Minha namorada gozou em mim

Como já contei pra vocês nos relatos anteriores, tô saindo com a Martina faz mais ou menos um ano já.
No começo de outubro, também completei 2 anos trampando na mesma empresa, então passei a ser "efetivo", embora já fosse, a confirmação disso foi que me mandaram pra um treinamento em CABA com outros 2 engenheiros da firma. Foi uma conquista e tanto pra mim, já tinha ouvido falar de outros que faziam esses treinamentos e eram muito bons.
Questão que na mesma semana que eu ia embora, minha namorada tinha que fazer prova, e a casa dela tava um caos porque a irmã tava lá com os sobrinhos, então ela me pediu se podia ficar no meu apê essa semana.
Eu não tive problema nenhum e topei.
Na semana antes da viagem, minha mina ficou uns dias no apê e foi só briga o tempo todo, tanto ela quanto eu tava nervoso, cada um com seus BOs.
Até que um dia fui dormir no sofá pra não ter que dormir junto por causa da briga que a gente teve enquanto jantava.
Chegou domingo à noite e eu tinha que viajar.
-Tchau, gordelícia, a gente se vê, boa sorte nas suas provas.
-Tchau, que tudo dê certo pra você.
Uma resposta bem fria, com um beijo sem vontade.
Entrei na caminhonete quando vieram me buscar e fomos embora.
A ideia era viajar de noite e começar os treinamentos na segunda de manhã, então a gente ia se revezando pra dirigir.


- Aqui eu dou uma pausa porque não tem nada relevante pra história até quinta-feira -


Chega quinta-feira, a gente se prepara com os caras e foi numa das últimas palestras.
Quando do nada meu celular toca lá pras 11 da manhã
Olho e ela era minha namorada.
Saí pra fora do salão e atendi
-Tem tempo pra conversar, gordo?
-Posso acender o primeiro cigarro do dia e te escuto, amor.
-Aproveeeei
-Bom, sua gostosa, fico feliz
- Você quando volta?
- E aí, amanhã à noite, se os caras quiserem sair depois da última palestra, tô dentro.
-Bom, vou te esperar com muita vontade.
Entre outras coisas que a gente conversou, falei pra ela que já tinha que voltar pra dentro.


Aqui de novo não tem nada relevante, então vamos pra sexta à noite.


Um dos caras que tinha ido comigo me liga e pergunta se a gente queria sair naquele mesmo dia depois da última reunião. Ia ter que dirigir eu, porque eles tavam cansados e a ideia era ficar lá pra dormir e sair no sábado de manhã.
Eu não hesitei e falei que dirigia se alguém me fizesse um mate de vez em quando, eles aceitaram e a gente saiu.
Cheguei no meu apê lá pelas 11 da noite e a Martina tava me esperando no hall de entrada do prédio.
Pra ser sincero, eu tava morrendo de vontade de cair na cama e dormir de qualquer jeito, por causa do cansaço que eu tava carregando de tantos dias dormindo pouco, fora a viagem. Mas ver a Martina tão feliz, e ainda por cima me recebendo muito melhor do que quando me despediu, me deixou muito feliz.
Subimos e a primeira coisa que fiz foi entrar no banho.
Depois disso, saí e fui pro quarto, e atrás de mim entrou a Martina.
Vestia um body de lingerie preto, salto alto, e os lábios pintados de vermelho.
-Queria te pedir desculpa, tava muito estressada antes da prova, cê gosta de como eu tô?
— Adoro, amor.
E aí a gente se deu um beijo bem apaixonado, apertando a bunda dela o máximo que dava.
—Me deixo fazer de tudo, com uma condição — ela sussurrou no meu ouvido.
-Qual?
-Que você chupe minha buceta, esses dias fiquei me tocando muito, mas sinto falta de você chupar ela.
Pode deixar que eu vou te dar um boquete bem gostoso.
Nos demos um beijo de novo e dessa vez já comecei a dar uns tapas na bunda dela enquanto ela passava a mão na minha pica.
Nessa altura eu já tava bem excitado.
Deitei na cama e ela se jogou em cima de mim. Começou me dando beijinhos por todo o peito até chegar no meu pau, que tava bem duro. Eu beijava ela por cima da cueca.
-Uai, que dura essa aqui
Faz tempo que não transamos, amor.
—E hoje a gente se vê pra matar a vontade. — Ele me disse e piscou um olho.
Ele tirou minha cueca e começou a passar a língua bem devagar na cabeça da piroca, eu tava quase explodindo de tesão.
Ela cuspiu um pouco e continuou.
Minha excitação era inacreditável, e quase gozei, então me aproximei dela, agarrei seu cabelo, dei um beijo nela e comecei a tocar a buceta dela, já bem molhadinha.
Ela abriu as pernas e começou a gemer bem alto.
Por lo que supe que era el momento de chuparle la pussy.
Jogo ela na cama e, com o body puxado, comecei a chupar a buceta dela de forma bem agressiva.
Ela não parava de gemer, enquanto com uma mão se tocava nos peitos e com a outra me segurava pela cabeça e me esfregava com força.
Segurei as pernas dela bem forte, coloquei bastante saliva e acertei com a ponta da língua direto no clitóris, fazendo circulozinhos. Em menos de 30 segundos, senti que ela tava tendo um orgasmo bem forte. Dava pra sentir a respiração dela cada vez mais ofegante, ela já quase não gemia e o corpo não parava de se contorcer.
Ai, puta que pariu, não aguento mais" — eu dizia, fazendo força pra respirar.
Eu só consegui, com a pica toda dura, dar um abraço bem forte nela, e deixar ela descansar um pouquinho, ela tava muito agitada.
Minha rola tinha murchado um pouco, aí a Martina percebeu e começou a me bater uma de novo.
Enquanto eu me masturbava, ela me olhava nos olhos e dizia
-Que boa chupada você me deu, vai ser bem recompensada, sabia que não ia me decepcionar, amor.
Depois disso, ela se levantou da cama, tirou tudo e ficou só de salto alto a meu pedido, e pegou umas algemas no armário.
-Agora sim vou ser toda sua, eu sei que você gosta dessas coisas.
Já tinha falado pra ela sobre meus fetiches.
—Eu estava guardando isso pra depois, mas agora é a hora certa. Me usa como quiser — ela me disse.
E essas palavras me acenderam de novo.
Prendeu o cabelo, e depois coloquei as algemas nas costas dela.
Dei de presente pra putinha da minha namorada.
A primeira coisa que fiz foi arrumar um espelho que tenho pra poder ver a bunda dela, sentei na beirada da cama, e mandei ela chupar meu pau.
No começo foi uma chupada de boa, mas depois, quando fui juntando saliva, fui subindo. Fiquei de pé e comecei a meter na boca dela com tudo. A saliva escorria pela boca dela e caía no chão, não cabia mais na boca dela.
Segui um pouquinho mais, já segurando ela pelo cabelo até ela não aguentar mais.
- Você gosta da minha piroca?
Tomando um ar e como conseguiu
-Essa é gostosa pra caralho.
-Agora vai tomar no cu.
Ajudei ela a se levantar e deitei ela de bruços na cama.
Enquanto ela estava ali caída, comecei a passar a mão no corpo todo dela, dar umas palmadas na bunda e apertar os bicos dos peitos.
Ela gemia e pedia pra eu meter.
-Posso te comer a buceta?
-Óbvio, hoje eu sou tua.
Ela começou a rebolar, e eu enfiei um dos meus dedos na boca dela, ela encheu ele de saliva e fui devagar apalpando a bunda dela e enfiando.
Enquanto eu estava deitado ao lado dela e a observava ali
-Como eu adoro te ter toda indefesa, só pra mim.
-Com a rola certa, todas somos submissas.
Depois dessas palavras, fiquei atrás dela e comecei a esfregar a pica toda na bunda dela.
-Mete a buceta, vai
Depois disso, enfiei de uma vez na buceta dela, e um gemido forte saiu dela.
Enquanto metia forte na buceta dela, ia enfiando cada vez mais os dedos no cu.
Quando chegou o momento certo, cuspi na buceta dela, ela abriu as nádegas como pôde com as mãos, e devagar fui enfiando meu pau na buceta dela.
Era lindo saber que minha mina tava gozando e ao mesmo tempo sentindo dor.
Eu ficava muito excitado, e ela só gemia e me dizia
-Não para, não para.
Continuei metendo bem forte no cu dela enquanto dava umas palmadas.
Eu já não aguentava mais, a intensidade que eu tava colocando era inacreditável.
Ela não parava de gemer, mexia as mãozinhas como podia e mordia o travesseiro.
Até que peguei as duas mãos dela nas minhas e gozei um leitezão naquela bunda toda.
Quando tirei a pica da bunda dela, não parava de escorrer porra. Era lindo de ver aquilo.
Assim que pude, tirei as algemas dela, e ela começou a se tocar até gozar de novo.
A gente se deu um beijo e um abraço bem apertado e foi dormir assim.

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