Com o tempo e a convivência com minha mina, esperando o nascimento do nosso filho, fui percebendo umas coisas que até então eu tinha deixado passar batido. Pra começar, ter engravidado minha mina me dava tipo uma credencial de macho, algo como um título que estabelecia que eu era um membro digno da família, do bairro e do mundão do crime. O fato de ter engravidado ela tão novo e em tão pouco tempo era como uma categoria superior desse mesmo título. Isso fazia com que em qualquer encontro, reunião, festa, seja lá o que for, sempre viesse à tona esse título, esse carimbo de aprovação. Minha mina então vivia falando coisas tipo "ele me engravidou na hora", "nem um mês a gente tava junto e pá, grávida". Eu só tinha que fazer cara de satisfeito e deixar a mina se gabar sozinha. Mostrar que o macho dela tinha enchido a buceta dela de porra e que esse bebê era um troféu. Mas também comecei a notar que uma das minhas cunhadinhas, a que dividia o quarto com a gente, me olhava diferente. Como se tivesse começado a sentir um cheiro de macho alfa do crime que despertasse a buceta dela e pedisse pelo meu pau aos berros. Primeiro foram coisas sutis, um olhar, depois outro, um sorrisinho, me chamar de "cunha" com mais carinho. Até me abraçar quando eu voltava do trampo. Claro que eu não era nenhum galã, nem de longe, e com certeza em condições normais ela nunca ia me dar bola, mas o fato de eu ter virado o cara que engravidou a irmã, que levava ela pra passear de carro, que comia ela toda noite, fazia explodir um desejo ardente na cabeça dela pela minha humilde pessoa. As minas são muito ciumentas e bem competitivas: se você tem, eu quero; e se você quer, eu vou tirar de você. Então a Jéssica, assim que sentiu um cheirinho de carinho extra da irmãzinha dela por mim, ficou ainda mais mulher bandida e marcou mais o território. Ela já não via a irmã como um ser inofensivo, mas sim como uma puta buceta quente e começou até a me beijar mais na boca na frente da irmã dela, a se esfregar, a apoiar a raba no meu volume. Até a se gabar das nossas fodas. Engraçado porque a garota dormia no mesmo quarto que a gente, claramente devia ouvir tudo. Por outro lado, minha cunhada, nem lerda nem besta, começou a se vestir muito mais puta, desfilando na minha frente. Aproveitando que já tinha a bundinha bem empinada e marcada, colocava umas calcinhas azuis brilhantes bem chamativas (principalmente na época), super pelada. Às vezes até deixava o fiozinho aparecendo por cima da calcinha pra esquentar e provocar ainda mais. Não tinha praticamente peito nenhum, mas compensava, igual minha mina, em não usar sutiã e mostrar os biquinhos pequenos em camisetas brancas ou regatas soltas. Mais de uma vez a gente trocou olhares e algum sorriso. Não tinham passado muitos dias dessa competição entre as garotas, e a Jéssica decidiu ir um pouco além. Levar o jogo pro próximo nível, mostrando pra irmãzinha que ela é a mulher que me conquistou e a única cachorra que eu ia ter. Aproveitando a desculpa da chegada do bebê, ela modificou completamente o quarto, ou melhor, a posição de tudo no quarto. Mexeu as camas de um jeito que a nossa ficasse completamente encostada na cama da minha cunhada. Deixando, em teoria, espaço do outro lado pra suposta cama do bebê. Como ficou cama com cama, ela foi tão filha da puta que deixou as madeiras encostadas, de um jeito que qualquer movimento mínimo de uma cama batia na outra. Entendeu? Ela queria que a porra da minha cunhada, na cama dela, sentisse absolutamente tudo. Que fosse impossível dormir e que ela soubesse o quão puta a irmã dela é. Eu percebi tudo assim que ela me mostrou como "redecorou" o quarto, sabia que a história da cama do bebê era desculpa, mas me excitava a putaria da minha mina. Já bem tarde da noite, assim que minha cunhada foi se deitar, "do nada" minha mina deu uma vontade danada de foder. Sentou no meu colo na mesa da sala Ela começou a me fazer carinhos, e me dar beijinhos no pescoço e na boca. Foi rápida: "quero que você me coma", ela sussurrou no meu ouvido. Levantamos, mas não sem antes pegar duas latas de cerveja, e fomos para o quarto. Minha cunhada estava deitada, mal coberta pelo lençol, e dava pra ver que dormia tranquilamente. Minha mina começou a me beijar com força, encostados na parede sem reboco. Ela mordia meu lábio e tirava minha roupa rapidinho. Eu tirei a roupa dela, deixando ela de peitos de fora, aqueles mamilos grandes de mina grávida, e com a calcinha fio-dental branca na minha frente. Tirei ela devagar e me ajoelhei pra chupar aquela buceta melada linda. Minha mina não só deu um propósito chute com o pé na cama da minha cunhada, acordando ela, como ainda colocou a perna em cima da cama. E me olhou como quem diz pra eu começar a chupar a buceta dela. Eu tava com o pau durasso, pulsando, cabeçudo, no ar livre. Minha mina com a perna em cima da cama da minha cunhada, com a buceta pronta pra receber minha linguinha, e minha cunhada acordada, prestes a ver a putaria da irmã dela ao vivo e a cores. Comecei a chupar a buceta da minha mina enquanto ela gemia que nem uma puta no cio. Quanto mais eu passava a linguinha, mais eu lambia a buceta dela, e a Jéssica mais gemia, mais gozava. Eu tava com a buceta dela literalmente na minha cara e não via o que rolava, mas minha mina afundava a perna mais ainda na cama da minha cunhada, então com certeza ela não dormia nada. Eu tava louco de tesão, não só por chupar a buceta da minha mina, mas por toda a situação. Quando consegui olhar além da buceta da minha mina, vi. Minha cunhada tava completamente acordada, apoiada na cama contra o travesseiro, com a respiração ofegante, mas ainda parada, embora tivesse se descoberto e tivesse na minha frente a calcinha fio-dental rosa choque dela. Fiquei mais doido ainda e voltei a chupar a buceta da minha mina. Eu já era um tarado. completo e tinha a pica duríssima enquanto, sem me importar com nada, continuava chupando a buceta da minha mina. A Jéssica já tinha passado de gemidos pra gritos e a buceta dela tava encharcada pra caralho, tanto que enquanto eu chupava sentia o fluxo dela cada vez mais na minha boca. Quando levantei o olhar de volta, minha mina tava olhando pra minha cunhada. Não dizia nada, mas enquanto eu chupava a buceta dela, ela encarava a irmã como quem diz: "Viu que eu sou a mulher, a grávida, eu sou a dona dele?". Minha cunhada tava vermelha de tesão, de excitação, e devia estar com a buceta melada pra caralho. Minha mina virou pra mim e falou: "Me fode, bebê, arromba minha buceta". E pra ser ainda mais filha da puta, se colocou de quatro na cama da irmãzinha. Ela se surpreendeu e até teve que se afastar um pouquinho pra cima. Minha mina não tirava os olhos dela e encarava desafiante, igual gata no cio. Eu fiquei por trás e notei que minha cunhada deu uma olhada na minha pica duríssima, parada, antes de eu enfiar tudo na minha mina. Foi uma enfiada linda, pele com pele, sem camisinha, com a buceta dela já toda melada, escorrendo na hora. Minha mina apertou forte o lençol da cama da minha cunhada e recebia minhas porradas enquanto gritava de prazer. Eu, que agora via a cena toda, alternava olhando a putaria da minha mina e o tesão da minha cunhada. Ela tava voando de tesão igual a gente e abaixou a tanga fio dental, começando a passar a mão na própria buceta molhada. Minha mina ignorava ela e continuava na dela, recebendo pica e gritando igual loba. Eu sentia que ia explodir e metia pica na minha mina enquanto espirrava fluxo na cama da minha cunhada. Ela não tinha se escondido pra se tocar. Tava com a buceta ali, apertadinha, pequenininha na nossa frente. Um pouco peludinha, e passava os dois dedinhos da mão bem na buceta até enfiar um. Eu dava bomba e bomba na minha mina, mas tinha os olhos... cravados na buceta da minha cunhada, ela me olhava direto nos olhos. Não tirava os olhos de mim. Os gritos da minha mina enchiam o quarto inteiro. O fluxo dela caía na cama da minha cunhada, e eu tava quase gozando, não aguentava mais. Minha cunhada começou a gemer baixinho, mas entre um grito e outro da minha mina dava pra ouvir os gemidos dela de garota safada excitada. Sinceramente, não aguentei mais, a situação me deixava louco pra caralho e acabei enchendo minha mina de porra, foi uma explosão de leite dentro da buceta dela. A Jéssica queria continuar fudendo, então se levantou da cama e me empurrou pra nossa cama. Com a buceta toda melada, subiu em cima de mim e continuou me comendo de beijos, fazendo meu pau deslizar dentro da buceta dela de novo. Perdi minha cunhada de vista com a minha mina por cima, mas depois de umas cavalgadas, uns gemidos fortes me fizeram entender que ela tinha gozado se tocando. A gente continuou fudendo um bom tempo até que minha mina, gritando que nem uma loba, esguichou todo o fluxo dela em cima de mim, encharcando a cama toda. Ela gritava e gozava que dava gosto, e de novo olhava de lado pra irmãzinha dela, que continuava excitada, molhada e tinha começado a se tocar de novo. Eu me deixei levar e gozei um tempo depois, enchendo ela de porra de novo. A competição entre as irmãs tinha chegado a outro nível.
9 comentários - Minha cunhada se toca vendo a gente foder (cap 14)