Esta é minha primeira história, então não vou me alongar muito; se gostarem, continuo com mais detalhes. Meu nome é Tolo, tenho 19 anos, corpo atlético, cabelo castanho, olhos castanhos e 1,80m de altura. Não faço nada da vida, não estudo, não trabalho, só saio pra farrear e viver na boleia — um sem-vergonha de marca maior. Amo sexo, mais especificamente sexo pesado, e sou um grande fã de pornô, adoro. Numa das minhas muitas baladas, meu parceiro Pablo me apresentou uma mina da turma dele. O nome dela é Sofia, uns 1,65m de altura, 22 anos, cabelo castanho na altura dos ombros, olhos castanhos claros, óculos e uma pele bem branca, com sardas no rosto — uma aparência inocente e com um certo tesão, mas não me interessei por ela naquele momento. Ela entrou no grupo e começou a puxar papo: — Na verdade, me sinto meio sem graça, não saio muito, e quando saio, é sempre com a irmã do Pablo. Eu, pra ser sincero, costumo ser bem babaca com quem não me interessa, e no geral com as minas. — Então beleza, garota, e o que houve hoje? Sua amiga não veio? — Não, hoje ela ia passar uns dias na casa dos tios, e como eu me dou muito bem com o irmão dela... ele me perguntou se eu queria vir. — Qual é, não tem namorado? — Ah, não! Tô fora disso, só tive um namorado e não foi muito bom, pra ser sincera. E você, tem namorada? — Já tive algumas, mas agora não. — Eu não tive uma boa experiência, digamos que não éramos compatíveis. — Qual é, ele não te dava atenção direito ou o quê? — Como é? — Se ele não te comia direito, se não te dava pica!! — Você é um idiota, sabia? — Qual é!! Você é especial e não transa? — Não é isso, só não acho legal você usar essa expressão. — Que diferença faz como chama, vou repetir... ele te comi... olha, cai fora, mina!! Você puxa papo comigo, eu me interesso pra não te deixar falando sozinha, sendo que não costumo fazer isso com minas que não me atraem, e ainda responde assim? Vai amadurecer, porra. Desculpa, Tolo, não é isso, desculpa. — Cai fora, tia!! Adoro quando as minas vêm atrás de mim lambendo meu cu, e no fundo elas gostam de ser tratadas assim. — Desculpa, vamos fingir que nada aconteceu. — Não, gata!! Você quer falar comigo, se quiser me responde, se não, me ignora, tem mais gente pra conversar, e eu tô doido pra ir falar com outra mina, você só me faz perder tempo. — A gente transava 2 vezes por semana, às vezes 3, serve? — Que namorado bosta, minhas namoradas eu comia todo dia 3 vezes, montava elas direitinho, como elas berravam. Seu namorado te montava? — Se me montava? — Se te punha de quatro, buceta!!! Parece burra, menina!! — Não, não... tenho vergonha de falar disso... — Vai me responder ou não? — Ele ficava por cima — Kkkkkkk que viado, com certeza tinha um pauzinho de merda. Meu pau tem 21 cm, gata, eu sim tenho um pau de verdade. — O do meu namorado era normal... sei lá... — Olha, gata... tenho que ir. — Vai embora? Espera!! Você volta outro dia? — Ah, não sei — Dá pra gente trocar WhatsApp? — Eu não faço essas frescuras, se quiser me ver, pega meu telefone (deixei anotado num guardanapo). Mas se me ligar, não é pra besteira. — Tá bom. Como esperava, no dia seguinte ela me ligou pra sair. A verdade é que essa santinha já tava começando a me deixar de pau duro. Adoro humilhar ela, que venha atrás se quiser pau, que implore, que se arraste. — Alô? — Oi, sou a Sofia — O que você quer? — Você topa sair? Ir tomar alguma coisa? — Sei lá, não tô a fim de sair. — Ah!! Então... — Se for... vamos pra sua casa. Você mora com seus pais, né? — Bom, com minha mãe, ela é divorciada, moro só com ela. — Perfeito então. Daqui a meia hora você vem me buscar onde a gente se conheceu outro dia. Tem carro? — Tenho — Então gasta sua gasolina e vem pra lá daqui a uma hora. Ah!! Gostei da legging que você usou outro dia, teu rabo tava uma delícia, e eu gosto de rabo de cavalo. — Tá bom, ok — Até logo. (E desliguei sem falar nada) Mais) Essa mojogata, eu ia comer ela na casa da mãe dela, bem fudida. Como eu imaginava, quando cheguei lá, ela tava, mas fiz ela esperar 30 minutos, só pra zuar. Entrei no carro sem falar nada. — Vamos pra sua casa. — Tá bom, como você quiser. Como cê tá? — Bem, cansado, tô com fome, menina. — Quando chegar na minha casa, te ofereço algo. — Ok. Quando chegamos na casa dela, percebi que era uma casa grande, mas não tava muito afim de reparar nos detalhes. Ela me levou pra sala, uma sala grande, com um sofá de couro de quatro lugares. Sem esperar ela falar nada, me joguei. Ela disse que tava sozinha, porque a mãe dela ainda tava trabalhando. — Me traz algo pra beber e petiscar, gostosa. — Nossa... você me elogiou!!! Isso é novo!! — Claro!! E você tem uma rabeta do caralho!! — falei, dando um tapa forte na bunda dela — Plaaaaaasss!!! — Aaahhh!!! hahaha que bruto!! — Você não sabe o quanto. — Quando ela virou as costas, dei mais um tapa — Plaaaaaas!!! — Aaaahhh!!! Poxa!!! arde um pouco!!! Cinco minutos depois, ela entrou na sala com algo pra petiscar e uma cerveja. — Senta aqui comigo, menina. Não te falei outro dia, mas você me dá um tesão danado!! — Enquanto falava, dei um beijo no pescoço dela e coloquei minha mão na bunda dela. — Gostou do que te trouxe?? — Me beija. — Tudo muito apressado, não? — Perdão?? Você me chama pra sair, vem me buscar, me traz pra sua casa, me fala até como você transava com o viadinho do seu ex... e agora me diz que eu tô indo rápido demais?? — Eu... — Quer saber?? Fica aqui!! Vou embora!! — Não!! Não!! Por favor, não vai!! Te dou um beijo se é isso que você quer!! — Eu te agrado, mojogata?? — Sim, sim, você me agrada. — Quer que eu fique?? — Sim. — Então o preço subiu. Se quer que eu fique, me mostra esses peitões que você tem. — Mas... é que... — Nem é que nem merda... — Tá bom, tá bom. Ela começou a levantar a blusa, até que de um puxão eu joguei pra cima, cobrindo o rosto dela, deixando aquelas tetas à mostra. A verdade é que ela era uma... Tamanho 100. Ela ficou surpresa com minha reação, mas quieta, dava pra sentir a respiração dela de foxy, dava pra ver que a buceta já tava escorrendo. Comecei a amassar forte, chupar os biquinhos, tirei o top dela completamente. - Cê gosta do que eu tô fazendo, puta? - Sim, gosto - Passa a mão no meu pau, puta!! - Na mesma hora, levei a mão dela pro meu pau, enquanto dava um tapa não muito forte na bochecha dela. - É grande, hein!! - Sim - Quero que você se abaixe e me faça um boquete, Promíscua!!! Comecei a beijar ela enquanto agarrava os peitos dela. Virei ela bruscamente e puxei a legging e a calcinha dela pra baixo, observei a raba dela, branca, sem nenhum pelo, e sem dizer nada, dei vários tapas. Depois, esmaguei a cabeça dela contra as almofadas do sofá e comecei a passar a língua na buceta dela, terminando no cu, pra depois me afastar e dar mais tapas: - Plaaaaaas, plaaaaaas, plaaaaaas - Cê gosta que eu te trate como uma porca? - Sim, gosto - Cala a boca!! Chupa ele, tira ele sozinha. Ela desceu até ficar de joelhos na frente do meu pau e começou a baixar minha calça até o tornozelo, depois deslizou minha cueca, e meu pau saltou, cobrindo a cara toda dela. - Que grande!! - Cê vai comer ele todo, senão eu não me chamo Tolo!! Segura ele. Ela envolveu meu pauzão com a mão, e eu me inclinei na altura do meu pau e cuspi uma boa cuspida que escorreu pela mão toda dela. - Bate uma pra mim, Promíscua!! Ela começou a deslizar a mão por todo o comprimento do pau, subindo e descendo, enquanto com a outra mão mexia nas minhas bolas, todas depiladas. Me endireitei de novo e soltei mais uma cuspida, escorrendo pela mão dela até minhas bolas. - Agora na boca, quero que você meta o máximo que conseguir. Ela começou a baixar a cabeça até tocar a ponta com a língua. Aos poucos, começou a enfiar a cabeça na boca até conseguir meter metade do pau: - Gluuuppp, gluuuuppp, gluuuppp - Aaaaarrrrrhhhh, tô me afogando... - Eu falei pra enfiar tudo, porra!! Tira as mãos!!! Agarrei ela por trás da Enfiei a cabeça dela e meti até bater na garganta dela, ela começou a engasgar e a babar e escorrer meleca pelo nariz. - aaaarrhhhh!!! ggguuuurrr!!! - isso, foxy!! agora mais um pouco!!! - falei, apertando mais com as mãos atrás da cabeça dela. Os olhos dela choravam e os oclinhos de santinha estavam molhados. Não tava tendo pena nenhuma. Comecei a mexer a bacia pra foder a boca dela. De repente, tirei e, dando um tapa enquanto segurava o rabo de cavalo dela, me levantei colocando a cara dela na frente do meu pauzão: - abre a boca, porca!! estica a língua e deixa ela pra fora!! Na sequência, fui enfiando devagar até bater na garganta dela, e segurei por 20 segundos, tirando de uma vez: - santinha, tá sem ar?? abre a boca!! pra dentro!!! - uuughhhhh!!!! mmmmmmm!!!! Enfiei de novo até o fundo e tampei o nariz dela, ela começou a tossir com a pica na boca e a soltar rios de baba, que eu pegava com os dedos e passava na cara e nos óculos dela. - aagggghhhh!!!! Tirei de uma vez e, pegando pelo cabelo, coloquei ela de quatro no tapete. - De quatro, foxy!! - falei enquanto dava uns tapas - plaaaaaasss!!! plaaaaass!!! Era um tesão ver aquela bunda brancona e a legging e calcinha dela no joelho. Enfiei a cara dela no tapete e meti de uma vez na buceta escorrendo. - Vadia!! o que você tava procurando era pica, né!! toma, vadia!!! Peguei o rabo de cavalo dela e puxei bem forte, dava tapas na cara e segurava o pescoço dela. - Vou vir todo dia te foder na sua casa, com sua mãe aqui, que ela te ouça berrar igual uma foxy!! me ouviu!! - falava, enquanto tirava devagar e enfiava de novo. Tirava completamente, dava uns tapas e enfiava de novo sem dó. Me deu na telha pegar o top dela e passei pelos cantos da boca dela, fazendo umas rédeas tipo mordaça, puxando e levantando a cabeça dela enquanto com a outra mão batia nas duas nádegas, deixando elas Rojas. - Grita, puta!!! Tá gostando??? - Mmmmmm!!!! Mmmm!!!! - Vai gozar, foxy?? - Mmmm!!! - Tentei balançar a cabeça, e na sequência... - Mmmmmmmmmmmmm!!!! O corpo dela começou a tremer, ela tava gozando que nem uma puta, momento que aproveitei pra furar bem aquela buceta, forte, agarrando o cabelo e puxando com força. Me inclinei sobre ela e cuspi na cara dela e... - Vem, puta!!! Levanta!!! - Levantei ela pelo cabelo e virei o rostinho dela pro meu pau. - Abre a boca!!! Aaaaahhhhhhhhh!!!! - E enfiei a rola toda até o esôfago, gozando na garganta dela enquanto apertava o nariz dela com os dedos, ela começou a tossir como podia. A porra escorria pela boca dela, caindo nos peitos, e quando soltei o nariz, saiu também todo o sêmen que ela tinha engasgado. - Aaaaggghhhh!!!!! - Uuuuffff!!! E sua mãe, que horas chega??? - Responde, puta!!! - Desculpa, sim, em meia hora. - Quero conhecê-la, me apresenta como seu namorado, e hoje à noite vou ficar pra jantar e dormir. - Mas... - Mas o quê!!! - Tá... sim. - E traz uma calcinha da sua mãe, tô tendo uma ideia... Gosto da sua bunda, sabia? Continua...
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