A puta da minha mina contando as safadezas 4

Hoje vai mais um relato da minha namorada, a putinha festeira.
espero que vocês curtam muito


OBRIGADO PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS






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Naquele sábado a gente acordou quase meio-dia, vestiu os biquínis e foi pra praia com aquela ideia fixa, a gente tinha que achar cada uma seu macho, mas não tinha muito não. A gente tomou café, almoçou e lanchou, fofocando e criticando os poucos casais que estavam na praia. Já tava escurecendo e no caminho pra casa eu cruzei com os negão.


Negro, oi gostosa, quanto tempo, como cê tá, divina? Tava com saudade.
E aí, lembra da minha cunhada? Então, ela é minha sogrinha. Elas querem vir aqui em casa pra tomar umas?


Negro, pera aí... e teu marido? Não sei se dá.


Estamos sozinhas, eles ficaram em casa.


Negrão, então bora que a gente espera.


Chegamos e ficamos à vontade. Na hora, um deles me abraçou e me beijou, os outros fizeram o mesmo com a Lila e a Glória.


Negão, que bem que a gente vai se divertir.


Não foi pra isso que a gente veio, né? Bota uma música, amor, que eu vou servir umas cervejas.


Negão, sabe que ficaram uns amigos lá em casa, posso chamar eles?


Mas claro que sim, se forem divertidos, foda demais.


O preto saiu de casa pra buscar eles, eu coloquei música e já começamos a beber, os outros dois pretos não davam conta com as mãos, eu só pensava na putaria que iam nos dar, finalmente chegaram os que faltavam, o preto com mais três, entre eles só tinha um branco, já começamos a dançar, assim me vi dançando entre dois, um me esfregava por trás com aquele volume enorme e o outro na frente foi se aproximando e não parou até ficar colado, aí mesmo ele me deu um abraço e tudo descontrolou, sentia as mãos dele por todo meu corpo e quando olhei pra baixo vi um pau preto enorme que tava duríssimo, desesperada me abaixei pra chupar, naquele momento senti o de trás puxar minha calcinha fio dental e me enfiar, por sorte minha buceta já tava encharcada, uma trepada da porra ele tava me dando enquanto eu tentava chupar aquele pau imenso, foi assim que me jogaram no chão e me davam prazer como a boa puta que eu sou merecia, consegui ver que a lila tava num outro canto recebendo a mesma coisa mas não via a glória, um preto me colocou em cima dele enfiando na minha buceta e o outro veio no meu cu enquanto um terceiro esfregava o pau na minha carinha


E a minha sogra, cadê a minha sogra?


Negão, fica tranquila, sua puta, recebendo pica no quarto, a velha tarada.


Os três me comeram e me banharam de porra, os putos. Consegui ver a Lila na mesma situação, aí ficamos nós duas exaustas no chão enquanto eles serviam mais cerveja.


Negão e putinha, tá curtindo a festa?


Sim, muito, mas vamos descansar um pouco.


Negro, o que o corno diria se te visse, com certeza é um pinto pequeno.


Não pense que não, ele também tem seus atributos, é que eu sou muito piranha e adoro trocar de rola.


Negrão, hoje à noite tu vai se empanturrar, pode ter certeza.


É isso que eu mais quero.


Negrão e você ainda não se cuida, sua puta.


Sim, claro, por isso tenta não gozar dentro.


Negro tardezinho, vadia, fico pensando no que o corno vai dizer quando você der um filho negro pra ele.


Ah não, por favor, não faz isso comigo.


Negro entre todos, vamos te engravidar, sua puta segura, e no verão ver o corno passeando com o filho negro dele. Seria foda pra caralho se conseguíssemos.


Jael e eu por cima, sou capaz de fazer o cuck de putinho.


Ah nãoooo, não sejam tão pervertidos


Aí, eles ficaram de olho em mim e não paravam de me foder e gozar dentro. Eu não conseguia evitar, já que tava exausta, e só de pensar nessa ideia eu pegava fogo. Imaginar o Oscarcito puto com os negros me fazia gozar litros. Não sei quando eu dormi, mas quando acordei, ainda tava escorrendo gozo pra todo lado. No domingo, a putaria continuou. Eles cuidaram de tudo. A Lila tava irreconhecível, embora menos destruída que eu, e a Glória continuava aproveitando eles, já que, por ser mais velha, tratavam ela com muito carinho. Comemos o churrasco e fomos foder de novo por um tempão. Depois, nos despedimos e tomamos um banho quente longo e gostoso. Precisávamos descansar, porque na segunda de manhã a gente voltava e a viagem era longa. Eu tinha que chegar antes do Oscar ir pro escritório buscar o Luisinho. A Lila não tinha problema, porque o cunhado dela tinha dado o dia de folga pra ela. Finalmente chegamos em casa, deixamos a Glória na casa dela, e a gente tomou uma ducha e tomou café da manhã.


Lila, é sério que tu não tá se cuidando, sua burra?


A verdade é que sim, e no fundo não é uma ideia ruim.


Lila, a gente vai se encontrar de novo? Sua burra, dessa vez com certeza é um negão. E você acha que vai rolar o quê com o Oscar?


Nada, igual que aconteceu com o Luis, já passei por essa prova.


Lila, mas aí podia ter uma dúvida, mas se é preto, já não tem mais dúvida de que é de outro, sua burra.


Beeeem, cê tem razão, mas essa ideia me deixa com tanto tesão, pelo menos assim ela ia me mostrar se tô afim dela ou se cê não percebe que ela não liga nada pra mim.


Lila, pior que você é uma idiota, ela fica com você e tem tudo o que quer, até pode transar com quem quiser, tomara que o Adriano fosse assim.


Sim, sou uma gostosa, reclamo de barriga cheia, né? Mas como saber se é amor ou não?


Lila, tem céu, claro que é love, tô te falando e sabe por quê? Porque é melhor que ninguém nem te mencione com desprezo, são coisas que você devia enxergar.


Bom, então hoje à noite vou conferir isso.


Lila, e depois você vai me dar razão?
 
Claro que te dou, e se for assim, já compro a pílula.


Lila, vai comprar logo, sua burra, não estraga tudo.


Claro que fiz e tomei. No dia seguinte, veio uma cachoeira e fiquei mal por dois dias, mas isso me trouxe tranquilidade, já que passada a putaria, eu sabia que um bebê preto ia fuder tudo de vez. Mas na minha mente aquela ideia ainda tava, só que no fim de semana algo mudou. Desde cedo ele tava atrás de mim, não me deixava mexer sem passar a mão, e aí tudo terminou numa trepada brutal perto do meio-dia. Foi muito diferente de qualquer outra, a preliminar foi uma delícia, cheia de amor e carícias, e principalmente muita demonstração de amor. Começamos trepando estranhamente bem devagar, incrivelmente uma chupada de peitos impressionante, e quando o Oscar desceu pra minha buceta, me fez gozar como ninguém, e depois foi minha vez. Mas claro, o meu foi como de costume, arrebentar o pau dele só de chupões, e aí ele começou a me penetrar. Eu esperava submissa o ataque furioso do pauzão dele na minha buceta, mas como eu disse, tudo foi diferente. O pau dele entrou suavemente, me fazendo tremer até a loucura, e depois de várias metidas, tive que implorar entre gemidos pra ele me foder mais forte, e aí acabou a doçura. As entradas dele viraram facadas que me faziam perder a razão. Nem o pauzão preto tinha conseguido me fazer gozar que nem o Oscarcito, era uma máquina de gozar. Depois de trepar, ele me levou pro banheiro e tomamos banho juntos, e quando saímos, me levou pro quarto e disse


Oscar, se troca, quero te levar pra um lugar especial.


Então prepara o Luisito


Oscar deixou o Luisito com a minha velha, essa saída é nossa.


Entendi o recado na hora, me tranquei no banheiro e comecei a me maquiar. Saí de lá e escolhi minhas roupinhas, queria ir feita uma deusa, o Oscar merecia isso e muito mais. Estreei um conjunto bem sexy, tanto o sutiã quanto a tanga eram incríveis, pretos e transparentes. Uma blusinha justa no corpo e bem decotada que me fazia parecer uma gostosa peituda. Meia-calça preta com uma cinta-liga que era do mesmo conjunto e, claro, minha melhor minissaia. Quando saí do quarto, o Oscar não estava em lugar nenhum. Preparei minha bolsa e me olhei no espelho, me senti orgulhosa do tesão que eu tava. Só esperava que o Oscar gostasse, e quando ele finalmente entrou em casa, me olhou com muita admiração.


Oscar, amor, tu é uma deusa. Vou me trocar e a gente sai. O Luisito já tá na minha coroa.

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