O que vou contar aconteceu há vários anos, mas lembro como se fosse hoje. Não consigo esquecer como o dono da empresa onde meu pai trabalhava, e padrinho da minha irmã mais velha, comeu minha mãe, desvirginou minha irmã e transou com as duas ao mesmo tempo, tudo isso sem meu pai nunca descobrir.
Antes de tudo, vou contar como é composta minha família. Meu pai, que se chama Juan Carlos, é engenheiro agrônomo e trabalha para uma empresa que presta serviços agropecuários. É alto, bonito, olhos verdes, cabelo castanho com alguns fios grisalhos. Muitos dizem que me pareço com ele, porque sou alto e tenho os olhos da mesma cor. Minha mãe se chama Andrea, é missionária, descendente de poloneses. É alta e tem um corpo de dar inveja, apesar de ter sido mãe de dois filhos. Tem olhos de um azul intenso, cabelo loiro comprido até os ombros, pernas longas e bem torneadas que terminam numa bunda bem formada, e os peitos firmes fazem dela uma mulher muito gostosa. Quando anda na rua, os homens viram para olhar, mas ela parece não perceber o efeito que causa neles. E por último, minha irmã Solange é uma loira com uns olhões tão azuis quanto os da mãe e um corpo perfeito que desperta o desejo dos homens que a olham com olhos de lobo faminto.
Tendo apresentado minha família, passo a contar como fui testemunha dos vários encontros sexuais da minha mãe e da minha irmã. Tudo começou quando eu tinha 18 anos, estava cursando o último ano de uma escola técnica (são 6 anos de curso). Jorge, o dono da empresa onde papai trabalhava e amigo da família, pediu ao meu pai que organizasse um jantar na nossa casa porque queria contar boas notícias sobre a empresa, que envolviam diretamente papai. Mamãe, com a ajuda da minha irmã, preparou uma comida deliciosa. Na hora da sobremesa, Jorge pediu para encher as taças para brindar ao amigo Juan Carlos, novo sócio da empresa, por ter ganhado um contrato muito importante na província de La Pampa, ele colocou meu pai à frente do projeto e, a partir daquele momento, seria sócio com trinta por cento de participação. Meu pai ficou muito emocionado e agradeceu com um forte abraço no amigo; minha mãe e minha irmã fizeram o mesmo. Pude perceber que Jorge abraçou as duas com força, acariciando bem sutilmente os peitos delas. Comigo, ele só deu um forte aperto de mão. O contrato obrigava meu pai a se mudar para a cidade de Santa Rosa, em La Pampa, às segundas-feiras, e voltar às sextas ou sábados, dependendo das obrigações. Minha mãe começou a ter mais tempo livre, já que, com meu pai fora de casa a semana toda e a gente na escola, as horas ficavam longas e tediosas. Uma noite, durante o jantar, minha mãe comentou que gostaria de trabalhar, mesmo que fossem poucas horas. Embora ela não tivesse se formado em engenharia agronômica (era colega de Jorge e do meu pai na faculdade), tinha muito conhecimento sobre o assunto. Meu pai falaria com Jorge para dar a ela um emprego de meio período. Foi assim que ela começou na empresa e Jorge passou a frequentar mais a nossa casa, seja para trazer minha mãe de volta do trabalho ou visitar a afilhada. Quase sempre as visitas à minha irmã eram quando minha mãe não estava. Eu não prestava muita atenção, porque eles falavam da faculdade da Solange (Jorge tinha conseguido uma bolsa para ela), de como ela estava indo no curso, se era muito difícil, sobre quantos pretendentes ela tinha (minha irmã ficava vermelha porque nunca tinha tido namorado, apesar dos quase 22 anos) ou simplesmente de coisas sem importância. Da minha parte, eu me trancava no quarto para estudar ou ia para a casa do Joaquim, um vizinho que era colega de escola. Jorge era uma pessoa muito agradável, da mesma idade do meu pai. Eles se formaram juntos e começaram a trabalhar juntos na empresa do pai dele. Quando o pai morreu, como era filho único, herdou a empresa e se dedicou de corpo e alma ao trabalho. Ficou solteiro porque o Eu era apaixonado pela minha mãe, e quando ela casou com meu pai, não quis se envolver com outra mulher. Diziam que ele tinha muitas amantes, mas nenhuma conseguiu fazê-lo esquecer seu primeiro amor. Uma manhã, saí para a aula de educação física. Minha mãe estava tomando café da manhã para ir trabalhar e minha irmã estava tomando banho. A academia onde temos aula fica a três quarteirões de casa, então vou caminhando meia hora antes para bater um papo com meus amigos. Naquele dia, avisaram que o professor faltaria, então voltei para casa. Quando cheguei, vi o carro do Jorge estacionado lá fora e pensei que ele tinha vindo buscar minha mãe para levá-la ao trabalho. Mas quando cheguei na garagem, o carro da família não estava. Estranhei ele estar na minha casa sem a minha mãe, o que significava que ele estava sozinho com a minha irmã. Entrei sem fazer barulho para ver o que estavam fazendo. Ouvi vozes no quarto da Solange, então me aproximei devagar. A porta estava entreaberta, as luzes do quarto apagadas, mas a claridade que entrava pela janela me permitia ver perfeitamente o que acontecia lá dentro. Fiquei paralisado ao ver os dois nus da cintura para cima, se beijando apaixonadamente. Ela envolvia o pescoço dele com os braços, enquanto ele, com a mão direita, acariciava suavemente um peito e, com a outra, apertava a bunda dela. Estavam tão concentrados naquele beijo e, achando que estavam sozinhos, continuaram com as carícias sem perceber minha presença. Solange ajudou Jorge a tirar a calça. Dava para notar a excitação: o pau dele estava duro e fazia volume na parte da frente da cueca. Ele pediu para minha irmã se ajoelhar. Inocentemente, ela perguntou para quê. Quando ele abaixou a cueca, ficou exposto um membro enorme, que calculo ter uns 25 centímetros. E o que mais me impressionou foi a grossura daquela ferramenta terrível. Minha irmã arregalou os olhos, sem saber o que fazer. Ele, docemente, pegou a mão dela e a guiou até o pau. Ela, amedrontada, a... aprisiono na palma da mão, envolvendo-a com os dedos, e sem soltar a mão dela, começou um movimento pra frente e pra trás. Minha irmã sacou na hora o que ele queria e começou a masturbar ele. Não satisfeito, ele pediu pra ela colocar na boca. "Não sei como fazer", ela disse. Muito paciente, ele explicou pra ela abrir a boca e introduzir ele, e com a língua acariciar a ponta, chupar como se fosse um pirulito. Obediente, mas com medo, ela colocou a cabeça entre os lábios e, atrapalhada, começou a passar a língua. "Mais devagar", ele disse, "faz mais devagar, coloca e tira da boca como se fosse um sorvete". Ele era um bom professor mesmo, porque em poucos minutos minha irmã já enfiava mais da metade da pica na boca e parecia estar gostando tanto quanto o Jorge. Ficaram assim por vários minutos até que ele levantou ela com cuidado e jogou ela de costas na cama, tirou a calcinha fio dental e abriu as pernas dela, deixando à mostra uma buceta rosada, completamente depilada. Agora ele se ajoelhou e começou a beijar e passar a língua de baixo pra cima, começando pelo cu, passando pelos lábios da buceta até chegar no clitóris. Era incrível ver como minha irmã ficou excitada com as carícias que o amante dela tava dando. As duas mãos dela se agarravam nos lençóis e as pernas se enroscaram no pescoço dele, o corpo dela arqueou e a respiração ficou ofegante. Os quadris dela se moviam rápido, ela começou a gritar: "Por favor, não para! Tá me deixando louca, mas por favor, não para! Sinto que você tá chupando minha vida!" O corpo dela tremia e ela não aguentou mais, arqueou as costas e gozou longamente na boca do Jorge, que em nenhum momento tirou os lábios, mesmo sentindo o fluxo grosso que inundava e descia garganta abaixo. Solange ficou exausta, de olhos fechados, aproveitando aquele momento lindo. Jorge, sabendo que tinha minha irmã na mão dele, não perdeu a oportunidade e, abrindo as pernas dela, direcionou a ponta da pica pra entrada. da buceta dela, ela abriu os olhos assustada e pediu pra ele por favor não fazer aquilo porque era virgem e tava com medo, além disso, com o tamanho da pica que ele tinha, com certeza ia machucar ela. ele disse que iria devagar e que se ela sentisse muita dor, ele parava. acho que falou isso pra acalmar ela, mas não tinha a menor intenção de deixar escapar a oportunidade de arrebentar a pussy da minha irmã. sem mais delongas, ele empurrou e na primeira investida conseguiu enterrar a cabeça. eu ouvi um grito desesperado de dor e vi os olhos dela se encherem de lágrimas ao se sentir penetrada por aquela pica enorme. ele parou um momento, acariciou o rosto dela docemente e beijou as bochechas dela, olhando nos olhos dela com ternura, como se quisesse dar coragem. ele empurrou de novo e dessa vez conseguiu introduzir o membro até a metade, o que fez minha pobre irmã gritar de novo ao sentir aquela pica terrível rompendo o hímem dela. Jorge, sem se deixar abalar pelo choro, numa investida final enfiou a pica toda, vencendo toda a resistência da apertada e virginal caverna. minha pobre irmã se contorcia de dor, querendo escapar daquela vara grossa e comprida que estava enterrada firme na buceta dela, mas ele não deixava. tinha conseguido o objetivo dele e, conhecendo a psicologia feminina, ficou parado por alguns minutos esperando que a pussy se acostumasse com o tamanho do pau dele e que a dor que ele tava causando passasse. quando Solange se acalmou e parou de chorar, ele começou a meter e tirar lentamente a pica daquele buraco apertado. conforme os movimentos dele aceleravam, eu percebi que entrava e saía com mais facilidade. sem dúvida, com aquele instrumento enorme, ele tinha conseguido dilatar a buceta, e os fluidos naturais da excitação facilitavam o trabalho. uns gemidos fortes de prazer agora escapavam dos lábios dela, recebendo com muito prazer as investidas da pica imensa. não aguentando mais, ela teve o primeiro orgasmo dela. os gritos de dor tinham se transformado em gritos de prazer, e a partir daí eu experimentei uma sequência interminável de gozadas. Jorge, não aguentando mais a sensação gostosa que a bainha quente e molhada que mantinha seu pau preso lhe causava, enterrou até o talo, derramando por dentro sua porra quente e grossa. Um jato após o outro inundava completamente a **buceta** da minha irmã, que ao sentir a descarga poderosa somou aos anteriores um novo e interminável orgasmo. Tão intensa foi a sensação que ela chorava de felicidade. Quando finalmente os ovos do amante dela se esvaziaram, ele tirou o membro e eu pude ver o quanto a **buceta** dela estava dilatada e como saía dela uma substância rosada, mistura de fluido, sangue e porra, que escorria pelas coxas dela. Tive que me esconder porque ela se levantou com grande dificuldade para ir ao banheiro lavar suas partes íntimas doloridas pela terrível batalha que acabara de travar e da qual havia saído triunfante Jorge, que tinha conseguido desvirginar sua afilhada, despertando-a para a sexualidade. Foi a primeira de muitas outras fodas que pude ver e de como Solange foi se tornando uma **puta** experiente que satisfazia todos os desejos do seu padrinho sem-vergonha. Depois de ver como desvirginaram minha irmã, a próxima vez que os vi fodendo foi um dia que saí para educação física e na rua, na calçada da frente, vi o carro de Jorge. Me fiz de besta e continuei andando. Esperei um pouco, dei uma volta e voltei. Entrei em casa sorrateiramente, como esperava, eles estavam no quarto de Solange. Estavam fazendo um 69 furioso: ele comia a **buceta** dela com deleite e ela saboreava o pauzão, enfiando até a garganta. Assim ficaram um bom tempo até que ambos gozaram ao mesmo tempo e ambos engoliram inteira a gozada do outro. Ele não deixou escapar nem uma gota do fluido que, espasmo após espasmo, destilava a **buceta** ardente, e por seu lado ela engolia com deleite um a um os jatos de grossa e quente, porra que jorrava da cabeça do pênis monstruoso que ela tinha preso entre os lábios, parecia que os dois vinham acumulando tesão, digo pelo tempo que levaram gozando, ficaram exaustos deitados um do lado do outro se recuperando daquela batalha pesada. depois de uns dez minutos, a putinha da minha irmã começou a chupar a pica até deixar ela dura de novo, montou em cima e de uma só vez enfiou na buceta, dá pra ver que já tá bem aberta porque entrou de uma vez até o fundo, deixando só os ovos pra fora, começou uma cavalgada furiosa, gozando em poucos minutos aos gritos num orgasmo prolongado, o corpo dela tremia espasmodicamente com a cabeça jogada pra trás e os olhos fechados, aproveitando a pica que tava enfiada até o talo. mesmo depois do primeiro gozo, continuou se movendo pra cima e pra baixo, fazendo questão que o macho dela também gozasse, conseguiu o objetivo rapidinho, Jorge segurou ela pela cintura mantendo ela bem enfiada e começou a encher de porra o interior da buceta dela, ao sentir o primeiro jato, minha irmã se juntou no gozo e entre gritos de prazer e convulsões do corpo jovem, agasalhou a pica ardente com uma longa descarga de sucos que saíam do fundo do sexo dela, pra se misturar com a porra grossa que escorria da buceta a cada movimento de entra e sai, molhando por completo os ovos do amante, ficaram um em cima do outro por um tempão, achei que Jorge, tendo tido dois orgasmos, ia embora, mas me enganei, agora vinha a melhor parte. deitou minha irmã de barriga pra baixo em cima de um travesseiro, deixando a bunda dela empinada e à mercê, começou a explorar o buraco rosado com a língua, enchendo de saliva, pra depois enfiar um dedo e brincar com o esfíncter, dilatando aos poucos o buraco fechado que foi se abrindo, permitindo a entrada de mais dois dedos, minha pobre irmã reclamava sem saber que um dor maior a esperava, mandou ela ficar de quatro de quatro e molhando com bastante saliva a ponta da pica, ele enfiou no buraco dilatado. sem dúvida, a dilatação não era suficiente, porque o grito de dor que a coitada deu até me comoveu, ele literalmente tava arrombando a bunda dela. a pica ficou enfiada até a metade, ele esperou vários minutos pra deixar o cu relaxar e permitir a penetração total, que aconteceu depois de mais duas estocadas. a rola inteira entrou até o talo, ficando só os ovos pra fora. minha irmã não parava de reclamar e implorar pra ele tirar, mas depois de conseguir meter até o fundo, ele não ia parar até encher o cu dela de porra. começou um movimento suave de vai e vem, tirava até a metade pra enfiar de novo por completo. aos poucos, a dor foi passando e dando lugar ao prazer. pela cara de safada que minha irmã tava, percebi que ela tava curtindo a trepada. ela se acariciava o clitóris enquanto a pica enorme furava o cu dela. Jorge foi aumentando o ritmo até que, não aguentando mais, meteu fundo e descarregou um jorro de leite quente nos intestinos dela. cada descarga era recebida pela minha irmã com um grito de alegria. ao mesmo tempo, jorrava da buceta dela uma doce emissão, fruto do orgasmo prolongado que ela tava sentindo. passaram alguns minutos até ele tirar a pica. pude ver como escorria pelas pernas dela uma quantidade enorme de sêmen que vazava do buraco dilatado, sem que ela pudesse evitar. ela se jogou de bruços, exausta mas feliz, porque tinha experimentado novos prazeres e descoberto uma nova maneira de gozar.
Antes de tudo, vou contar como é composta minha família. Meu pai, que se chama Juan Carlos, é engenheiro agrônomo e trabalha para uma empresa que presta serviços agropecuários. É alto, bonito, olhos verdes, cabelo castanho com alguns fios grisalhos. Muitos dizem que me pareço com ele, porque sou alto e tenho os olhos da mesma cor. Minha mãe se chama Andrea, é missionária, descendente de poloneses. É alta e tem um corpo de dar inveja, apesar de ter sido mãe de dois filhos. Tem olhos de um azul intenso, cabelo loiro comprido até os ombros, pernas longas e bem torneadas que terminam numa bunda bem formada, e os peitos firmes fazem dela uma mulher muito gostosa. Quando anda na rua, os homens viram para olhar, mas ela parece não perceber o efeito que causa neles. E por último, minha irmã Solange é uma loira com uns olhões tão azuis quanto os da mãe e um corpo perfeito que desperta o desejo dos homens que a olham com olhos de lobo faminto.
Tendo apresentado minha família, passo a contar como fui testemunha dos vários encontros sexuais da minha mãe e da minha irmã. Tudo começou quando eu tinha 18 anos, estava cursando o último ano de uma escola técnica (são 6 anos de curso). Jorge, o dono da empresa onde papai trabalhava e amigo da família, pediu ao meu pai que organizasse um jantar na nossa casa porque queria contar boas notícias sobre a empresa, que envolviam diretamente papai. Mamãe, com a ajuda da minha irmã, preparou uma comida deliciosa. Na hora da sobremesa, Jorge pediu para encher as taças para brindar ao amigo Juan Carlos, novo sócio da empresa, por ter ganhado um contrato muito importante na província de La Pampa, ele colocou meu pai à frente do projeto e, a partir daquele momento, seria sócio com trinta por cento de participação. Meu pai ficou muito emocionado e agradeceu com um forte abraço no amigo; minha mãe e minha irmã fizeram o mesmo. Pude perceber que Jorge abraçou as duas com força, acariciando bem sutilmente os peitos delas. Comigo, ele só deu um forte aperto de mão. O contrato obrigava meu pai a se mudar para a cidade de Santa Rosa, em La Pampa, às segundas-feiras, e voltar às sextas ou sábados, dependendo das obrigações. Minha mãe começou a ter mais tempo livre, já que, com meu pai fora de casa a semana toda e a gente na escola, as horas ficavam longas e tediosas. Uma noite, durante o jantar, minha mãe comentou que gostaria de trabalhar, mesmo que fossem poucas horas. Embora ela não tivesse se formado em engenharia agronômica (era colega de Jorge e do meu pai na faculdade), tinha muito conhecimento sobre o assunto. Meu pai falaria com Jorge para dar a ela um emprego de meio período. Foi assim que ela começou na empresa e Jorge passou a frequentar mais a nossa casa, seja para trazer minha mãe de volta do trabalho ou visitar a afilhada. Quase sempre as visitas à minha irmã eram quando minha mãe não estava. Eu não prestava muita atenção, porque eles falavam da faculdade da Solange (Jorge tinha conseguido uma bolsa para ela), de como ela estava indo no curso, se era muito difícil, sobre quantos pretendentes ela tinha (minha irmã ficava vermelha porque nunca tinha tido namorado, apesar dos quase 22 anos) ou simplesmente de coisas sem importância. Da minha parte, eu me trancava no quarto para estudar ou ia para a casa do Joaquim, um vizinho que era colega de escola. Jorge era uma pessoa muito agradável, da mesma idade do meu pai. Eles se formaram juntos e começaram a trabalhar juntos na empresa do pai dele. Quando o pai morreu, como era filho único, herdou a empresa e se dedicou de corpo e alma ao trabalho. Ficou solteiro porque o Eu era apaixonado pela minha mãe, e quando ela casou com meu pai, não quis se envolver com outra mulher. Diziam que ele tinha muitas amantes, mas nenhuma conseguiu fazê-lo esquecer seu primeiro amor. Uma manhã, saí para a aula de educação física. Minha mãe estava tomando café da manhã para ir trabalhar e minha irmã estava tomando banho. A academia onde temos aula fica a três quarteirões de casa, então vou caminhando meia hora antes para bater um papo com meus amigos. Naquele dia, avisaram que o professor faltaria, então voltei para casa. Quando cheguei, vi o carro do Jorge estacionado lá fora e pensei que ele tinha vindo buscar minha mãe para levá-la ao trabalho. Mas quando cheguei na garagem, o carro da família não estava. Estranhei ele estar na minha casa sem a minha mãe, o que significava que ele estava sozinho com a minha irmã. Entrei sem fazer barulho para ver o que estavam fazendo. Ouvi vozes no quarto da Solange, então me aproximei devagar. A porta estava entreaberta, as luzes do quarto apagadas, mas a claridade que entrava pela janela me permitia ver perfeitamente o que acontecia lá dentro. Fiquei paralisado ao ver os dois nus da cintura para cima, se beijando apaixonadamente. Ela envolvia o pescoço dele com os braços, enquanto ele, com a mão direita, acariciava suavemente um peito e, com a outra, apertava a bunda dela. Estavam tão concentrados naquele beijo e, achando que estavam sozinhos, continuaram com as carícias sem perceber minha presença. Solange ajudou Jorge a tirar a calça. Dava para notar a excitação: o pau dele estava duro e fazia volume na parte da frente da cueca. Ele pediu para minha irmã se ajoelhar. Inocentemente, ela perguntou para quê. Quando ele abaixou a cueca, ficou exposto um membro enorme, que calculo ter uns 25 centímetros. E o que mais me impressionou foi a grossura daquela ferramenta terrível. Minha irmã arregalou os olhos, sem saber o que fazer. Ele, docemente, pegou a mão dela e a guiou até o pau. Ela, amedrontada, a... aprisiono na palma da mão, envolvendo-a com os dedos, e sem soltar a mão dela, começou um movimento pra frente e pra trás. Minha irmã sacou na hora o que ele queria e começou a masturbar ele. Não satisfeito, ele pediu pra ela colocar na boca. "Não sei como fazer", ela disse. Muito paciente, ele explicou pra ela abrir a boca e introduzir ele, e com a língua acariciar a ponta, chupar como se fosse um pirulito. Obediente, mas com medo, ela colocou a cabeça entre os lábios e, atrapalhada, começou a passar a língua. "Mais devagar", ele disse, "faz mais devagar, coloca e tira da boca como se fosse um sorvete". Ele era um bom professor mesmo, porque em poucos minutos minha irmã já enfiava mais da metade da pica na boca e parecia estar gostando tanto quanto o Jorge. Ficaram assim por vários minutos até que ele levantou ela com cuidado e jogou ela de costas na cama, tirou a calcinha fio dental e abriu as pernas dela, deixando à mostra uma buceta rosada, completamente depilada. Agora ele se ajoelhou e começou a beijar e passar a língua de baixo pra cima, começando pelo cu, passando pelos lábios da buceta até chegar no clitóris. Era incrível ver como minha irmã ficou excitada com as carícias que o amante dela tava dando. As duas mãos dela se agarravam nos lençóis e as pernas se enroscaram no pescoço dele, o corpo dela arqueou e a respiração ficou ofegante. Os quadris dela se moviam rápido, ela começou a gritar: "Por favor, não para! Tá me deixando louca, mas por favor, não para! Sinto que você tá chupando minha vida!" O corpo dela tremia e ela não aguentou mais, arqueou as costas e gozou longamente na boca do Jorge, que em nenhum momento tirou os lábios, mesmo sentindo o fluxo grosso que inundava e descia garganta abaixo. Solange ficou exausta, de olhos fechados, aproveitando aquele momento lindo. Jorge, sabendo que tinha minha irmã na mão dele, não perdeu a oportunidade e, abrindo as pernas dela, direcionou a ponta da pica pra entrada. da buceta dela, ela abriu os olhos assustada e pediu pra ele por favor não fazer aquilo porque era virgem e tava com medo, além disso, com o tamanho da pica que ele tinha, com certeza ia machucar ela. ele disse que iria devagar e que se ela sentisse muita dor, ele parava. acho que falou isso pra acalmar ela, mas não tinha a menor intenção de deixar escapar a oportunidade de arrebentar a pussy da minha irmã. sem mais delongas, ele empurrou e na primeira investida conseguiu enterrar a cabeça. eu ouvi um grito desesperado de dor e vi os olhos dela se encherem de lágrimas ao se sentir penetrada por aquela pica enorme. ele parou um momento, acariciou o rosto dela docemente e beijou as bochechas dela, olhando nos olhos dela com ternura, como se quisesse dar coragem. ele empurrou de novo e dessa vez conseguiu introduzir o membro até a metade, o que fez minha pobre irmã gritar de novo ao sentir aquela pica terrível rompendo o hímem dela. Jorge, sem se deixar abalar pelo choro, numa investida final enfiou a pica toda, vencendo toda a resistência da apertada e virginal caverna. minha pobre irmã se contorcia de dor, querendo escapar daquela vara grossa e comprida que estava enterrada firme na buceta dela, mas ele não deixava. tinha conseguido o objetivo dele e, conhecendo a psicologia feminina, ficou parado por alguns minutos esperando que a pussy se acostumasse com o tamanho do pau dele e que a dor que ele tava causando passasse. quando Solange se acalmou e parou de chorar, ele começou a meter e tirar lentamente a pica daquele buraco apertado. conforme os movimentos dele aceleravam, eu percebi que entrava e saía com mais facilidade. sem dúvida, com aquele instrumento enorme, ele tinha conseguido dilatar a buceta, e os fluidos naturais da excitação facilitavam o trabalho. uns gemidos fortes de prazer agora escapavam dos lábios dela, recebendo com muito prazer as investidas da pica imensa. não aguentando mais, ela teve o primeiro orgasmo dela. os gritos de dor tinham se transformado em gritos de prazer, e a partir daí eu experimentei uma sequência interminável de gozadas. Jorge, não aguentando mais a sensação gostosa que a bainha quente e molhada que mantinha seu pau preso lhe causava, enterrou até o talo, derramando por dentro sua porra quente e grossa. Um jato após o outro inundava completamente a **buceta** da minha irmã, que ao sentir a descarga poderosa somou aos anteriores um novo e interminável orgasmo. Tão intensa foi a sensação que ela chorava de felicidade. Quando finalmente os ovos do amante dela se esvaziaram, ele tirou o membro e eu pude ver o quanto a **buceta** dela estava dilatada e como saía dela uma substância rosada, mistura de fluido, sangue e porra, que escorria pelas coxas dela. Tive que me esconder porque ela se levantou com grande dificuldade para ir ao banheiro lavar suas partes íntimas doloridas pela terrível batalha que acabara de travar e da qual havia saído triunfante Jorge, que tinha conseguido desvirginar sua afilhada, despertando-a para a sexualidade. Foi a primeira de muitas outras fodas que pude ver e de como Solange foi se tornando uma **puta** experiente que satisfazia todos os desejos do seu padrinho sem-vergonha. Depois de ver como desvirginaram minha irmã, a próxima vez que os vi fodendo foi um dia que saí para educação física e na rua, na calçada da frente, vi o carro de Jorge. Me fiz de besta e continuei andando. Esperei um pouco, dei uma volta e voltei. Entrei em casa sorrateiramente, como esperava, eles estavam no quarto de Solange. Estavam fazendo um 69 furioso: ele comia a **buceta** dela com deleite e ela saboreava o pauzão, enfiando até a garganta. Assim ficaram um bom tempo até que ambos gozaram ao mesmo tempo e ambos engoliram inteira a gozada do outro. Ele não deixou escapar nem uma gota do fluido que, espasmo após espasmo, destilava a **buceta** ardente, e por seu lado ela engolia com deleite um a um os jatos de grossa e quente, porra que jorrava da cabeça do pênis monstruoso que ela tinha preso entre os lábios, parecia que os dois vinham acumulando tesão, digo pelo tempo que levaram gozando, ficaram exaustos deitados um do lado do outro se recuperando daquela batalha pesada. depois de uns dez minutos, a putinha da minha irmã começou a chupar a pica até deixar ela dura de novo, montou em cima e de uma só vez enfiou na buceta, dá pra ver que já tá bem aberta porque entrou de uma vez até o fundo, deixando só os ovos pra fora, começou uma cavalgada furiosa, gozando em poucos minutos aos gritos num orgasmo prolongado, o corpo dela tremia espasmodicamente com a cabeça jogada pra trás e os olhos fechados, aproveitando a pica que tava enfiada até o talo. mesmo depois do primeiro gozo, continuou se movendo pra cima e pra baixo, fazendo questão que o macho dela também gozasse, conseguiu o objetivo rapidinho, Jorge segurou ela pela cintura mantendo ela bem enfiada e começou a encher de porra o interior da buceta dela, ao sentir o primeiro jato, minha irmã se juntou no gozo e entre gritos de prazer e convulsões do corpo jovem, agasalhou a pica ardente com uma longa descarga de sucos que saíam do fundo do sexo dela, pra se misturar com a porra grossa que escorria da buceta a cada movimento de entra e sai, molhando por completo os ovos do amante, ficaram um em cima do outro por um tempão, achei que Jorge, tendo tido dois orgasmos, ia embora, mas me enganei, agora vinha a melhor parte. deitou minha irmã de barriga pra baixo em cima de um travesseiro, deixando a bunda dela empinada e à mercê, começou a explorar o buraco rosado com a língua, enchendo de saliva, pra depois enfiar um dedo e brincar com o esfíncter, dilatando aos poucos o buraco fechado que foi se abrindo, permitindo a entrada de mais dois dedos, minha pobre irmã reclamava sem saber que um dor maior a esperava, mandou ela ficar de quatro de quatro e molhando com bastante saliva a ponta da pica, ele enfiou no buraco dilatado. sem dúvida, a dilatação não era suficiente, porque o grito de dor que a coitada deu até me comoveu, ele literalmente tava arrombando a bunda dela. a pica ficou enfiada até a metade, ele esperou vários minutos pra deixar o cu relaxar e permitir a penetração total, que aconteceu depois de mais duas estocadas. a rola inteira entrou até o talo, ficando só os ovos pra fora. minha irmã não parava de reclamar e implorar pra ele tirar, mas depois de conseguir meter até o fundo, ele não ia parar até encher o cu dela de porra. começou um movimento suave de vai e vem, tirava até a metade pra enfiar de novo por completo. aos poucos, a dor foi passando e dando lugar ao prazer. pela cara de safada que minha irmã tava, percebi que ela tava curtindo a trepada. ela se acariciava o clitóris enquanto a pica enorme furava o cu dela. Jorge foi aumentando o ritmo até que, não aguentando mais, meteu fundo e descarregou um jorro de leite quente nos intestinos dela. cada descarga era recebida pela minha irmã com um grito de alegria. ao mesmo tempo, jorrava da buceta dela uma doce emissão, fruto do orgasmo prolongado que ela tava sentindo. passaram alguns minutos até ele tirar a pica. pude ver como escorria pelas pernas dela uma quantidade enorme de sêmen que vazava do buraco dilatado, sem que ela pudesse evitar. ela se jogou de bruços, exausta mas feliz, porque tinha experimentado novos prazeres e descoberto uma nova maneira de gozar.
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