Não vou negar que fiquei extasiado lendo o que li. Ela fazer com ele coisas que não faz comigo é o que mais me excita em toda essa situação. Nunca tinha deixado eu gozar na boca dela, nunca, hein. Nem por acaso.
Assim que ela foi embora, o tesão bateu 100%. Juro que não senti ciúme nenhum. Aquela dose certa de indiferença e desprezo me deixava duro. Ela ter a própria relação com ele e esconder coisas de mim.
Mas ao mesmo tempo, precisava saber mais. Queria saber e, de alguma forma, participar. Sentia que estava perdendo muita coisa.
E decidi escrever pra ela. Ver se aos poucos eu conseguia arrancar alguma informação inspiradora pra me excitar.
E: Gorda, tudo bem?
.....
Silêncio. Ela não respondeu nada por 20 minutos, até que chega isso:
S: Sim, acabamos de chegar. Tô andando pra casa do amigo.
Aí o bicho pegou de vez. A filha da puta devia estar chupando pica desde que saiu de casa, e me respondia assim, como se fosse um trâmite, antes de continuar com o que tava fazendo. E ainda por cima, não faz ideia de que eu já sei que ela engole a porra toda, a putinha.
E aí tomei uma decisão. Já vinha sentindo que queria um pouco mais. Que precisava quebrar outra barreira pra entrar mais fundo na história deles. Viver mais aquilo. Precisava continuar avançando. Não bastava esperar ela chegar em casa toda comida a qualquer hora. Precisava de mais, e fui na cara e na coragem, sem medir riscos.
E: Escuta, te peço por favor. Quero que você vá me contando o que rola. Tô muito excitado. Sei lá, do jeito que der, me escreve. Quero ver como você tá, a situação me deixa louco.
S: Que tarado que você é, hein. Como você quer que eu faça? Tô com todos os amigos aqui e o Nacho do meu lado.
E: Me escreve por aqui. Do jeito que der. Pra começar, se solta na situação. Tô aqui em casa segurando a pica, toda dura, pensando em você e na puta que você é com ele.
S: Sim, sou muito puta com ele. Você tá batendo uma pensando em mim e no Nacho?
E: Sim. Tô. Masturbando.
S: Ah sim, corno? Pra essa rola, uma mão já basta… ou não?
Y: E pra aquela que você pegou agora há pouco, dá conta? Ou vai me dizer que não ficou passando a mão nele no carro?
S: Quase nem usei as mãos… foi tudo na boca, pra você ter uma ideia.
Y: Chupou ele muito? Me conta o que fez
S: Não pergunta tanto que não é da sua conta. Quero que você vá e se ajoelhe no quarto, do meu lado da cama, e comece a se tocar. Tá claro?
Y: Ok. Já tô aqui.
Quero que saibam que as mensagens com ela vinham bem espaçadas. No mínimo 3 ou 4 minutos entre cada resposta. Eu, no meio tempo, me tocava devagar e tentava evitar gozar. Parece que ela ficava enrolando conversando antes.
Y: E? Fala. Já tô aqui.
S: Nesse lado da cama, eu me ajoelhei pra chupar a rola do Nacho, sabia?
Y: Não. Me conta, você gosta muito da rola dele?
S: Sim, adoro. É enorme, cheia de veias e toda bonita. Com que mão você tá se tocando?
Y: Com a direita.
S: Ok. Quero que você saiba tudo que fiz com o Nacho no carro enquanto vinha. Me imagina chupando a rola dele enquanto ele dirige. Que eu chupo ela inteira, toda dentro da boca. E olho pra ele com cara de puta enquanto ele me trata mal.
Y: Ahhhhh… não aguento mais.
S: Espera que não terminei. Ele pega no meu cabelo, levanta minha cabeça e empurra pra baixo. Me afoga quando desce, e fala: “você gosta muito da minha rola, puta, não?”
Nessa altura, eu só lia e era como se estivesse me masturbando. Minha rola tava explodindo de verdade, rapaziada. Qualquer contato me fazia gozar. A única coisa que dava pra fazer era tocar minhas bolas devagar com a palma da mão aberta. Com uma descida ou outra pra região do cu.
Y: E você gosta que ele te trate assim?
S: Adoro. E se ele tem razão, melhor ainda. Sou a puta dele. Faço o que ele pedir.
Y: E o que mais ele pediu?
S: Que eu continuasse chupando a rola dele sem parar. E que se eu tivesse com tesão, gemesse. Que queria gozar logo depois de estacionar.
Y: E você, o que fez?
S: Chupei sem parar, e comecei a enfiar os dedos em mim.
Y: E como foi depois?
S: Ele estacionou a meia quadra da casa do amigo. E eu começou a me enforcar e a me apertar bem forte contra o pau dele.
Y: e ele gozou?
S: Sim, claro que gozou. Gozou pra caralho. Dá pra ver que a namorada não faz ele gozar.
Y: Você é muito puta.
S: Sim. Sou a puta dele.
Y: e aí ele gozou?
S: Sim, gozou.
Y: Onde ele gozou?
S: ah, quer que eu te diga onde ele gozou? Me pede por favor e eu te conto.
Y: Por favor, me fala onde ele gozou?
S: Quero que antes de chegar minha resposta, você comece a chupar dois dos seus dedos. Dois, hein.
Pra quê… imaginem, rapaziada. Já não bastam palavras pra descrever. Cada dia que passa eu descubro que dá pra ficar ainda mais tesuda.
S: E aí?
Y: Já tô chupando eles.
S: Mas chupa direito. Do jeito que eu contei agora que tava chupando o pau do Nacho. Os dois dedos bem molhadinhos.
Y: Tô fazendo isso. Já não aguento mais.
S: Passa os dedos de cima pra baixo. Engasga neles. Molha bem.
Y: Sim. Pronto.
S: Começa a se tocar com a outra mão, e daqui a um minuto eu te dou a resposta. Apoia o telefone na cama.
Y: ok, pelo amor, não aguento.
E passou um minuto. “Digitando…”
S: Na boca. Gozou na minha boca e eu engoli tudo.
PUFFFFFFFFFFFFFFFF. Tchau. Gozei o chão inteiro, o colchão todo, o quarto todo. Mas pelo amor. Que puta gostosa. Me enlouqueceu. Juro pra vocês.
S: Pronto? Vai se lavar agora. E me escreve quando estiver com tesão de novo. Te amo.
Continua… adiciona aos favoritos que o próximo já tá quase pronto..
Assim que ela foi embora, o tesão bateu 100%. Juro que não senti ciúme nenhum. Aquela dose certa de indiferença e desprezo me deixava duro. Ela ter a própria relação com ele e esconder coisas de mim.
Mas ao mesmo tempo, precisava saber mais. Queria saber e, de alguma forma, participar. Sentia que estava perdendo muita coisa.
E decidi escrever pra ela. Ver se aos poucos eu conseguia arrancar alguma informação inspiradora pra me excitar.
E: Gorda, tudo bem?
.....
Silêncio. Ela não respondeu nada por 20 minutos, até que chega isso:
S: Sim, acabamos de chegar. Tô andando pra casa do amigo.
Aí o bicho pegou de vez. A filha da puta devia estar chupando pica desde que saiu de casa, e me respondia assim, como se fosse um trâmite, antes de continuar com o que tava fazendo. E ainda por cima, não faz ideia de que eu já sei que ela engole a porra toda, a putinha.
E aí tomei uma decisão. Já vinha sentindo que queria um pouco mais. Que precisava quebrar outra barreira pra entrar mais fundo na história deles. Viver mais aquilo. Precisava continuar avançando. Não bastava esperar ela chegar em casa toda comida a qualquer hora. Precisava de mais, e fui na cara e na coragem, sem medir riscos.
E: Escuta, te peço por favor. Quero que você vá me contando o que rola. Tô muito excitado. Sei lá, do jeito que der, me escreve. Quero ver como você tá, a situação me deixa louco.
S: Que tarado que você é, hein. Como você quer que eu faça? Tô com todos os amigos aqui e o Nacho do meu lado.
E: Me escreve por aqui. Do jeito que der. Pra começar, se solta na situação. Tô aqui em casa segurando a pica, toda dura, pensando em você e na puta que você é com ele.
S: Sim, sou muito puta com ele. Você tá batendo uma pensando em mim e no Nacho?
E: Sim. Tô. Masturbando.
S: Ah sim, corno? Pra essa rola, uma mão já basta… ou não?
Y: E pra aquela que você pegou agora há pouco, dá conta? Ou vai me dizer que não ficou passando a mão nele no carro?
S: Quase nem usei as mãos… foi tudo na boca, pra você ter uma ideia.
Y: Chupou ele muito? Me conta o que fez
S: Não pergunta tanto que não é da sua conta. Quero que você vá e se ajoelhe no quarto, do meu lado da cama, e comece a se tocar. Tá claro?
Y: Ok. Já tô aqui.
Quero que saibam que as mensagens com ela vinham bem espaçadas. No mínimo 3 ou 4 minutos entre cada resposta. Eu, no meio tempo, me tocava devagar e tentava evitar gozar. Parece que ela ficava enrolando conversando antes.
Y: E? Fala. Já tô aqui.
S: Nesse lado da cama, eu me ajoelhei pra chupar a rola do Nacho, sabia?
Y: Não. Me conta, você gosta muito da rola dele?
S: Sim, adoro. É enorme, cheia de veias e toda bonita. Com que mão você tá se tocando?
Y: Com a direita.
S: Ok. Quero que você saiba tudo que fiz com o Nacho no carro enquanto vinha. Me imagina chupando a rola dele enquanto ele dirige. Que eu chupo ela inteira, toda dentro da boca. E olho pra ele com cara de puta enquanto ele me trata mal.
Y: Ahhhhh… não aguento mais.
S: Espera que não terminei. Ele pega no meu cabelo, levanta minha cabeça e empurra pra baixo. Me afoga quando desce, e fala: “você gosta muito da minha rola, puta, não?”
Nessa altura, eu só lia e era como se estivesse me masturbando. Minha rola tava explodindo de verdade, rapaziada. Qualquer contato me fazia gozar. A única coisa que dava pra fazer era tocar minhas bolas devagar com a palma da mão aberta. Com uma descida ou outra pra região do cu.
Y: E você gosta que ele te trate assim?
S: Adoro. E se ele tem razão, melhor ainda. Sou a puta dele. Faço o que ele pedir.
Y: E o que mais ele pediu?
S: Que eu continuasse chupando a rola dele sem parar. E que se eu tivesse com tesão, gemesse. Que queria gozar logo depois de estacionar.
Y: E você, o que fez?
S: Chupei sem parar, e comecei a enfiar os dedos em mim.
Y: E como foi depois?
S: Ele estacionou a meia quadra da casa do amigo. E eu começou a me enforcar e a me apertar bem forte contra o pau dele.
Y: e ele gozou?
S: Sim, claro que gozou. Gozou pra caralho. Dá pra ver que a namorada não faz ele gozar.
Y: Você é muito puta.
S: Sim. Sou a puta dele.
Y: e aí ele gozou?
S: Sim, gozou.
Y: Onde ele gozou?
S: ah, quer que eu te diga onde ele gozou? Me pede por favor e eu te conto.
Y: Por favor, me fala onde ele gozou?
S: Quero que antes de chegar minha resposta, você comece a chupar dois dos seus dedos. Dois, hein.
Pra quê… imaginem, rapaziada. Já não bastam palavras pra descrever. Cada dia que passa eu descubro que dá pra ficar ainda mais tesuda.
S: E aí?
Y: Já tô chupando eles.
S: Mas chupa direito. Do jeito que eu contei agora que tava chupando o pau do Nacho. Os dois dedos bem molhadinhos.
Y: Tô fazendo isso. Já não aguento mais.
S: Passa os dedos de cima pra baixo. Engasga neles. Molha bem.
Y: Sim. Pronto.
S: Começa a se tocar com a outra mão, e daqui a um minuto eu te dou a resposta. Apoia o telefone na cama.
Y: ok, pelo amor, não aguento.
E passou um minuto. “Digitando…”
S: Na boca. Gozou na minha boca e eu engoli tudo.
PUFFFFFFFFFFFFFFFF. Tchau. Gozei o chão inteiro, o colchão todo, o quarto todo. Mas pelo amor. Que puta gostosa. Me enlouqueceu. Juro pra vocês.
S: Pronto? Vai se lavar agora. E me escreve quando estiver com tesão de novo. Te amo.
Continua… adiciona aos favoritos que o próximo já tá quase pronto..
5 comentários - Minha mina, o ex dela e eu. Primeiras sensações Bi. Parte