Touro de repente

Uma amiga me chamou pra ir na casa dela, um sítio nos arredores da cidade. Ia ter bastante gente na festa. A gente não se via com tanta frequência, então quando rolava, era pra valer.
Íamos passar o sábado inteiro curtindo a piscina, comendo, bebendo e dançando.
Saímos lá de casa, eu ia dirigir, então não podia beber nada de álcool. Isso não era problema. No meu grupo de amigos, eu era um dos poucos que tinha carro, então sempre era o motorista da vez nos roles.

Saímos cedo pra aproveitar o máximo do dia. Quando chegamos, já tinha um monte de gente no sítio. Outros amigos e amigas da Cari tinham sido convidados pra passar o dia. A maioria eu não conhecia. Mas a ideia era todo mundo se divertir junto. Além disso, tava com meus amigos.

Durante o dia, comemos e depois ficamos na piscina dançando e bebendo (eu não podia). A gente se divertiu pra caralho. Umas minas estavam bem animadas, dançavam entre elas e riam de tudo. Com meus amigos, fomos pra onde elas estavam pra ver se rolava algo. Ficamos um tempo com elas. Sinceramente, tava tudo de boa, mas elas não estavam dando muita bola. Meus amigos começaram a levar drinks pra elas se soltarem ainda mais. Eu não fiz isso. Além do mais, não podia beber nada.

Uma das minas, a mais quietinha, veio até mim me oferecer um copo de fernet. Falei que não podia e agradeci pelo gesto. A gente ficou conversando um pouco enquanto via meus amigos tentando seduzir as outras minas sem sucesso nenhum. Depois ela voltou pras amigas dela, e eu fui ajudar a limpar a churrasqueira e o resto.

Já tava escurecendo, meus amigos tinham desistido das minas e estavam dançando entre eles, já completamente bêbados.
Começou a esfriar um pouco. Falei pros meus amigos que já era hora de ir embora, mas eles queriam ficar mais um pouco. Eu topei, mas entrei na casa porque não tinha levado um casaco.
Fiquei ajudando a limpar um pouco. enquanto esperava meus amigos decidirem sair.
Em um momento, a mina que tinha me oferecido fernet veio ajudar e a gente voltou a conversar.

Ela: E seus amigos?

Eu: Tão lá fora, não querem ir embora.
E as suas?

E: Só ficou uma, as outras já foram...

Eu: Já vão?

E: Acho que não... daqui a pouco vamos jogar cartas quem ficou. Vocês entram?

Eu: Eu entro, mas meus amigos duvido, tão muito bêbados...

E: Minha amiga tá com um dos seus amigos, então fiquei sozinha... quer ser meu par?

Eu aceitei. Quando terminei na cozinha, fui jogar com ela.
Fizemos várias partidas e nas últimas começamos a ganhar. Ela tava cada vez mais perto de mim e cada vez que a gente ganhava, me abraçava forte. Cari, a dona da casa, tava percebendo que a gente tinha muita química, então começou a pedir pra gente se beijar logo.

Depois de insistir muito, a gente topou. Quando nossos lábios se tocaram, ela segurou minha cabeça e meteu a língua. Eu fiquei meio surpreso, mas entrei na onda e cruzei minha língua com a dela. Na hora, o pessoal da mesa começou a comemorar pra caralho e aí a gente separou as bocas e continuou jogando.

Já tinha pouca gente na casa, era bem tarde. Meus amigos apagaram no sofá.
A gente continuou jogando, mas não tava mais ganhando como antes. Cari pegou um rum envelhecido que tinha no armário e obrigava quem perdia a beber. Quando chegou minha vez de tomar, recusei, mas minha amiga insistiu: "Vai, fica pra dormir aqui, sem problema", "seus amigos já tão todos dormindo"...

Me virei e minha parceira de jogo também insistiu: "Vai, a gente fica um pessoal". Olhando firme pra ela, eu aceitei e tomei um gole longo enquanto todo mundo comemorava.

Já era muito tarde e todo mundo tava com sono. Cari jogou uns colchões na sala e foi dormir. A maioria já tinha pegado o seu e só sobrou um. A gente se olhou, eu e minha parceira, e decidimos compartilhar.
A gente dormiu na hora.
Horas depois, acordei com uma ereção do caralho. A primeira coisa que veio na minha mente foi o beijo que a gente trocou na mesa e fiquei ainda mais excitado.
Olhei pro meu lado e ela tava deitada de costas pra mim. Cruzei um braço e me encostei nela, apoiando.
Tava arriscando um pouco, mas ela não resistiu. Devagar, comecei a esfregar meu pau na bunda dela, e ela acompanhava meus movimentos.
A gente continuou por um bom tempo até que eu decidi dar o próximo passo. Desabotoei minha calça, baixei a cueca e levantei a saia dela pra sentir mais meu pau. Tinha que ser bem silencioso porque tinha gente dormindo praticamente do lado.
Encostava meu pau nas nádegas dela e ela se mexia, acariciando ele.
Fiquei louco quando, num momento, ela baixou a calcinha e levantou a bunda pra eu meter. Rapidamente, lambi meu pau e penetrei ela.
Ela suspirou fundo, tentando não fazer barulho enquanto eu começava a me mexer.
Tinha que ser bem sutil pra não acordar ninguém.
Ficamos assim por um tempão até que comecei a sentir que ia gozar. Ela gemia baixinho enquanto acompanhava meus últimos movimentos. Até que finalmente gozei dentro. Ela não se importou nada, então fiquei de boa. Fiquei um tempo dentro dela e depois guardei meu pau. Ela subiu a calcinha e continuou dormindo como se nada tivesse acontecido.
Todo mundo na casa começou a acordar. Já era hora de ir embora. Levantamos os colchões e começamos a nos preparar pra sair. Ela agia como se nada tivesse rolado, achei curioso.
Na hora de se despedir, ela insinuou que não tinha com quem ir, já que a Cari tava com o carro lotado. Na hora, me ofereci pra levar ela e ela aceitou de boa.
Fiz de tudo pra deixar ela por último no trajeto. Quando chegamos na casa dela, ela subiu em cima de mim e começou a me beijar com gosto. Quando separou os lábios dos meus, me perguntou se eu queria entrar na casa dela. Eu, obviamente, aceitei, já tava toda molhada.
Assim que entramos na casa dela, ela começou a falar: "amor, voltei, vem aqui que quero te apresentar alguém". Fiquei pasmo, achei que ela tava brincando. Mas não, apareceu um cara bem mais velho que a gente e veio me cumprimentar com um sorriso. Comecei a ficar com medo, no fundo pensei: "esses dois são loucos, vão me matar ou algo assim".
Ela continuou: "ontem à noite ele me comeu enquanto eu tava dormindo". O cara, em vez de ficar bravo, ficou com os olhos brilhando e começou a se tocar. "Você gostou? Ele tem o pau grande?" Ela perguntou. Ela pegou no meu volume e disse: "amei, ele tem do jeito que eu gosto". "Mais ainda, deixei ele gozar dentro de mim", completou enquanto continuava me acariciando o pau.
Obviamente, minha ereção tinha baixado com tanta confusão. Mas ela continuava me tocando.
Falei que ia embora, mas ela insistiu pra eu ficar: "você não gostou de me comer ontem à noite?" "Vai, relaxa que você vai se divertir pra caralho". Em seguida, ela se ajoelhou, baixou minha calça e cueca e disse pro cara: "viu? Assim, dormindo, ele já tem maior que o seu, agora você vai ver quando ele ficar duro..." e engoliu ele inteiro. Ela chupava tão bem que eu esqueci que tinha um cara olhando tudo. Na hora, comecei a ficar duro e ela tirou da boca pra me masturbar e disse: "aí está, viu que você tá se divertindo?". Eu concordei e enfiei de novo na boca dela, apertando a cabeça dela pra ela engolir tudo.
Ela tirou mais uma vez e disse: "vamos pro quarto" e me puxou pela mão enquanto o cara nos seguia.
Ela tirou a roupa, me deitou de costas e subiu em cima de mim pra me cavalgar. Enfiou de uma vez e começou a se mexer com força. Tava me dando uma montada violenta. Ela gemia sem controle, pensei que ia arrancar meu pau a cada sentada, até que teve um orgasmo foda e aí se acalmou um pouco. Depois, ficou de quatro e pediu pra eu comer ela com força. Peguei ela pelos cabelos e comecei a me mexer com tudo. Ela gemia intensamente. Eu sentia que ia gozar. E ela parou e se deitou de barriga pra cima, me disse "me come assim que tô nos dias férteis". Me excitou tanto a situação que gozei rapidinho e caí exausto no peito dela. Deixei meu pau dentro enquanto ela acariciava meu cabelo e olhava fixamente pro cara. Depois me levantei, me vesti e fui embora. O cara ficou na cama com a mina e depois nunca mais soube deles..Touro de repente

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