Minha História 5

Os dias seguintes foram cheios de muito sexo entre nós. Depois de quebrar o tabu da primeira vez, dentro do quarto as meninas andavam peladas e não era raro alguém acabar beijando outra ou chupando alguma parte do corpo dela. Pra fora, a única coisa que mudou foi minha relação com a Ana; pra todo mundo a gente se mostrava como um casal, andávamos abraçados ou de mãos dadas e não tínhamos problema em nos beijar na frente do grupo. Isso rapidamente despertou a inveja dos meus colegas, que logo tentaram zoar de mim, mas todas essas zoações escorregavam toda vez que eu sentia os lábios da Ana me beijando ou lembrava de todo o sexo que tava rolando no meu quarto.

O próximo evento "especial" da viagem foi uma noite que fomos dançar num lugar que era tipo uma piscina gigante, uma festa de espuma onde todo mundo foi de biquíni. Todas as minhas colegas estavam com umas peças mais que gostosas que deixavam pouco pra imaginação, e meu trio de acompanhantes não foi exceção. A mais "tapada" foi a Nadia, com um maiô inteiro, mas que tinha um recorte entre os peitos que ia quase até a buceta dela. A Ana tava com uma fio dental preta que destacava a raba linda dela e um sutiã branco com umas flores coloridas bordadas que mal cobria os peitos lindos dela e marcava os bicos, fazendo quase impossível não desejar eles. Já a Juli foi a mais ousada de todas as minhas colegas, porque ela foi diretamente com um conjunto de lingerie preta e prateada que deixava muito pouco pra imaginação.

Embora, como toda noite, a gente tentasse fazer a nossa parte, os coordenadores tentavam fazer a gente se juntar, e por algum motivo organizaram um jogo de vôlei na água. E ainda não sei por que caralhos colocaram a mina mais "popular" da nossa turma com a gente. Algo dentro de mim dizia que tinha alguma segunda intenção nela, mas eu não entendia qual. A Cecília, a garota em questão, preenchia todos os estereótipos das meninas populares dos filmes americanos (ah, não comentei isso). Antes, mas minha escola era bem yankee. Uma loira com um corpo perfeito, apesar dos peitos pequenos, tinha uma bunda tremenda, por causa das horas e horas que passava na academia, além de fazer parte da equipe de ginástica artística. Filha de uma família muito rica e muito católica, a garota ia todo domingo à missa, claro que isso não impedia ela de curtir o sexo com o namorado jogador de futebol de um clube importante. Ela sabia que era gostosa e que sempre tinha tudo o que queria, então pouco se importava com o que os outros pensavam dela, desde que seu séquito a seguisse pra todo lado.

Obviamente, depois de algumas partidas, fomos eliminados do torneio e, pra Cecília, isso foi fatal. Ela começou a reclamar e a dizer que não era justo que todos os times eram mistos e ela tinha jogado só com garotas. Quando eu ia responder, Ana e Júlia seguraram ela pelos braços e me defenderam, dizendo que eu não era só homem, mas que ela teria sorte de passar nem que fosse uma noite comigo. A loira respondeu pra Ana que não entendia o que ela tava fazendo com a gente, que éramos uns monstrinhos, e na hora Júlia deu um tapa tão forte nela que, se fosse desenho animado, teria passarinho voando na cabeça dela. Nós quatro viramos as costas e voltamos pra nossa rotina de curtir juntos, mas um tempo depois voltamos pro hotel pra nos divertir entre nós. Ao subir no micro-ônibus que nos levava ao hotel, encontramos de novo a Cecília e duas "amigas" dela, que a levavam pro hotel supostamente porque estavam cansadas, e não porque ela tinha sido humilhada. Assim que sentamos nos nossos lugares, Ana e eu começamos a nos beijar e percebemos que Cecília não tirava os olhos da gente. E Ana, não sei se por tesão ou pra provocar ela, puxou meu pau pra fora da calça, e a loira arregalou os olhos. Pior ainda foi quando a Ani engoliu o pau inteiro de uma vez e começou a descer e subir. A loira ficou quase tão vermelha quanto a minha garota, mas nunca parou de olhar. E a minha Ani não soltou meu pau. até que chegamos no hotel. Fomos direto pro quarto com a Juli e a Ani, enquanto a Nadia foi no bar pegar algo pra beber. A gente não esperou ela e, assim que entramos no quarto, me ajoelhei entre as duas minas, afastei as tangas delas e comecei a curtir com a boca os sucos da buceta delas, enquanto elas se beijavam e os gemidos começavam a encher o quarto.

Depois de um tempo, quando a Ana e a Juli estavam num lindo 69 e eu me preparava pra meter na primeira que tava por cima, a porta abriu de repente e a Nadia entrou gritando "olha o que eu achei", empurrando a Cecilia. A loira tinha nos seguido e a Nadia pegou ela com a cabeça encostada na porta do nosso quarto e a mão no meio das pernas. Entre o álcool e o tesão que a nossa colega tava, ela tentou resistir aos empurrões da Nadia, mas antes que percebesse, já tava deitada na nossa cama e as minas tavam tirando a roupa dela. E por algum motivo, ao ver aquela buceta de lábios carnudos que não combinavam com o corpo delicado dela, coroada por uma linha de pelos loiros (no final, ela era uma conchuda, mas também era loira), não consegui evitar me ajoelhar e começar a chupar ela toda, enquanto ela esperneava de leve e xingava a gente. Logo os xingamentos viraram gemidos e, quando percebi, esses gemidos calaram. Foi aí que vi a Nadia e a Juli chupando os peitos da loira e a minha mina sentada de cócoras na boca dela, esfregando a buceta enquanto dizia "se meu namorado chupa a pussy dela, no mínimo ela chupa a minha". Uns segundos depois, a língua da Cecilia percorria a buceta da Ana, de onde só se separava pra gemer ou respirar. Ver aquela metida a besta que sempre dava ordens naquela situação tão submissa me deixava com um tesão danado.

Essa situação durou um tempão até a Cecilia implorar pra eu comer ela. Com ela, não quis arriscar e, apesar dos protestos das minhas amigas, coloquei uma camisinha. Uma coisa era engravidar alguma delas, outra bem diferente era gerar um filho com essa pessoa!. Mas rapidamente comecei a penetrá-la, não fui suave, nem bruto, mas peguei ela com força, eram estocadas profundas e duras que foram aumentando o ritmo enquanto os orgasmos de Ana se sucediam na boca da loira, e aos poucos as meninas começaram a alternar uma a uma suas bucetinhas na boca de Cecília. A loira, depois de um tempo sendo comida, teve seu primeiro orgasmo e foi como ativar algo nela, os orgasmos caíam como cachoeira um atrás do outro, não importava como eu a penetrasse, se forte ou duro, em duas ou três estocadas ela gozava com o corpo tremendo e minha entreperna sendo molhada. Até que finalmente comecei a sentir meu orgasmo chegando, avisei as meninas que saíram de cima da cama e ajudaram Cecília a ficar de quatro na cama e enquanto Nadia a penetrava com os dedos, Ana me masturbava apontando para a carinha e os peitos da loira e Júlia se ajoelhou atrás de mim e começou a brincar com a língua no meu cool e a mão nas minhas bolas, isso era algo novo e me explodiu a cabeça, o orgasmo finalmente chegou, não foi suave, muito pelo contrário, literalmente nunca tinha gozado uma quantidade assim e tão grossa, nunca vou saber dizer se foi a situação ou a língua da Júlia no meu cool, mas a porra não parava de jorrar do meu pau, logo a carinha de menina inocente da Cecília com a maquiagem meio borrada ficou cheia da minha porra, o mesmo nos peitos dela e parte do cabelo, enquanto eu tentava recuperar o fôlego, Ana ordenou que ela me chupasse e deixasse bem limpinho, o que a loira fez sem reclamar, a verdade é que ela sabia usar muito bem a boca. Meu pau, longe de perder a dureza, continuou duro, então Ana me empurrou para o nosso sofá e quando fiquei sentado, ela sentou em cima de mim olhando para a loira e começou a me montar, ordenou que Cecília chupasse a boceta dela e meu pau. Mentiria se dissesse quanto tempo ficamos assim, mas Cecília nunca parou de percorrer nossas pussy com sua língua, até que explodisse dentro de Ana, a quem obriguei Cecilia a limpar os restos da minha porra.

Depois disso, Cecilia tentou se levantar, mas as pernas falharam. Eu pensei que era por causa do álcool, mas depois soube que era pela intensidade dos orgasmos — para ela, era como se tivesse terminado de correr uma maratona. Juli e Nadia limparam um pouco o rosto dela e a vestiram, enquanto Ana a olhava com desprezo da cama. Quando terminaram, Cecilia me pediu se eu podia levá-la até o quarto dela, porque não conseguia andar sozinha. Eu a levei. O perfume importado dela tinha dado lugar ao aroma do meu sêmen e dos sucos vaginais das garotas. O peito dela brilhava com a porra que tinha caído sobre ela, e até tinha alguns jatos na cabeça. Quando bati na porta do quarto, as garotas olharam horrorizadas para ela, e eu disse que, evidentemente, ela tinha se perdido e eu a encontrei vagando pelo hotel, que elas precisavam cuidar melhor dela porque podia cair em qualquer quarto e interromper o que estavam fazendo.

As duas me olharam com nojo até baixarem a cabeça. Eu não tinha percebido que saí sem roupa íntima, então no meu short dava para adivinhar meu volume semi-ereto. Elas levantaram a cabeça, me olharam estranhas e fizeram a amiga entrar. Quando eu estava indo embora, lembrei que Nadia tinha colocado algo no meu bolso. Enfiei a mão e encontrei a calcinha fio dental de Cecilia — as filhas da puta não tinham colocado nela. Eu, por minha vez, deixei pendurada na porta do quarto. Desde aquele dia, o tratamento de Cecilia em relação a nós, principalmente a mim, mudou completamente. Embora não fôssemos amigos, não havia mais o desprezo que existia antes. Essa foi a última experiência intensa que tivemos em Bariloche, mas não a última.

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