Río Gallegos sempre fiel à sua punheta de dias e nada pra fazer, sábado de preguiça largado na cama, entediado, com vontade de sair pra algum lugar. Rolando o Facebook nos classificados, diz que tem feira de roupa, comida, incenso e outras coisas que os empreendedores vendem pra fechar o mês. Gente simpática, com um papo bom, querendo te empurrar os produtos deles. Nem todos, também tem aqueles que ficam no barraquinho com cara de cu, que não te dão nem chance de chegar perto pra perguntar nada. Enfim, com fome e tédio, me preparo pra sair. Calço as botas, gorro e cachecol de lã, jaqueta e vou pro carro... A cidade tá vazia, é sábado, devem estar todos de ressaca descansando em casa ou transando... Uma vontade de foder! Entro, escuto a zoeira de gente falando, música de cumbia, gritos de moleques correndo sem controle enquanto as mães olham as ofertas e choram os preços pra levar um dois por um. Entre as barracas, tem uma de cerveja. Uma senhora loira, não muito bonita, mas tem muita lábia pra vender. Cerveja de Mar del Plata, aqui tem Golden, IPA, Red e outras. Tudo muito lindo, sim senhora. Preço? 1700 a lata... Deixa pra lá, senhora, é de Mar del Plata, não importada! No meio da multidão, acho que vejo uma figura conhecida, baixinha, cabelo curto e voz fina. Vou pra lá e, sim, era ela, Andrea. Surpreso de encontrar ela aqui, depois de tanto tempo sem ver. A última vez que nos vimos foi no salão dela, hufff, que encontro gostoso aquele! Chego perto dela e cumprimento: "Oi, André! Como cê tá? Quanto tempo sem se ver!" Ela me olha séria e responde meio cortada. Do lado dela, uma senhora com cara de bunda, olhos de águia monitorando a situação. Não sabia que você tinha uma barraca! Parabéns! Tudo continuava estranho, aquele momento em que você pensa o que fez pra cortar toda aquele tesão que tinha. Fico de boa, olho as coisas que ela tinha pra vender, uma mais feia que a outra. Sabe quando você quer se passar por artesão, mas não tem O talento... bom, então, continuei andando, olhando as outras barracas, comprei uns incensos e já tava indo pra saída quando sinto alguém falando perto do meu ouvido: "Moço! Moço! Já vai embora?" Me virei e era ela. "Desculpa", ela disse, "preciso cortar seu rosto porque essa é minha cunhada, meu marido me enfiou ela pra me vigiar." "Nossa, não sabia! Desculpa, não quero que você tenha treta com o parceiro", falei. Ela riu e perguntou se eu tava sozinho. "Sim", respondi, "saí da toca porque tava entediado." "Muito entediado?" ela perguntou. "Sim, muito entediado", respondi. "E se eu te tirar o tédio?" disse ela, com a cara mais de puta que podia fazer. "Sai você primeiro que eu te sigo, assim a pussy seca da minha cunhada não me vê." Ela foi pra porta, saquinho de incenso na mão, e eu fui pro meu carro. Dois minutos depois, ela chega, entra rápido e começa a me beijar de boca aberta. "Vai, anda logo, não tenho muito tempo", falei, "falei que vinha pegar umas coisas no carro!" A gente se beijando, ela começa a pegar na minha pica e tira ela da calça jeans, enquanto isso eu apalpo os peitos dela. Sozinha, ela abre a boca e vai direto, começa a chupar como uma desesperada. Abaixo a legging e a calcinha fio dental dela e meto os dedos na pussy, já tava molhada, a putinha, sempre pronta pra receber pica. Ela tira a boca e começo a chupar os peitos dela, blusa levantada e sutiã pra baixo, aqueles bicos estavam duros como pedra! Ela puxa a legging, tirando de uma perna, vejo a pussy dela toda depilada. Falo pra ela passar pro banco de trás, enquanto faz isso, vejo a bunda dela em todo esplendor. Falo que quero aquilo, ela fica de quatro me esperando. Vou pra lá e começo a passar a língua do cu até a pussy dela, ela se arqueia, parece que gosta. Não tem tempo, coloco ela em cima da minha pica, entra rápido, tava muito molhada! Enquanto chupo os peitos dela e abro a bunda dela, vou enfiando um dedo, ela se mexe devagar, é como se... saborearia a buceta com a pica, peço pra ela virar de costas pra mim, fica olhando pra frente, seguro minha pica e aponto pro cu dela, ela vai descendo devagar, vai entrando aos poucos, beijo as costas dela e apalpo os peitos, minha pica chega no fundo e ela começa a rebolar como se tivesse possuída na pica, aviso que vou gozar, ela pede todo o leite dentro do cu, que sentia minha falta, solto três ou quatro jorradas, minha pica se contrai a cada uma, ficamos os dois satisfeitos, ela pede algo pra se limpar, sempre levo lenços descartáveis por precaução, ela se limpa, se ajeita um pouco, o rosto dela brilhava depois da rapidinha que a gente deu, desce do carro e me manda um beijo, volta pro carro e diz "sempre vou ter ofertas pra você, vem quando quiser". Me arrumo, ligo o carro e vou pra casa, pego um incenso, acendo, baunilha com coco, mas o único cheiro que tenho no nariz é o da buceta escorrendo dela, queria que existisse incenso com esse cheiro. E essa é a história de quando fui comprar incenso num dia cinza, espero que tenham gostado, porque eu gostei dos meus incensos e das ofertas da Andrea.
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