Olá amig@s do Poringa.net
Aqui vai mais uma das minhas histórias nunca contadas. Espero que gostem.
Revisando uns CDs velhos com fotos e coisas da minha oficina, encontrei essa lembrança gostosa.
De uma época linda da minha vida, eu tinha minha oficina e tava começando com as restaurações de carros, e morava com meu avô, a quem devo tudo na vida.
Ela é a Valentina e veio trabalhar como empregada lá em casa.
Era filha de um grande amigo do meu avô, que morava no campo e queria que meu avô desse uma força pra ela trabalhar e estudar na cidade.
Foi lindo ver ela em casa, ela era toda meiga.
Cozinhava muito bem, era simpática e ajudava pra caralho em casa, ainda mais numa casa de dois homens.
Com o passar das semanas, viramos amigos pra cacete.
Tomava mate comigo e até ficava batendo papo na minha oficina de noite.
E toda vez que a gente conversava, sexo era um assunto que sempre aparecia.
Ela me contou que só teve um namorado.
E aquelas coisas que a gente conta quando vira amigo.
Um dia fui fazer um socorro e tava chovendo torrencialmente.
Cheguei molhado e morrendo de frio.
Obviamente peguei uma gripe do caralho.
Quando ela chegou da faculdade, estranhou minha oficina fechada.
Meu avô contou que eu tava de cama com febre.
Ela foi me visitar no quarto e eu tava dormindo encharcado de suor.
Ela se assustou e contou pro meu avô.
Me trouxe um copo de refrigerante e um antigripal, e preparou o banho pra eu tomar.
Eu tava todo idiota, não sabia nem o que tava fazendo.
Ela me ajudou a entrar no banheiro e eu nem percebi que, por causa da febre, meu pau tava durasso, e ela percebeu sim.
Depois do banho, deitei de novo, não aguentava mais.
Fiquei assim a tarde toda, ela me deu comida e se preocupou pra caramba comigo.
Era assim, toda doçura.
De noite, veio me ver antes de ir dormir.
E lá pra uma da manhã, voltou pra ver como eu tava.
Ela ficou me olhando enquanto eu dormia.
Minha rola ereta hoje à tarde deixou ela muito excitada.
Mas a vontade dela foi maior e ela deu o primeiro passo.
Descobriu um pouco o cobertor e lá estava o que tirava o sono dela.
Uma rola quase dura por causa do calor do corpo. Maior e mais grossa que a do único namorado que ela teve.
E isso fazia ela querer ainda mais.
Acariciou com medo, mas ao mesmo tempo com tesão.
Se deixou levar pela excitação e começou a lamber e beijar.
O tesão dela calou a timidez.
As chupadas dela me acordaram, eu curtindo aquele prazer gostoso,
vendo aquela gordinha jovem chupando meu pau já bem duro.
Não teve palavra alguma.
Nós dois nos deixamos levar pela situação.
Minhas mãos tocavam os peitos dela e ela mexeu o corpo, deixando a bunda linda à vista.
Com carícias, fui estimulando ainda mais o tesão dela.
Ela soltava suspiros e gemidos suaves, que cortava a cada vai e vem da minha rola dentro da boca dela.
Já subida na cama, num 69 gostoso, tivemos um momento delicioso de prazer.
Ela montou em cima de mim e cavalgou um bom tempo, me dando orgasmos deliciosos.
Minha vez de ficar por cima foi incrível. Chupei os peitos dela e beijei a boca dela. Aquela buceta apertada e gostosa devorava minha rola com uma fome danada.
Um orgasmo incrível fez o corpo inteiro dela tremer.
Minha vez de gozar. Minha porra saiu jorrando, banhando a barriga dela.
Combinamos que seria segredo pra não ferrar com a gente, nem fazer meu avô se preocupar com isso. E com uns beijos, ela voltou pro quarto dela.
Na manhã seguinte.
A gente conversou sobre o que rolou e o quanto ela achou excitante.
Valentina: Eu gosto de foder com você, Maury.
Não consigo parar de pensar em como foi gostoso ontem.
Meu ex nunca durou tanto.
Assim a gente curtia o sexo toda vez que dava.
Ela começou a curtir o sexo e aprender umas paradas novas.
E cada vez mais ela ficava mais e mais piranha.
Curtia o sexo e não perdia chance de aproveitar.
meu pau se enfiava na buceta dela já bem acostumada com meu tamanho.
e os orgasmos dela eram incríveis.
os gemidos dela cada vez melhores.
Valentina: ha...ah...a... deus... como eu gosto do teu pau, papai....
que sensação gostosa, mais... assim... assim... mais... mmm.... delícia....
adoro como você fode, filho da puta, que gostoso...
sou.... sua puta.... papai....
a buceta dela era um manjar pra foder o dia inteiro.
EU: você gosta de como eu te fodo, nena... mmm...
quero te dar muito prazer como você faz comigo.....
Valentina: sim, adoro, quero tudo com você.
quero tudo......
já entregue ao prazer.
me dei liberdade pros meus desejos.
coloquei ela de quatro e comecei a chupar a buceta e o cu dela.
ela só queria provar tudo que eu tinha pra ela.
brincava com a bunda dela, com meus dedos e língua.
valentina: mmm..... parece estranho....
mas ao mesmo tempo quero saber como é.....
minha bunda nunca esteve assim.....
introduzi meu pau bem devagar, afastando os músculos do cu dela com força.
EU: relaxa, gostosa... mmm...
assim vai doer mais...
assim, bebê, tá entrando, relaxa...
Valentina: mmm... pelo amor de deus, arde... e dói...
mmm... uf... ai... mais... devagar, ai...
mmm... consigo sentir você me abrindo...
ai, ai, ai
meu pau continuava entrando. ela enterrou o rosto no travesseiro e relaxou.
isso deixou meu pau continuar entrando até o fundo do ser dela.
meu gozo inundou a bunda dela com meus últimos empurrões.
a bunda dela era, desde aquela vez, meu lugar pra gozar.
foi o primeiro anal dela e ela já começava a curtir.
com o tempo, era algo que ela mesma pedia.
toda vez que a gente transava, ela tava disposta a experimentar tudo e eu, a ensinar com gosto.
O gosto do meu leite também agradava muito ela.
E ela curtia tomar ele gota a gota.
FIM
P.S.: Bom, espero que vocês curtam tanto quanto eu ao lembrar dessa gostosa.
Não esqueçam de comentar e dar pontos.
ATÉ A PRÓXIMA
MAURY-SÓ-EU
Aqui vai mais uma das minhas histórias nunca contadas. Espero que gostem.
Revisando uns CDs velhos com fotos e coisas da minha oficina, encontrei essa lembrança gostosa.
De uma época linda da minha vida, eu tinha minha oficina e tava começando com as restaurações de carros, e morava com meu avô, a quem devo tudo na vida.
Ela é a Valentina e veio trabalhar como empregada lá em casa.
Era filha de um grande amigo do meu avô, que morava no campo e queria que meu avô desse uma força pra ela trabalhar e estudar na cidade.
Foi lindo ver ela em casa, ela era toda meiga.
Cozinhava muito bem, era simpática e ajudava pra caralho em casa, ainda mais numa casa de dois homens.
Com o passar das semanas, viramos amigos pra cacete.
Tomava mate comigo e até ficava batendo papo na minha oficina de noite.
E toda vez que a gente conversava, sexo era um assunto que sempre aparecia.
Ela me contou que só teve um namorado.
E aquelas coisas que a gente conta quando vira amigo.
Um dia fui fazer um socorro e tava chovendo torrencialmente.
Cheguei molhado e morrendo de frio.
Obviamente peguei uma gripe do caralho.
Quando ela chegou da faculdade, estranhou minha oficina fechada.
Meu avô contou que eu tava de cama com febre.
Ela foi me visitar no quarto e eu tava dormindo encharcado de suor.
Ela se assustou e contou pro meu avô.
Me trouxe um copo de refrigerante e um antigripal, e preparou o banho pra eu tomar.
Eu tava todo idiota, não sabia nem o que tava fazendo.
Ela me ajudou a entrar no banheiro e eu nem percebi que, por causa da febre, meu pau tava durasso, e ela percebeu sim.
Depois do banho, deitei de novo, não aguentava mais.
Fiquei assim a tarde toda, ela me deu comida e se preocupou pra caramba comigo.
Era assim, toda doçura.
De noite, veio me ver antes de ir dormir.
E lá pra uma da manhã, voltou pra ver como eu tava.
Ela ficou me olhando enquanto eu dormia. Minha rola ereta hoje à tarde deixou ela muito excitada.
Mas a vontade dela foi maior e ela deu o primeiro passo.
Descobriu um pouco o cobertor e lá estava o que tirava o sono dela.
Uma rola quase dura por causa do calor do corpo. Maior e mais grossa que a do único namorado que ela teve.
E isso fazia ela querer ainda mais.
Acariciou com medo, mas ao mesmo tempo com tesão.
Se deixou levar pela excitação e começou a lamber e beijar.
O tesão dela calou a timidez.
As chupadas dela me acordaram, eu curtindo aquele prazer gostoso,
vendo aquela gordinha jovem chupando meu pau já bem duro.
Não teve palavra alguma.
Nós dois nos deixamos levar pela situação.
Minhas mãos tocavam os peitos dela e ela mexeu o corpo, deixando a bunda linda à vista.
Com carícias, fui estimulando ainda mais o tesão dela.
Ela soltava suspiros e gemidos suaves, que cortava a cada vai e vem da minha rola dentro da boca dela.
Já subida na cama, num 69 gostoso, tivemos um momento delicioso de prazer.
Ela montou em cima de mim e cavalgou um bom tempo, me dando orgasmos deliciosos.
Minha vez de ficar por cima foi incrível. Chupei os peitos dela e beijei a boca dela. Aquela buceta apertada e gostosa devorava minha rola com uma fome danada.
Um orgasmo incrível fez o corpo inteiro dela tremer.
Minha vez de gozar. Minha porra saiu jorrando, banhando a barriga dela.
Combinamos que seria segredo pra não ferrar com a gente, nem fazer meu avô se preocupar com isso. E com uns beijos, ela voltou pro quarto dela.
Na manhã seguinte.
A gente conversou sobre o que rolou e o quanto ela achou excitante.
Valentina: Eu gosto de foder com você, Maury.
Não consigo parar de pensar em como foi gostoso ontem.
Meu ex nunca durou tanto.
Assim a gente curtia o sexo toda vez que dava. Ela começou a curtir o sexo e aprender umas paradas novas.
E cada vez mais ela ficava mais e mais piranha.
Curtia o sexo e não perdia chance de aproveitar.
meu pau se enfiava na buceta dela já bem acostumada com meu tamanho. e os orgasmos dela eram incríveis.
os gemidos dela cada vez melhores.
Valentina: ha...ah...a... deus... como eu gosto do teu pau, papai....
que sensação gostosa, mais... assim... assim... mais... mmm.... delícia....
adoro como você fode, filho da puta, que gostoso...
sou.... sua puta.... papai....
a buceta dela era um manjar pra foder o dia inteiro.
EU: você gosta de como eu te fodo, nena... mmm...
quero te dar muito prazer como você faz comigo.....
Valentina: sim, adoro, quero tudo com você.
quero tudo......
já entregue ao prazer.
me dei liberdade pros meus desejos.
coloquei ela de quatro e comecei a chupar a buceta e o cu dela.
ela só queria provar tudo que eu tinha pra ela.
brincava com a bunda dela, com meus dedos e língua.
valentina: mmm..... parece estranho....
mas ao mesmo tempo quero saber como é.....
minha bunda nunca esteve assim.....
introduzi meu pau bem devagar, afastando os músculos do cu dela com força.EU: relaxa, gostosa... mmm...
assim vai doer mais...
assim, bebê, tá entrando, relaxa...
Valentina: mmm... pelo amor de deus, arde... e dói...
mmm... uf... ai... mais... devagar, ai...
mmm... consigo sentir você me abrindo...
ai, ai, ai
meu pau continuava entrando. ela enterrou o rosto no travesseiro e relaxou.
isso deixou meu pau continuar entrando até o fundo do ser dela.
meu gozo inundou a bunda dela com meus últimos empurrões.
a bunda dela era, desde aquela vez, meu lugar pra gozar.
foi o primeiro anal dela e ela já começava a curtir.
com o tempo, era algo que ela mesma pedia.
toda vez que a gente transava, ela tava disposta a experimentar tudo e eu, a ensinar com gosto.
O gosto do meu leite também agradava muito ela. E ela curtia tomar ele gota a gota.
FIM
P.S.: Bom, espero que vocês curtam tanto quanto eu ao lembrar dessa gostosa.
Não esqueçam de comentar e dar pontos.
ATÉ A PRÓXIMA
MAURY-SÓ-EU
4 comentários - Valentina, a mucamita gostosa
Saludos!!