Ouvir a voz do meu filho me fez reagir na hora. Tirei a mão da calça dele e coloquei no volante. —Não, meu amor. Já já a gente chega. Posso garantir que quase não prestei atenção no jogo. Nem consegui ficar ligada durante o tempo que meu filho jogou. Paco olhava direto pra onde eu tava, com um sorriso nos lábios. Durante o caminho de volta, não aconteceu mais nada. Diferente da ida, os meninos vieram agitados, falando e discutindo sem parar sobre algumas jogadas da partida. Paco passou o caminho inteiro olhando diretamente pras minhas pernas. Ele nunca tinha sido discreto e respeitoso comigo, mas desde aquele dia, o jeito dele ficou muito mais sem vergonha. Lembro de chegar em casa com o tesão lá em cima. Mas a verdade é que não conseguia tirar da cabeça a imagem do Paco, acariciando minhas pernas e olhando pra minha calcinha. Dava até pra sentir o toque da piroca grossa e dura dele, envolta na palma da minha mão. Eu sabia muito bem que, se meu filho não tivesse acordado bem naquela hora, eu teria feito ele gozar ali mesmo. Achei que aos poucos isso fosse passar. Mas logo dois dias depois, quando levei meu filho pro treino de terça à tarde, ao ver ele de frente, meu coração começou a bater com uma força enorme, me deixando de novo ansiosa e excitada. Eu tava agindo feito uma adolescente quando se sente atraída por um dos professores. Normalmente, eu sempre aproveitava o tempo do treino pra fazer compras. Mas naquele dia, sentei e esperei na arquibancada. Dava pra ouvir a voz grave e rouca dele ecoando pelo campo todo, dando instruções e animando os meninos. Nossos olhares se cruzaram tantas vezes naquela tarde que cheguei a temer que algum dos pais presentes pudesse perceber o que tava rolando entre mim e o Paco. Só de pensar nisso, me sentia profundamente envergonhada. Mas, quem em sã consciência suspeitaria que uma Uma mulher como eu podia se sentir atraída por um homem como o Paco? Minha obsessão por ele não se limitava só quando eu levava meu filho pro futebol. À noite, quando eu transava com meu marido, não conseguia evitar de pensar no Paco. Imaginava ele em mil situações obscenas, que tentava esquecer logo depois de gozar. Nos dias de jogo ou treino, eu passava o dia inteira com o tesão a mil. Até no trabalho, mais de uma vez tive que sair da sala e me trancar no banheiro pra me masturbar. Mesmo assim, tava convencida de que tudo ia ficar por ali, só uma esquentada. Mas uma tarde, depois do treino, ele entregou pra todos os pais o novo uniforme que o time ia estrear, finalmente, no próximo jogo. Quando chegou minha vez e eu abri a sacola do meu filho, vi que a camisa tava faltando e falei pra ele. Ele me olhou sorrindo, sacando na hora o que tava tramando. — Deve ter sido um erro. Mas não se preocupa, vou reclamar hoje à noite e amanhã a gente tem ela aqui. Passa aqui quando sair do trabalho pra pegar. No dia seguinte não tinha treino, então eu suspeitava que ele tinha feito aquilo de propósito. Não lembro se consegui responder, rodeada pelos outros pais. Mas ainda sinto o nervosismo e o medo que tomei conta de mim naquele instante. Desde que acordei, repeti pra mim mesma várias vezes que não ia. Podia ter mandado meu marido buscar a maldita camisa. Com isso, teria evitado tudo o que aconteceu depois. Mas a verdade é que, assim que saí do trabalho, fui pra lá. Tava nervosa que nem uma adolescente no primeiro encontro. «Posso brincar um pouco de esquentar ele. Depois uso o velho truque de me mostrar arrependida e consternada. Lembrando ele que sou uma mulher casada.» Era verdade que já tinha usado essa desculpa várias vezes, quando me divertia provocando um homem, sem querer ir além de dar uma boa esquentada nele. Não sei por que Tinha pensado que não ia ter ninguém no campo naquele dia. Mas me enganei, naquela hora tava treinando um time de moleques mais velhos. Por um momento, cheguei a acreditar que não ia rolar nada. Me sentindo aliviada e decepcionada meio a meio. — Oi, — cumprimentei um guri que tava correndo perto de uma das bandeirinhas —. Sabe onde tá o Paco, o treinador dos infantis? Marquei com ele, mas não tô vendo. O moleque parou de correr e chegou perto da grade. — Deve tá no escritório dele, me pareceu ver ele há pouco. — Observou minha dúvida — Cê tem que entrar por ali, e antes de chegar nos vestiários, é a terceira porta à direita, — completou educadamente. Avancei pelo corredor comprido e parei na porta dele. Escutei com atenção, mas não percebi sinal de que tivesse alguém lá dentro. Aí bati. Achei que ia ter um treco enquanto esperava. — Pode entrar! — Ouvi a voz azeda e grossa dele. Girei devagar a maçaneta e enfiei meio corpo pra dentro. — Oi, — falei, nervosa —. Vim pegar a camiseta do meu filho. Ele tava sentado numa escrivaninha velha lendo um jornal esportivo. Levantou a vista e me olhou por cima dos óculos de leitura. Tentou esboçar um sorriso, que não encaixava muito bem na cara dele. — Cê veio! — Exclamou, surpreso —. Entra, . Não fica aí, parada na porta. O escritório era pequeno e mal ventilado. Tinha só uma televisão pequena presa na parede. Eu fiquei na frente dele, que nessa hora se levantou. Tava vestido como sempre, com uma calça de moletom velha e uma camiseta de algodão de manga curta. Naquele momento, olhando ele de perto, quase saí correndo dali, nada nele fisicamente me atraía. «Que porra eu tava fazendo ali!». No chão, tinha uma caixa de papelão grande, ele abriu e tirou uma camiseta de futebol, que me entregou sorrindo. — Valeu. vai ficar muito feliz, — consegui falar essas palavras. — Cê tá uma gostosa com esse vestido preto —comentou ele, contornando a mesa do escritório.
Eu fiquei paralisada, sabendo o que viria a seguir. Sentia minhas pernas tremendo. Tava tão nervosa que nem lembro se tava realmente excitada. —Paco, desculpa, mas tenho que ir. Meu marido tá me esperando em casa —gaguejei. —Claro, mulher… A minha esposa também tá me esperando. —Ele se colou tanto em mim que eu até sentia o cheiro de homem dele. Eu segurava a camiseta do meu filho nos braços, toda dura, mas ele tirou ela de mim e jogou em cima da mesa. Aí, senti as mãos dele me pegando pela cintura—. Que gostosa você é! Cê sabe o quanto me deixa com tesão quando vem pros jogos assim vestida? As mãos trêmulas dele tentaram puxar a parte do meu decote. Eu sabia que ele era completamente obcecado pelos meus peitos, e foi direto neles. Quando a gente conversava, mesmo com gente na frente, ele raramente conseguia tirar os olhos do meu decote. —Paco, pelo amor, —falei, com medo de alguém nos pegar. —Que delícia! Que peitão que você tem, —disse ele, vulgarmente. Apalpando eles sem nenhum preâmbulo. —Te lembro que tem gente lá fora, —protestei. —Fica tranquila, rainha. Vou fechar a porta, —falou, mostrando a chave do escritório dele numa das mãos. —Desculpa, Paco. Mas não posso fazer isso com meu marido, —falei, aflita. Tentando fazer ele cair na real—. Além disso, cê é o técnico do meu filho e ele te adora. —Eu sei, mas ele não tá aqui agora e eu quero me divertir um pouco com a gostosa e tarada da mãe dele. Sei que cê tá querendo tanto quanto eu, então não vem de santa comigo. Falando isso, ele me empurrou com uma força danada contra a mesa. Me forçando a me inclinar nela pra não cair. Aproveitando a posição, levantou minha saia por trás, mostrando assim minha calcinha fio-dental preta, enfiada no meio das duas bandas grandes da minha bunda. —Cê é um safado! —Falei, fingindo que tava brava. —Sei o que cê veio buscar aqui e não vai embora sem eu te dou. Quer pica, né, putinha? Com certeza o bonitão do teu marido não sabe te foder do jeito que tu gosta. Depois do comentário grosso dele, senti um tapa forte numa das minhas nádegas, me fazendo lamber de tesão. Mesmo assim, tentei segurar um pouco a ousadia dele.

—Ai! — reclamei como uma menina sendo castigada com força. — Que rabão gostoso você tem! — exclamou ele, apertando com força minhas bundas redondas. — Você gosta de levar palmada, não é? — Sim, — não consegui evitar dizer. Já totalmente imersa no meu papel de mulher submissa. Então ouvi a risada safada dele, enquanto me dava mais dois tapas, que devem ter deixado minha bunda carnuda vermelha na hora — Ah...! — explodi, mordendo os lábios e rebolando os quadris provocativamente na direção dele. Desejando que ele fizesse de novo —. Me chama de puta! Vai, me xinga! — pedi, ansiosa pra sentir os insultos dele. Ao mesmo tempo, virei a cabeça e olhei direto nos olhos dele, desafiando. Ouvi outra gargalhada grotesca. Percebi ele puxar minha calcinha fio dental pra baixo, deixando ela deslizar pelas minhas pernas até os tornozelos. Um momento depois, os dedos dele apalpavam minha buceta, tentando achar a entrada da minha xota. Tive que tirar meus sapatos de salto e me abaixar um pouco, me inclinando ainda mais sobre a mesa frágil, pra facilitar o trabalho dele. — Você tá com tesão? — ele perguntou. — Ah! — gemi, sentindo os dedos dele penetrarem minha buceta —. Sim, tô muito excitada. Me sinto muito puta hoje — admiti. — Sempre soube que você era uma verdadeira vagabunda. Como você me deixa duro, quando traz seu filho pros treinos. Sempre vestindo tão provocante e rebolando esse rabão ao andar. Eu gosto que os homens me comam como se me odiassem. Então, ouvir as palavras safadas dele só aumentava ainda mais meu tesão. Senti a ponta do pau dele pressionando a entrada da minha buceta. — Coloca camisinha, — falei, abrindo as pernas. Com a mão que tava livre, ele agarrou meu cabelo com força, me impedindo de me virar — Não tenho. E acho que isso não importa muito pra você agora — garantiu ele, enfiando tudo de uma só vez com uma estocada de quadril. Sem controle, soltei um grito alto. Sentindo minha buceta se dilatava em um único segundo, me fazendo sentir completamente cheia de homem. — Mmmm...! Porra, como é bom sentir ele dentro de mim! É tão grande que dói, mas quero mais... Mete com toda força. Paco começou a me foder com tanta intensidade que meu corpo quicava violentamente, e eu temia que a gente quebrasse a mesinha. — Toma, puta! É isso que você gosta, não é? — Sim, — admiti, enlouquecida —. Adoro! Preciso disso. É isso que eu quero.


O tesão e minha sexualidade complicada me levaram a ficar trancada naquele quartinho, completamente entregue ao treinador sórdido do meu filho. Apesar de estar desejando isso há semanas, nunca imaginei que um homem como Paco soubesse me foder com tanta veemência. Não demorou para eu sentir minhas pernas começarem a tremer, recebendo a chegada de um orgasmo brutal, que me fez sentir a mulher mais sortuda do mundo. Ele acelerou os movimentos, me fazendo tocar o céu com sua bendita e enorme pica. —Eu vou te dar toda a pica que você precisa. Sua puta. —Ah! Como é gostoso sentir! Porra…! Ah… vou gozar! Tô adorando! Com certeza, me ouvir gritar daquele jeito foi o limite que o pobre homem aguentou. Porque um segundo depois, ele também começou a gozar dentro da minha buceta. —Toma, meu leite! Leva tudo pra sua casa, sua cadela! Tô gozando…! Paco ficou dentro de mim por mais um tempo, como se quisesse prolongar aquele momento sujo ao máximo. Depois, enquanto me dava um tapa, tirou a pica. Pra mim foi como acordar e dar de cara com a realidade cruel. Me sentindo extremamente envergonhada e arrependida por ter deixado aquele sátiro me foder. Levantei a calcinha e vesti o vestido, sem nem me virar. Em seguida, calcei os sapatos e peguei a camiseta do meu filho, que estava jogada em cima da mesa. —Me abre, meu marido tá me esperando em casa —falei, sem conseguir olhar na cara dele. Me perguntando: "o que eu tava fazendo ali", naquele quartinho escuro e apertado, me deixando foder por um velho gordo, que ainda era o treinador do meu filho. Paco ainda estava com a calça de moletom abaixada até a metade da coxa, me mostrando, sem nenhum pudor, a pica já murcha. A cena era das mais ordinárias. Me mostrando a chave numa mão, ele sorriu. —Você vai voltar outro dia? Hoje gozei rápido porque tava muito tarado e não aguentei mais. —Nem sonha. Você é um porco —respondi, com enorme Rancor. Quase ódio por ele. —Sei que você gostou e que vai voltar pra buscar mais. Você também sabe disso, né, putinha? Naquele momento, eu tinha certeza absoluta de que não queria ver ele nunca mais na vida. Odiava aquele homem grosso e bronco, que tinha acabado de me foder em cima da mesa do escritório vagabundo dele. Dava pra sentir o esperma dele encharcando minha calcinha e escorrendo da minha buceta. — Abre a porta, filho da puta — repeti, deixando claro que queria vazar dali o mais rápido possível. Ele enfiou a chave na fechadura, como se tentando me acalmar um pouco. — Pronto, princesa. Agora pode voltar pro corno do seu marido, pra sua vidinha de conto de fadas perfeita. — Vai tomar no cu! — soltei com raiva. — Seu imbecil! Mas quando passei por ele, senti as mãos dele me agarrarem pela cintura de novo. Tentando me puxar pra perto, com a intenção de me beijar. Senti a língua dele lambendo nojento meus lábios, e fechei a boca com força. Dei um empurrão forte, consegui me soltar e sair daquele buraco imundo. Lembro da sensação de andar por aquele corredor comprido. O mesmo que meu filho e os amigos dele atravessavam quando iam jogar no campo. Ao mexer as pernas, dava pra sentir o esperma grosso e viscoso escorrendo da minha vulva, molhando minha calcinha fio dental. Lembro que cruzei com dois homens que ficaram me encarando. Um deles parecia o mesmo garoto que eu tinha perguntado sobre o Paco um tempo antes. Juro que senti os olhares deles cravados a fogo no meu corpo. Acelerei o passo, envergonhada de que pudessem ter ouvido ou desconfiado de algo. — Mãe, você foi pegar minha camiseta? — perguntou meu filho, vindo ao meu encontro no corredor. — Claro, meu amor, aqui está — respondi, entregando pra ele. Tentando parecer aquela mãe e esposa perfeita que todo mundo acha que eu sou. — Você falou com o senhor Paco? Ele disse se a gente tem que levar pro próximo jogo? — Sim, ele falou que você tem que levar essa pros jogos, e a velha pros treinos — respondi. Me encaminhando até meu quarto, com a intenção de tomar um bom banho e trocar de calcinha. Não conseguia evitar me sentir extremamente suja. Mas todos esses sentimentos conflitantes foram se transformando ao longo dos dias. E, exatamente como o próprio Paco havia profetizado, uma semana depois, sem ter combinado nada com ele, eu estava andando novamente em sua direção, por aquele corredor escuro e comprido. Ia enfiada num vestido justinho e subida nuns saltos altos. Ainda me lembro da adrenalina que senti quando girei a maçaneta daquela porta. Continua...
Eu fiquei paralisada, sabendo o que viria a seguir. Sentia minhas pernas tremendo. Tava tão nervosa que nem lembro se tava realmente excitada. —Paco, desculpa, mas tenho que ir. Meu marido tá me esperando em casa —gaguejei. —Claro, mulher… A minha esposa também tá me esperando. —Ele se colou tanto em mim que eu até sentia o cheiro de homem dele. Eu segurava a camiseta do meu filho nos braços, toda dura, mas ele tirou ela de mim e jogou em cima da mesa. Aí, senti as mãos dele me pegando pela cintura—. Que gostosa você é! Cê sabe o quanto me deixa com tesão quando vem pros jogos assim vestida? As mãos trêmulas dele tentaram puxar a parte do meu decote. Eu sabia que ele era completamente obcecado pelos meus peitos, e foi direto neles. Quando a gente conversava, mesmo com gente na frente, ele raramente conseguia tirar os olhos do meu decote. —Paco, pelo amor, —falei, com medo de alguém nos pegar. —Que delícia! Que peitão que você tem, —disse ele, vulgarmente. Apalpando eles sem nenhum preâmbulo. —Te lembro que tem gente lá fora, —protestei. —Fica tranquila, rainha. Vou fechar a porta, —falou, mostrando a chave do escritório dele numa das mãos. —Desculpa, Paco. Mas não posso fazer isso com meu marido, —falei, aflita. Tentando fazer ele cair na real—. Além disso, cê é o técnico do meu filho e ele te adora. —Eu sei, mas ele não tá aqui agora e eu quero me divertir um pouco com a gostosa e tarada da mãe dele. Sei que cê tá querendo tanto quanto eu, então não vem de santa comigo. Falando isso, ele me empurrou com uma força danada contra a mesa. Me forçando a me inclinar nela pra não cair. Aproveitando a posição, levantou minha saia por trás, mostrando assim minha calcinha fio-dental preta, enfiada no meio das duas bandas grandes da minha bunda. —Cê é um safado! —Falei, fingindo que tava brava. —Sei o que cê veio buscar aqui e não vai embora sem eu te dou. Quer pica, né, putinha? Com certeza o bonitão do teu marido não sabe te foder do jeito que tu gosta. Depois do comentário grosso dele, senti um tapa forte numa das minhas nádegas, me fazendo lamber de tesão. Mesmo assim, tentei segurar um pouco a ousadia dele.

—Ai! — reclamei como uma menina sendo castigada com força. — Que rabão gostoso você tem! — exclamou ele, apertando com força minhas bundas redondas. — Você gosta de levar palmada, não é? — Sim, — não consegui evitar dizer. Já totalmente imersa no meu papel de mulher submissa. Então ouvi a risada safada dele, enquanto me dava mais dois tapas, que devem ter deixado minha bunda carnuda vermelha na hora — Ah...! — explodi, mordendo os lábios e rebolando os quadris provocativamente na direção dele. Desejando que ele fizesse de novo —. Me chama de puta! Vai, me xinga! — pedi, ansiosa pra sentir os insultos dele. Ao mesmo tempo, virei a cabeça e olhei direto nos olhos dele, desafiando. Ouvi outra gargalhada grotesca. Percebi ele puxar minha calcinha fio dental pra baixo, deixando ela deslizar pelas minhas pernas até os tornozelos. Um momento depois, os dedos dele apalpavam minha buceta, tentando achar a entrada da minha xota. Tive que tirar meus sapatos de salto e me abaixar um pouco, me inclinando ainda mais sobre a mesa frágil, pra facilitar o trabalho dele. — Você tá com tesão? — ele perguntou. — Ah! — gemi, sentindo os dedos dele penetrarem minha buceta —. Sim, tô muito excitada. Me sinto muito puta hoje — admiti. — Sempre soube que você era uma verdadeira vagabunda. Como você me deixa duro, quando traz seu filho pros treinos. Sempre vestindo tão provocante e rebolando esse rabão ao andar. Eu gosto que os homens me comam como se me odiassem. Então, ouvir as palavras safadas dele só aumentava ainda mais meu tesão. Senti a ponta do pau dele pressionando a entrada da minha buceta. — Coloca camisinha, — falei, abrindo as pernas. Com a mão que tava livre, ele agarrou meu cabelo com força, me impedindo de me virar — Não tenho. E acho que isso não importa muito pra você agora — garantiu ele, enfiando tudo de uma só vez com uma estocada de quadril. Sem controle, soltei um grito alto. Sentindo minha buceta se dilatava em um único segundo, me fazendo sentir completamente cheia de homem. — Mmmm...! Porra, como é bom sentir ele dentro de mim! É tão grande que dói, mas quero mais... Mete com toda força. Paco começou a me foder com tanta intensidade que meu corpo quicava violentamente, e eu temia que a gente quebrasse a mesinha. — Toma, puta! É isso que você gosta, não é? — Sim, — admiti, enlouquecida —. Adoro! Preciso disso. É isso que eu quero.


O tesão e minha sexualidade complicada me levaram a ficar trancada naquele quartinho, completamente entregue ao treinador sórdido do meu filho. Apesar de estar desejando isso há semanas, nunca imaginei que um homem como Paco soubesse me foder com tanta veemência. Não demorou para eu sentir minhas pernas começarem a tremer, recebendo a chegada de um orgasmo brutal, que me fez sentir a mulher mais sortuda do mundo. Ele acelerou os movimentos, me fazendo tocar o céu com sua bendita e enorme pica. —Eu vou te dar toda a pica que você precisa. Sua puta. —Ah! Como é gostoso sentir! Porra…! Ah… vou gozar! Tô adorando! Com certeza, me ouvir gritar daquele jeito foi o limite que o pobre homem aguentou. Porque um segundo depois, ele também começou a gozar dentro da minha buceta. —Toma, meu leite! Leva tudo pra sua casa, sua cadela! Tô gozando…! Paco ficou dentro de mim por mais um tempo, como se quisesse prolongar aquele momento sujo ao máximo. Depois, enquanto me dava um tapa, tirou a pica. Pra mim foi como acordar e dar de cara com a realidade cruel. Me sentindo extremamente envergonhada e arrependida por ter deixado aquele sátiro me foder. Levantei a calcinha e vesti o vestido, sem nem me virar. Em seguida, calcei os sapatos e peguei a camiseta do meu filho, que estava jogada em cima da mesa. —Me abre, meu marido tá me esperando em casa —falei, sem conseguir olhar na cara dele. Me perguntando: "o que eu tava fazendo ali", naquele quartinho escuro e apertado, me deixando foder por um velho gordo, que ainda era o treinador do meu filho. Paco ainda estava com a calça de moletom abaixada até a metade da coxa, me mostrando, sem nenhum pudor, a pica já murcha. A cena era das mais ordinárias. Me mostrando a chave numa mão, ele sorriu. —Você vai voltar outro dia? Hoje gozei rápido porque tava muito tarado e não aguentei mais. —Nem sonha. Você é um porco —respondi, com enorme Rancor. Quase ódio por ele. —Sei que você gostou e que vai voltar pra buscar mais. Você também sabe disso, né, putinha? Naquele momento, eu tinha certeza absoluta de que não queria ver ele nunca mais na vida. Odiava aquele homem grosso e bronco, que tinha acabado de me foder em cima da mesa do escritório vagabundo dele. Dava pra sentir o esperma dele encharcando minha calcinha e escorrendo da minha buceta. — Abre a porta, filho da puta — repeti, deixando claro que queria vazar dali o mais rápido possível. Ele enfiou a chave na fechadura, como se tentando me acalmar um pouco. — Pronto, princesa. Agora pode voltar pro corno do seu marido, pra sua vidinha de conto de fadas perfeita. — Vai tomar no cu! — soltei com raiva. — Seu imbecil! Mas quando passei por ele, senti as mãos dele me agarrarem pela cintura de novo. Tentando me puxar pra perto, com a intenção de me beijar. Senti a língua dele lambendo nojento meus lábios, e fechei a boca com força. Dei um empurrão forte, consegui me soltar e sair daquele buraco imundo. Lembro da sensação de andar por aquele corredor comprido. O mesmo que meu filho e os amigos dele atravessavam quando iam jogar no campo. Ao mexer as pernas, dava pra sentir o esperma grosso e viscoso escorrendo da minha vulva, molhando minha calcinha fio dental. Lembro que cruzei com dois homens que ficaram me encarando. Um deles parecia o mesmo garoto que eu tinha perguntado sobre o Paco um tempo antes. Juro que senti os olhares deles cravados a fogo no meu corpo. Acelerei o passo, envergonhada de que pudessem ter ouvido ou desconfiado de algo. — Mãe, você foi pegar minha camiseta? — perguntou meu filho, vindo ao meu encontro no corredor. — Claro, meu amor, aqui está — respondi, entregando pra ele. Tentando parecer aquela mãe e esposa perfeita que todo mundo acha que eu sou. — Você falou com o senhor Paco? Ele disse se a gente tem que levar pro próximo jogo? — Sim, ele falou que você tem que levar essa pros jogos, e a velha pros treinos — respondi. Me encaminhando até meu quarto, com a intenção de tomar um bom banho e trocar de calcinha. Não conseguia evitar me sentir extremamente suja. Mas todos esses sentimentos conflitantes foram se transformando ao longo dos dias. E, exatamente como o próprio Paco havia profetizado, uma semana depois, sem ter combinado nada com ele, eu estava andando novamente em sua direção, por aquele corredor escuro e comprido. Ia enfiada num vestido justinho e subida nuns saltos altos. Ainda me lembro da adrenalina que senti quando girei a maçaneta daquela porta. Continua...
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