Apesar da minha experiência liberal de vida, nunca tinha conhecido um homem com uma dotação tão imensa e resistente que me fez chorar de dor e prazer, esse foi o Burro. Esta é uma história real, vivida há mais de um ano, compartilho com vocês de forma muito íntima depois de conversar com meu marido e conseguir a aprovação dele. Meu nome é Laura, tenho 48 anos e 28 deles casada, dois filhos homens de 25 e 22 anos, dizem que sou muito gostosa, esportista, com 1,65 de altura, branca, cabelo liso castanho, com um corpo ainda desejado por homens de diferentes idades, uma bunda bem empinada e redonda, uns peitos médios e uma cintura sem gordurinhas; gosto muito de praia e campo; especialmente lugares com rios e lagoas.
Já meu marido é psicólogo social e clínico, professor universitário na área de Psicologia, 55 anos, mente muito dinâmica e crítica, muito sociável e com uma carteira de pacientes femininas bem prolífica. Também gosta de praia e campo; especialmente lugares com rios e lagoas.
A história se passa no sul da Venezuela, num sítio perto de uma área semi-selvagem e de uma estrada extraurbana do estado Bolívar, cortado por um riacho pequeno, com uma poça para nadar e passar um dia de campo bem agradável e íntimo.
Tenho uma amiga jornalista de turismo e ecologia, o nome dela é Raquel, a conheci há 6 anos, cultivando uma excelente amizade com ela, temos gostos parecidos e pensamos de forma muito liberal sobre ecologia, casamento, trabalho, aproveitar a vida e sexo. Ela conheceu Luísa, a dona do lugar mencionado, num evento de turismo, rolou uma conversa onde Luísa a convida para conhecer o sítio e avaliar seu potencial turístico, combinando de visitá-lo no fim de semana.
Raquel me liga me convidando para acompanhá-la nessa visita na sexta-feira às 3 da tarde, e eu aceitei. Chegado o dia, passei buscando ela na minha caminhonete 4x4 e Luísa nos esperava na Um posto de gasolina mais adiante. Durante a curta viagem, trocamos várias opiniões sobre turismo, trabalho, cuidar de uma casa e tocar um sítio sozinha, sem o apoio de um marido e com a ajuda parcial do filho adolescente. Nessa chuva de ideias, chegamos ao lugar, percebendo que era um local bem discreto e fresco, com uma construção bem simples de zinco e ripas de madeira; também tinha uma área pra criar galinhas, coelhos e porcos; e uma área de estar pros visitantes perto de um caminho que levava a uma cachoeirinha de água clara com uma piscina natural bem boa. A Luisa nos apresentou ao cara que cuida do sítio, que se identificou como "o burro" — é assim que chamam ele carinhosamente. Na minha cabeça, surgiu um monte de dúvidas sobre esse sujeito. Tanto eu quanto a Raquel perguntamos pra Luisa qual era o nome de batismo do homem, mas ela se esquivava discretamente até que disse que ele se chamava Luís, mas que ele odiava ser chamado por esse nome, então a gente entendeu o recado. A Luisa nos mostrou todos os espaços do terreno e as vistas que poderiam ser usadas pra uma estrutura turística, mas o problema é que ela não tinha grana pra começar uma obra dessas. Ela mencionou que tava pensando em vender o lugar. Nesse meio tempo, ela recebeu uma ligação do filho, dizendo que precisavam dela urgente em casa. Ela respondeu que tava ocupada no sítio com uns convidados, avaliando o potencial turístico do terreno. O filho disse que as pessoas que estavam procurando ela queriam comprar a propriedade com as benfeitorias. Ela respondeu pra ele vir buscá-la no sítio e que os interessados esperassem meia hora até ela chegar em casa. A Luisa pediu desculpas e nos convidou pra ficar no sítio com o burro cuidando da gente, enquanto ela ia pra casa resolver essa parada. Eu falei: "Luisa, não vende esse terreno não, eu compro ele de você. Eu amei tudo aqui. Ela sorriu e me disse: "Ok, vou esperar meu filho e depois a gente conversa, tem amigas na casa dela." Quando a Luísa foi embora, pedimos pro burro nos acompanhar até a cachoeira, queríamos tomar um banho e beber uns tragos, e que ele desse uma revisada no local pra não levar um susto com cobra, escorpião ou aranha. Seu Luís, "o burro", sorriu e disse:
Burro: "Senhoras, não se preocupem, de manhã já limpei toda a margem e a poça. Mesmo assim, vou me trocar e pegar as ferramentas pra limpar e revisar tudo de novo. Por favor, não me chamem de Luís, me chamem de Burro."
Raquel: "Sim, Burro, sem problema. Dá pra gente se trocar na casinha?"
Burro: "Claro que sim, my wife, seja bem-vinda à minha humilde morada. Deixa eu pegar minhas coisas, eu me troco aqui e vocês no rancho, ok?"
Laura: "Ok, vamos com você, Burro, hehehe, é um nome bem interessante."
Tanto eu quanto a Raquel nos despimos completamente no quartinho, que deixava ver parcialmente pra fora pelos espaços nas paredes de chapas de zinco e ripas de madeira. Comentamos como o Burro era simpático e o nome dele, deixando a mente viajar morbidamente sobre o porquê daquele apelido. Vestimos biquínis de duas peças bem sugestivos e sexy pra curtir nosso momento naquela poça de água cristalina. Saímos do quartinho e descemos o cooler cheio de gelo, cervejas geladas e também uma garrafa de rum com refrigerantes. O calor tava forte, apesar da brisa. Nessa hora, vimos o Burro se aproximar de nós e disse:
Burro: "Senhoras, deixem-me ajudar, esse cooler é muito pesado pra vocês."
Raquel: "Espera um pouco; vamos pegar três cervejinhas bem geladas, você tá suando igual a gente."
Burro: "Minha linda senhora, agradeço a oferta. A verdade é que vocês tão parecendo bem apetitosas."
Eu: "Quem, a gente ou as cervejas?"
Burro: "Você é muito safada, imagina me colocar nessa saia justa."
Raquel: "Olha, Burro, não precisa ter vergonha da gente. Somos nós três, sua patroa não tá aqui, isso fica entre nós. nós, então responde a pergunta pra Laura, Burro: bom, nesse caso, vocês duas tão apetitosas, vocês e as cervejas, tudo certo minhas senhoras. Eu: Burro, eu me chamo Laura e minha amiga Raquel, assim como você não gosta que te chamem de Luís, a gente não gosta que nos chamem de senhoras, ok? Eu: chama a gente pelos nomes ou como você quiser, menos senhoras, isso nos envelhece, hahaha. Burro: ok, legal minhas rainhas, assim será. Raquel: Bom, vamos nós três tomar as cervejas na poça e nos refrescar. Fomos pra cachoeira e nos sentamos nunsas pedras que pareciam cadeiras que o burro colocou na beira da poça, nosso personagem tirou a calça ficando só num short largo até os joelhos e pelado da cintura pra cima, mostrando uns braços e peitorais fortes. Depois se jogou na água e quando emergiu deu pra ver um baita volume marcando no meio das pernas. A gente fez o mesmo, entramos na água e mergulhamos, o burro tava esperando a gente sair pra nos observar. A verdade é que a água tava muito boa, nos refrescou do calor e começamos a brincar entre nós três, a gente pegava ele e jogava na água, ele se defendia e aproveitava pra nos tocar com as mãos onde podia, a gente se esfregava na virilha dele até sentir que ele tava acordando, aí ele sentou na água meio envergonhado, nessa hora começamos uma conversa bem quente: Raquel: Burro, o que foi, por que você não quer levantar pra continuar a brincadeira, não gostou? Eu: Hahaha, ele ficou com medo e vergonha, a gente tinha dominado ele entre as duas. Raquel: Burro, me parece que você tá com vergonha da gente, por quê? Burro: Vergonha não tenho, nem medo, só não quero que pensem mal de mim, vocês são tão gostosas e eu tô há tanto tempo sem contato com mulheres como vocês, que meu corpo e minha mente se alteram demais. Eu: já te entendo, não se preocupa, o que rolar aqui, fica aqui, levanta, não fica mal não. Raquel: conta pra gente por que te chamam de burro. por favor, seja sincero com a gente
Burro: olha, é uma história muito triste da minha vida, não gosto de lembrar, mas se vocês quiserem, eu mostro o motivo do meu apelido de Burro.
Eu: sou bem liberal e de mente aberta, então mostra pra gente o motivo do seu nome
Raquel: tô muito ansiosa pra saber
Eu: Raquel, acho que seu telefone tá tocando
Raquel: sim, amiga, vou atender a ligação, já volto, Burro
Burro: vai, minha rainha, quando voltar eu mostro o motivo
Eu: então, Burro, tô ansiosa pra saber, me mostra
O Burro para na minha frente, notei uma ereção tremenda do pau dele e ele abaixa o short, ficando totalmente nu. Meu Deus, eu exclamei, aquilo era monstruoso, ele tinha uma buceta enorme, muito grossa, com uma cabeça extra volumosa, bem ereta, as veias se destacavam por todo o corpo cavernoso daquele pau. Já vi e provei paus bem grandes, mas nada como a rola desse senhor. Rapidamente pergunto:
Eu: Burro, quantos anos você tem?
Burro: tenho 68 anos, mamãe, e você?
Eu: 48, meu rei
Eu: olha, nunca vi uma rola desse tamanho e grossura, é monstruosa
Burro: você gostaria de tocar nela? Tá gostando do que vê?
Eu: sim, tô gostando do que vejo, se eu tocar, é certeza que você vai querer que eu bata uma pra você e que eu curta
Burro: isso depende de você, tudo é você e a Raquel que decidem
Eu: me diz uma coisa, quantas mulheres já curtiram esse pau recentemente? Você comeu sua patroa?
Burro: não, minha linda, a patroa é sagrada, já falaram coisas de mim pra ela, mas ela é muito religiosa e anti-sexo.
Burro: quanto às outras mulheres, a última foi há três anos, quando viu o meu facão, ficou animada, começou a chupar ele, quando ela montou em mim pra enfiar, se assustou com o tamanho e a grossura na entrada da boceta dela quando tentou penetrar, saiu correndo e me deixou com o pau duro, tive que me masturbar.
Burro: foi assim que ficaram sabendo por aqui do tamanho do meu passarinho.
Eu: a verdade é que dá vontade, mas dá medo pelo tamanho e grossura
Nesse momento, a Raquel chegou e ficou de boca aberta aberta, os olhos arregalados de surpresa e exclamo: Raquel: puta que pariu, que tronco de pomba você tem, burro, Raquel: não é à toa o apelido, de que você é um burro você é um burro Burro: você gosta do que vê, Raquel, quer tocar pra ver que é de verdade? Raquel: Deus, eu gosto demais, primeira vez que vejo uma pica desse tamanho, meu marido é um bebê de pinto minúsculo. Raquel: Laura, o que você acha desse senhor burro? Eu: tava dizendo pro burro que me dá vontade de provar, mas tenho medo do tamanho e da grossura, poderia me machucar, já provei picas bem grossas e grandes, mas nenhuma como essa monstruosidade. Burro: amigas gostosas, por favor, não me deixem assim, com o pau duro, pelo menos toquem e curtam ele um pouco, as duas. Burro: Eu tô pelado e vocês não, isso não é justo, o que acham? Raquel: você tem razão, burro, vou te aproveitar até onde der, vem e me despe, me toca e me curte também. Não se preocupa que sua patroa não vem mais, tamos só nós três, então vamos nos divertir ao máximo. Eu: bom, hoje vou botar uns chifres bem grandes no meu marido, tô com a buceta toda molhada de tanto tesão nesse seu pau, burro, vou te dar o melhor boquete da sua vida e você vai arrebentar esse meu cu ardente de facão. Burro: sou todo de vocês, minhas putas fogosas, aproveitem o burro ao máximo, ele é todinho de vocês. A partir desse momento, desatou uma putaria descontrolada e um frenesi sexual das duas com o burro, eu chupava o pau dele, mas a cabeça da pica não cabia na minha boca. Raquel, por sua vez, beijava e acariciava o abdômen dele, as bolas e as nádegas enrugadas. Eu montei em cima dele pra cavalgar, coloquei ele bem na fenda da minha buceta e masturbei ele com meu clitóris, mas isso me esquentava tanto que quase chegava ao orgasmo sem enfiar. Já muito molhada e tremendo de desejo, coloquei a cabeça dele na entrada da minha buceta e comecei a introduzir devagar, senti que começou a entrar com dificuldade, soltava mais líquidos vaginais e continuava entrando lentamente, o A dor era persistente na entrada da buceta, gritando palavras obscenas, eu dizia:
Eu: Papai, me dá duro, enterra esse pauzão até o talo, mete tudo, preciso sentir você dentro.
Burro: Tem certeza que quer que eu enterre até o cabo, sua putinha gostosa?
Eu: Sim, meu velhinho lindo, me dá duro, preciso de você dentro, acalma minha vontade de te comer gostoso, adoro que me arrebentem a buceta e o cu.
Burro: Seu marido não te fode duro, mas eu vou te comer como se come uma puta birrenta de facão.
Eu: Sim, papai, quando te vi, fiquei doida por você, me arrebenta, por favor, dá forte, asiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Eu: Vou gozar, papai, burro, você tá me fazendo gozar, me mata na pica, por favor, dá durooooooo. Senti que estava acabando e comecei a me mexer mais forte, esse pau me penetrou totalmente, gritei de dor e prazer, sentia como me derramava sem controle, o burro me apertava e me dava duríssimo, acho que gozei umas três vezes seguidas e desmaiei em cima do corpo dele. Raquel me tirou de cima do burro e me deitou na areia da poça, ela se colocou de quatro para o burro meter nela, ele tinha chupado a buceta dela até fazer ela gozar enquanto eu o comia gostosamente. Quando o velhinho colocou a cabeça desse pauzão na entrada da xereca, ela deu um suspiro e gritou:
Raquel: Burro, arrebenta minha buceta, papai, finalmente vou ser comida por um macho bem dotado, não o pipi de bebê do meu marido. Dá com vontade, meu velhinho lindo.
Burro: Vou arrebentar sua buceta, vou encher seus ovários de gozo e depois vou aproveitar esse cu gostoso que você tem, minha puta linda.
Raquel: Sim, papai, me dá duro, mais duro do que na puta da Laura, me faz gozar, dá burro, dááááááááá
Burro: Grita, puta de dinheiro, já estou metendo tudo, você está apertadinha mas vou te deixar esticadinha, você vai voltar pra pedir mais facão depois, puta.
Raquel: Você é o único que me comeu depois do meu marido, com certeza vai continuar me comendo, meu burro divino, dá duro, mete tudo, me enche de gozo, papai.
Raquel: Assim, burro, forte. Me dá duro, papiiiiiii, já vou gozar, forte, mais rápido, meu burrão, já acaboooooooooo
Burro: vou encher sua buceta de porra, mamãe, vou te engravidar agora, aí vai minha porra, sua putinha gostosa
Raquel: me dá tudo, vou gozaaaaaaar, duro, papai, ahhhhhhhhh, me arrebenta toda, pelo amor de Deus
Burro: vou gozar, Raquelita, junto com você, mamãezinha. O burro virou um louco desesperado, metendo com tudo em Raquel de quatro, ela gritava seus êxtases de orgasmo junto com a gozada do burro. Os dois ficaram largados, completamente exaustos na areia da cachoeirinha.
Eu me levantei pra pegar três cervejas no isopor e pude ver o machete meio duro do burro. Era impressionante o tamanho. Me inclinei pra chupar a porra que ainda saía da cabeçona dele, era realmente deliciosa, tinha um gosto envelhecido. Diferente de todas as que já provei.
Fiquei excitada de novo, agora queria que ele arrombasse meu cu. Tinha que esperar ele acordar e descansar, mas aquele pau não ia escapar. Sexo anal pra mim é essencial quando como um macho como o burro. Fazia tempo que não era comida tão gostoso, e pensar que era um velhinho solitário num lugar como aquele sítio.
Uma hora depois, eles acordaram do estado sonolento, recarregaram as energias com várias cervejas e decidimos ir pro quarto dele, onde uma cama de casal nos esperava, pra gente ser mamada pelo burro em todos os buracos do nosso corpo e ele furar nosso cu.
Já meu marido é psicólogo social e clínico, professor universitário na área de Psicologia, 55 anos, mente muito dinâmica e crítica, muito sociável e com uma carteira de pacientes femininas bem prolífica. Também gosta de praia e campo; especialmente lugares com rios e lagoas.
A história se passa no sul da Venezuela, num sítio perto de uma área semi-selvagem e de uma estrada extraurbana do estado Bolívar, cortado por um riacho pequeno, com uma poça para nadar e passar um dia de campo bem agradável e íntimo.
Tenho uma amiga jornalista de turismo e ecologia, o nome dela é Raquel, a conheci há 6 anos, cultivando uma excelente amizade com ela, temos gostos parecidos e pensamos de forma muito liberal sobre ecologia, casamento, trabalho, aproveitar a vida e sexo. Ela conheceu Luísa, a dona do lugar mencionado, num evento de turismo, rolou uma conversa onde Luísa a convida para conhecer o sítio e avaliar seu potencial turístico, combinando de visitá-lo no fim de semana.
Raquel me liga me convidando para acompanhá-la nessa visita na sexta-feira às 3 da tarde, e eu aceitei. Chegado o dia, passei buscando ela na minha caminhonete 4x4 e Luísa nos esperava na Um posto de gasolina mais adiante. Durante a curta viagem, trocamos várias opiniões sobre turismo, trabalho, cuidar de uma casa e tocar um sítio sozinha, sem o apoio de um marido e com a ajuda parcial do filho adolescente. Nessa chuva de ideias, chegamos ao lugar, percebendo que era um local bem discreto e fresco, com uma construção bem simples de zinco e ripas de madeira; também tinha uma área pra criar galinhas, coelhos e porcos; e uma área de estar pros visitantes perto de um caminho que levava a uma cachoeirinha de água clara com uma piscina natural bem boa. A Luisa nos apresentou ao cara que cuida do sítio, que se identificou como "o burro" — é assim que chamam ele carinhosamente. Na minha cabeça, surgiu um monte de dúvidas sobre esse sujeito. Tanto eu quanto a Raquel perguntamos pra Luisa qual era o nome de batismo do homem, mas ela se esquivava discretamente até que disse que ele se chamava Luís, mas que ele odiava ser chamado por esse nome, então a gente entendeu o recado. A Luisa nos mostrou todos os espaços do terreno e as vistas que poderiam ser usadas pra uma estrutura turística, mas o problema é que ela não tinha grana pra começar uma obra dessas. Ela mencionou que tava pensando em vender o lugar. Nesse meio tempo, ela recebeu uma ligação do filho, dizendo que precisavam dela urgente em casa. Ela respondeu que tava ocupada no sítio com uns convidados, avaliando o potencial turístico do terreno. O filho disse que as pessoas que estavam procurando ela queriam comprar a propriedade com as benfeitorias. Ela respondeu pra ele vir buscá-la no sítio e que os interessados esperassem meia hora até ela chegar em casa. A Luisa pediu desculpas e nos convidou pra ficar no sítio com o burro cuidando da gente, enquanto ela ia pra casa resolver essa parada. Eu falei: "Luisa, não vende esse terreno não, eu compro ele de você. Eu amei tudo aqui. Ela sorriu e me disse: "Ok, vou esperar meu filho e depois a gente conversa, tem amigas na casa dela." Quando a Luísa foi embora, pedimos pro burro nos acompanhar até a cachoeira, queríamos tomar um banho e beber uns tragos, e que ele desse uma revisada no local pra não levar um susto com cobra, escorpião ou aranha. Seu Luís, "o burro", sorriu e disse:
Burro: "Senhoras, não se preocupem, de manhã já limpei toda a margem e a poça. Mesmo assim, vou me trocar e pegar as ferramentas pra limpar e revisar tudo de novo. Por favor, não me chamem de Luís, me chamem de Burro."
Raquel: "Sim, Burro, sem problema. Dá pra gente se trocar na casinha?"
Burro: "Claro que sim, my wife, seja bem-vinda à minha humilde morada. Deixa eu pegar minhas coisas, eu me troco aqui e vocês no rancho, ok?"
Laura: "Ok, vamos com você, Burro, hehehe, é um nome bem interessante."
Tanto eu quanto a Raquel nos despimos completamente no quartinho, que deixava ver parcialmente pra fora pelos espaços nas paredes de chapas de zinco e ripas de madeira. Comentamos como o Burro era simpático e o nome dele, deixando a mente viajar morbidamente sobre o porquê daquele apelido. Vestimos biquínis de duas peças bem sugestivos e sexy pra curtir nosso momento naquela poça de água cristalina. Saímos do quartinho e descemos o cooler cheio de gelo, cervejas geladas e também uma garrafa de rum com refrigerantes. O calor tava forte, apesar da brisa. Nessa hora, vimos o Burro se aproximar de nós e disse:
Burro: "Senhoras, deixem-me ajudar, esse cooler é muito pesado pra vocês."
Raquel: "Espera um pouco; vamos pegar três cervejinhas bem geladas, você tá suando igual a gente."
Burro: "Minha linda senhora, agradeço a oferta. A verdade é que vocês tão parecendo bem apetitosas."
Eu: "Quem, a gente ou as cervejas?"
Burro: "Você é muito safada, imagina me colocar nessa saia justa."
Raquel: "Olha, Burro, não precisa ter vergonha da gente. Somos nós três, sua patroa não tá aqui, isso fica entre nós. nós, então responde a pergunta pra Laura, Burro: bom, nesse caso, vocês duas tão apetitosas, vocês e as cervejas, tudo certo minhas senhoras. Eu: Burro, eu me chamo Laura e minha amiga Raquel, assim como você não gosta que te chamem de Luís, a gente não gosta que nos chamem de senhoras, ok? Eu: chama a gente pelos nomes ou como você quiser, menos senhoras, isso nos envelhece, hahaha. Burro: ok, legal minhas rainhas, assim será. Raquel: Bom, vamos nós três tomar as cervejas na poça e nos refrescar. Fomos pra cachoeira e nos sentamos nunsas pedras que pareciam cadeiras que o burro colocou na beira da poça, nosso personagem tirou a calça ficando só num short largo até os joelhos e pelado da cintura pra cima, mostrando uns braços e peitorais fortes. Depois se jogou na água e quando emergiu deu pra ver um baita volume marcando no meio das pernas. A gente fez o mesmo, entramos na água e mergulhamos, o burro tava esperando a gente sair pra nos observar. A verdade é que a água tava muito boa, nos refrescou do calor e começamos a brincar entre nós três, a gente pegava ele e jogava na água, ele se defendia e aproveitava pra nos tocar com as mãos onde podia, a gente se esfregava na virilha dele até sentir que ele tava acordando, aí ele sentou na água meio envergonhado, nessa hora começamos uma conversa bem quente: Raquel: Burro, o que foi, por que você não quer levantar pra continuar a brincadeira, não gostou? Eu: Hahaha, ele ficou com medo e vergonha, a gente tinha dominado ele entre as duas. Raquel: Burro, me parece que você tá com vergonha da gente, por quê? Burro: Vergonha não tenho, nem medo, só não quero que pensem mal de mim, vocês são tão gostosas e eu tô há tanto tempo sem contato com mulheres como vocês, que meu corpo e minha mente se alteram demais. Eu: já te entendo, não se preocupa, o que rolar aqui, fica aqui, levanta, não fica mal não. Raquel: conta pra gente por que te chamam de burro. por favor, seja sincero com a gente
Burro: olha, é uma história muito triste da minha vida, não gosto de lembrar, mas se vocês quiserem, eu mostro o motivo do meu apelido de Burro.
Eu: sou bem liberal e de mente aberta, então mostra pra gente o motivo do seu nome
Raquel: tô muito ansiosa pra saber
Eu: Raquel, acho que seu telefone tá tocando
Raquel: sim, amiga, vou atender a ligação, já volto, Burro
Burro: vai, minha rainha, quando voltar eu mostro o motivo
Eu: então, Burro, tô ansiosa pra saber, me mostra
O Burro para na minha frente, notei uma ereção tremenda do pau dele e ele abaixa o short, ficando totalmente nu. Meu Deus, eu exclamei, aquilo era monstruoso, ele tinha uma buceta enorme, muito grossa, com uma cabeça extra volumosa, bem ereta, as veias se destacavam por todo o corpo cavernoso daquele pau. Já vi e provei paus bem grandes, mas nada como a rola desse senhor. Rapidamente pergunto:
Eu: Burro, quantos anos você tem?
Burro: tenho 68 anos, mamãe, e você?
Eu: 48, meu rei
Eu: olha, nunca vi uma rola desse tamanho e grossura, é monstruosa
Burro: você gostaria de tocar nela? Tá gostando do que vê?
Eu: sim, tô gostando do que vejo, se eu tocar, é certeza que você vai querer que eu bata uma pra você e que eu curta
Burro: isso depende de você, tudo é você e a Raquel que decidem
Eu: me diz uma coisa, quantas mulheres já curtiram esse pau recentemente? Você comeu sua patroa?
Burro: não, minha linda, a patroa é sagrada, já falaram coisas de mim pra ela, mas ela é muito religiosa e anti-sexo.
Burro: quanto às outras mulheres, a última foi há três anos, quando viu o meu facão, ficou animada, começou a chupar ele, quando ela montou em mim pra enfiar, se assustou com o tamanho e a grossura na entrada da boceta dela quando tentou penetrar, saiu correndo e me deixou com o pau duro, tive que me masturbar.
Burro: foi assim que ficaram sabendo por aqui do tamanho do meu passarinho.
Eu: a verdade é que dá vontade, mas dá medo pelo tamanho e grossura
Nesse momento, a Raquel chegou e ficou de boca aberta aberta, os olhos arregalados de surpresa e exclamo: Raquel: puta que pariu, que tronco de pomba você tem, burro, Raquel: não é à toa o apelido, de que você é um burro você é um burro Burro: você gosta do que vê, Raquel, quer tocar pra ver que é de verdade? Raquel: Deus, eu gosto demais, primeira vez que vejo uma pica desse tamanho, meu marido é um bebê de pinto minúsculo. Raquel: Laura, o que você acha desse senhor burro? Eu: tava dizendo pro burro que me dá vontade de provar, mas tenho medo do tamanho e da grossura, poderia me machucar, já provei picas bem grossas e grandes, mas nenhuma como essa monstruosidade. Burro: amigas gostosas, por favor, não me deixem assim, com o pau duro, pelo menos toquem e curtam ele um pouco, as duas. Burro: Eu tô pelado e vocês não, isso não é justo, o que acham? Raquel: você tem razão, burro, vou te aproveitar até onde der, vem e me despe, me toca e me curte também. Não se preocupa que sua patroa não vem mais, tamos só nós três, então vamos nos divertir ao máximo. Eu: bom, hoje vou botar uns chifres bem grandes no meu marido, tô com a buceta toda molhada de tanto tesão nesse seu pau, burro, vou te dar o melhor boquete da sua vida e você vai arrebentar esse meu cu ardente de facão. Burro: sou todo de vocês, minhas putas fogosas, aproveitem o burro ao máximo, ele é todinho de vocês. A partir desse momento, desatou uma putaria descontrolada e um frenesi sexual das duas com o burro, eu chupava o pau dele, mas a cabeça da pica não cabia na minha boca. Raquel, por sua vez, beijava e acariciava o abdômen dele, as bolas e as nádegas enrugadas. Eu montei em cima dele pra cavalgar, coloquei ele bem na fenda da minha buceta e masturbei ele com meu clitóris, mas isso me esquentava tanto que quase chegava ao orgasmo sem enfiar. Já muito molhada e tremendo de desejo, coloquei a cabeça dele na entrada da minha buceta e comecei a introduzir devagar, senti que começou a entrar com dificuldade, soltava mais líquidos vaginais e continuava entrando lentamente, o A dor era persistente na entrada da buceta, gritando palavras obscenas, eu dizia:
Eu: Papai, me dá duro, enterra esse pauzão até o talo, mete tudo, preciso sentir você dentro.
Burro: Tem certeza que quer que eu enterre até o cabo, sua putinha gostosa?
Eu: Sim, meu velhinho lindo, me dá duro, preciso de você dentro, acalma minha vontade de te comer gostoso, adoro que me arrebentem a buceta e o cu.
Burro: Seu marido não te fode duro, mas eu vou te comer como se come uma puta birrenta de facão.
Eu: Sim, papai, quando te vi, fiquei doida por você, me arrebenta, por favor, dá forte, asiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Eu: Vou gozar, papai, burro, você tá me fazendo gozar, me mata na pica, por favor, dá durooooooo. Senti que estava acabando e comecei a me mexer mais forte, esse pau me penetrou totalmente, gritei de dor e prazer, sentia como me derramava sem controle, o burro me apertava e me dava duríssimo, acho que gozei umas três vezes seguidas e desmaiei em cima do corpo dele. Raquel me tirou de cima do burro e me deitou na areia da poça, ela se colocou de quatro para o burro meter nela, ele tinha chupado a buceta dela até fazer ela gozar enquanto eu o comia gostosamente. Quando o velhinho colocou a cabeça desse pauzão na entrada da xereca, ela deu um suspiro e gritou:
Raquel: Burro, arrebenta minha buceta, papai, finalmente vou ser comida por um macho bem dotado, não o pipi de bebê do meu marido. Dá com vontade, meu velhinho lindo.
Burro: Vou arrebentar sua buceta, vou encher seus ovários de gozo e depois vou aproveitar esse cu gostoso que você tem, minha puta linda.
Raquel: Sim, papai, me dá duro, mais duro do que na puta da Laura, me faz gozar, dá burro, dááááááááá
Burro: Grita, puta de dinheiro, já estou metendo tudo, você está apertadinha mas vou te deixar esticadinha, você vai voltar pra pedir mais facão depois, puta.
Raquel: Você é o único que me comeu depois do meu marido, com certeza vai continuar me comendo, meu burro divino, dá duro, mete tudo, me enche de gozo, papai.
Raquel: Assim, burro, forte. Me dá duro, papiiiiiii, já vou gozar, forte, mais rápido, meu burrão, já acaboooooooooo
Burro: vou encher sua buceta de porra, mamãe, vou te engravidar agora, aí vai minha porra, sua putinha gostosa
Raquel: me dá tudo, vou gozaaaaaaar, duro, papai, ahhhhhhhhh, me arrebenta toda, pelo amor de Deus
Burro: vou gozar, Raquelita, junto com você, mamãezinha. O burro virou um louco desesperado, metendo com tudo em Raquel de quatro, ela gritava seus êxtases de orgasmo junto com a gozada do burro. Os dois ficaram largados, completamente exaustos na areia da cachoeirinha.
Eu me levantei pra pegar três cervejas no isopor e pude ver o machete meio duro do burro. Era impressionante o tamanho. Me inclinei pra chupar a porra que ainda saía da cabeçona dele, era realmente deliciosa, tinha um gosto envelhecido. Diferente de todas as que já provei.
Fiquei excitada de novo, agora queria que ele arrombasse meu cu. Tinha que esperar ele acordar e descansar, mas aquele pau não ia escapar. Sexo anal pra mim é essencial quando como um macho como o burro. Fazia tempo que não era comida tão gostoso, e pensar que era um velhinho solitário num lugar como aquele sítio.
Uma hora depois, eles acordaram do estado sonolento, recarregaram as energias com várias cervejas e decidimos ir pro quarto dele, onde uma cama de casal nos esperava, pra gente ser mamada pelo burro em todos os buracos do nosso corpo e ele furar nosso cu.
1 comentários - O cara que chamam de burro Parte I