Oi, me chamo Martina, tenho 23 anos e sou da Argentina. Sou morena, tenho 1,68m, uma bunda que apaixona os caras e uns peitos que roubam todos os olhares.
A primeira vez que me apalparam no trem foi aos 18, mas essa é outra história que já vou contar pra vocês.
Hoje, 25 de julho, vou pegar o trem cedo, às 05:40 sai o trem da estação de Glew até a Constitución.
Não todo dia, mas umas duas ou três vezes na semana eu fico sendo apalpada ou só encostam a pica na minha bunda.
Coloquei uma legging franzida que marca bem a raba kkk gosto de provocar… e a tanga de renda fio dental
Um top branco que fazia meus peitos ficarem marcados, a jaqueta e a mochila que levo minha roupa pra trocar.

Já esperando na estação, o trem foi chegando devagar, a plataforma foi enchendo e os olhares de alguns já estavam me devorando.
Aliás, eu gosto de ir nos primeiros vagões do trem, quem conhece sabe que enche bastante nas 3 primeiras estações e são tipo 11 estações até chegar na Constituição, que é onde termina e todo mundo desce.
O que aconteceu nesse dia fugiu do meu controle, às vezes eu consigo manter na rédea pra não me apalparem tanto.
Quando subimos tudo bem na primeira e segunda estação já estava lotando, na estação de Temperley que sobe bastante gente entrou gente pra caralho, acontece que quando um trem suspende, o povo tem que esperar o próximo.
Quando abriram as portas, já tinha alguém atrás de mim, mas uns metros pra trás, com certeza olhando pra minha bunda. Coloquei minha mochila no ombro direito, porque do lado esquerdo tinha uma mina e não dava pra ir pro corredor… a porta tava na minha frente e, quando entrei, todo mundo ficou apertadíssimo. Tinha um cara de uns 40 anos mais ou menos na minha frente, e do meu lado direito outro, acho que um pouco mais velho.
O cara que estava atrás eu não conseguia ver, mas estava bem colado na minha bunda, dava pra sentir o pau dele e uma das mãos na minha bunda esquerda. Já estava com bastante calor, abri minha jaqueta e o que estava na minha frente olhou direto pra minhas tetas.
Queria tentar fechar ela de novo, mas era inútil, já que tinha a outra mão segurando a mochila e apertada contra o corpo do outro cara. Quando chegamos na outra estação, entrou mais gente. O que tava na minha frente chegou mais perto, e eu senti o de trás passando os dedos na beirada da minha calcinha fio dental. Com cuidado e um pouco de medo, ele deslizava os dedos no meio das minhas nádegas...
Quando senti, tentei me mexer e a mochila caiu do meu ombro, tive que abaixar a mão porque tava incomodando. Quando vi isso, o cara do meu lado grudou ainda mais em mim, dava pra sentir que ele tava usando uma calça leve, tipo um jogging, quando colocou o pau na minha mão. Sinceramente, fiquei em branco, não sabia o que fazer e já tava ficando toda vermelha…
Na próxima estação, entraram mais gente porque já tava lotado e apertaram um pouco mais, aí fiquei colada peito com peito com o cara que tava na minha frente. A porta demorou pra fechar, e o de trás já tava me apalpando à vontade, vendo que eu não fazia nada…
O que tava na frente tinha cruzado o braço entre nós dois, deixando ele em cima do meu peito. Eu sabia onde ele queria chegar… tocar minhas tetonas.
Minha mente estava a mil... tinha três homens me rodeando e querendo meu corpo.
Fazia as coisas sem pensar, no calor do momento. Com a mão esquerda tentei ajeitar meus peitos, mas isso deu abertura pra ele colocar a palma da mão no meu peito. A única coisa que fiz foi abaixar a mão e olhar ao redor.
O pessoal, uns ouvindo música, outros de olhos fechados... isso me deu um alívio de não verem o que esses caras estavam fazendo...
Já não dava mais pra ver em que estação a gente tava, o cara do meu lado com a pica encostada na minha mão, ela tava bem dura, cada movimento que eu fazia dava pra ver na cara dele que tava adorando..
Girei minha mão pra tocar ela, queria saber o quanto tava dura e se tava bem grossa e durona... mas não medi as consequências.
Ao fazer isso rápido, ela colocou a mão na lateral da minha virilha, queria chegar na minha buceta..
O cara que tava na minha frente, ao ver esses movimentos, colocou a mão direita na lateral da minha cintura.
Eu já sabia que estava perdida. A mão que estava no meu peito, não sei como fez, mas já estava dentro do meu top, apertando meu peito sorrateiramente. Com vários se tocando, eu não conseguia pensar em nada.
Levanto devagar minha bunda e dava pra sentir o pau bem duro do cara de trás, ele ainda tinha a mão no meio das minhas nádegas tentando tocar minha buceta que, por sinal, já tava bem molhada.
Tento puxar minha legging pra baixo, mas só desço uns centímetros, só queria enfiar a mão por dentro e como eu tava de fio dental, ele conseguiu apertar minha bunda à vontade.
Levanta a bunda mais um pouquinho e os outros dois caras perceberam o que eu tava fazendo. O que tava com a rola na mão tirou ela, e eu senti o quanto ela tava quente. Comecei a tocar nele, e ele colocou a mão na minha buceta e começou a mexer. Com a outra mão, peguei no cara que tava na frente e comecei a tocar nele também. Eles me faziam morder os lábios pra não gemer.
Abri um pouco mais as pernas e elas se deram ao luxo de tocar os lábios da minha buceta, a de trás passava o dedo no meu cu e na buceta.
O cara do lado levantou a mão e, por dentro da minha blusa, pegou na minha buceta e apertou, enquanto eu apertava a pica dele.
O cara da frente apertava a minha outra teta e com a mão direita ele tava dentro da minha legging, brincando com a minha buceta. De vez em quando os dedos da frente e os de trás se chocavam.
Naquele momento, ouvi que já estávamos chegando na estação Constitución. Soltei as rolas e agarrei as mãos deles pra tirarem, mas eles faziam força pra deixar ali. Até que finalmente tiraram. Ajeitei a legging e, quando a porta abriu e eu saí, me apalparam por toda parte. Saí correndo pro metrô pra pegar o outro trem.
Espero que você tenha gostado do meu relato, eu me diverti pra caramba e, aliás, prefiro o verão, quando posso usar saia ou vestidos leves pra sentir melhor as mãos e a pica…
A primeira vez que me apalparam no trem foi aos 18, mas essa é outra história que já vou contar pra vocês.
Hoje, 25 de julho, vou pegar o trem cedo, às 05:40 sai o trem da estação de Glew até a Constitución.
Não todo dia, mas umas duas ou três vezes na semana eu fico sendo apalpada ou só encostam a pica na minha bunda.
Coloquei uma legging franzida que marca bem a raba kkk gosto de provocar… e a tanga de renda fio dental
Um top branco que fazia meus peitos ficarem marcados, a jaqueta e a mochila que levo minha roupa pra trocar.

Já esperando na estação, o trem foi chegando devagar, a plataforma foi enchendo e os olhares de alguns já estavam me devorando.
Aliás, eu gosto de ir nos primeiros vagões do trem, quem conhece sabe que enche bastante nas 3 primeiras estações e são tipo 11 estações até chegar na Constituição, que é onde termina e todo mundo desce.
O que aconteceu nesse dia fugiu do meu controle, às vezes eu consigo manter na rédea pra não me apalparem tanto.
Quando subimos tudo bem na primeira e segunda estação já estava lotando, na estação de Temperley que sobe bastante gente entrou gente pra caralho, acontece que quando um trem suspende, o povo tem que esperar o próximo.
Quando abriram as portas, já tinha alguém atrás de mim, mas uns metros pra trás, com certeza olhando pra minha bunda. Coloquei minha mochila no ombro direito, porque do lado esquerdo tinha uma mina e não dava pra ir pro corredor… a porta tava na minha frente e, quando entrei, todo mundo ficou apertadíssimo. Tinha um cara de uns 40 anos mais ou menos na minha frente, e do meu lado direito outro, acho que um pouco mais velho.
O cara que estava atrás eu não conseguia ver, mas estava bem colado na minha bunda, dava pra sentir o pau dele e uma das mãos na minha bunda esquerda. Já estava com bastante calor, abri minha jaqueta e o que estava na minha frente olhou direto pra minhas tetas.
Queria tentar fechar ela de novo, mas era inútil, já que tinha a outra mão segurando a mochila e apertada contra o corpo do outro cara. Quando chegamos na outra estação, entrou mais gente. O que tava na minha frente chegou mais perto, e eu senti o de trás passando os dedos na beirada da minha calcinha fio dental. Com cuidado e um pouco de medo, ele deslizava os dedos no meio das minhas nádegas...
Quando senti, tentei me mexer e a mochila caiu do meu ombro, tive que abaixar a mão porque tava incomodando. Quando vi isso, o cara do meu lado grudou ainda mais em mim, dava pra sentir que ele tava usando uma calça leve, tipo um jogging, quando colocou o pau na minha mão. Sinceramente, fiquei em branco, não sabia o que fazer e já tava ficando toda vermelha…
Na próxima estação, entraram mais gente porque já tava lotado e apertaram um pouco mais, aí fiquei colada peito com peito com o cara que tava na minha frente. A porta demorou pra fechar, e o de trás já tava me apalpando à vontade, vendo que eu não fazia nada…
O que tava na frente tinha cruzado o braço entre nós dois, deixando ele em cima do meu peito. Eu sabia onde ele queria chegar… tocar minhas tetonas.
Minha mente estava a mil... tinha três homens me rodeando e querendo meu corpo.
Fazia as coisas sem pensar, no calor do momento. Com a mão esquerda tentei ajeitar meus peitos, mas isso deu abertura pra ele colocar a palma da mão no meu peito. A única coisa que fiz foi abaixar a mão e olhar ao redor.
O pessoal, uns ouvindo música, outros de olhos fechados... isso me deu um alívio de não verem o que esses caras estavam fazendo...
Já não dava mais pra ver em que estação a gente tava, o cara do meu lado com a pica encostada na minha mão, ela tava bem dura, cada movimento que eu fazia dava pra ver na cara dele que tava adorando..
Girei minha mão pra tocar ela, queria saber o quanto tava dura e se tava bem grossa e durona... mas não medi as consequências.
Ao fazer isso rápido, ela colocou a mão na lateral da minha virilha, queria chegar na minha buceta..
O cara que tava na minha frente, ao ver esses movimentos, colocou a mão direita na lateral da minha cintura.
Eu já sabia que estava perdida. A mão que estava no meu peito, não sei como fez, mas já estava dentro do meu top, apertando meu peito sorrateiramente. Com vários se tocando, eu não conseguia pensar em nada.
Levanto devagar minha bunda e dava pra sentir o pau bem duro do cara de trás, ele ainda tinha a mão no meio das minhas nádegas tentando tocar minha buceta que, por sinal, já tava bem molhada.
Tento puxar minha legging pra baixo, mas só desço uns centímetros, só queria enfiar a mão por dentro e como eu tava de fio dental, ele conseguiu apertar minha bunda à vontade.
Levanta a bunda mais um pouquinho e os outros dois caras perceberam o que eu tava fazendo. O que tava com a rola na mão tirou ela, e eu senti o quanto ela tava quente. Comecei a tocar nele, e ele colocou a mão na minha buceta e começou a mexer. Com a outra mão, peguei no cara que tava na frente e comecei a tocar nele também. Eles me faziam morder os lábios pra não gemer.
Abri um pouco mais as pernas e elas se deram ao luxo de tocar os lábios da minha buceta, a de trás passava o dedo no meu cu e na buceta.
O cara do lado levantou a mão e, por dentro da minha blusa, pegou na minha buceta e apertou, enquanto eu apertava a pica dele.
O cara da frente apertava a minha outra teta e com a mão direita ele tava dentro da minha legging, brincando com a minha buceta. De vez em quando os dedos da frente e os de trás se chocavam.
Naquele momento, ouvi que já estávamos chegando na estação Constitución. Soltei as rolas e agarrei as mãos deles pra tirarem, mas eles faziam força pra deixar ali. Até que finalmente tiraram. Ajeitei a legging e, quando a porta abriu e eu saí, me apalparam por toda parte. Saí correndo pro metrô pra pegar o outro trem.
Espero que você tenha gostado do meu relato, eu me diverti pra caramba e, aliás, prefiro o verão, quando posso usar saia ou vestidos leves pra sentir melhor as mãos e a pica…
12 comentários - Gostosa foi assediada no trem