Bom, vou contar uma situação que estou vivendo agora mesmo e ainda não sei como vai terminar. Meu nome é Gonza, tenho 46 anos, moro sozinho numa casa de três quartos em Córdoba. Minha amiga Cati tem 42, é professora de arte e a conheço desde que éramos moleques. Sempre fomos como irmãos: mesmos grupos, mesmas baladas, mesmas ressacas. Nunca aconteceu nada além de algum olhar demorado ou uma insinuação idiota quando estávamos bêbados. Numa terça ela me liga e me diz que terminou com o namorado e que precisava de um lugar por uns dias. Fui buscá-la. Chegou com uma mochila pequena e os olhos arrebentados de tanto chorar. Cati é baixinha, corpo compacto, peitos uma delícia e um bundão redondo que sempre se destacou. Linda de um jeito que nunca soube olhar por completo sem sentir que estava cruzando uma linha. Dei o quarto dos fundos pra ela. Jantamos algo tranquilo, puxei conversa o tempo todo pra distraí-la com bobagens e quando já era hora de dormir soltei, meio de brincadeira e meio a sério: — eu, não entra no meu quarto sem bater, tá? Eu durmo pelado. Aviso pra você saber, só isso. Ela riu e me disse "ah, caralho". Os primeiros dias foram estranhos. Ela se movia pela casa como se ainda não acreditasse que estava ali. Me pediu uma camiseta minha grande pra dormir. Algumas manhãs eu a encontrava na cozinha com a minha camiseta, que mal cobria a bunda dela, e eu não conseguia parar de pensar na fio-dental que ela teria por baixo ou até se estava pelada. Numa sexta à noite a gente começou a beber fernet como manda o figurino nessa cidade. Tomamos vários copos. Demais. Falamos de tudo e de nada, rimos como quando tínhamos vinte e terminamos meio chapados. Ela foi pro quarto dela e eu pro meu. Me despi, como sempre, e dormi. Na manhã seguinte acordei com a cabeça pesada. Levantei pelado, coloquei um short e sentei no PC pra ficar de bobeira. Pela hora, Cati já tinha ido trabalhar (dava aulas particulares aos sábados). Abro o navegador… e lá estava. WhatsApp Web aberto. A sessão da Cati.
Ela tinha esquecido de fechar. A tela mostrava os chats dela. Meu coração acelerou. Não sou de ficar olhando coisas dos outros, mas a curiosidade e o resto do Fernet me venceram.
Vi a última conversa com uma amiga. E ali estava tudo.
Fotos minhas dormindo, pelado, com o pau grosso e duro bem à vista. Ela contando pra amiga que morria de vontade de chupar ele mas não teve coragem. Que só tocou nele de leve pra liberar a cabeça, e que eu bêbado nem me mexi. Também contava que enquanto olhava meu pau duro ela se masturbou por baixo da calcinha e gozou em 2 minutos. E estava mandando as fotos enquanto contava.
Ali se confirmou algo que a Cati já sabia. Minha ex, uma vez bêbada, tinha jogado pra Cati que eu tinha um pau muito grosso e duro, insinuando um ménage. Cati mandou ela pastar porque "a gente é tipo irmãos"... mas ficou com aquela informação e pelo visto precisava confirmar. E confirmou.
Tirei fotos da conversa toda, fechei tudo.
Depois de ver aquilo meu pau ficou duro que nem pedra, pesado, latejando. Fui pro tanque, revirei a roupa suja e achei uma calcinha preta dela. Cheirei um segundo e levei pra o quarto. Coloquei ela contra o rosto enquanto batia uma punheta tremenda pensando nela se tocando enquanto eu dormia, em como gozou rápido, em como contou tudo pra amiga. Quando senti que ia gozar peguei a calcinha e enchi ela de porra. Jatos densos, quentes. Depois sequei de leve com papel, sem lavar, e coloquei de volta no meio da roupa suja. Bem escondida mas nem tanto. Na esperança de que ela perceba quando for lavar.
Agora tô aqui, sentado, com as fotos da conversa no celular.
Isso é muito recente.
Ainda não sei como ela vai reagir quando lavar a roupa.
Também não sei se vou ter coragem de falar alguma coisa... ou se vou esperar ela dar o próximo passo.
Anexo as fotos da conversa.
Vocês o que acham, o que eu faço?As fotos do whatsapp web dela:



7 comentários - Minha amiga Cati tira fotos de mim dormindo (real + fotos)