E aí, galera, beleza? Como prometi, tô continuando postando as histórias com minha inquilina favorita (que na real é a única, né). Pra quem quer ficar por dentro, a primeira parte já tá lá. E pra quem já viu a primeira parte, lá vai a segunda...
**1 – O que rolou depois da foda**
Depois que a gente meteu, ficamos conversando mais um pouco. Ela ficou me pedindo pra não contar nada pra ninguém e, principalmente, pra não encher o saco dela na frente do Cristian, porque ela não curtia essas paradas. Eu falei pra ela ficar tranquila, que eu também não queria confusão, e se descobrissem ia dar uma merda gigante.
Enquanto eu terminava de me vestir, ela acendeu um cigarro. Dava pra ver que ela tava nervosa pra caralho. Eu olhei pra ela e, na hora, agarrei ela pela cintura e comecei a beijar ela de novo. Nessa altura, ela ainda tava pelada, só de calcinha.
**ELA:** Bom, já era, né. Chega.
**EU:** Mais um pouquinho, vai.
**ELA:** Naaah, já deu.
**EU:** Ainda tem um pouco de porra pra tirar.
**ELA:** (começou a rir pra caralho) Com tudo que você gozou, ainda tem mais?
**ELA:** Nunca vou, né? (risos)
**ELA:** Já era, tenho que ir buscar a minha filha.
**EU:** Como assim vai ficar assim? Pensei que você queria mais um pouco.
**ELA:** Não, porque tenho que ir tomar banho, fiquei toda suja.
**EU:** Pô, é só um pouco de porra.
**ELA:** E você também, seu safado, gozou tudo dentro.
**EU:** E você não falou nada.
**ELA:** É, a gente perde a cabeça na hora, né?
**EU:** Hahahaha
**ELA:** Olha, eu não tomo anticoncepcional nem nada, hein?
**ELA:** Vai ter que assumir, eeeeh haha
**EU:** Não seja besta.
**ELA:** Tô zoando, haha
**ELA:** Só faltava essa.
**EU:** Vamos brincar com isso não, eu...
**ELA:** Tô zoando, fica tranquilo. Tá tudo bem com isso, senão eu não faria uma putaria dessas.
**ELA:** Mas eu quero ir tomar banho, porque depois fica aquele melado na buceta, sabe?
**EU:** Vai lá então. E lembra: não conta pra ninguém.
**ELA:** Relaxa, não quero que o Cristian me dê uma surra, haha.
A gente se beijou mais um pouco, ela disse que tinha curtido pra caralho, e eu fui embora.
Depois disso, esfriou tudo. Nas poucas vezes que a gente se via, era só um "oi" e "tchau", como antes, como se nada tivesse acontecido. Vale lembrar que eu evitava ela, não... Eu queria atravessar, tinha uns dois dias pra consertar a porta e toda vez que precisava sair, ficava escutando pela parede pra saber se ela não estava e aí eu saía. 2- Os dias foram passando e chegou a hora de ver qual era a de Cristian. Se eu evitava ela, imagina o Cristian. Passaram os dias e eu tava andando cagado de medo dele, não tinha me cruzado mais com ele nesses dias e era estranho porque todo dia ele me ligava pra queimar uns becks ou tomar alguma coisa. Mais ou menos no terceiro dia, de tarde, cai uma mensagem dele, dizendo que queria falar comigo. O cagaço que eu tava era tremendo, já tinha feito o filme inteiro na cabeça de que ela tinha contado tudo. Meu maior medo era porque eles brigavam feio às vezes (dava pra ouvir todos os gritos sempre), eu imaginava que ele ia tá me esperando com uma faca ou algo assim hahaha. Nem respondi a mensagem e uns 15 minutos mais ou menos ele começou a me ligar, eu saí e já esperava o pior. CRISTIAN: E aí, tudo bem? EU: Tudo bem, por sorte. CRISTIAN: Te mandei mensagem, bolado. EU: Justo ia te responder, o que foi? CRISTIAN: Queria te fazer uma pergunta. EU: Pode falar (tava pálido de medo). CRISTIAN: Viu que você tem que colocar a porta, bom, queria te perguntar se você quer que eu faço o serviço. *Minha alma voltou pro corpo* EU: Sim, mano, caiu do céu. CRISTIAN: Pô, massa, a gente faz o serviço amanhã. CRISTIAN: Não é que me incomode de você passar pela sala, mas justo tava precisando de uma grana. EU: Pode deixar, firme. Depois disso ele colocou a porta e praticamente não tive mais contato com ela e pouco com ele, a gente se cruzava no quintal que compartilhávamos ou quando via eles na calçada. Com ela, as vezes que a gente se via no quintal era um oi e às vezes a gente conversava sobre as tretas do bairro, mas a situação era estranha porque parecia que nunca tinha acontecido nada. 3- A briga entre eles foi o começo de outra foda. Já tinham passado vários meses e continuava tudo igual, zero clima com ela. Não vou negar que ainda tinha vontade dela, inclusive várias vezes tinha me masturbado pensando nela, principalmente nos dias que a via em No pátio lavando roupa e ficava dando voltas, mas ela nem aí. Um dia eu tinha acordado lá pelas 9, tinha tomado café e tava vendo besteiras no YouTube, acho que os melhores gols do Messi ou alguma bobagem assim... Aí escuto ela me chamando, primeiro pensei que tinha chegado alguma coisa no correio ou algo assim, abri a porta (tenho duas portas, a primeira dá pro pátio e a segunda pra rua) abro a porta e vejo ela lá no final do corredor que liga ao pátio.
ELA: Como tá?
EU: Tudo bem, o que foi?
ELA: Podemos conversar um pouco?
EU: Pode, o que foi?
ELA: Posso entrar?
EU: Pode entrar, sem problema.
Quando ela mal cruzou a porta e eu fechei, pensei comigo: essa é minha, ela quer rola, tá entregue.
EU: Senta aí.
EU: Espera um pouco que vou ao banheiro.
Fui correndo ao banheiro mijar e lavar o pau (por via das dúvidas). Voltei do banheiro e sentei na mesa de frente pra ela.
EU: Tudo bem? Qual é?
ELA: Te falo a verdade, tudo ruim.
EU: Uuh, qual é, o que aconteceu?
ELA: Ficou uma merda com o outro. De noite ouvi que tinham discutido pra caralho, mas não sabia como tava a situação.
ELA: Eu vim te avisar que vou pra casa do meu pai com a Chiara, cansei do outro.
EU: Nossa, que merda, mas o que rolou? *Eu tava paranóico que fosse por causa do que a gente tinha feito*
ELA: Ele me enche o saco, me chama de vagabunda, joga na minha cara que ele trabalha e eu não faço nada.
ELA: Eu crio a filha dele, faço a comida, lavo as roupas e ele vem com essa babaquice.
ELA: Até aqui eu aguentei.
EU: Que merda, mas fica tranquila que passa.
ELA: Não, já era, vou meter o pé com a menina.
ELA: Eu queria te pedir um favor.
ELA: Desculpa te procurar, mas não tenho mais pra quem pedir.
ELA: Se você puder me dar uma grana pra eu ir embora até me ajeitar, porque o outro não tem um puto e eu quero vazar.
ELA: O outro pra droga tem, mas pra filha não.
EU: Olha, eu não tenho problema, mas se ele descobrir que eu te dei, vai vir me encher o saco.
ELA: Não, fica tranquilo que não falo nada, digo que meu pai me deu.
ELA: Eu quando receber o dinheiro da... Mina, te passo na hora. Desde o momento que ela falou da grana, minha cabeça já começou a pensar: "tenho que aproveitar isso, ela tá desesperada, puta com o Cristian, não posso ser otário de não me aproveitar".
EU: Não se estressa pra me devolver a grana, podemos acertar como você quiser, de qualquer jeito.
ELA: Não entendi.
EU: Digo, podemos acertar de outro jeito, se você quiser.
ELA: Acho que você tá me confundindo com outra, isso não rola comigo.
ELA: Eu vim te pedir na moral porque preciso de uma mão.
EU: Já sei, boba. Tô dizendo que não precisa me devolver a grana.
ELA: Eu vou devolver, sim. Se peço, devolvo.
EU: Tô falando mais pra fazer o que a gente sabe.
ELA: Hahahaha, você é foda, hein.
EU: E se me deixar louco?
ELA: Como vou te deixar louco se nem te dou bola?
EU: É você que tá fazendo difícil.
ELA: Nah, tá tudo bem, o que passou, passou.
EU: Viu que é você?
ELA: Nah, tá tudo bem.
EU: E bom, a gente tá os dois sozinhos aqui, meu quarto é logo ali.
ELA: Você é foda, hein.
EU: Não quer conhecer minha cama?
ELA: Olha, te falo a verdade, minha cabeça tá em outra agora, sério.
EU: Viu que te falo que é você que não quer?
ELA: Nah, você sabe que não fico de enrolação, mas agora não dá.
EU: Para de sofrer pelo outro e aproveita.
EU: Uma boa foda é o que você precisa, resolve tudo.
ELA: E faz como se eu não tivesse te falado nada.
EU: Então tira a vontade, não seja boba.
Aí já comecei a beijar ela. No começo ela não queria, virava o rosto, mas depois começou a mandar língua também...
ELA: Não, para, segura, não dá, sério.
Aí já puxei o pau pra fora na cara dela.
ELA: Você é mau, hein.
ELA: Já tá bem duro, safado.
Nesse momento ela se levantou e falou:
ELA: Nah, além de tudo tô suja.
ELA: Eu vim por aquele favor, só. Se puder, tudo bem, se não, já era.
EU: E o meu favor? Hahaha.
ELA: Você só quer isso, só pensa em foder.
EU: Favor por favor, vamos.
EU: Foda-se a grana e de quebra a gente transa.
ELA: Vai aguentar ou não?
EU: Se entregar, sim.
ELA: Bom, espera que vou tomar um banho.
EU: Que enrolação é essa, você vai e não volta mais.
ELA: Nah, você sabe que não enrolo.
Já a... Nessa altura eu já sabia que ela tava me enrolando e só queria a grana. Era óbvio que ela pegava a grana e depois inventava alguma desculpa pra não transar naquele dia. Aí pensei: preciso tirar alguma coisa dela.
EU: Eu confio, mas você não vai vir.
ELA: Sim, cara.
EU: Vamos fazer o seguinte: foda-se a grana e eu tiro uma foto sua.
ELA: Que foto?
EU: Alguma foto bem sacana.
ELA: Não, essa aí não, esquece.
ELA: Eu tomo banho e a gente transa.
EU: Vai, doida, só dos peitos, nada mais.
ELA: Não, essa aí não rola pra mim, já sei como é.
ELA: Depois você mostra pra todo mundo.
EU: Doida, que isso. Se eu digo que não mostro, não mostro. É pra mim.
ELA: E pra que você quer?
EU: Pra uma punheta, já que você vai vazar e nunca mais.
EU: Só dos peitos, sem mostrar seu rosto.
ELA: Você sai com cada uma também, hein.
ELA: Arranja uma namorada, haha.
EU: Vai, cara, só uma, só.
ELA: Tá bom, mas sério, pra ninguém, tô te falando.
EU: Esquece, além de só os peitos, nem seu rosto vai aparecer.
ELA: Sim, mas se o Cristian ver, ele vai sacar que sou eu.
EU: Nem fodendo, eu me arrisco. É só pra mim.
ELA: Tá bom, vai.
Na hora ela sentou, tirou um peito e depois o outro por cima do decote. Nem fudendo que eu me segurei e comecei a chupar eles, estavam pra explodir.
ELA: Calma, era só uma foto.
EU: Sim, vai.
Peguei o celular e só tirei a foto.
Aqui eu mostro pra vocês, tapei o colar por precaução.
ELA: bom, pronto foi ELA: me passa a grana? Te passo se quiser pra você me transferir EU: viu que você tava me dando papo, queria a grana e não ia entregar ELA: não, e agora já era, você queria a foto só né hahaha EU: bom, mas tira mais ELA: não, o que mais você quer? EU: uma chupando meu pau ou da bunda ELA: tá louco você, nunca fiz isso nem vou fazer EU: da bunda nunca tirou uma? ELA: sim, isso sim, do outro tô falando EU: e pra quem você tirou foto da bunda? ELA: não, o Cristian me tirava da bunda, mas depois a gente apagava EU: e bom, agora pra mim ELA: não, já foi, vamos transar melhor ELA: tomo banho e venho, você me transfere EU: bom, vamos lá, confio em você Peguei o celular e transferi, ela me disse vou e volto ELA: um rapidinho mesmo, hein EU: sim, sim ELA: bom, tomo banho e venho EU: vamos lá, e a foto do boquete também, hein ELA: não enche com isso EU: da bunda sim, não seja má ELA: vamos ver ELA: já volto Ela foi, tinha passado meia hora e nada, eu pensava comigo mesmo essa não vem mais, mandei uma mensagem e ela respondeu que já vinha, que eu aguentasse. Sentei pra ver TV de novo e aí sinto que batem na porta devagarinho EU: pensei que você não ia vir ELA: eu não dou papo EU: bom, entra que vou te fazer conhecer minha cama, vamos lá ELA: assim e o que você quer fazer comigo aí? EU: te deixar toda cheia de porra como da outra vez ELA: ai, meu dono, com o que eu gosto da sua porra em cima de mim Fomos pro quarto e logo comecei a apalpar toda a bunda dela, desci a calça e ela tinha uma calcinha fio dental preta, não tão pequena como da outra vez, mas tô pouco me fodendo, a única coisa que queria era chupar ela toda... Começamos a nos beijar de língua EU: como você me deixa louco, putinha ELA: você a mim, o dia todo penso em você, meu dono EU: papo furado *Enquanto a gente se beijava tipo selinho* ELA: sabe as vezes que pensava em você enquanto o Cristian me comia? Meio que fiquei pensando nesse momento, mas a tesão me venceu e tô pouco me fodendo pro que ela tinha soltado ELA: vamos pra cama EU: vamos lá *Enquanto ela começava a tirar tudo* ELA: aí te trouxe o que me pediste EU: que coisa? (Achei que tinha trazido camisinha ou algo assim) ELA: a foto que você me pediu EU: não seja má, sério? EU: eu ia tirar aqui ELA: nem pensar ELA: tirei lá no banheiro, olha só Peguei o celular e não entrava, ela tinha tirado fotos no banheiro EU: bom, passa o celular ELA: bom, mas pra ninguém, hein
Eu cubro o rosto dela por razões óbvias, embora o único que poderia perceber que é ela seja o Cristian, porque a vimos pelada só nós dois mesmo, ou talvez outro, vai saber.
A calcinha que eu tava falando, não é fio dental mas dava pro gasto. Não é um rabão mas senta como ninguém. Seguindo... ELA: gostou? EU: maluco EU: agora falta. Me lambendo todo ELA: essa aí nem fodendo 4- Final da trepada, homenagem ao Cristian. Beijo vai, beijo vem, ficamos os dois pelados EU: por onde a gente começa, negona? Fala você ELA: faz o que você quiser comigo EU: põe de quatro, vai, vadia do caralho ELA: tô assim EU: isso, assim mesmo EU: que vadia dada você é Aí mesmo comecei a chupar o cu dela, ela ficou doida, rebolava a bunda tipo menê enquanto eu chupava o cu (dessa vez tava limpo) ELA: assim, filho da puta, assim, me come todinha EU: tava precisando disso, né? ELA: sim, meu dono Aí sem rodeios e de quatro, enfiei o pau, entrou de boa, bem devagar mas até o fundo, a buceta dela tava fervendo EU: assim que você gosta, negona ELA: todinha, meu dono, todinha EU: fala do Cristian ELA: deixa aquele otário pra lá EU: aquele corno te faz passar raiva? ELA: sim EU: o pau dele é melhor ou o meu? ELA: o seu, meu dono EU: o pau de quem é maior? ELA: o seu EU: o dele é pequeno? Ela começou a rir pra caralho e disse: não seja mau, não me desconcentra Depois disso seguimos um tempo sem falar porque era só meter sem parar, aí fizemos um 69 mas nada pra detalhar, só chupando mesmo... Fiz de perninha no ombro, ela adora porque diz que sente mais o pau e depois veio nossa posição favorita, missionário... A gente gosta porque é onde a gente mais se olha e é onde sabemos que vamos gozar Já na posição, começamos devagarinho mas bem fundo enquanto a gente conversava EU: sabia que ia te comer no final EU: você é uma vadia mesmo ELA: viu que sou vadia? EU: agora por dinheiro você se entrega, bem vadia mesmo ELA: sua vadia EU: só minha? ELA: só sua EU: e o Cristian? ELA: já era aquele otário EU: agora você me tem EU: eu vou te tratar como você merece Aí ela pirou, começou a apertar pra caralho, se contorcia toda, ver ela gozar é uma loucura sinceramente, sabia que era por ali, deixava ela doida fazer ela se sentir amada
EU: vou te tratar como uma rainha, você
ELA: assim, meu amo?
EU: você merece, negra, você é a melhor de todas
ELA: te amo, meu amo
Esse comentário foi meio impactante, mas meio que eu estava esperando que ela me dissesse isso. Depois entendi que foi pelo momento de tesão e pelo quanto ela estava mal com o Cristian
EU: eu também, minha negra
EU: você é minha
ELA: sim, sua
Assim comecei a bombar mais rápido, ela estava quase acabando também. Quando senti que estava pra gozar, tirei o pau rápido e, apertando pra não sair a porra, coloquei o pau na cara dela e joguei toda a porra na cara
EU: limpa tudo, vai
EU: gostou do que eu fiz?
ELA: demais
Ela se levantou e foi limpar a cara no banheiro, voltou...
EU: e como foi?
ELA: esse foi melhor que o outro, te digo
EU: verdade mesmo
ELA: eu precisava de uma foda
Ela se trocou, me deu um beijo e disse: depois a gente continua conversando.
Bom, gente, assim foi o segundo transão com a jermu do meu inquilino, espero que tenham gostado e deem carinho.
Para o próximo relato, deixo que vocês decidam...
3ª parte com a negra: fim de ano bebendo com os dois, ele se embebedou e acabou apagando. Já imaginam o que fizemos com a negra depois?
Levei a jermu do meu parceiro de trabalho, o gordinho Jorge: aquele típico otário que acha que é melhor que os outros. Ele foi pescar e a jermu foi dançar (inclui chat com a jermu)
**1 – O que rolou depois da foda**
Depois que a gente meteu, ficamos conversando mais um pouco. Ela ficou me pedindo pra não contar nada pra ninguém e, principalmente, pra não encher o saco dela na frente do Cristian, porque ela não curtia essas paradas. Eu falei pra ela ficar tranquila, que eu também não queria confusão, e se descobrissem ia dar uma merda gigante.
Enquanto eu terminava de me vestir, ela acendeu um cigarro. Dava pra ver que ela tava nervosa pra caralho. Eu olhei pra ela e, na hora, agarrei ela pela cintura e comecei a beijar ela de novo. Nessa altura, ela ainda tava pelada, só de calcinha.
**ELA:** Bom, já era, né. Chega.
**EU:** Mais um pouquinho, vai.
**ELA:** Naaah, já deu.
**EU:** Ainda tem um pouco de porra pra tirar.
**ELA:** (começou a rir pra caralho) Com tudo que você gozou, ainda tem mais?
**ELA:** Nunca vou, né? (risos)
**ELA:** Já era, tenho que ir buscar a minha filha.
**EU:** Como assim vai ficar assim? Pensei que você queria mais um pouco.
**ELA:** Não, porque tenho que ir tomar banho, fiquei toda suja.
**EU:** Pô, é só um pouco de porra.
**ELA:** E você também, seu safado, gozou tudo dentro.
**EU:** E você não falou nada.
**ELA:** É, a gente perde a cabeça na hora, né?
**EU:** Hahahaha
**ELA:** Olha, eu não tomo anticoncepcional nem nada, hein?
**ELA:** Vai ter que assumir, eeeeh haha
**EU:** Não seja besta.
**ELA:** Tô zoando, haha
**ELA:** Só faltava essa.
**EU:** Vamos brincar com isso não, eu...
**ELA:** Tô zoando, fica tranquilo. Tá tudo bem com isso, senão eu não faria uma putaria dessas.
**ELA:** Mas eu quero ir tomar banho, porque depois fica aquele melado na buceta, sabe?
**EU:** Vai lá então. E lembra: não conta pra ninguém.
**ELA:** Relaxa, não quero que o Cristian me dê uma surra, haha.
A gente se beijou mais um pouco, ela disse que tinha curtido pra caralho, e eu fui embora.
Depois disso, esfriou tudo. Nas poucas vezes que a gente se via, era só um "oi" e "tchau", como antes, como se nada tivesse acontecido. Vale lembrar que eu evitava ela, não... Eu queria atravessar, tinha uns dois dias pra consertar a porta e toda vez que precisava sair, ficava escutando pela parede pra saber se ela não estava e aí eu saía. 2- Os dias foram passando e chegou a hora de ver qual era a de Cristian. Se eu evitava ela, imagina o Cristian. Passaram os dias e eu tava andando cagado de medo dele, não tinha me cruzado mais com ele nesses dias e era estranho porque todo dia ele me ligava pra queimar uns becks ou tomar alguma coisa. Mais ou menos no terceiro dia, de tarde, cai uma mensagem dele, dizendo que queria falar comigo. O cagaço que eu tava era tremendo, já tinha feito o filme inteiro na cabeça de que ela tinha contado tudo. Meu maior medo era porque eles brigavam feio às vezes (dava pra ouvir todos os gritos sempre), eu imaginava que ele ia tá me esperando com uma faca ou algo assim hahaha. Nem respondi a mensagem e uns 15 minutos mais ou menos ele começou a me ligar, eu saí e já esperava o pior. CRISTIAN: E aí, tudo bem? EU: Tudo bem, por sorte. CRISTIAN: Te mandei mensagem, bolado. EU: Justo ia te responder, o que foi? CRISTIAN: Queria te fazer uma pergunta. EU: Pode falar (tava pálido de medo). CRISTIAN: Viu que você tem que colocar a porta, bom, queria te perguntar se você quer que eu faço o serviço. *Minha alma voltou pro corpo* EU: Sim, mano, caiu do céu. CRISTIAN: Pô, massa, a gente faz o serviço amanhã. CRISTIAN: Não é que me incomode de você passar pela sala, mas justo tava precisando de uma grana. EU: Pode deixar, firme. Depois disso ele colocou a porta e praticamente não tive mais contato com ela e pouco com ele, a gente se cruzava no quintal que compartilhávamos ou quando via eles na calçada. Com ela, as vezes que a gente se via no quintal era um oi e às vezes a gente conversava sobre as tretas do bairro, mas a situação era estranha porque parecia que nunca tinha acontecido nada. 3- A briga entre eles foi o começo de outra foda. Já tinham passado vários meses e continuava tudo igual, zero clima com ela. Não vou negar que ainda tinha vontade dela, inclusive várias vezes tinha me masturbado pensando nela, principalmente nos dias que a via em No pátio lavando roupa e ficava dando voltas, mas ela nem aí. Um dia eu tinha acordado lá pelas 9, tinha tomado café e tava vendo besteiras no YouTube, acho que os melhores gols do Messi ou alguma bobagem assim... Aí escuto ela me chamando, primeiro pensei que tinha chegado alguma coisa no correio ou algo assim, abri a porta (tenho duas portas, a primeira dá pro pátio e a segunda pra rua) abro a porta e vejo ela lá no final do corredor que liga ao pátio.
ELA: Como tá?
EU: Tudo bem, o que foi?
ELA: Podemos conversar um pouco?
EU: Pode, o que foi?
ELA: Posso entrar?
EU: Pode entrar, sem problema.
Quando ela mal cruzou a porta e eu fechei, pensei comigo: essa é minha, ela quer rola, tá entregue.
EU: Senta aí.
EU: Espera um pouco que vou ao banheiro.
Fui correndo ao banheiro mijar e lavar o pau (por via das dúvidas). Voltei do banheiro e sentei na mesa de frente pra ela.
EU: Tudo bem? Qual é?
ELA: Te falo a verdade, tudo ruim.
EU: Uuh, qual é, o que aconteceu?
ELA: Ficou uma merda com o outro. De noite ouvi que tinham discutido pra caralho, mas não sabia como tava a situação.
ELA: Eu vim te avisar que vou pra casa do meu pai com a Chiara, cansei do outro.
EU: Nossa, que merda, mas o que rolou? *Eu tava paranóico que fosse por causa do que a gente tinha feito*
ELA: Ele me enche o saco, me chama de vagabunda, joga na minha cara que ele trabalha e eu não faço nada.
ELA: Eu crio a filha dele, faço a comida, lavo as roupas e ele vem com essa babaquice.
ELA: Até aqui eu aguentei.
EU: Que merda, mas fica tranquila que passa.
ELA: Não, já era, vou meter o pé com a menina.
ELA: Eu queria te pedir um favor.
ELA: Desculpa te procurar, mas não tenho mais pra quem pedir.
ELA: Se você puder me dar uma grana pra eu ir embora até me ajeitar, porque o outro não tem um puto e eu quero vazar.
ELA: O outro pra droga tem, mas pra filha não.
EU: Olha, eu não tenho problema, mas se ele descobrir que eu te dei, vai vir me encher o saco.
ELA: Não, fica tranquilo que não falo nada, digo que meu pai me deu.
ELA: Eu quando receber o dinheiro da... Mina, te passo na hora. Desde o momento que ela falou da grana, minha cabeça já começou a pensar: "tenho que aproveitar isso, ela tá desesperada, puta com o Cristian, não posso ser otário de não me aproveitar".
EU: Não se estressa pra me devolver a grana, podemos acertar como você quiser, de qualquer jeito.
ELA: Não entendi.
EU: Digo, podemos acertar de outro jeito, se você quiser.
ELA: Acho que você tá me confundindo com outra, isso não rola comigo.
ELA: Eu vim te pedir na moral porque preciso de uma mão.
EU: Já sei, boba. Tô dizendo que não precisa me devolver a grana.
ELA: Eu vou devolver, sim. Se peço, devolvo.
EU: Tô falando mais pra fazer o que a gente sabe.
ELA: Hahahaha, você é foda, hein.
EU: E se me deixar louco?
ELA: Como vou te deixar louco se nem te dou bola?
EU: É você que tá fazendo difícil.
ELA: Nah, tá tudo bem, o que passou, passou.
EU: Viu que é você?
ELA: Nah, tá tudo bem.
EU: E bom, a gente tá os dois sozinhos aqui, meu quarto é logo ali.
ELA: Você é foda, hein.
EU: Não quer conhecer minha cama?
ELA: Olha, te falo a verdade, minha cabeça tá em outra agora, sério.
EU: Viu que te falo que é você que não quer?
ELA: Nah, você sabe que não fico de enrolação, mas agora não dá.
EU: Para de sofrer pelo outro e aproveita.
EU: Uma boa foda é o que você precisa, resolve tudo.
ELA: E faz como se eu não tivesse te falado nada.
EU: Então tira a vontade, não seja boba.
Aí já comecei a beijar ela. No começo ela não queria, virava o rosto, mas depois começou a mandar língua também...
ELA: Não, para, segura, não dá, sério.
Aí já puxei o pau pra fora na cara dela.
ELA: Você é mau, hein.
ELA: Já tá bem duro, safado.
Nesse momento ela se levantou e falou:
ELA: Nah, além de tudo tô suja.
ELA: Eu vim por aquele favor, só. Se puder, tudo bem, se não, já era.
EU: E o meu favor? Hahaha.
ELA: Você só quer isso, só pensa em foder.
EU: Favor por favor, vamos.
EU: Foda-se a grana e de quebra a gente transa.
ELA: Vai aguentar ou não?
EU: Se entregar, sim.
ELA: Bom, espera que vou tomar um banho.
EU: Que enrolação é essa, você vai e não volta mais.
ELA: Nah, você sabe que não enrolo.
Já a... Nessa altura eu já sabia que ela tava me enrolando e só queria a grana. Era óbvio que ela pegava a grana e depois inventava alguma desculpa pra não transar naquele dia. Aí pensei: preciso tirar alguma coisa dela.
EU: Eu confio, mas você não vai vir.
ELA: Sim, cara.
EU: Vamos fazer o seguinte: foda-se a grana e eu tiro uma foto sua.
ELA: Que foto?
EU: Alguma foto bem sacana.
ELA: Não, essa aí não, esquece.
ELA: Eu tomo banho e a gente transa.
EU: Vai, doida, só dos peitos, nada mais.
ELA: Não, essa aí não rola pra mim, já sei como é.
ELA: Depois você mostra pra todo mundo.
EU: Doida, que isso. Se eu digo que não mostro, não mostro. É pra mim.
ELA: E pra que você quer?
EU: Pra uma punheta, já que você vai vazar e nunca mais.
EU: Só dos peitos, sem mostrar seu rosto.
ELA: Você sai com cada uma também, hein.
ELA: Arranja uma namorada, haha.
EU: Vai, cara, só uma, só.
ELA: Tá bom, mas sério, pra ninguém, tô te falando.
EU: Esquece, além de só os peitos, nem seu rosto vai aparecer.
ELA: Sim, mas se o Cristian ver, ele vai sacar que sou eu.
EU: Nem fodendo, eu me arrisco. É só pra mim.
ELA: Tá bom, vai.
Na hora ela sentou, tirou um peito e depois o outro por cima do decote. Nem fudendo que eu me segurei e comecei a chupar eles, estavam pra explodir.
ELA: Calma, era só uma foto.
EU: Sim, vai.
Peguei o celular e só tirei a foto.
Aqui eu mostro pra vocês, tapei o colar por precaução.
ELA: bom, pronto foi ELA: me passa a grana? Te passo se quiser pra você me transferir EU: viu que você tava me dando papo, queria a grana e não ia entregar ELA: não, e agora já era, você queria a foto só né hahaha EU: bom, mas tira mais ELA: não, o que mais você quer? EU: uma chupando meu pau ou da bunda ELA: tá louco você, nunca fiz isso nem vou fazer EU: da bunda nunca tirou uma? ELA: sim, isso sim, do outro tô falando EU: e pra quem você tirou foto da bunda? ELA: não, o Cristian me tirava da bunda, mas depois a gente apagava EU: e bom, agora pra mim ELA: não, já foi, vamos transar melhor ELA: tomo banho e venho, você me transfere EU: bom, vamos lá, confio em você Peguei o celular e transferi, ela me disse vou e volto ELA: um rapidinho mesmo, hein EU: sim, sim ELA: bom, tomo banho e venho EU: vamos lá, e a foto do boquete também, hein ELA: não enche com isso EU: da bunda sim, não seja má ELA: vamos ver ELA: já volto Ela foi, tinha passado meia hora e nada, eu pensava comigo mesmo essa não vem mais, mandei uma mensagem e ela respondeu que já vinha, que eu aguentasse. Sentei pra ver TV de novo e aí sinto que batem na porta devagarinho EU: pensei que você não ia vir ELA: eu não dou papo EU: bom, entra que vou te fazer conhecer minha cama, vamos lá ELA: assim e o que você quer fazer comigo aí? EU: te deixar toda cheia de porra como da outra vez ELA: ai, meu dono, com o que eu gosto da sua porra em cima de mim Fomos pro quarto e logo comecei a apalpar toda a bunda dela, desci a calça e ela tinha uma calcinha fio dental preta, não tão pequena como da outra vez, mas tô pouco me fodendo, a única coisa que queria era chupar ela toda... Começamos a nos beijar de língua EU: como você me deixa louco, putinha ELA: você a mim, o dia todo penso em você, meu dono EU: papo furado *Enquanto a gente se beijava tipo selinho* ELA: sabe as vezes que pensava em você enquanto o Cristian me comia? Meio que fiquei pensando nesse momento, mas a tesão me venceu e tô pouco me fodendo pro que ela tinha soltado ELA: vamos pra cama EU: vamos lá *Enquanto ela começava a tirar tudo* ELA: aí te trouxe o que me pediste EU: que coisa? (Achei que tinha trazido camisinha ou algo assim) ELA: a foto que você me pediu EU: não seja má, sério? EU: eu ia tirar aqui ELA: nem pensar ELA: tirei lá no banheiro, olha só Peguei o celular e não entrava, ela tinha tirado fotos no banheiro EU: bom, passa o celular ELA: bom, mas pra ninguém, hein
Eu cubro o rosto dela por razões óbvias, embora o único que poderia perceber que é ela seja o Cristian, porque a vimos pelada só nós dois mesmo, ou talvez outro, vai saber.
A calcinha que eu tava falando, não é fio dental mas dava pro gasto. Não é um rabão mas senta como ninguém. Seguindo... ELA: gostou? EU: maluco EU: agora falta. Me lambendo todo ELA: essa aí nem fodendo 4- Final da trepada, homenagem ao Cristian. Beijo vai, beijo vem, ficamos os dois pelados EU: por onde a gente começa, negona? Fala você ELA: faz o que você quiser comigo EU: põe de quatro, vai, vadia do caralho ELA: tô assim EU: isso, assim mesmo EU: que vadia dada você é Aí mesmo comecei a chupar o cu dela, ela ficou doida, rebolava a bunda tipo menê enquanto eu chupava o cu (dessa vez tava limpo) ELA: assim, filho da puta, assim, me come todinha EU: tava precisando disso, né? ELA: sim, meu dono Aí sem rodeios e de quatro, enfiei o pau, entrou de boa, bem devagar mas até o fundo, a buceta dela tava fervendo EU: assim que você gosta, negona ELA: todinha, meu dono, todinha EU: fala do Cristian ELA: deixa aquele otário pra lá EU: aquele corno te faz passar raiva? ELA: sim EU: o pau dele é melhor ou o meu? ELA: o seu, meu dono EU: o pau de quem é maior? ELA: o seu EU: o dele é pequeno? Ela começou a rir pra caralho e disse: não seja mau, não me desconcentra Depois disso seguimos um tempo sem falar porque era só meter sem parar, aí fizemos um 69 mas nada pra detalhar, só chupando mesmo... Fiz de perninha no ombro, ela adora porque diz que sente mais o pau e depois veio nossa posição favorita, missionário... A gente gosta porque é onde a gente mais se olha e é onde sabemos que vamos gozar Já na posição, começamos devagarinho mas bem fundo enquanto a gente conversava EU: sabia que ia te comer no final EU: você é uma vadia mesmo ELA: viu que sou vadia? EU: agora por dinheiro você se entrega, bem vadia mesmo ELA: sua vadia EU: só minha? ELA: só sua EU: e o Cristian? ELA: já era aquele otário EU: agora você me tem EU: eu vou te tratar como você merece Aí ela pirou, começou a apertar pra caralho, se contorcia toda, ver ela gozar é uma loucura sinceramente, sabia que era por ali, deixava ela doida fazer ela se sentir amada EU: vou te tratar como uma rainha, você
ELA: assim, meu amo?
EU: você merece, negra, você é a melhor de todas
ELA: te amo, meu amo
Esse comentário foi meio impactante, mas meio que eu estava esperando que ela me dissesse isso. Depois entendi que foi pelo momento de tesão e pelo quanto ela estava mal com o Cristian
EU: eu também, minha negra
EU: você é minha
ELA: sim, sua
Assim comecei a bombar mais rápido, ela estava quase acabando também. Quando senti que estava pra gozar, tirei o pau rápido e, apertando pra não sair a porra, coloquei o pau na cara dela e joguei toda a porra na cara
EU: limpa tudo, vai
EU: gostou do que eu fiz?
ELA: demais
Ela se levantou e foi limpar a cara no banheiro, voltou...
EU: e como foi?
ELA: esse foi melhor que o outro, te digo
EU: verdade mesmo
ELA: eu precisava de uma foda
Ela se trocou, me deu um beijo e disse: depois a gente continua conversando.
Bom, gente, assim foi o segundo transão com a jermu do meu inquilino, espero que tenham gostado e deem carinho.
Para o próximo relato, deixo que vocês decidam...
3ª parte com a negra: fim de ano bebendo com os dois, ele se embebedou e acabou apagando. Já imaginam o que fizemos com a negra depois?
Levei a jermu do meu parceiro de trabalho, o gordinho Jorge: aquele típico otário que acha que é melhor que os outros. Ele foi pescar e a jermu foi dançar (inclui chat com a jermu)
17 comentários - Comi a mulher do meu inquilino 2 (com fotos)