Fala, galera, tudo bem? Vou contar uma experiência nova que tivemos com a Sofi.
Já tem muitos anos que estamos juntos, mas nossa vida sexual nunca parou de evoluir. Fomos adicionando cada vez mais coisas, mais criatividade, e estamos satisfeitos, sem desgaste.
Há um tempo, no sexo, a gente vem brincando com coisas mais "liberais". Um dia, enquanto se tocava, ela começou a brincar com a mão, descendo e testando minhas reações. Eu acompanhei com o corpo, me soltando, e automaticamente ela entendeu.
Assim começou uma fase de muita exploração. Começou com a mão, depois o dedo, e aí a língua. E eu amava.
Um dia, brincando, ela começou a aproximar o dedo da minha boca. Eu hesitei e não fiz nada. Poucos dias depois, ela fez de novo. E eu entrei na onda. Chupei o dedo dela com uma cara de tesão, e ela pirou.
Pouco tempo depois, fui eu quem buscou aquele mesmo dedo e falei: "o que eu chupei, quero no meu cu". Foi uma gozada quase instantânea.
Mas a parte boa da história começa aqui.
Uns dias atrás, teve o aniversário de uns amigos, e fomos dançar. Começamos o pré bem bebados, e fomos assim pra balada. Quando estamos bêbados, ficamos mais brincalhões. Ela me encosta, eu encosto, ela me toca, eu toco. Conforme as horas passavam, o grupo de amigos foi se desfazendo, e a gente foi se soltando pela balada em mini grupos. Sofi e eu aproveitamos a situação e fomos pra uma área escura pra ficar de boa.
Ficamos um tempão se pegando loucamente encostados numa parede perto do banheiro. Num momento de pausa, ela fala: "Olha quem tá ali?". Era o Nacho, o ex-namorado. Ela tinha ficado com ele no primeiro ano depois do colégio. Era a pessoa com quem ela tinha perdido a virgindade, e eu sabia disso.
Ela diz: "Faz séculos que não vejo ele. Te incomoda se eu cumprimentar?"
Eu: "Não, de boa. Mas se liga que tô a mil."
Sofi: "hahaha, beleza. Você não quer vir? Não tem problema, não me incomoda."
Eu: "Não não, vou no banheiro já que tô aqui."
Sofi: "Ok, tranquilo."
E foi assim que... Nos separamos um tempo. Fui no banheiro. Tinha uma fila do caralho, mas sério, tava me mijando toda. Esperei e troquei ideia com uns bêbados sobre as merdas que a gente fala no banheiro de uma balada.
Uns 10 minutos depois, saí e fui procurar ela. Não tava na parede onde a gente tinha se separado. Comecei a caçar ela, olhando na pista, nos cantos e nos bares. Até que achei. Tava com o Nacho no meio da pista, conversando. Cada um com um copo na mão. Sabe quando você tá numa balada e fala no ouvido? Assim. Mas mais ainda. Sabe quando você fala no ouvido e o outro, em vez de virar a orelha, fica com a cara parada, e as bocas se aproximam? Então, era assim que eles tavam. E se olhavam com uma cara de tesão que raramente vi nela.
Na hora, senti uma mistura de ciúme com tesão. Automaticamente o amigo endureceu de novo. E no fim, tava mais tarado do que ciumento.
Então fiquei olhando. De meia distância, parando atrás do Nacho, mas com um monte de gente no meio. E eles continuavam. Ela me viu. Pisquei um olho e fiz um sinal com a mão pra ela continuar, como se tivesse tudo bem. Devagar, fui andando até o bar pra comprar algo, sempre de olho.
Num momento, ele tentou avançar pra beijar ela, e ela recuou. Continuaram conversando. Daí a pouco, mandei mensagem no WhatsApp. Essa conversa toda foi beeem devagar. Tipo, ela respondia a cada 2 ou 3 minutos cada mensagem.
Eu: E aí? Qual é? Tá te pegando?
Flor: Ehh???? Tá louco?
Eu: haha relaxa. Tô brincando. Mas como é que tá?
Flor: Ah... ele tá insistente. Fala pra eu te dar um pé, que você não vai saber.
Eu: E você, o que acha?
Flor: Nada, ele não sabe que você tá aqui. Não te viu.
Eu: haha percebi. Mas cê tá com vontade de dar pra ele?
Flor: não enche o saco...
Eu: olha que eu tó cheio de tesão, viu.
Flor: cê é louco... não sei, é estranho com você aqui.
Eu: fica tranquila. Tô aqui. Se cansar, vem. Se não, fica com ele.
E assim fiquei no bar olhando ela. Sempre de costas pra ele. O cara é normal, nem bonito nem feio. Normal. Um pouco mais atlético que eu, isso sim.
E os minutos foram passando. Continuaram bebendo e conversando. De vez em quando a balada brincava com a luz, e os deixava no escuro por segundos, mas voltavam a se iluminar e seguiam falando.
Num corte, daqueles que fazem quando tocam músicas épicas, a luz baixa forte por vários segundos. Mas quando voltou... surpresa.
Estavam se pegando furiosamente. Mas furioso, viu. Ela passava os braços por trás do pescoço dele. E ele segurava a cintura dela e metia a mão por trás à vontade. Continuaram se beijando um bom tempo.
Eu explodi. Literalmente queria me masturbar no balcão. Não tava nem aí pra nada. Depois de um tempo, foram pros sofás do lado. Esperei um pouco antes de ir pra dar tempo de eles "fecharem os olhos" de novo (hahaha) e fui atrás. Quando vi os dois, fiquei louco. Ela tava sentada em cima dele, metendo marcha.
Fui no banheiro me punhetar. Me tranquei num banheiro com porta, e de pé fiz uma boa punheta. Não aguentava mais.
Não passaram 2 minutos e eu saí do banheiro, e ela tava na saída me esperando. Com os lábios todos inchados e a roupa desalinhada.
Flor: love... o que cê tá fazendo aqui? Vim no banheiro porque bebi pra caralho. O que você viu?
Eu: Tudo. Acabei de me masturbar pra você ter uma ideia. Não acredito.
Flor: Falei pro Nacho que queria ir no banheiro. Ele tá me esperando lá. O que eu faço?
Eu: O que você quiser vai me agradar. Decide.
Flor: Te incomoda se eu levar ele pra casa? Ele acabou de me apresentar pra vários amigos dele, que dormem no apartamento dele.
Eu: QUEEEEEEE? Fico louco. Claro.
Flor: E você, o que vai fazer?
Eu: Me deixa esconder no outro quarto? Não faço barulho. Mas daqui a pouco isso morre.
Flor: ok, beleza. Eu falei pra ele que você tava saindo com amigos e que voltava tarde. Faço rápido e mando ele embora.
Eu: Perfeito. Quero que você saiba que vou ficar me punhetando a uma parede de distância. Ouvir vocês dois fodendo e ficar imaginando tudo vai me deixar louco.
Flor: Quando ele for embora, se sobrar energia, sou sua putinha.
Eu: adoro. Te amoooo
E assim nos despedimos. Ela seguiu pro banheiro, e eu fui pra casa me trancar no quarto do computador.
Isso continua.....
Já tem muitos anos que estamos juntos, mas nossa vida sexual nunca parou de evoluir. Fomos adicionando cada vez mais coisas, mais criatividade, e estamos satisfeitos, sem desgaste.
Há um tempo, no sexo, a gente vem brincando com coisas mais "liberais". Um dia, enquanto se tocava, ela começou a brincar com a mão, descendo e testando minhas reações. Eu acompanhei com o corpo, me soltando, e automaticamente ela entendeu.
Assim começou uma fase de muita exploração. Começou com a mão, depois o dedo, e aí a língua. E eu amava.
Um dia, brincando, ela começou a aproximar o dedo da minha boca. Eu hesitei e não fiz nada. Poucos dias depois, ela fez de novo. E eu entrei na onda. Chupei o dedo dela com uma cara de tesão, e ela pirou.
Pouco tempo depois, fui eu quem buscou aquele mesmo dedo e falei: "o que eu chupei, quero no meu cu". Foi uma gozada quase instantânea.
Mas a parte boa da história começa aqui.
Uns dias atrás, teve o aniversário de uns amigos, e fomos dançar. Começamos o pré bem bebados, e fomos assim pra balada. Quando estamos bêbados, ficamos mais brincalhões. Ela me encosta, eu encosto, ela me toca, eu toco. Conforme as horas passavam, o grupo de amigos foi se desfazendo, e a gente foi se soltando pela balada em mini grupos. Sofi e eu aproveitamos a situação e fomos pra uma área escura pra ficar de boa.
Ficamos um tempão se pegando loucamente encostados numa parede perto do banheiro. Num momento de pausa, ela fala: "Olha quem tá ali?". Era o Nacho, o ex-namorado. Ela tinha ficado com ele no primeiro ano depois do colégio. Era a pessoa com quem ela tinha perdido a virgindade, e eu sabia disso.
Ela diz: "Faz séculos que não vejo ele. Te incomoda se eu cumprimentar?"
Eu: "Não, de boa. Mas se liga que tô a mil."
Sofi: "hahaha, beleza. Você não quer vir? Não tem problema, não me incomoda."
Eu: "Não não, vou no banheiro já que tô aqui."
Sofi: "Ok, tranquilo."
E foi assim que... Nos separamos um tempo. Fui no banheiro. Tinha uma fila do caralho, mas sério, tava me mijando toda. Esperei e troquei ideia com uns bêbados sobre as merdas que a gente fala no banheiro de uma balada.
Uns 10 minutos depois, saí e fui procurar ela. Não tava na parede onde a gente tinha se separado. Comecei a caçar ela, olhando na pista, nos cantos e nos bares. Até que achei. Tava com o Nacho no meio da pista, conversando. Cada um com um copo na mão. Sabe quando você tá numa balada e fala no ouvido? Assim. Mas mais ainda. Sabe quando você fala no ouvido e o outro, em vez de virar a orelha, fica com a cara parada, e as bocas se aproximam? Então, era assim que eles tavam. E se olhavam com uma cara de tesão que raramente vi nela.
Na hora, senti uma mistura de ciúme com tesão. Automaticamente o amigo endureceu de novo. E no fim, tava mais tarado do que ciumento.
Então fiquei olhando. De meia distância, parando atrás do Nacho, mas com um monte de gente no meio. E eles continuavam. Ela me viu. Pisquei um olho e fiz um sinal com a mão pra ela continuar, como se tivesse tudo bem. Devagar, fui andando até o bar pra comprar algo, sempre de olho.
Num momento, ele tentou avançar pra beijar ela, e ela recuou. Continuaram conversando. Daí a pouco, mandei mensagem no WhatsApp. Essa conversa toda foi beeem devagar. Tipo, ela respondia a cada 2 ou 3 minutos cada mensagem.
Eu: E aí? Qual é? Tá te pegando?
Flor: Ehh???? Tá louco?
Eu: haha relaxa. Tô brincando. Mas como é que tá?
Flor: Ah... ele tá insistente. Fala pra eu te dar um pé, que você não vai saber.
Eu: E você, o que acha?
Flor: Nada, ele não sabe que você tá aqui. Não te viu.
Eu: haha percebi. Mas cê tá com vontade de dar pra ele?
Flor: não enche o saco...
Eu: olha que eu tó cheio de tesão, viu.
Flor: cê é louco... não sei, é estranho com você aqui.
Eu: fica tranquila. Tô aqui. Se cansar, vem. Se não, fica com ele.
E assim fiquei no bar olhando ela. Sempre de costas pra ele. O cara é normal, nem bonito nem feio. Normal. Um pouco mais atlético que eu, isso sim.
E os minutos foram passando. Continuaram bebendo e conversando. De vez em quando a balada brincava com a luz, e os deixava no escuro por segundos, mas voltavam a se iluminar e seguiam falando.
Num corte, daqueles que fazem quando tocam músicas épicas, a luz baixa forte por vários segundos. Mas quando voltou... surpresa.
Estavam se pegando furiosamente. Mas furioso, viu. Ela passava os braços por trás do pescoço dele. E ele segurava a cintura dela e metia a mão por trás à vontade. Continuaram se beijando um bom tempo.
Eu explodi. Literalmente queria me masturbar no balcão. Não tava nem aí pra nada. Depois de um tempo, foram pros sofás do lado. Esperei um pouco antes de ir pra dar tempo de eles "fecharem os olhos" de novo (hahaha) e fui atrás. Quando vi os dois, fiquei louco. Ela tava sentada em cima dele, metendo marcha.
Fui no banheiro me punhetar. Me tranquei num banheiro com porta, e de pé fiz uma boa punheta. Não aguentava mais.
Não passaram 2 minutos e eu saí do banheiro, e ela tava na saída me esperando. Com os lábios todos inchados e a roupa desalinhada.
Flor: love... o que cê tá fazendo aqui? Vim no banheiro porque bebi pra caralho. O que você viu?
Eu: Tudo. Acabei de me masturbar pra você ter uma ideia. Não acredito.
Flor: Falei pro Nacho que queria ir no banheiro. Ele tá me esperando lá. O que eu faço?
Eu: O que você quiser vai me agradar. Decide.
Flor: Te incomoda se eu levar ele pra casa? Ele acabou de me apresentar pra vários amigos dele, que dormem no apartamento dele.
Eu: QUEEEEEEE? Fico louco. Claro.
Flor: E você, o que vai fazer?
Eu: Me deixa esconder no outro quarto? Não faço barulho. Mas daqui a pouco isso morre.
Flor: ok, beleza. Eu falei pra ele que você tava saindo com amigos e que voltava tarde. Faço rápido e mando ele embora.
Eu: Perfeito. Quero que você saiba que vou ficar me punhetando a uma parede de distância. Ouvir vocês dois fodendo e ficar imaginando tudo vai me deixar louco.
Flor: Quando ele for embora, se sobrar energia, sou sua putinha.
Eu: adoro. Te amoooo
E assim nos despedimos. Ela seguiu pro banheiro, e eu fui pra casa me trancar no quarto do computador.
Isso continua.....
13 comentários - Minha namorada, o ex e eu. Primeiras sensações Bi. Parte 1
Quiero saber como sigue
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Este falta la continuacion