Festa em família com meu namorado

Meu namorado me convida pra uma festa de família na casa dele, e vira uma festa inesquecível com os tios e o avô dele. Um dia, Lalo me chamou na casa dele pra eu conhecer a família. Achei muito cedo, já que a gente só tava junto há 3 meses, mas ele insistiu demais. Era uma festa de família, então me vesti bem simples: coloquei uma calça jeans, uma blusa preta e botas pretas, me penteie e me olhei no espelho. Tava muito gostosa, o único problema é que minha bunda aparecia demais, mas todas as minhas calças eram preenchidas por essa bunda apetitosa. Fazer o quê, com 23 anos, meu corpo firme era difícil de esconder. Chegamos na casa do Lalo, e ele me apresentou com muito orgulho, até demais, eu diria, porque falou que eu era a mulher com quem ele queria dividir a vida. Conheci todo mundo: os avós, os primos, os tios e tias, os pais e a irmã dele. Gostei de todos, especialmente dos tios Joaquim, de 39 anos, e Gregório, de 46. Eles eram muito engraçados e me fizeram rir o tempo todo. Em algum momento da festa, meu sogro pediu pro Lalo ir no mercado comprar umas coisas. Ele me avisou e disse pra continuar conhecendo a família, que queria que eu me desse bem com eles. Lalo foi embora, e eu continuei conversando com Joaquim e Gregório. Eles falaram que o futebol ia começar e perguntaram se eu queria ver um pouco com eles. Aceitei de boa. Fomos pro quarto da TV, fecharam a porta pra não entrar o som da festa, sentaram num sofá na frente da televisão e me colocaram no meio. O jogo começou, e o time deles quase fez um gol. Os dois pularam, e quando caíram, Gregório colocou a mão na minha perna. Achei que tinha sido sem querer e que ele não ia olhar com desejo pra namorada do sobrinho. Mas ele não tirava a mão, e de repente começou a mexer, acariciando minha perna devagar. Virei pra olhar ele, e nessa hora Joaquim começou a acariciar minha outra perna. — O que vocês estão fazendo? — Nada, só que nós dois gostamos muito de você. — Mas... Sou a namorada do Lalo. J-Não se preocupa, a gente só quer te tocar um pouquinho. Me colocaram de pé e me fizeram virar de costas, os dois tocaram e beliscaram minha bunda. Y-Aaaahhhh, por favor, isso não tá certo. G-O que não tá certo é você ter uma rabeta tão grande. Y-Por favor, o que o Lalo ia dizer se nos visse. Baixaram minha calça e viram minha tanga. G-Não tem nada mais gostoso que uma bunda boa de tanga. Joaquim chupou o dedo e enfiou no meu cu, eu já tava muito excitada, não aguentava mais, precisava ser comida. Peguei na mão do Gregório e puxei ele pra mim, acariciei o pau dele por cima da calça, ele tirou pra fora e colocou na minha frente. Peguei com as duas mãos e passei no meu rosto, dei umas lambidas e enfiei inteiro na boca. Chupei ele do melhor jeito que podia, era grande e quente, devia ter uns 18 cm, um pau bem feito. Enquanto isso, Joaquim continuava enfiando e tirando o dedo do meu cu, depois passou a língua no meu ânus, mordia e chupava minha bunda. Enquanto a gente tava nessa, ouvi a voz da esposa do Joaquim chamando ele, ele foi ver ela, e o Gregório tirou o pau da minha boca. Levantou minha blusa, chupou meus peitos, sugava meus mamilos, eu tremia de tesão com ele chupando meus peitos, deixou eles cheios de saliva. De repente, ouvi a voz do Lalo me chamando da festa. Ajeitamos a roupa e eu desci pra ver ele. L-Cadê você, meu amor? Y-Convivendo com seus tios, a gente tava vendo o futebol e se conhecendo melhor. Eu precisava ser comida por aqueles dois coroas, mas como me livrar do meu namorado? Num momento de distração do Lalo, cheguei perto do Gregório e falei que ia embebedar o Lalo pra ele se oferecer pra me levar em casa, junto com o Joaquim. Dei tequila pro Lalo, fiquei desafiando ele a tomar rápido, ele, pra se mostrar macho na minha frente, aceitava meus desafios, sem perceber quais eram minhas verdadeiras intenções. Chegou uma hora que o Lalo não conseguia nem falar, o pai dele subiu pra deitar ele, a mãe dele se desculpou comigo. Pelo comportamento do Lalo, e ela me disse que quando eu quisesse, eles me levavam pra casa. Não quis passar vergonha e esperei mais uma hora, onde conversei com as primas do Lalo. Quando deu a hora, falei pra minha sogra que já queria ir embora. Imediatamente, o Gregório disse que ele me levava com prazer. Não contei que a esposa dele falou que ia junto. Gregório me olhou desesperado, e ficou aquele silêncio estranho até que o avô do Lalo interrompeu a situação dizendo que ele me levava. Eu falei pra ele não se incomodar, mas ele e a esposa insistiram. Pensei: "agora sim, fiquei sem sexo nenhum". O senhor, que se chamava Mateo, se levantou e me disse: "Quando você quiser". A esposa dele pediu pra ele não correr com o carro. Pelo visto, só ele ia me levar. Saímos pra ir até o carro dele, era um BMW muito bonito. Muito educadamente, ele abriu a porta pra mim, se virou, abriu o porta-malas, tirou alguma coisa, mas não vi o que era. Entrou no carro e começou a dirigir. Me perguntou como eu e o Lalo nos conhecemos. Fui contando até que percebi que nunca tinha dito onde eu morava, e já estávamos em Cuautitlán Izcalli, completamente do outro lado de onde eu queria ir. — Aonde a gente vai, seu Mateo? — Aqui na frente. Mateo devia ter uns 70 anos, muito magro, cabelo completamente branco. Continuou dirigindo e, de repente, estacionou. Saiu do carro e, quando vi onde estávamos, percebi que era um hotel. — O que a gente tá fazendo aqui? — Imagino que você ficou com vontade de pau. Te vi com o Joaquim e o Gregório, e eu vou gozar o que você começou com eles. Pelo visto, ele nos viu. Não tinha como me defender, ia ter que fazer com ele, porque não queria que o Lalo descobrisse que a namorada dele era uma puta. Mateo me olhou e disse: — Não vou te forçar. Se quiser que a gente vá embora, é só falar. — Seu Mateo, peça um quarto que hoje à noite a gente fode. Ele pediu o quarto e foi me buscar no carro. Perguntei o que ele tinha tirado do porta-malas, e ele respondeu que era um pote com comprimidos de viagra. Caminhamos até o quarto. No corredor, ouvimos... Uma mulher gritando e gemendo, olha pro Mateo e toca na minha buceta, a gente continua andando pro quarto, quando chegamos e ele abriu a porta, me carregou, me levou no colo até a cama. Ele beijou minha mão e acariciou meu rosto. Olhei pra ele e falei: E—se você vai me comer, então acho que posso te tratar por tu. M—Claro Pamela, me fala como quiser, como você é gostosa. Ele tomou o remédio dele, e eu tirei a roupa, pedi pra ele fazer o mesmo, ele tirou a roupa, o pau dele era bem normal, uns 16 cm, e uns 6 cm de grossura, mas me dava muito tesão que uma pessoa tão velha quisesse me comer. Puxei ele pelo pau até a cama, e fazendo cara de santinha falei: E—você quer que eu chupe ele? M—Sim, quero sentir seus lábios doces no meu pau. Enquanto falava isso, ele me olhou de um jeito tão lindo, o olhar dele era cheio de esperança mais do que luxúria, só consegui pensar em dar um tempo incrível pra ele. Beijei a ponta do pau dele, e ele suspirou, me senti feliz por aquele suspiro, tava dando alegria pra um velhinho. Dei uns beijos na ponta dele, e depois, passei minha língua pelas bolas dele dando um massagem, aí passei minha língua por todo o tronco dele várias vezes, fazia isso devagar, não queria que ele gozasse antes de me penetrar. Ele me olhava e sorria, acariciou minha cabeça e me puxou pro pau dele, queria que eu já colocasse na boca, e foi o que fiz, coloquei mas não usei a língua, só masturbei ele com a boca, umas quantas vezes, depois sem tirar aquele pau da boca, passei minha língua pela cabeça dele, ele começou a gemer muito forte, o pau dele pulsava rapidão, então tirei da boca, pra ele descansar. Ele sentou na cama, peguei a cabeça dele e aproximei das minhas tetas. E—chupa elas. Ele passou a língua áspera, e depois mordeu elas, enquanto chupava um mamilo puxava o outro. Me excita quando fazem isso e comecei a gemer. Ele enfiou um dedo na minha buceta e procurou meu clitóris, acariciou ele com suavidade, eu gostava da sensação mas teria sido melhor se o dedo mexesse rápido, mas não, ele fazia tudo com muita ternura, talvez por Com a idade dela, já não era tão fácil pensar em como enlouquecer uma mulher. E — Quero você dentro de mim. Deitei e abri minhas pernas, ele se aproximou e apontou o pau pra minha buceta, eu pedi pra ele esperar eu me ajeitar e coloquei meus pés no peito dele, assim a penetração seria melhor. Ele foi metendo devagar, quando estava completamente dentro de mim, sorriu. Só me olhava, mas não se mexia. Eu comecei a me mover, de trás pra frente, cada vez mais rápido, ele continuava parado, era eu quem estava montando nele. Adorava ver que ele não reagia diante de uma buceta jovem. E — Você gosta de como eu te como? Continuei me movendo até ele gemer forte, tava difícil respirar, começou a tremer e gozar. Recuperou o fôlego sem tirar de dentro de mim, esperou o pau dele sair sozinho, se abaixou, me beijou com carinho e foi tomar banho.

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