Parte 1 http://m.poringa.net/posts/relatos/4665010/Claudia-la-vecina-caliente-parte-1.html
Aquela noite não consegui dormir direito, a ansiedade de saber que em algumas horas ia ter ela nos meus braços me deu uma insônia inesperada. Totalmente duro e a Cris dormindo do lado, se eu tivesse coragem de fazer algo sem pensar, eu descontava a vontade que tava sentindo pela Claudia nela, mas ela só dormia que nem uma morsa.
Naquela manhã acordei lá pelas 10, e assim que desbloqueei o celular pra ver as horas, vejo um WhatsApp dela, que me acordou na hora. Ela no banheiro, debaixo do chuveiro, corpo todo molhado, apertando os peitos, e na legenda da foto a seguinte frase:
- Bom dia, gostoso, anexo uma fotinha pra alimentar os ratinhos e um fogo...
Chocante pra quem acabou de acordar, mas aproveitei a ereção matinal e respondi a foto dela com uma da minha rola bem dura.
- Tô louco pra minha rola deslizar entre esses peitos lindos, e fica tranquila, que a máquina tá a todo vapor, bebona...
Pouco depois ela respondeu com um emoji babando, e só.
Levantei pra tomar café, tentei puxar uma conversa normal com a Cris, mas não consegui acompanhar o assunto, minha cabeça tava em outro lugar. As horas pareciam não passar, a Cris foi trabalhar, era 13:15 e recebo uma mensagem da Clau:
- Vem, não vamos perder tempo, que as horas passam rápido.
Respondi um "já vou" ansioso. Por sorte a gente morava quase colado, então depois de olhar bem pra todos os lados e ver que ninguém tava olhando, bati na porta dela sem hesitar.
Ela abriu, me fez entrar rápido.
- Oi vizinho, boa tarde, disse sorrindo, entra e senta, vou terminar umas coisinhas e já tô contigo...
Sentei na sala um pouco nervoso, mas já tava tudo resolvido... Uns minutos depois ela apareceu se apoiando na porta, só de lingerie, sutiã bem apertado com transparência, onde os bicos dos peitos apontavam pra mim, e uma calcinha fio dental bem pequena, que claramente era de um tamanho menor do que o dela, porque parecia que ia escapar por todos os lados. costados, sua gordinha... usa a palavra: buceta madura... —aqui estamos, bebê, vai ficar aà ou vai vir me ver mais de pertinho? Sem hesitar, levantei e fui ao encontro dela, um monumento de mulher, realmente, carnuda e voluptuosa como eu gosto, sem roupa muito mais gostosa do que o normal... Buscou minha boca rapidamente, enfiando a lÃngua, entrelaçando com a minha, beijo com excesso de umidade, enquanto a mão dela, safada, acariciava meu volume. Dava apertões leves, deslizava a palma da mão do começo ao fim. —vamos ver como é que isso se sente, bebê— sussurrou, virando-se e me oferecendo aquela bunda divina, mãos apoiadas na parede e movimentos suaves de cintura. —me segura pelos quadris, me mexe no ritmo que você gosta— dizia... Subia e descia aquela bunda perfeita, mexia pros lados, curtia... —me dá uns tapinhas, bate um pouquinho, love, vai... O movimento daquelas nádegas depois de cada tapa era lindo de ver, depois de cada um, minhas mãos ficavam marcadas —ai sim, vai, outro— repetia, parecia que gostava de levar porrada. Já sem aguentar, tirei a pica e comecei a esfregar nas bochechas dela, molhando com um pré-gozo já excessivo. —nossa, bebê, que molhadinha que tá, você tá me encharcando a bunda pequena... A voz de puta dela me tirava deste planeta, brincar com aquela bunda era ganhar o céu que nunca mereci... Ela se endireitou e se jogou em cima de mim de costas, pegou minhas mãos e levou pros peitões dela. —faz uns carinhos aqui, papi, vai— entre gemidos, exclamou a princesa... O sutiã era incrÃvel ao toque, minhas mãos inquietas se perdiam entre os melões dela, os bicos duros pareciam querer furar o tecido, até que eu puxei pra baixo e pude senti-los, eretos, comecei a beliscá-los como um desesperado... —ai, adoro, meu love, mas devagar que tão sensÃveis. Ela se jogou num dos meus ombros, o hálito quente parecia queimar meu pescoço, tava a ponto de melancia a putinha. Roça vai, roça vem, ela dá um basta na situação e pede pra eu acompanhá-la até a cama. Ela Na frente, rebolando a bunda de propósito, eu atrás, igual uma besta faminta. Ela ficou de quatro na cama, virou a cabeça e me disse: — come, é todo seu 🔥 Apoiou a barriga no colchão e empinou igual uma puta. Nem lerdo nem preguiçoso, fui atrás dela, amassando, abrindo, lambuzei de saliva, minha lÃngua tava desesperada.. Minha bruteza empurrava ela pra frente, mas ela, teimosa, se mexia pra trás pra deixar minha cara mergulhada entre aquelas duas bandas celestiais... Sem parar de beijar, eu acariciava a pussy por trás, por cima da calcinha fio dental, o calor que aquela entreperna soltava, poucas vezes senti. Virei ela de barriga pra cima, me enfiei entre as pernas dela, e comecei a lamber a pussy com a calcinha ainda no lugar... — uff, que quente que você tá, bombom, deixa eu ajudar a esfriar. Derramei saliva por cima da calcinha, encharcando ela toda, ela mexia devagar os quadris enquanto gemia e segurava a cabeça... O cheiro que aquela pussy soltava me deixava louco, então puxei a calcinha de lado, liberando aquela buceta. Carnuda, de lábios grossos, meio inchada, uma xota divina, pra falar a verdade.. — ah, se eu adoro, continua, continua, ummm 🔥 Ela apertava minha cabeça com as pernas enquanto eu me deliciava com aquele manjar, chupando, lambendo, esticando os lábios. Ela me olhava fixo, não queria perder nenhum detalhe, e isso me esquentava ainda mais. Enfiava a cara na pussy molhada, ela me pegava pela cabeça e me movia pra cima e pra baixo. — uff, adoro como você chupa, continua, não para, me faz gozar, vai. Instantes depois, os espasmos tomaram o corpo dela e um grito ensurdecedor quebrou a calma do quarto — ah sim, ahhh, adoro, amor, adoro, ahhh 🔥 O gosto dos sucos dela invadiu minha lÃngua, era realmente viciante, toda a gozada dela na minha boca, e ela olhando, curtindo ter me dado tudo... — fica aÃ, fica aÃ! Ummm assim, meu amor, não se mexe... Fiquei até o orgasmo dela acabar, uns 30 segundos de contrações fortes e gemidos de gata... Exausta. Na cama, entregue ao prazer, a noite toda tinha imaginado formas de dar prazer a ele, e estavam se realizando. — Agora é minha vez — disse ela, se mexendo ainda tremendo. Me joguei na cama, tirei a calça de uma vez com cueca e tudo, expondo minha ereção. Ela se aproximou do meu pau e começou a cheirar ele por completo, desde as bolas até a ponta, dava pra sentir o poder de sucção do nariz dela no meu tronco pulsante. — Papai, foi assim que te deixei? Humm, que pau gostoso você tem, adoro. Em seguida, abriu bem minhas pernas e se meteu no meio, pegando ele com uma das mãos e apoiando o rosto na minha barriga, me masturbava devagar enquanto sorria pra mim, sem dúvida sabia o que fazia... Ela se deitou de barriga pra baixo e começou sua aventura de lÃngua nas minhas bolas, cobrindo elas por completo com a lÃngua, molhando tudo enquanto com a mão expunha minha glande... — Humm, adoro suas bolas, amor. Só conseguia gemer, ela roubava minhas palavras, deslizou a lÃngua percorrendo todo o meu pau, até chegar na ponta, assim em cada lado, até culminar na minha glande, envolvendo ela com a lÃngua. — Humm, adoro seu gosto, bebê. Ela chupava meu pré-gozo sem parar de me olhar, até que senti a primeira sugada... Devagar, carinhosa, me arrepiou. Apertava o tronco com a mão enquanto sugava a cabeça entre risadas, morbidona total a mina... Ela abriu a bocona e começou a engolir, centÃmetro por centÃmetro, devorou meu pau com uma facilidade absurda, a testa dela batia na minha barriga, até que se jogava pra trás de repente e voltava a investir... A garganta molhada dela e o trabalho de sucção faziam minhas pernas tremerem, e ela percebia... — Humm, você gosta do jeito que eu faço, papai? — Adoro, não para 🔥 — Humm, que bom, a noite toda pensei no seu pau, e aqui estou eu, te chupando, pra falar a verdade, tá muito melhor do que na minha imaginação. Ela pegou minhas mãos e colocou na cabeça dela. — Vai, come minha boquinha, sei que você quer fazer isso, seu degenerado! Afetivamente, peguei ela pela nuca e agora o ritmo do boquete era eu quem controlava... Sacudia ela com força, fazendo com que ela engolisse engolia tudo, mesmo parando com as ânsias.. — não, não para, não te mandei parar, ânsia não importa... Então esqueci a cavalheirice e comecei a agarrar a boca dela sem piedade. A saliva dela encharcava minhas bolas e parte do colchão, algumas lágrimas borravam o rÃmel dela, a cor do rosto mudava, mas nada disso importava, ela também tava curtindo e não reclamava... Só tirava da boca pra bater na própria cara e esfregar por todo o rosto. Não era mais a mesma do começo, agora era uma loba entregue ao prazer, o olhar dela tinha mudado drasticamente e isso me deixava ainda mais tesudo... Num movimento rápido, ela levantou minhas pernas e quando me dei conta, a lÃngua dela já tava percorrendo meu cu! Não esperava, mas não ia recusar naquela altura, me entreguei completamente à s habilidades dela. Subia, descia, me penetrava com a lÃngua dura, cuspia o acúmulo de saliva, e voltava a lamber. — uff, adoro comer teu cu, adoro... — levanta tuas pernas que eu vou bater uma, vai... Fiz isso, e ela continuou trabalhando no meu cu, mas dessa vez também se dando prazer. O corpo inteiro dela tremia enquanto se masturbava rapidamente... Cena digna de filme pornô, mas na vida real... E sim, ela gozou pra caralho enquanto me comia o cu.. Até cair sem forças, rendida entre minhas pernas... — ahhh, assim, adoro ver você curtir, pussy, me deixa com muito tesão, gritava a putinha. — agora você vai me comer, né? Ela disse apertando minha cock... — claro, toda, respondi entre gemidos.. Pulou em cima de mim, esfregando a umidade dela em cima da minha cock, deslizava de cima pra baixo até que decidiu enfiar tudo pra dentro... — ummm, ah sim, do jeitinho que eu queria, meu amor... Minha glande começou a abrir caminho dentro da pussy molhada dela, a ponto de não ter chance de travar, assim que a glande entrou, automaticamente meu tronco deslizou inteiro naquela piscina linda cheia de fluido... — assim, pussy, assim, adoro, ummm, que linda que entro... E começou com movimentos lentos, tirando quase tudo e sentando de uma vez, gemendo enquanto lutava para soltar o corpete na pressa... Ao fazer isso, liberou aqueles peitos lindos na minha cara, divinos, durinhos, e começou a massageá-los ela mesma enquanto se entregava cada vez mais na cavalgada.. Minhas bolas batiam no meio da bunda dela, estralavam forte e isso me excitava ainda mais -ai sim, buceta, me come toda, me come toda siiiim, adoro.. -ufff como esse pau entra e sai, que gostoso que eu sinto, bebê! Doida em cima de mim, não parava de se mexer, levei minhas mãos até o quadril dela pra ela rebolar um pouco mais enquanto tentava recuperar o fôlego.. Não satisfeita em rebolar, abri bem as pernas dela pra nossos sexos baterem ainda mais -ai buceta, como você abre minhas pernas, adoro, sinto você ainda mais, me abre, me abre mais, siiiim 🔥 Se jogou no meu peito meio exausta, esse foi o sinal pra começar a meter com força Me agarrei bem nas costas dela pra me impulsionar ainda mais fundo nela Os gritos dela doÃam meus ouvidos, e ao mesmo tempo me incentivavam a penetrar com mais força, eu tava solto. Mantive o ritmo por vários minutos até que um grito rasgado me fez parar um pouco -ah de novo, de novo!! Você me fez gozar de novo, filho da puta, siiiim, ahhhhhh 🔥🔥🔥 Tudo tava saindo melhor do que o planejado, eu tava tendo uma trepada gostosa com a vizinha que tanto queria... Mas pra minha surpresa, ainda faltava muito mais...
Aquela noite não consegui dormir direito, a ansiedade de saber que em algumas horas ia ter ela nos meus braços me deu uma insônia inesperada. Totalmente duro e a Cris dormindo do lado, se eu tivesse coragem de fazer algo sem pensar, eu descontava a vontade que tava sentindo pela Claudia nela, mas ela só dormia que nem uma morsa.
Naquela manhã acordei lá pelas 10, e assim que desbloqueei o celular pra ver as horas, vejo um WhatsApp dela, que me acordou na hora. Ela no banheiro, debaixo do chuveiro, corpo todo molhado, apertando os peitos, e na legenda da foto a seguinte frase:
- Bom dia, gostoso, anexo uma fotinha pra alimentar os ratinhos e um fogo...
Chocante pra quem acabou de acordar, mas aproveitei a ereção matinal e respondi a foto dela com uma da minha rola bem dura.
- Tô louco pra minha rola deslizar entre esses peitos lindos, e fica tranquila, que a máquina tá a todo vapor, bebona...
Pouco depois ela respondeu com um emoji babando, e só.
Levantei pra tomar café, tentei puxar uma conversa normal com a Cris, mas não consegui acompanhar o assunto, minha cabeça tava em outro lugar. As horas pareciam não passar, a Cris foi trabalhar, era 13:15 e recebo uma mensagem da Clau:
- Vem, não vamos perder tempo, que as horas passam rápido.
Respondi um "já vou" ansioso. Por sorte a gente morava quase colado, então depois de olhar bem pra todos os lados e ver que ninguém tava olhando, bati na porta dela sem hesitar.
Ela abriu, me fez entrar rápido.
- Oi vizinho, boa tarde, disse sorrindo, entra e senta, vou terminar umas coisinhas e já tô contigo...
Sentei na sala um pouco nervoso, mas já tava tudo resolvido... Uns minutos depois ela apareceu se apoiando na porta, só de lingerie, sutiã bem apertado com transparência, onde os bicos dos peitos apontavam pra mim, e uma calcinha fio dental bem pequena, que claramente era de um tamanho menor do que o dela, porque parecia que ia escapar por todos os lados. costados, sua gordinha... usa a palavra: buceta madura... —aqui estamos, bebê, vai ficar aà ou vai vir me ver mais de pertinho? Sem hesitar, levantei e fui ao encontro dela, um monumento de mulher, realmente, carnuda e voluptuosa como eu gosto, sem roupa muito mais gostosa do que o normal... Buscou minha boca rapidamente, enfiando a lÃngua, entrelaçando com a minha, beijo com excesso de umidade, enquanto a mão dela, safada, acariciava meu volume. Dava apertões leves, deslizava a palma da mão do começo ao fim. —vamos ver como é que isso se sente, bebê— sussurrou, virando-se e me oferecendo aquela bunda divina, mãos apoiadas na parede e movimentos suaves de cintura. —me segura pelos quadris, me mexe no ritmo que você gosta— dizia... Subia e descia aquela bunda perfeita, mexia pros lados, curtia... —me dá uns tapinhas, bate um pouquinho, love, vai... O movimento daquelas nádegas depois de cada tapa era lindo de ver, depois de cada um, minhas mãos ficavam marcadas —ai sim, vai, outro— repetia, parecia que gostava de levar porrada. Já sem aguentar, tirei a pica e comecei a esfregar nas bochechas dela, molhando com um pré-gozo já excessivo. —nossa, bebê, que molhadinha que tá, você tá me encharcando a bunda pequena... A voz de puta dela me tirava deste planeta, brincar com aquela bunda era ganhar o céu que nunca mereci... Ela se endireitou e se jogou em cima de mim de costas, pegou minhas mãos e levou pros peitões dela. —faz uns carinhos aqui, papi, vai— entre gemidos, exclamou a princesa... O sutiã era incrÃvel ao toque, minhas mãos inquietas se perdiam entre os melões dela, os bicos duros pareciam querer furar o tecido, até que eu puxei pra baixo e pude senti-los, eretos, comecei a beliscá-los como um desesperado... —ai, adoro, meu love, mas devagar que tão sensÃveis. Ela se jogou num dos meus ombros, o hálito quente parecia queimar meu pescoço, tava a ponto de melancia a putinha. Roça vai, roça vem, ela dá um basta na situação e pede pra eu acompanhá-la até a cama. Ela Na frente, rebolando a bunda de propósito, eu atrás, igual uma besta faminta. Ela ficou de quatro na cama, virou a cabeça e me disse: — come, é todo seu 🔥 Apoiou a barriga no colchão e empinou igual uma puta. Nem lerdo nem preguiçoso, fui atrás dela, amassando, abrindo, lambuzei de saliva, minha lÃngua tava desesperada.. Minha bruteza empurrava ela pra frente, mas ela, teimosa, se mexia pra trás pra deixar minha cara mergulhada entre aquelas duas bandas celestiais... Sem parar de beijar, eu acariciava a pussy por trás, por cima da calcinha fio dental, o calor que aquela entreperna soltava, poucas vezes senti. Virei ela de barriga pra cima, me enfiei entre as pernas dela, e comecei a lamber a pussy com a calcinha ainda no lugar... — uff, que quente que você tá, bombom, deixa eu ajudar a esfriar. Derramei saliva por cima da calcinha, encharcando ela toda, ela mexia devagar os quadris enquanto gemia e segurava a cabeça... O cheiro que aquela pussy soltava me deixava louco, então puxei a calcinha de lado, liberando aquela buceta. Carnuda, de lábios grossos, meio inchada, uma xota divina, pra falar a verdade.. — ah, se eu adoro, continua, continua, ummm 🔥 Ela apertava minha cabeça com as pernas enquanto eu me deliciava com aquele manjar, chupando, lambendo, esticando os lábios. Ela me olhava fixo, não queria perder nenhum detalhe, e isso me esquentava ainda mais. Enfiava a cara na pussy molhada, ela me pegava pela cabeça e me movia pra cima e pra baixo. — uff, adoro como você chupa, continua, não para, me faz gozar, vai. Instantes depois, os espasmos tomaram o corpo dela e um grito ensurdecedor quebrou a calma do quarto — ah sim, ahhh, adoro, amor, adoro, ahhh 🔥 O gosto dos sucos dela invadiu minha lÃngua, era realmente viciante, toda a gozada dela na minha boca, e ela olhando, curtindo ter me dado tudo... — fica aÃ, fica aÃ! Ummm assim, meu amor, não se mexe... Fiquei até o orgasmo dela acabar, uns 30 segundos de contrações fortes e gemidos de gata... Exausta. Na cama, entregue ao prazer, a noite toda tinha imaginado formas de dar prazer a ele, e estavam se realizando. — Agora é minha vez — disse ela, se mexendo ainda tremendo. Me joguei na cama, tirei a calça de uma vez com cueca e tudo, expondo minha ereção. Ela se aproximou do meu pau e começou a cheirar ele por completo, desde as bolas até a ponta, dava pra sentir o poder de sucção do nariz dela no meu tronco pulsante. — Papai, foi assim que te deixei? Humm, que pau gostoso você tem, adoro. Em seguida, abriu bem minhas pernas e se meteu no meio, pegando ele com uma das mãos e apoiando o rosto na minha barriga, me masturbava devagar enquanto sorria pra mim, sem dúvida sabia o que fazia... Ela se deitou de barriga pra baixo e começou sua aventura de lÃngua nas minhas bolas, cobrindo elas por completo com a lÃngua, molhando tudo enquanto com a mão expunha minha glande... — Humm, adoro suas bolas, amor. Só conseguia gemer, ela roubava minhas palavras, deslizou a lÃngua percorrendo todo o meu pau, até chegar na ponta, assim em cada lado, até culminar na minha glande, envolvendo ela com a lÃngua. — Humm, adoro seu gosto, bebê. Ela chupava meu pré-gozo sem parar de me olhar, até que senti a primeira sugada... Devagar, carinhosa, me arrepiou. Apertava o tronco com a mão enquanto sugava a cabeça entre risadas, morbidona total a mina... Ela abriu a bocona e começou a engolir, centÃmetro por centÃmetro, devorou meu pau com uma facilidade absurda, a testa dela batia na minha barriga, até que se jogava pra trás de repente e voltava a investir... A garganta molhada dela e o trabalho de sucção faziam minhas pernas tremerem, e ela percebia... — Humm, você gosta do jeito que eu faço, papai? — Adoro, não para 🔥 — Humm, que bom, a noite toda pensei no seu pau, e aqui estou eu, te chupando, pra falar a verdade, tá muito melhor do que na minha imaginação. Ela pegou minhas mãos e colocou na cabeça dela. — Vai, come minha boquinha, sei que você quer fazer isso, seu degenerado! Afetivamente, peguei ela pela nuca e agora o ritmo do boquete era eu quem controlava... Sacudia ela com força, fazendo com que ela engolisse engolia tudo, mesmo parando com as ânsias.. — não, não para, não te mandei parar, ânsia não importa... Então esqueci a cavalheirice e comecei a agarrar a boca dela sem piedade. A saliva dela encharcava minhas bolas e parte do colchão, algumas lágrimas borravam o rÃmel dela, a cor do rosto mudava, mas nada disso importava, ela também tava curtindo e não reclamava... Só tirava da boca pra bater na própria cara e esfregar por todo o rosto. Não era mais a mesma do começo, agora era uma loba entregue ao prazer, o olhar dela tinha mudado drasticamente e isso me deixava ainda mais tesudo... Num movimento rápido, ela levantou minhas pernas e quando me dei conta, a lÃngua dela já tava percorrendo meu cu! Não esperava, mas não ia recusar naquela altura, me entreguei completamente à s habilidades dela. Subia, descia, me penetrava com a lÃngua dura, cuspia o acúmulo de saliva, e voltava a lamber. — uff, adoro comer teu cu, adoro... — levanta tuas pernas que eu vou bater uma, vai... Fiz isso, e ela continuou trabalhando no meu cu, mas dessa vez também se dando prazer. O corpo inteiro dela tremia enquanto se masturbava rapidamente... Cena digna de filme pornô, mas na vida real... E sim, ela gozou pra caralho enquanto me comia o cu.. Até cair sem forças, rendida entre minhas pernas... — ahhh, assim, adoro ver você curtir, pussy, me deixa com muito tesão, gritava a putinha. — agora você vai me comer, né? Ela disse apertando minha cock... — claro, toda, respondi entre gemidos.. Pulou em cima de mim, esfregando a umidade dela em cima da minha cock, deslizava de cima pra baixo até que decidiu enfiar tudo pra dentro... — ummm, ah sim, do jeitinho que eu queria, meu amor... Minha glande começou a abrir caminho dentro da pussy molhada dela, a ponto de não ter chance de travar, assim que a glande entrou, automaticamente meu tronco deslizou inteiro naquela piscina linda cheia de fluido... — assim, pussy, assim, adoro, ummm, que linda que entro... E começou com movimentos lentos, tirando quase tudo e sentando de uma vez, gemendo enquanto lutava para soltar o corpete na pressa... Ao fazer isso, liberou aqueles peitos lindos na minha cara, divinos, durinhos, e começou a massageá-los ela mesma enquanto se entregava cada vez mais na cavalgada.. Minhas bolas batiam no meio da bunda dela, estralavam forte e isso me excitava ainda mais -ai sim, buceta, me come toda, me come toda siiiim, adoro.. -ufff como esse pau entra e sai, que gostoso que eu sinto, bebê! Doida em cima de mim, não parava de se mexer, levei minhas mãos até o quadril dela pra ela rebolar um pouco mais enquanto tentava recuperar o fôlego.. Não satisfeita em rebolar, abri bem as pernas dela pra nossos sexos baterem ainda mais -ai buceta, como você abre minhas pernas, adoro, sinto você ainda mais, me abre, me abre mais, siiiim 🔥 Se jogou no meu peito meio exausta, esse foi o sinal pra começar a meter com força Me agarrei bem nas costas dela pra me impulsionar ainda mais fundo nela Os gritos dela doÃam meus ouvidos, e ao mesmo tempo me incentivavam a penetrar com mais força, eu tava solto. Mantive o ritmo por vários minutos até que um grito rasgado me fez parar um pouco -ah de novo, de novo!! Você me fez gozar de novo, filho da puta, siiiim, ahhhhhh 🔥🔥🔥 Tudo tava saindo melhor do que o planejado, eu tava tendo uma trepada gostosa com a vizinha que tanto queria... Mas pra minha surpresa, ainda faltava muito mais...
0 comentários - Clau, a vizinha gostosa parte 2 🔥