Beleza, galera. Tô de volta. Como vocês tão vendo... tive pouco tempo. Vou contando aos poucos porque é coisa pra caralho e ainda tão rolando umas paradas até hoje. Por favor, me motivem. Se quiserem que eu continue, comentem, mandem material, fotos, palavras, o que for. Vamo nessa que a gente vai se esquentar junto. Abraço. ME DÊEM PONTOS SE QUISEREM MAIS, NÃO SEJAM OTÁRIOS, ASSIM ALIMENTAM MEU EGO HAHA! Cheguei em casa voando, desviando de blitz da lei seca. Pirado. Com o pau duro e imaginando mil cenários. Será que vão me chamar pra participar? Será que o cara vai sacar? E se ele ficar pra dormir, que onda, vou ter que ficar trancado no quarto o dia todo? Cheguei lá pras 4h30 e me tranquei no outro cômodo. Com chave do lado de dentro. E eles chegaram 20 minutos depois. Já dava pra ouvir eles rindo desde o elevador. Entraram, e deu pra ouvir como se ele tivesse encurralando ela contra a porta de entrada assim que fecharam. Ela gemia. Dava pra ouvir meio de longe que eles tavam no roleplay de "puta" e "dominador". Ele perguntava pra puta se ela gostava de algumas coisas que ele ia fazendo e ela dizia que sim, com uma voz bem de puta desesperada. Parece que ficaram um tempão se pegando e passando a mão contra a porta, até que ela fala pra irem pro quarto. Pela fresta da porta, vejo eles passarem quase pelados, ela puxando ele pela mão. E daí em diante não ouvi mais nada além de gemidos e gritos. Meia hora depois, pararam. Foram pro banheiro e voltaram pra ação pouco tempo depois. Pelo que ouvi, pareceu que foi um boquete e só. Pouco antes das 6, ouvi bem claro ele falando que tinha que voltar pra casa dele porque os amigos tavam na porta e não conseguiam entrar, e que no domingo no almoço ia jantar com a família da namoradinha nova. O FILHO DA PUTA TEM NAMORADA E VEM COMER A MINHA! A Sofi também falou que eu podia chegar a qualquer hora, então ele foi embora. Quando ouvi a porta fechar... caralho. Galera, nem preciso falar que gozei mais duas vezes enquanto Tava no quarto. Depois de cada gozada, quando a calentura baixava, eu repensava a vida, não vou negar. Mas em 5 minutos já tava quente de novo. Saio do quarto e vejo ela. Já não tão bêbada, mas sim extasiada. Pelada, suada e com um coque que entregava claramente o boquete que tinha feito. Me olhando quase com pena, mas com cara de superiora, tipo quem tá em outra:
Sofi: Mano, isso é zuado. Nunca mais.
Eu: Bati punheta mais duas vezes. Tô fudido.
S: É, mas não dá. Não entendo o que te excita tanto.
Eu: Me enlouquece te ver assim tão quente e safada. Ouvi como ele te chamou de puta... como você se rebaixa assim por uma foda.
S: É que sim. Voltamos a fazer coisas que fazíamos antes, mas sério, primeira e última vez. Te peço por favor. Isso termina mal.
Eu: Vamos transar?
S: Não. Vou dormir, não aguento mais. Além disso, já gozei umas 5 vezes.
E assim terminou a noite, inacreditavelmente. Fui dormir estranho. Por um lado, senti que ela tinha adorado transar com ele. Teve mil chances de mandar ele embora e não mandou. Pensei que talvez ela tivesse sentido culpa. Ou que não ia saber lidar com a situação do dia seguinte se o cara mandasse mensagem ou algo assim.
Dormimos até umas 4 da tarde. Acordei umas 5 vezes no mínimo. No dia seguinte, no café da manhã, estávamos estranhíssimos. E quebrei o gelo:
Eu: Gorda, me escuta, isso é claro. Você gostou? Curtiu ontem?
S: Não, chega.
Eu: Fala sério. Você teve mil chances de mandar ele embora. Mas seguiu até o último momento dando pra ele.
S: Tá, já foi. Quer que eu te diga? Sim, adorei. Adorei pra caralho. Tudo que aconteceu me excitou pra burro. Demais. Senti um monte de sensações muito quentes que não sentia há 10 anos. Ele me conhece bem e sabe como brincar. Mas eu conheço ele e agora ele vai me escrever e vai querer continuar. Já me mandou follow no Instagram 10 minutos depois de sair daqui.
Eu: Sério? Não acredito, fico louco. Você me ama?
S: Sim, idiota, mais que nada no mundo. Por isso não quero fazer isso com você. O amor está acima do prazer. Ele é um babaca que depois de 2 horas conversando já cansa. Mas tem algo que me excita muito, por isso foi tão difícil largar ele na época.
Eu: Então vamos em frente. Não tenho problema em te compartilhar sexualmente. Enquanto as coisas não se confundirem no sentimental, vamos fundo.
S: Do lado sentimental nunca vão se confundir. Mas não quero te machucar.
Y: Você nunca vai me machucar se for só sexo. Vamos fundo. Manda mensagem pra ele o que quiser, você decide. E a gente segue. Vamos ver onde isso termina. Enquanto formos sinceros, não tem problema.
S: Tem certeza? Você não quer é comer outra gostosa e tá fazendo isso pra ter uma liberdade?
Y: Tá maluca. Desde ontem, a única coisa que penso é em te comer a cada 10 minutos.
S: Não sabia que você era assim. Tô gostando. Vamos tentar... mas a gente para no primeiro sinal de sofrimento, ok?
Y: Ok. Agora... por que você não faz aquele mesmo coque e me chupa assim?
S: Não me dá ordens. Ordens só ele me dá. Vem você agora chupar meus peitos.
Y: Sim. O que você mandar.
E aí eu fui... vocês não têm ideia do tesão que a gente transou. Ela numa posição de clara superioridade, controlando tempos e espaços. Eu, aceitando a submissão leve que ela propunha. Excitado como poucas vezes na vida.
E assim os dias passaram. Ela sem tirar os olhos das notificações do Instagram, falando com ele várias vezes por dia. Ela fez uma lista de melhores amigos e colocou só ele. Mandavam foto, reagiam um ao outro. Ela não queria me mostrar nada, só me contava que era com ele, e que ia me contar só as coisas importantes.
Eu, nem lerdo, entrei no computador onde ela tinha o Instagram aberto. Caralho... as coisas que vi.
Nacho: Você tem 5 minutos pra me mandar um vídeo enfiando os dedos. Quero ver seu rosto, seus peitos e usa a palavra: buceta.
Sofi: Tá maluco. Tô comendo com ele aqui (eu). E não mando foto do rosto.
Nacho: Ah não? Pronto. Você tem vontade de chupar essa pica de novo algum dia? (Manda foto de um pau duro, cheio de veia e já molhado na cabeça) Sofi: Ahhhhhhh. Usa a palavra: buceta da lora. Me dá 2 minutos que invento algo e vou. Você é malvado, hein. Nacho: Sim, muito. E depois disso entrou um vídeo incrível. Ela juntando os peitos com os cotovelos. Uma mão na buceta, se tocando no clitóris e depois enfiando dois dedos. E a outra mão na boca, chupando os dedos.
Depois vi vários foguinhos e reações a stories que eu já não conseguia mais ver porque tinham passado das 24 horas. Poucos dias depois (tô falando da quinta-feira depois da primeira foda), vejo uma troca de mensagens:
Nacho: Quando a gente se vê, putinha?
Sofi: haha já tá com vontade?
N: Eu já queria domingo. Fala logo.
Sofi: Ok. Deixa eu ver o que faço com o Juan (eu). Dou alguma desculpa pra ele.
N: Mas você quer ser bem comida ou não?
Sofi: Sim. (E manda foto da buceta bem aberta, depois de uma dedada clara em homenagem a ele, provavelmente)
N: Ok. Então se vira.
Na mesma noite, na cama, ela me diz:
S: Eu... não dá mais pra enrolar esse cara. Ele tá insistindo pra gente se ver. Durante a semana fui conversando um pouco como você pediu, mas ele já tá pedindo pra encontrar.
Me fazendo de besta, como se não soubesse de nada, falo:
Eu: Quando você quiser, amor. Quero mais ação, então quando você quiser.
S: Ok, combino pra sexta, te serve?
Eu: Amanhã? Tá ansiosa hein... já tá com saudade do papel de putinha, pelo visto. Adoro.
S: É... você sabe como é. Você me meteu nessa e agora quero mais.
Eu: O que você quer? Me conta.
S: É... quero começar beijando ele. Depois quero que ele comece a me pegar pelo pescoço, que meta um dedo pra eu chupar também.
Aí eu comecei a bater uma. Ela se surpreendeu com o quanto eu tava excitado. Acho que só ali caiu a ficha de que eu falava sério quando dizia que me excitava. E aí ela começou a falar no meu ouvido, num tom quente, pra me deixar louco.
S: E enquanto isso, que ele pegue nos meus peitos também. Que me chame de putinha. Que me obrigue a chupar meu próprio dedo enquanto me enforca, e que vá me empurrando pra baixo até a altura da pica dele.
Eu: E depois, como continua?
S: Que ele tire os dedos e meta a pica na minha boca. Eu enquanto isso começo a me tocar lá embaixo. Quero que ele me engasgue, viu. Olha, assim.
E pega dois dedos, e começa a chupá-los com o rosto bem colado no meu.
Eu: Ah, então... esses dois dedos aí. é o pau dele? S: Não, dois dedos é igual ao seu. O dele são quatro. Eu: Ah, você já estudou bem ele? (enquanto continuava me masturbando igual um louco) Sofi: e sim... se sábado ele gozou na minha boca duas vezes. No carro e aqui. Eu: ai que puta que você é. Não sabia disso. Sofi: Não me chama de puta. Não sou sua puta. Sou a puta dele, e você é meu. Eu: ahhhhhhhhhhhhhhhhh você vai me fazer gozar sem me tocar. Sofi: Olha como eu chupo o pau do lado do seu. Literalmente, ela ficou de frente pra mim, colada em mim. Enquanto enfiava os dedos até os nós na boca, com uma parte da mão tocava minha boca. Em um momento aconteceu algo que me enlouqueceu... Ela tirou os dedos da boca e colocou entre nossas caras. Começou a chupar só um dos dois. O outro deixou separado, quase colado na minha boca, tanto que me batia com os movimentos que ela fazia quando enfiava o outro bem fundo na garganta. E sim... comecei a chupar ele igual um louco. Meti pra cima e pra baixo. Eu por dentro sabia o que estava fazendo. Nós dois entendemos. Era um convite tácito pra brincar um pouco de bissexualidade. E curtimos pra caralho. Ela ficou louca de tesão. Com a outra mão se tocava fortíssimo. Compartilhamos os dedos até eu gozar igual um louco. Incrível. E ela gozou quase ao mesmo tempo. Foi uma loucura. Uma loucura, viu. Nunca estive tão excitado. Não lembro de nada igual. Fui me limpar, e quando voltei do banheiro ela já estava em outra, vendo TV. Não se falou mais no assunto. Mas sabíamos. Mais uma porta se abriu. Duas em uma semana. Tínhamos um embalo incrível. E isso ia continuar.
Sofi: Mano, isso é zuado. Nunca mais.
Eu: Bati punheta mais duas vezes. Tô fudido.
S: É, mas não dá. Não entendo o que te excita tanto.
Eu: Me enlouquece te ver assim tão quente e safada. Ouvi como ele te chamou de puta... como você se rebaixa assim por uma foda.
S: É que sim. Voltamos a fazer coisas que fazíamos antes, mas sério, primeira e última vez. Te peço por favor. Isso termina mal.
Eu: Vamos transar?
S: Não. Vou dormir, não aguento mais. Além disso, já gozei umas 5 vezes.
E assim terminou a noite, inacreditavelmente. Fui dormir estranho. Por um lado, senti que ela tinha adorado transar com ele. Teve mil chances de mandar ele embora e não mandou. Pensei que talvez ela tivesse sentido culpa. Ou que não ia saber lidar com a situação do dia seguinte se o cara mandasse mensagem ou algo assim.
Dormimos até umas 4 da tarde. Acordei umas 5 vezes no mínimo. No dia seguinte, no café da manhã, estávamos estranhíssimos. E quebrei o gelo:
Eu: Gorda, me escuta, isso é claro. Você gostou? Curtiu ontem?
S: Não, chega.
Eu: Fala sério. Você teve mil chances de mandar ele embora. Mas seguiu até o último momento dando pra ele.
S: Tá, já foi. Quer que eu te diga? Sim, adorei. Adorei pra caralho. Tudo que aconteceu me excitou pra burro. Demais. Senti um monte de sensações muito quentes que não sentia há 10 anos. Ele me conhece bem e sabe como brincar. Mas eu conheço ele e agora ele vai me escrever e vai querer continuar. Já me mandou follow no Instagram 10 minutos depois de sair daqui.
Eu: Sério? Não acredito, fico louco. Você me ama?
S: Sim, idiota, mais que nada no mundo. Por isso não quero fazer isso com você. O amor está acima do prazer. Ele é um babaca que depois de 2 horas conversando já cansa. Mas tem algo que me excita muito, por isso foi tão difícil largar ele na época.
Eu: Então vamos em frente. Não tenho problema em te compartilhar sexualmente. Enquanto as coisas não se confundirem no sentimental, vamos fundo.
S: Do lado sentimental nunca vão se confundir. Mas não quero te machucar.
Y: Você nunca vai me machucar se for só sexo. Vamos fundo. Manda mensagem pra ele o que quiser, você decide. E a gente segue. Vamos ver onde isso termina. Enquanto formos sinceros, não tem problema.
S: Tem certeza? Você não quer é comer outra gostosa e tá fazendo isso pra ter uma liberdade?
Y: Tá maluca. Desde ontem, a única coisa que penso é em te comer a cada 10 minutos.
S: Não sabia que você era assim. Tô gostando. Vamos tentar... mas a gente para no primeiro sinal de sofrimento, ok?
Y: Ok. Agora... por que você não faz aquele mesmo coque e me chupa assim?
S: Não me dá ordens. Ordens só ele me dá. Vem você agora chupar meus peitos.
Y: Sim. O que você mandar.
E aí eu fui... vocês não têm ideia do tesão que a gente transou. Ela numa posição de clara superioridade, controlando tempos e espaços. Eu, aceitando a submissão leve que ela propunha. Excitado como poucas vezes na vida.
E assim os dias passaram. Ela sem tirar os olhos das notificações do Instagram, falando com ele várias vezes por dia. Ela fez uma lista de melhores amigos e colocou só ele. Mandavam foto, reagiam um ao outro. Ela não queria me mostrar nada, só me contava que era com ele, e que ia me contar só as coisas importantes.
Eu, nem lerdo, entrei no computador onde ela tinha o Instagram aberto. Caralho... as coisas que vi.
Nacho: Você tem 5 minutos pra me mandar um vídeo enfiando os dedos. Quero ver seu rosto, seus peitos e usa a palavra: buceta.
Sofi: Tá maluco. Tô comendo com ele aqui (eu). E não mando foto do rosto.
Nacho: Ah não? Pronto. Você tem vontade de chupar essa pica de novo algum dia? (Manda foto de um pau duro, cheio de veia e já molhado na cabeça) Sofi: Ahhhhhhh. Usa a palavra: buceta da lora. Me dá 2 minutos que invento algo e vou. Você é malvado, hein. Nacho: Sim, muito. E depois disso entrou um vídeo incrível. Ela juntando os peitos com os cotovelos. Uma mão na buceta, se tocando no clitóris e depois enfiando dois dedos. E a outra mão na boca, chupando os dedos.
Depois vi vários foguinhos e reações a stories que eu já não conseguia mais ver porque tinham passado das 24 horas. Poucos dias depois (tô falando da quinta-feira depois da primeira foda), vejo uma troca de mensagens:Nacho: Quando a gente se vê, putinha?
Sofi: haha já tá com vontade?
N: Eu já queria domingo. Fala logo.
Sofi: Ok. Deixa eu ver o que faço com o Juan (eu). Dou alguma desculpa pra ele.
N: Mas você quer ser bem comida ou não?
Sofi: Sim. (E manda foto da buceta bem aberta, depois de uma dedada clara em homenagem a ele, provavelmente)
N: Ok. Então se vira.
Na mesma noite, na cama, ela me diz:
S: Eu... não dá mais pra enrolar esse cara. Ele tá insistindo pra gente se ver. Durante a semana fui conversando um pouco como você pediu, mas ele já tá pedindo pra encontrar.
Me fazendo de besta, como se não soubesse de nada, falo:
Eu: Quando você quiser, amor. Quero mais ação, então quando você quiser.
S: Ok, combino pra sexta, te serve?
Eu: Amanhã? Tá ansiosa hein... já tá com saudade do papel de putinha, pelo visto. Adoro.
S: É... você sabe como é. Você me meteu nessa e agora quero mais.
Eu: O que você quer? Me conta.
S: É... quero começar beijando ele. Depois quero que ele comece a me pegar pelo pescoço, que meta um dedo pra eu chupar também.
Aí eu comecei a bater uma. Ela se surpreendeu com o quanto eu tava excitado. Acho que só ali caiu a ficha de que eu falava sério quando dizia que me excitava. E aí ela começou a falar no meu ouvido, num tom quente, pra me deixar louco.
S: E enquanto isso, que ele pegue nos meus peitos também. Que me chame de putinha. Que me obrigue a chupar meu próprio dedo enquanto me enforca, e que vá me empurrando pra baixo até a altura da pica dele.
Eu: E depois, como continua?
S: Que ele tire os dedos e meta a pica na minha boca. Eu enquanto isso começo a me tocar lá embaixo. Quero que ele me engasgue, viu. Olha, assim.
E pega dois dedos, e começa a chupá-los com o rosto bem colado no meu.
Eu: Ah, então... esses dois dedos aí. é o pau dele? S: Não, dois dedos é igual ao seu. O dele são quatro. Eu: Ah, você já estudou bem ele? (enquanto continuava me masturbando igual um louco) Sofi: e sim... se sábado ele gozou na minha boca duas vezes. No carro e aqui. Eu: ai que puta que você é. Não sabia disso. Sofi: Não me chama de puta. Não sou sua puta. Sou a puta dele, e você é meu. Eu: ahhhhhhhhhhhhhhhhh você vai me fazer gozar sem me tocar. Sofi: Olha como eu chupo o pau do lado do seu. Literalmente, ela ficou de frente pra mim, colada em mim. Enquanto enfiava os dedos até os nós na boca, com uma parte da mão tocava minha boca. Em um momento aconteceu algo que me enlouqueceu... Ela tirou os dedos da boca e colocou entre nossas caras. Começou a chupar só um dos dois. O outro deixou separado, quase colado na minha boca, tanto que me batia com os movimentos que ela fazia quando enfiava o outro bem fundo na garganta. E sim... comecei a chupar ele igual um louco. Meti pra cima e pra baixo. Eu por dentro sabia o que estava fazendo. Nós dois entendemos. Era um convite tácito pra brincar um pouco de bissexualidade. E curtimos pra caralho. Ela ficou louca de tesão. Com a outra mão se tocava fortíssimo. Compartilhamos os dedos até eu gozar igual um louco. Incrível. E ela gozou quase ao mesmo tempo. Foi uma loucura. Uma loucura, viu. Nunca estive tão excitado. Não lembro de nada igual. Fui me limpar, e quando voltei do banheiro ela já estava em outra, vendo TV. Não se falou mais no assunto. Mas sabíamos. Mais uma porta se abriu. Duas em uma semana. Tínhamos um embalo incrível. E isso ia continuar.
13 comentários - Minha namorada, o ex dela e eu. Primeiras sensações Bi. Pa
Quiero que me pase lo mismo