipo de cara que eu costumo sair, mas tem algo na sua segurança e no seu jeito que me atrai." Eu falei, brincando, que bom, se não ganho no físico, ganho na personalidade. A gente riu, tomou um vinho e, num momento, peguei delicadamente no pulso dela, me aproximei como se fosse beijar e, quando tava a poucos centímetros, parei e falei: "Me beija." Ela me beijou com paixão, segurei a nuca dela e notei que ela tremeu. Me afastei uns centímetros e, discretamente, levei minha mão do joelho dela até a virilha. A calcinha fio dental dela tava molhada, ela tentou tirar minha mão e eu olhei nos olhos dela e falei: "Abre um pouco as pernas... sei que você tá querendo" (ela abriu um pouco as pernas e, depois de tocar ela por uns segundos, a gente terminou o que tinha pedido e se preparou pra sair do bar. Quando chegamos no meu carro, a gente se beijou encostado na porta, subimos no carro. E ela me perguntou: "Vamos pra minha casa?" Eu falei que sim, ela me deu o endereço e a gente ligou o carro. No caminho, eu tocava as pernas dela e coloquei a mão de novo por baixo da saia (toquei na calcinha fio dental molhada) e falei: "Tira a calcinha e me dá." Ela hesitou um segundo, mas gostou mais da situação do que da vergonha e tirou devagar, com discrição, sentada no carro, e me entregou. Dio, levantei minha mão e ela observa como eu brinco com a calcinha fio dental dela na minha mão, como meus dedos sentem a umidade da calcinha. Olho fixo nos olhos dela e mando abrir as pernas, ela não hesitou um segundo e fez isso. Acariciei a buceta molhada dela, esfreguei o clitóris, ela se agarrou no meu braço como se não quisesse que eu tirasse. Chegamos no apartamento dela. Entramos no elevador, eu tocava a nudez dela por baixo da saia. Ao entrar no apê, fomos direto pra cama, eu tirei a roupa dela e ela a minha. Virei ela de costas, segurando pelo pescoço, e com a outra mão fui direto na buceta dela, já toda molhada. Enfiei um dedo e com outro esfregava o clitóris, ela apertava a raba contra meu pau e deitamos assim, ela de bruços e eu por cima. Penetrei meio bruto e fiquei uns minutos até perceber a excitação louca dela, aí parei. Levantei um pouco sem sair e falei: "Podemos parar quando você quiser". Ela respondeu: "Não para, faz o que quiser comigo, mas não para". Abracei ela forte, mordi de leve o pescoço e a nuca, segurei a parte de cima do pescoço dela e guiei a boca dela até a minha. E comecei um ritmo bruto de estocadas. Parei e levantei um pouco, falei: "Levanta a raba" (ela fez na hora), sem deixar sair, e penetrei com força. Eu me elevava, ela não deixava sair, levantando a cintura. O ritmo foi frenético. Ela gozou várias vezes. Eu, antes de gozar, falei: "Ajoelha". Ela fez na hora. Olhei nos olhos dela e falei: "Abre a boca". E aí coloquei meu pau e enchi a boca dela de porra. Ela não deixou escapar nem uma gota e, na sequência, meteu o pau inteiro na boca e não parou de chupar até tirar o último resto. Naquele momento, eu me senti em êxtase. Ela levantou, foi até a geladeira e trouxe um suco pra gente beber. Quando voltou, nua, deitou de bruços com as pernas meio abertas. Eu, do lado, comecei a tocar ela. Desci pelas costas até a raba e depois até a buceta. Ela levantou a cintura (quando fez isso, enfiei dois dedos e, por uns minutos, fiquei (masturbando). Ela tremia, se mexia, gemia, apertava forte o travesseiro. Coloco ela de quatro e penetro ela de novo, seguro na cintura dela e começo a me mover num ritmo cada vez mais rápido. A ponto de eu já estar quase gozando e sentia ela inundando meu pau com os fluidos dela, os orgasmos dela cada vez mais frequentes. E de novo, antes de gozar, tiro meu pau e gozo na bunda dela. Em seguida, nos abraçamos e ficamos uns minutos em silêncio, onde só se ouvia nossa respiração. Os dois se recuperando de duas gozadas gostosas. Fomos tomar banho e voltamos pra cama. A gente dormiu. No dia seguinte, acordo sozinho, vou pra cozinha e encontro ela preparando comida, vestida com uma camiseta comprida e calcinha. Abraço ela por trás, beijando, ela se vira e em 2 minutos a gente tava pelado em cima da mesa transando, aproveitando aquele momento gostoso. Gozamos juntos. Sentamos numa das cadeiras e mando ela se ajoelhar e começar a chupar meu pau. Enquanto ela chupava, olho pra ela e falo: "A partir de hoje, quando estiver na sua casa ou na minha, você vai andar sem calcinha." "Toda vez que a gente foder, depois você vai chupar meu pau até eu gozar." Ela tentou tirar meu pau da boca pra responder, mas peguei ela pelo cabelo e falo: "Não para. Se você concorda, fecha os olhos duas vezes." (Ela fez isso.) "Só vai parar depois de me fazer gozar." Em seguida, começou um ritmo lindo, ela chupava meu pau com uma dedicação maravilhosa. Gozei na boca dela e só deixei escapar algumas gotas. Desde aquele dia, toda vez que a gente se vê com a Caro, ela faz tudo que peço, não nega nada. Espero que tenham gostado, e se gostaram, me mandem uma mensagem me avisando. Mais pra frente vou continuar postando mais histórias com a Caro.

4 comentários - Começando com a Carolina

no le mamamste los senos espero que se los mames en la segunda parte