A gostosa do meu melhor amigo me atormenta

Olá, voltei depois de muito tempo sem aparecer por aqui. Quero contar uma coisa que aconteceu comigo há alguns meses e que até hoje ainda não consegui processar direito, e ao mesmo tempo me sinto culpado muitas vezes pelo que rolou naquele dia. Por questões de confidencialidade, não vou usar nomes ou locais reais de nenhuma das pessoas que aparecem nessa história. Meu nome é Andrés, tenho 23 anos, moro no Equador e atualmente tô na faculdade. Tenho 1,75m, não sou atlético nem nada, sou normal. Me formei no colégio há 6 anos, onde fiz grandes amigos, e com alguns deles ainda mantenho essa amizade até hoje. Meu amigo Robert, conheço ele desde 2 anos antes de me formar, e somos melhores amigos desde então. Uma amizade onde compartilhamos bons momentos, umas "chupas" (no meu país significa sair pra beber), festas, rolês e umas "booties" que a gente curtiu. Resumindo, uma amizade normal desde o colégio. Eu sempre vacilei com uma colega de escola chamada Maria. Ela tem 1,50m, não é voluptuosa, mas é daquelas minas que, mesmo sem precisar ser, são muito gostosas. Foi com ela que aconteceu todo esse problema. Eu já tive namoradas com quem fiquei anos, e sou daqueles caras que sai de um relacionamento e já entra em outro, porque não sei ficar sozinho e, claro, ter alguém pra sempre transar. Meu último relacionamento já dura 2 anos, e nesse tempo a gente terminou e voltou várias vezes. Talvez seja por costume e, obviamente, pelo sexo que me mantém com essa pessoa, que vou chamar de Laura. Ela tem 1,55m, é cheinha, com uma bunda que acho que é o motivo de a gente ainda estar junto. Como somos amigos, sempre saímos em casais pra festas, jantares, encontros, viagens, etc. Meu amigo Robert é daqueles que leva a namorada pra tudo, então ela sempre tá com o grupo. No começo, verdade seja dita, ela não me chamava atenção. Tudo começou a partir dessa situação. Decidimos fazer um churrasco na minha casa, já que tenho piscina. Sempre é a primeira opção pra fazer planos. Foram minha mina, Robert, Maria e mais uns amigos, que são o Andrés e o Santi. Eu fui pela minha mina pra deixar tudo pronto. Ela foi com um vestido florido que deixava as pernas gostosas dela à mostra. Enquanto ela arrumava as mesas, bateu um tesão tão forte que não deu pra segurar. Cheguei nela por trás, abracei, beijei o pescoço, comecei a levantar o vestido dela e puxei a calcinha pro lado.La novia de mi mejor amigo es mi tormentoComecei a penetrar ela devagar e, ao sentir o quanto ela estava molhada, ela se segurava na mesa enquanto eu aumentava a intensidade das metidas, e ela gemia. Laura: Ahhhh, meu amor, que delíciaaa. Eu: Você gosta, meu amor? Quer mais forte? Laura: Sim, papai, me dá mais forte. Continuei por uns minutos até encher ela de porra. Depois, levantei a bermuda e ela foi pro banheiro se limpar. Segui com o que faltava fazer. Na hora, meus amigos chegaram com cervejas, carnes e petiscos. Enquanto a gente assava a carne e bebia com os caras, minha mina e a Maria conversavam na borda da piscina. Os drinks subiram, a música também, e todo mundo entrou na piscina, enquanto minha mina e a Maria continuavam conversando e eu terminava de catar um lixo. A Maria me perguntou se podia passar lá em casa pra trocar de roupa. Falei que era o segundo quarto, o da minha irmã. Aí meus amigos trouxeram cigarros, mas não tinham isqueiro. Eu tinha no meu quarto, então entrei em casa pra pegar e vi uma cena que me deixou perplexo.vadiaAo abrir a porta, a Maria estava se trocando e era exatamente como a imagem de referência, abaixando o short e, sem querer, mostrou toda a bunda dela e o fio dental que tava usando. Fiquei hipnotizado olhando pra ela, não acreditava que ela escondia tudo aquilo, já que nunca tinha visto ela com outros olhos, só como a namorada do meu amigo. Meu pau ficou duríssimo ao ver aquela cena, até passou a tontura da cerveja. Aí ela se vira e me vê rapidinho, se assustou e se cobriu na hora, então virei o rosto na mesma hora. Eu: "Me desculpa, não sabia que você tava aqui." Maria: "Por que você não bateu na porta ou avisou que ia entrar?" Eu: "Não pensei que você fosse estar aqui, falei pra você ir pro quarto da minha irmã." Maria: "Não consegui entrar, a porta tava trancada, por isso vim pra este quarto, não sabia que era o seu." Eu: "Sim, é o meu, vim pegar um isqueiro que tá na mesa de cabeceira." Maria: "Cê tá louco? Já te passo, fecha a porta." Fechei a porta e em segundos ela me entregou, saí devagar, mas sem tirar aquela imagem da cabeça. Fui pra piscina e falei que não tinha achado, sentei do lado da minha mina e a gente começou a conversar. Cinco minutos depois, a Maria saiu trocada, mas na minha mente eu não conseguia vê-la como tava de biquíni, só como vi no meu quarto: a bunda dela e o fio dental que tava usando. A noite toda foi normal, claro que com aquele climão entre nós dois, que mal conseguíamos nos olhar. Entre risadas e cervejas, foi ficando tarde, umas 9:30 da noite, e todo mundo começou a ir embora. Meu amigo Robert foi embora, se despediu de mim, e a Maria saiu sem se despedir, mas eu entendo, deve ser estranho pra ela saber que eu vi ela se trocando, mesmo eu tendo adorado o que vi. Desde aquele momento, mudou a perspectiva que eu tinha dela, já não via mais como a namorada do meu melhor amigo, a mulher que eu nunca teria pensamentos estranhos, mas sim como uma mulher que eu já via com outras intenções. Minha mina me ajudou a recolher o que faltava, mas eu não parava de pensar no que aconteceu. aconteceu e eu ficava com tesão toda vez que lembrava, então levei ela em casa e voltei pra minha. Eram 2:36 da manhã pra ser exato, tava no Instagram quando chegou uma mensagem no WhatsApp de um número desconhecido dizendo: "Oi Andrés, sou a Maria." Como eu tava falando, tinha tanto respeito pela namorada do meu melhor amigo que nem tinha ela adicionada em lugar nenhum. Eu: "Oi Maria, fala o que rolou?" Maria: "Pedi seu número pro Robert porque não encontro minha bolsa com minhas roupas e acho que ficou na sua casa, queria ver se você podia dar uma olhada." Eu: "Claro, já te aviso." Procurei no meu quarto, na sala e fui na piscina, e numa cadeira tava lá. Tirei uma foto e mostrei. Eu: "Tá aqui, sem estresse." Maria: "Ah, obrigada, me assustei, pensei que tinha perdido." Num tom de brincadeira, falei: "Quando vem ver ele? Kkkk" Maria: "Depois do que aconteceu, tô morrendo de vergonha kkkk" Eu: "O que aconteceu? Não lembro de nada kkk." Óbvio que lembro de ter visto ela de fio dental se trocando no meu quarto. Maria: "Ahhh é? Eu lembro que alguém ficou me espiando kkkk, mas beleza, vou avisar o Robert pra passar pegar, muito obrigada." Respondi com um "Kkkk ok", mas na minha cabeça tava a ideia: será que ela não levou a mal o que rolou? Talvez, só talvezzz, ela gostou que eu vi? Era uma dúvida na minha cabeça, ou talvez ela só falou isso pra não criar um clima ruim entre a gente, mas por que ela não pediu pro Robert vir buscar a bolsa, já que pediu meu número? Será que tinha outra intenção ou é só minha imaginação? Mas no fundo, não sei por que, sentia uma necessidade de ver a Maria ou falar com ela. Então no dia seguinte, com a desculpa de que tava na rua, fui entregar a bolsa. Mandei mensagem no WhatsApp. Eu: "Oi Maria, tô resolvendo uns trampos, quer que eu passe aí pra te entregar sua bolsa? É que depois a Laura vê a bolsa e fica pistola." Maria: "Kkkk que tóxica, claro, sem problema, já te mando minha localização." Aí fiz hora e fui na casa dela, era relativamente perto da minha, uns 5 minutos de carro. Cheguei e mandei uma mensagem que já tava lá fora. Ela saiu com um top, um short daqueles tipo pijama, juro que ver ela assim me deixou com a pica dura igual daquela vez que vi ela pelada na minha casa. Abri a porta do carro pra ela.
Maria: Oi, obrigada por trazer a bolsa, tomara que a Laura não tenha percebido, haha.
Eu: Por isso que me adiantei, pra evitar problema. Da próxima, não deixa as coisas na minha casa, haha.
Maria: Da próxima, vou tomar mais cuidado pra não deixar ninguém de boca aberta — num tom de deboche.
Engoli um pouco de saliva e falei: Normal, né? Qualquer um ao ver algo que nunca viu.
Ela riu e disse: Valeu, Andrés, a gente se fala.
Ela desceu do carro e eu vi ela de costas, como aquele short ficava nela. Não sei por que agora eu ficava tão nervoso de ver ela, não entendia, e também não entendia o que ela tava falando. Ela continuava tocando no assunto, enquanto eu não tocava. Ficava me perguntando se era só eu ou se tinha alguma intenção por trás. Continua...

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