Já que vocês são uns tarados e ficaram todos excitados, vai a segunda parte aqui, seus punheteiros.
Tô postando de novo, porque a putaria me venceu e eu tinha subido sem corrigir. Agora sim, vai completo.
Pouco depois, os caras saíram do mar e se sentaram perto das coisas deles, voltando a conversar e rir. Era nítido que eram três caras que tinham ido pro balneário atrás de festa.
Não passaram nem cinco minutos desde que eles tinham saído do mar quando a Pauli decidiu que queria pegar sol de bruços. Ela pegou o pareô, jogou na minha frente, e se deitou de barriga pra baixo pra pegar sol, mas com a bunda apontando pro grupo de caras! Com certeza, além de estar dando pra eles mentalmente, os três deviam estar vendo alguma coisa da buceta dela, porque aquela bikini não devia estar cobrindo tudo naquela posição. Eu já tava espumando pela boca, e um macaco com pratos batia na minha cabeça.
O que tava acontecendo com a minha namorada?
Como eu tava de costas pros caras, tava difícil perceber se eles tavam doidões com o show que a Pauli tinha se dignado a dar. Imaginava eles num estado de puta agitação, se olhando, se cotovelando, mordendo os lábios e sem perder um segundo de olhar a buceta da minha mina, que tava toda exposta na frente deles. Ela, de boa, tava deitada de barriga pra baixo, sem fazer barulho nem se mexer. De vez em quando levantava a cabeça pra falar alguma besteira comigo, sem parar de dar o show que deixava os novos fãs vizinhos de praia malucos. Às vezes eu achava que a putinha da minha mina abria um pouco as pernas pra esses caras verem um pouco mais. Eu sentia aquele ciúme gostoso que a gente, corno, sente, uma mistura de ódio pelo que minha mina dá pros outros e uma admiração profunda pelo que ela causa nos caras.
Quando a temperatura na praia ficou insuportável, decidimos que era hora de vazar. A Pauli levantou do palco que tinha montado. "Vamo dar um mergulho, que tô morrendo de calor", ela falou. Um sentimento que eu compartilhava, por fora e por dentro. Entramos no mar, mergulhamos umas vezes pra aliviar o sufoco. "Você deixou os caras do lado loucos, meu amor", falei. "Hahaha. Do que cê tá falando?", ela respondeu se fazendo de sonsa. "Ah, fala sério, não me diz que você não percebeu que tava de rabo pra cima, com a buceta toda apontada pros caras. Deve ter deixado eles em chamas", falei me explicando. "E aí, meu amor, quem pode, pode", ela disse com um sorrisão e um tom de soberba de matar. "Ah, então você fez de propósito! Que safada!", falei com aquela mistura de indignação e admiração. "Pode crer", ela respondeu seca, como se tivesse se ofendido um pouco. "Acho que você tá meio desacostumado com algumas coisas. Vou ter que te mostrar qual é o seu lugar", ela falou. Tom ameaçador, mas sem esconder o sorriso. Nós dois sabíamos muito bem que eu jamais abandonaria meu lugar de cuck, seu submisso corno manso, não importava o que acontecesse.
Saímos do mar e Pauli com certeza sentia os olhares dos três caras por todo o corpo. Ela tava se achando, como se estivesse sobrando na situação, sem dar muita bola, se fazendo de gostosa. Eu tava ligado em tudo que rolava, e via como os caras colocavam e tiravam o olhar da minha mina, do mesmo jeito que com certeza imaginavam colocando e tirando os paus deles nos buracos dela. Não cheguei a perceber se algum deles tava de pau duro por causa da minha mina, embora eu adoraria ter visto isso acontecendo.
Juntamos nossas coisas e fomos embora da praia, deixando os fãs da minha mina de luto por aquela bunda e aqueles peitos, minimamente cobertos pela ousada biquíni que ela tinha vestido naquela manhã, que os abandonavam. Fomos tomar um banho em casa e preparar tudo pro almoço, porque a manhã tinha sido longa e a fome tava batendo no time.
Almoçamos rapidinho, porque tava aquele baita buraco no estômago. Depois, tiramos uma soneca necessária, já que as comemorações de ano novo naquela noite iam nos levar por lugares diferentes, num caminho que não ia ser curto. Nossa ideia era jantar algo gostoso só nós dois, tomar umas coisinhas boas, e depois de aquecidos, ver o que surgia. O balneário onde estávamos tinha algumas opções de bares e baladas que, embora fossem poucas, eram mais que suficientes pras poucas exigências que a gente podia ter. Sair pra dar uma volta, dançar um pouco e voltar com tesão pra casa pra trepar como coelhos já tava de bom tamanho.
A tarde daquele sábado foi bem tranquila, reduzindo o gasto de energia ao máximo, pra estar a todo vapor à noite. A gente deu uma volta de carro, tomou uns mates na costa de boa, e voltou pra casa pra se preparar pra noite. Pra quem tá se perguntando o quão pelada a Pauli andava Naquela tarde, tenho que desapontar vocês e dizer que eu estava bem agasalhada, com um moletom de algodão, porque à tarde na costa fica bem ventoso e não dá pra ficar mostrando muita pele. Por sorte, já à noite a temperatura normaliza bastante, e a história é outra.
O clima estava muito bom, as vibrações lá em cima. Então, a gente se preparou de boa pra se despedir do ano como ele merecia, e receber o que vinha ainda melhor. A Pauli tinha vestido uma camisa/vestido branca com um cinto de verão, sem nada além da calcinha por baixo, rosa como manda a tradição, e umas sandálias confortáveis pra cerimônia em casa. Ela tava uma gostosa, como sempre, mas muito elegante, diria eu. Embora aquela camisa solta, tipo vestido, deixasse a todo momento a sensação de que você poderia ver a buceta dela a qualquer hora. E nem preciso dizer que, pela facilidade que proporcionava, convidava a querer comê-la com o vestidinho vestido. Eu, como tinha que fazer o churrasco, não tive escolha senão ficar vestido assim mesmo, pelado, por causa do calor e da fumaça. Mais tarde, quando a gente saísse por aí, eu teria que dar um jeito no visual.
Acendi uma fogueirinha na churrasqueira de casa, enquanto a Pauli montava a entrada. Preparamos uns fernets pra beber, e colocamos uma musiquinha suave pra dançar enquanto o churrasco ficava pronto.
De repente, a Pauli, que estava com o celular na rede, me diz: "Então hoje você diz que deixei os caras loucos na praia?" Parece que aquilo tinha ficado ecoando nela. "Pô! Eu não consegui ver muito porque tava de costas pra eles também, amor, mas imagino que devem ter ficado doidos com essa raba", falei me aproximando. "Você acha que os pauzinhos deles ficaram duros me vendo tomar sol?", ela disse pegando meu rosto e me dando um beijo. "Tomara que sim, hein.", ela soltou entre o primeiro e o segundo beijo. A gente se pegou gostoso por um tempinho, eu sentia ela quente. E eu, bom, eu vivo quente. A pica. Me empacou e fiquei afim de uma rapidinha. Minha mão foi direto agarrar a raba dela, mas a Pauli me segurou. "Vai queimar o churrasco, meu amor", ela falou me parando, e se cagando de rir de mim.
Fui cuidar do churrasco, enquanto ela continuava no celular na rede. "Eram esses, né?", ela perguntou me mostrando algo no celular. Era uma foto dos caras da praia, mas mais agasalhados, tirada provavelmente na tarde daquele dia. A Pauli tinha procurado fotos que postaram no Instagram com a localização do balneário onde estávamos, e se deparou, por acaso ou não, com a foto dos fãs dela.
Rimos um pouco de alguns detalhes da foto, depois voltei pro meu serviço, e ela ficou no celular fuçando nas redes. O cara alto do grupo, o que tinha me chamado atenção, era o típico boy metido a gostoso. Tinha um corpão do caralho, com certeza malhava direto, mas sem ser obcecado. A Pauli curte os marcadinhos, mas não os trincados estilo fisiculturista. Fica a dica pros pretendentes, haha.
Depois que o churrasco ficou pronto, comemos, já era quase meia-noite, e tínhamos que ir celebrar a virada do ano novo. Na maioria dos balneários dessas áreas, o costume é o pessoal ir pra costa e brindar junto pela chegada do ano novo. Ao mesmo tempo, quem quiser pode soltar fogos de artifício, sem risco de incendiar nada. Então pegamos um champanhe que tínhamos guardado pra ocasião, e junto com muita gente, a maioria de origem norteña, brindamos pra caralho. Tinha música pra todo lado, famílias, e muitos grupos de jovens, e não tão jovens como a gente, se divertindo pra valer, decididos a festejar.
Nos pegamos fervorosamente quando deu meia-noite, e 2022 virou 2023. Dissemos com carinho o quanto nos amávamos, e as coisas que esperávamos viver juntos naquele ano, desejando que tudo era felicidade, porque a gente merecia.
Conforme os minutos de 2023 foram passando, as famílias começaram a sair da área da farra, sobrando uma galera jovem que tava na maior festa. Tinha várias caixas de som com música pra caralho, os brasileiros estourando e jogando champanhe no ar um atrás do outro, e o clima já tava esquentando bonito.
Uns metros atrás da Pauli, por trás de um grupo grande de brasileiros, eu vi a turma dos fãs matinais da minha mina. Eles estavam conversando com outro grupo de novinhas, que também eram todas gostosas, por que negar?
"Olha quem tá ali, amor, seus fãs", falei pra ela, apontando disfarçadamente. Ela olhou também na maciota e soltou uma risadinha safada. "Olha os caras, já tão ocupados. Não perdem tempo!", disse ela, se referindo às minas que estavam com eles. A gente ficou mais um tempinho na praia, e aí eu falei pra Pauli que tava a fim de tomar um banho, me arrumar um pouco pra encarar o que restava da noite. E já que a gente tava ali, me pintava de ficar doidão e ficar de saco cheio, pra passar a noite hiper bombada entre nós.
Quando cheguei em casa, entrei no chuveiro e a Pauli ficou no quarto, provavelmente pensando em mudar o visual pra noite. Ela é muito disso, gosta de se ver diferente o tempo todo.
Quando saí do banho, encontrei minha mina deitada na cama, com o celular numa mão, as pernas abertas, a calcinha fio-dental rosa puxada pro lado, e a outra mão dela se acariciando a buceta. "Epa, meu amor!", falei surpreso. "O que cê tá fazendo?", perguntei.
"Tô tesuda com isso!", ela disse, enquanto me mostrava no celular que tinha aberto o perfil do cara com pinta de surfista, do grupo dos manos. Ele se chamava Felipe, e a putinha tava se masturbando vendo as fotos dele. "Adoro, meu amor!", falei todo alterado. "Então, chupa minha buceta enquanto eu vejo as fotos do Feli", ela me mandou. Eu me joguei de cabeça entre as pernas dela, e não Demorei um segundo pra chupar toda aquela buceta, já molhada pelas fotos do Felipe. Devorava ela com paixão, enquanto ela segurava meu cabelo de leve e pressionava minha cabeça contra a pélvis dela. "Ai, quero comer ele, meu amor!", ela disse, fazendo eu me empolgar ainda mais na chupada de buceta. "Quero comer ele todinho", ela rebateu. "Come ele, meu amor!", eu falei com a dificuldade óbvia de ter a buceta dela enterrada na minha boca. A coisa foi esquentando cada vez mais, até que ela gozou tudo na minha cara, se acabando bem gostoso.
A noite ainda era muito jovem, e a gente decidiu ir pra área dos barzinhos perto da costa, pra continuar e ver se dava pra realizar a façanha. Pauli, obviamente, mudou o visual e vestiu um shortinho branco, curtinho, bem cavado na bunda e um top amarrado com brilhos em cima que não escondia nada as tetonas enormes que minha namorada tem, até dava medo de não conseguirem cobrir tudo e elas escaparem pros olhos de todo mundo. Nos pés, ela manteve as sandálias. Vale dizer que nós dois já estávamos no pique da festa.
A balada que escolhemos entrar era uma de música eletrônica. Acho que nosso estado foi nos levando pra lá quase inconscientemente. De vez em quando, parávamos pra nos pegar e nos esfregar, porque estávamos muito tarados e não dava pra disfarçar.
Num momento, deu vontade de mijar, e fui ao banheiro, deixando Pauli dançando sozinha na pista, quase em transe. Quando voltei, ela estava com um sorriso de orelha a orelha. "O Feli tá aqui", ela disse como se fosse uma criança de 5 anos e fosse o Papai Noel. Me contou que ele tinha passado há pouco com os amigos e disse: "Mudou o visual, morena. Pena que tá com seu namorado.", ele falou. "Ele não faz ideia do que o espera", ela finalizou.
Eu podia ver as línguas de fogo da fogueira em que minha namorada estava se transformando. Tinha perigo de Incêndio naquela noite.
"Quero que você me coma, corno. Vamos pra praia", ela me disse e estendeu a mão pra me levar pro inferno com ela.



Se ficarem muito ansiosos pra saber o que espera a Feli na parte 3, já sabem onde vai estar publicado. E se não souberem, já sabem, me mandam uma DM.
Tô postando de novo, porque a putaria me venceu e eu tinha subido sem corrigir. Agora sim, vai completo.
Pouco depois, os caras saíram do mar e se sentaram perto das coisas deles, voltando a conversar e rir. Era nítido que eram três caras que tinham ido pro balneário atrás de festa.
Não passaram nem cinco minutos desde que eles tinham saído do mar quando a Pauli decidiu que queria pegar sol de bruços. Ela pegou o pareô, jogou na minha frente, e se deitou de barriga pra baixo pra pegar sol, mas com a bunda apontando pro grupo de caras! Com certeza, além de estar dando pra eles mentalmente, os três deviam estar vendo alguma coisa da buceta dela, porque aquela bikini não devia estar cobrindo tudo naquela posição. Eu já tava espumando pela boca, e um macaco com pratos batia na minha cabeça.
O que tava acontecendo com a minha namorada?
Como eu tava de costas pros caras, tava difícil perceber se eles tavam doidões com o show que a Pauli tinha se dignado a dar. Imaginava eles num estado de puta agitação, se olhando, se cotovelando, mordendo os lábios e sem perder um segundo de olhar a buceta da minha mina, que tava toda exposta na frente deles. Ela, de boa, tava deitada de barriga pra baixo, sem fazer barulho nem se mexer. De vez em quando levantava a cabeça pra falar alguma besteira comigo, sem parar de dar o show que deixava os novos fãs vizinhos de praia malucos. Às vezes eu achava que a putinha da minha mina abria um pouco as pernas pra esses caras verem um pouco mais. Eu sentia aquele ciúme gostoso que a gente, corno, sente, uma mistura de ódio pelo que minha mina dá pros outros e uma admiração profunda pelo que ela causa nos caras.
Quando a temperatura na praia ficou insuportável, decidimos que era hora de vazar. A Pauli levantou do palco que tinha montado. "Vamo dar um mergulho, que tô morrendo de calor", ela falou. Um sentimento que eu compartilhava, por fora e por dentro. Entramos no mar, mergulhamos umas vezes pra aliviar o sufoco. "Você deixou os caras do lado loucos, meu amor", falei. "Hahaha. Do que cê tá falando?", ela respondeu se fazendo de sonsa. "Ah, fala sério, não me diz que você não percebeu que tava de rabo pra cima, com a buceta toda apontada pros caras. Deve ter deixado eles em chamas", falei me explicando. "E aí, meu amor, quem pode, pode", ela disse com um sorrisão e um tom de soberba de matar. "Ah, então você fez de propósito! Que safada!", falei com aquela mistura de indignação e admiração. "Pode crer", ela respondeu seca, como se tivesse se ofendido um pouco. "Acho que você tá meio desacostumado com algumas coisas. Vou ter que te mostrar qual é o seu lugar", ela falou. Tom ameaçador, mas sem esconder o sorriso. Nós dois sabíamos muito bem que eu jamais abandonaria meu lugar de cuck, seu submisso corno manso, não importava o que acontecesse.
Saímos do mar e Pauli com certeza sentia os olhares dos três caras por todo o corpo. Ela tava se achando, como se estivesse sobrando na situação, sem dar muita bola, se fazendo de gostosa. Eu tava ligado em tudo que rolava, e via como os caras colocavam e tiravam o olhar da minha mina, do mesmo jeito que com certeza imaginavam colocando e tirando os paus deles nos buracos dela. Não cheguei a perceber se algum deles tava de pau duro por causa da minha mina, embora eu adoraria ter visto isso acontecendo.
Juntamos nossas coisas e fomos embora da praia, deixando os fãs da minha mina de luto por aquela bunda e aqueles peitos, minimamente cobertos pela ousada biquíni que ela tinha vestido naquela manhã, que os abandonavam. Fomos tomar um banho em casa e preparar tudo pro almoço, porque a manhã tinha sido longa e a fome tava batendo no time.
Almoçamos rapidinho, porque tava aquele baita buraco no estômago. Depois, tiramos uma soneca necessária, já que as comemorações de ano novo naquela noite iam nos levar por lugares diferentes, num caminho que não ia ser curto. Nossa ideia era jantar algo gostoso só nós dois, tomar umas coisinhas boas, e depois de aquecidos, ver o que surgia. O balneário onde estávamos tinha algumas opções de bares e baladas que, embora fossem poucas, eram mais que suficientes pras poucas exigências que a gente podia ter. Sair pra dar uma volta, dançar um pouco e voltar com tesão pra casa pra trepar como coelhos já tava de bom tamanho.
A tarde daquele sábado foi bem tranquila, reduzindo o gasto de energia ao máximo, pra estar a todo vapor à noite. A gente deu uma volta de carro, tomou uns mates na costa de boa, e voltou pra casa pra se preparar pra noite. Pra quem tá se perguntando o quão pelada a Pauli andava Naquela tarde, tenho que desapontar vocês e dizer que eu estava bem agasalhada, com um moletom de algodão, porque à tarde na costa fica bem ventoso e não dá pra ficar mostrando muita pele. Por sorte, já à noite a temperatura normaliza bastante, e a história é outra.
O clima estava muito bom, as vibrações lá em cima. Então, a gente se preparou de boa pra se despedir do ano como ele merecia, e receber o que vinha ainda melhor. A Pauli tinha vestido uma camisa/vestido branca com um cinto de verão, sem nada além da calcinha por baixo, rosa como manda a tradição, e umas sandálias confortáveis pra cerimônia em casa. Ela tava uma gostosa, como sempre, mas muito elegante, diria eu. Embora aquela camisa solta, tipo vestido, deixasse a todo momento a sensação de que você poderia ver a buceta dela a qualquer hora. E nem preciso dizer que, pela facilidade que proporcionava, convidava a querer comê-la com o vestidinho vestido. Eu, como tinha que fazer o churrasco, não tive escolha senão ficar vestido assim mesmo, pelado, por causa do calor e da fumaça. Mais tarde, quando a gente saísse por aí, eu teria que dar um jeito no visual.
Acendi uma fogueirinha na churrasqueira de casa, enquanto a Pauli montava a entrada. Preparamos uns fernets pra beber, e colocamos uma musiquinha suave pra dançar enquanto o churrasco ficava pronto.
De repente, a Pauli, que estava com o celular na rede, me diz: "Então hoje você diz que deixei os caras loucos na praia?" Parece que aquilo tinha ficado ecoando nela. "Pô! Eu não consegui ver muito porque tava de costas pra eles também, amor, mas imagino que devem ter ficado doidos com essa raba", falei me aproximando. "Você acha que os pauzinhos deles ficaram duros me vendo tomar sol?", ela disse pegando meu rosto e me dando um beijo. "Tomara que sim, hein.", ela soltou entre o primeiro e o segundo beijo. A gente se pegou gostoso por um tempinho, eu sentia ela quente. E eu, bom, eu vivo quente. A pica. Me empacou e fiquei afim de uma rapidinha. Minha mão foi direto agarrar a raba dela, mas a Pauli me segurou. "Vai queimar o churrasco, meu amor", ela falou me parando, e se cagando de rir de mim.
Fui cuidar do churrasco, enquanto ela continuava no celular na rede. "Eram esses, né?", ela perguntou me mostrando algo no celular. Era uma foto dos caras da praia, mas mais agasalhados, tirada provavelmente na tarde daquele dia. A Pauli tinha procurado fotos que postaram no Instagram com a localização do balneário onde estávamos, e se deparou, por acaso ou não, com a foto dos fãs dela.
Rimos um pouco de alguns detalhes da foto, depois voltei pro meu serviço, e ela ficou no celular fuçando nas redes. O cara alto do grupo, o que tinha me chamado atenção, era o típico boy metido a gostoso. Tinha um corpão do caralho, com certeza malhava direto, mas sem ser obcecado. A Pauli curte os marcadinhos, mas não os trincados estilo fisiculturista. Fica a dica pros pretendentes, haha.
Depois que o churrasco ficou pronto, comemos, já era quase meia-noite, e tínhamos que ir celebrar a virada do ano novo. Na maioria dos balneários dessas áreas, o costume é o pessoal ir pra costa e brindar junto pela chegada do ano novo. Ao mesmo tempo, quem quiser pode soltar fogos de artifício, sem risco de incendiar nada. Então pegamos um champanhe que tínhamos guardado pra ocasião, e junto com muita gente, a maioria de origem norteña, brindamos pra caralho. Tinha música pra todo lado, famílias, e muitos grupos de jovens, e não tão jovens como a gente, se divertindo pra valer, decididos a festejar.
Nos pegamos fervorosamente quando deu meia-noite, e 2022 virou 2023. Dissemos com carinho o quanto nos amávamos, e as coisas que esperávamos viver juntos naquele ano, desejando que tudo era felicidade, porque a gente merecia.
Conforme os minutos de 2023 foram passando, as famílias começaram a sair da área da farra, sobrando uma galera jovem que tava na maior festa. Tinha várias caixas de som com música pra caralho, os brasileiros estourando e jogando champanhe no ar um atrás do outro, e o clima já tava esquentando bonito.
Uns metros atrás da Pauli, por trás de um grupo grande de brasileiros, eu vi a turma dos fãs matinais da minha mina. Eles estavam conversando com outro grupo de novinhas, que também eram todas gostosas, por que negar?
"Olha quem tá ali, amor, seus fãs", falei pra ela, apontando disfarçadamente. Ela olhou também na maciota e soltou uma risadinha safada. "Olha os caras, já tão ocupados. Não perdem tempo!", disse ela, se referindo às minas que estavam com eles. A gente ficou mais um tempinho na praia, e aí eu falei pra Pauli que tava a fim de tomar um banho, me arrumar um pouco pra encarar o que restava da noite. E já que a gente tava ali, me pintava de ficar doidão e ficar de saco cheio, pra passar a noite hiper bombada entre nós.
Quando cheguei em casa, entrei no chuveiro e a Pauli ficou no quarto, provavelmente pensando em mudar o visual pra noite. Ela é muito disso, gosta de se ver diferente o tempo todo.
Quando saí do banho, encontrei minha mina deitada na cama, com o celular numa mão, as pernas abertas, a calcinha fio-dental rosa puxada pro lado, e a outra mão dela se acariciando a buceta. "Epa, meu amor!", falei surpreso. "O que cê tá fazendo?", perguntei.
"Tô tesuda com isso!", ela disse, enquanto me mostrava no celular que tinha aberto o perfil do cara com pinta de surfista, do grupo dos manos. Ele se chamava Felipe, e a putinha tava se masturbando vendo as fotos dele. "Adoro, meu amor!", falei todo alterado. "Então, chupa minha buceta enquanto eu vejo as fotos do Feli", ela me mandou. Eu me joguei de cabeça entre as pernas dela, e não Demorei um segundo pra chupar toda aquela buceta, já molhada pelas fotos do Felipe. Devorava ela com paixão, enquanto ela segurava meu cabelo de leve e pressionava minha cabeça contra a pélvis dela. "Ai, quero comer ele, meu amor!", ela disse, fazendo eu me empolgar ainda mais na chupada de buceta. "Quero comer ele todinho", ela rebateu. "Come ele, meu amor!", eu falei com a dificuldade óbvia de ter a buceta dela enterrada na minha boca. A coisa foi esquentando cada vez mais, até que ela gozou tudo na minha cara, se acabando bem gostoso.
A noite ainda era muito jovem, e a gente decidiu ir pra área dos barzinhos perto da costa, pra continuar e ver se dava pra realizar a façanha. Pauli, obviamente, mudou o visual e vestiu um shortinho branco, curtinho, bem cavado na bunda e um top amarrado com brilhos em cima que não escondia nada as tetonas enormes que minha namorada tem, até dava medo de não conseguirem cobrir tudo e elas escaparem pros olhos de todo mundo. Nos pés, ela manteve as sandálias. Vale dizer que nós dois já estávamos no pique da festa.
A balada que escolhemos entrar era uma de música eletrônica. Acho que nosso estado foi nos levando pra lá quase inconscientemente. De vez em quando, parávamos pra nos pegar e nos esfregar, porque estávamos muito tarados e não dava pra disfarçar.
Num momento, deu vontade de mijar, e fui ao banheiro, deixando Pauli dançando sozinha na pista, quase em transe. Quando voltei, ela estava com um sorriso de orelha a orelha. "O Feli tá aqui", ela disse como se fosse uma criança de 5 anos e fosse o Papai Noel. Me contou que ele tinha passado há pouco com os amigos e disse: "Mudou o visual, morena. Pena que tá com seu namorado.", ele falou. "Ele não faz ideia do que o espera", ela finalizou.
Eu podia ver as línguas de fogo da fogueira em que minha namorada estava se transformando. Tinha perigo de Incêndio naquela noite.
"Quero que você me coma, corno. Vamos pra praia", ela me disse e estendeu a mão pra me levar pro inferno com ela.



Se ficarem muito ansiosos pra saber o que espera a Feli na parte 3, já sabem onde vai estar publicado. E se não souberem, já sabem, me mandam uma DM.
3 comentários - Cornuda gostosa no Ano Novo (Parte 2 - Corrigida)
van 10