Trio com a Karinaaaaaa! Comida pelo casal

Resumindo pra quem não acompanha: Somos um casal liberal que se "apaixonou" pela Martina, uma mina que se "apaixonou" pela gente e acabamos morando os três juntos até ela se mudar pro exterior.

Como vocês devem ter percebido, a gente tá bem ausente. Finalmente a Martina foi morar em outro país e deixou um buraco enorme. Sabemos que vai ser impossível preencher, não tem substituta pra ela e nem queremos isso.

A gente se fala quase todo dia, fazemos chamadas de vídeo quentes onde acabamos transando e ela se tocando do outro lado da tela, mas não é a mesma coisa. Claramente não é a mesma coisa. Nosso ritmo sexual sem ela caiu pra níveis alarmantes, a ponto de a gente não se reconhecer. Até marcamos uma consulta com uma psicóloga de casais. A cara da analista quando contamos o ritmo de vida que levamos foi impossível disfarçar. A gente preocupado por foder uma vez por semana e na maioria das vezes com a Martu nos vendo pela tela, pra maioria seria a vida dos sonhos, mas a gente não tá satisfeito nem feliz com essa falta de tesão de ficar só nós dois. E pra ser sincero, também não tava afim de fazer um menage ou ficar com outro casal.

Mas no meio disso rolou um menage, com a Karina, uma amiga da Eve que a gente abrigou em casa em março, naquele calor insuportável.

Vou descrever a Eve, minha mulher. 30 anos. Tem 1,70m, uma bunda linda, peitos operados, grandes mas sem exagero, morena de cabelo liso e olhos meio verdes, meio castanhos, corpo de quem malha, definido mas sem ser seco, aquele tom de pele que parece levemente bronzeado mesmo no inverno.

A Kari foi colega de escola da Eve, não é das amigas mais próximas, mas tá no grupo. Mora a menos de duas quadras daqui e, por questão de praticidade, a gente vê ela bem mais do que se morasse a 10 quilômetros. A Kari é ruiva, 1,70m, pele branca igual papel, magrinha, peito pequeno, bunda normal, mas bem treinada, assim como o corpo todo. corpo, tem um filho de 10 anos e se separou do pai do menino faz menos de um ano, então tá começando a curtir a bagunça agora aos 30.
No prédio onde ela mora teve um problema, cortaram a água, o filho foi morar com o pai por esses dias, e por causa da proximidade ela pediu pra Eve tomar banho aqui em casa e meio que a gente acabou abrigando ela por 2 semanas até resolverem.

Kari é uma gatinha que nunca me chamou atenção, de jeito nenhum, não é chamativa fisicamente e sempre que a gente via ela tava bem simples, vestida mais pra ficar em casa do que pra sair, quase sem maquiagem, quando tava namorando ela tava bem apagada nesse sentido. Agora é outra coisa, ela se arruma até pra ir na quitanda, malha, se preocupa com a aparência e o que deixa ela muito mais gostosa é que ela tá feliz. Ninguém é bonito com cara de cu.

Ver ela em casa todo dia também ajudou a despertar a vontade, ela trabalha remoto, igual a Eve, e muitos dias eu também. Naqueles dias de calor infernal que teve em março ela andava com pouca roupa ou direto de biquíni pela nossa casa, as tardes eram na laje com algum drink.

Numa dessas tardes eu tava trabalhando com o notebook na laje, no meu mundo, a Kari subiu com a parte de cima de um biquíni preto e um short jeans.

K: Vou pegar um sol no meu merecido descanso depois do trampo.
S: Que bom pra você que pode.
K: Tem muito pra fazer hoje ainda?
S: Não, mas preciso modificar um plano urgente.
K: Pra hoje, sim ou sim?
S: Não, mas sim, porque quero receber hoje mesmo e amanhã não vou ter tempo.
K: Bom, quem pode, pode, e eu posso. Com licença, cavalheiro, vou pra espreguiçadeira.

Kari tirou o short me mostrando bem a bunda e se deitou com a raba apontada pra mim, e já começou a ficar difícil prestar atenção na tela do computador. Embora já tivesse visto ela assim várias vezes, a safada se mexia e eu percebi que aos poucos ela ia abrindo as pernas, deixando cada vez menos pra imaginação. De repente, me sussurram no ouvido:

E: Você tá olhando pra bunda da minha amiga e eu aqui achando que você tava trabalhando.
S: Meu amor, é inevitável, pra mim ela tá me provocando. — Sussurro pra Eve.
E: Mas que beleza, amiga, subo e você tá aí jogada mostrando a bunda pro meu marido. — Kari se vira, surpresa.
K: Amiga! Não, nada a ver, nem pensei nisso, se seu marido ficou olhando, é problema dele.
E: Tô te zoando, otária, por mim mostra pra ele e deixa ele olhar à vontade. Vim perguntar se vocês querem um batido.
K: Uns drinks, você disse?
E: São 4 da tarde, Kari.
K: Não te perguntei a hora, burra.
E: Tá bom, então se quer uns drinks, vem me ajudar.

As minas desceram enquanto eu finalmente conseguia me concentrar pra terminar o trampo e deixo o que a Eve me contou enquanto faziam uns daiquiris:

K: Amiga, desculpa se te incomodei.
E: Com o quê?
K: A parada do Santi, de ele olhar minha bunda.
E: Não seja idiota, você sabe que a gente é liberal, acha mesmo que vou ligar pra ele olhar sua bunda?
K: É, mas é diferente, somos amigas e, sinceramente, nem pensei nisso.
E: Fala a verdade, te deu tesão ele te olhar?
K: A real é que me deu tesão você ver ele me olhando, a cena completa.
E: Que putaria!
K: É, mas não sei se queria que rolasse de verdade. Esperava por isso, mas me senti estranha quando você apareceu.
E: Antes de falar qualquer coisa, eu também fiquei olhando sua bunda, você ia abrindo as pernas. Que puta você é.
K: Ahhh, mas então você é mais puta ainda!
E: Você ficou excitada com meu marido?
K: Fico excitada com a situação, não sei bem o quê, você às vezes me deixa confusa com as coisas que fazem e sabe que nunca fiz nada assim.
E: Como assim?
K: Sou super virgem nisso, amiga, uma freira, transei com 4 caras no total, nunca um ménage, a coisa mais louca que fiz foi um beijo com outra gatinha.
E: Tá bom, cala a boca e me dá um beijo.

As minas se pegaram.

E: Pronto, uma resolvida, você passou de beijo pra pegação com uma gatinha, o resto fica pendente.
K: Fiquei surpresa.
E: Porque beijo bem?
K: Óbvio, Mas além disso, não esperava que eu fosse gostar.
E: Mana, toda cutie é bi, assume e aproveita. Os homens também, mas a maioria não se permite.
K: Tem certeza?
E: Certeza. Se você curtiu um beijinho na cozinha, já vai ver o que a gente dois pode fazer com você.
K: Tô curiosa.
E: Já vai ver, amiga.
K: Pera, você falou com o Santi?
E: Não precisa, eu conheço ele. Mas claro que tudo se conversa. Sobe esses dois copos que vou vestir um biquíni e subir com o outro.

Kari veio pro terraço e antes dela subir, a Eve me mandou uma mensagem contando, textual: "Beijei ela, hoje vai ter ménage".
K: Toma, Santi, convenci ela e fiz daiquiri, acho que exagerei no rum.
S: Valeu! E a Eve?
K: Tua mulher já sobe, foi se trocar. Parece que ela também quer que você olhe pra bunda dela.
S: Ela também quer que eu olhe pra bunda dela ou ela quer que eu olhe pra sua também?
K: Qual é a diferença?
S: Que no que você disse, você queria que eu olhasse pra sua bunda, e não só que eu queria olhar.
K: Se você gosta da minha bunda, olha, parece que tua mulher não se ofende.
S: Você não respondeu.
K: Fica na dúvida então.

Ela se virou e foi andando como se tivesse desfilando até se apoiar no parapeito do terraço pra eu claramente olhar bem pra bunda dela. A resposta tava mais que clara, mas eu já sabia.

E: De novo a mesma coisa, hein...
S: Bom, meu amor, se você não tá, não tenho alternativa.
E: Saúde, vamos brindar.
K: Pelo que a gente brinda?
E: Pela nossa amizade, que tal?
K: E pra voltar a água na minha casa.
S: Pra gente aproveitar a tarde e o cliente não encher o saco. — Fechei o notebook.

A verdade é que o daiquiri tava fortinho, e os que vieram depois também.
Tava tudo tenso, os três sabíamos o que ia rolar, mas estávamos esperando o momento de começar. Eu adoro essa prévia da prévia. Depois de conversas bestas, a língua foi soltando pra todo mundo, mas ninguém tocava no assunto até a Eve ativar.

E: Amiga, pergunta, e se tipo quando Você estava com Pablo, nós estávamos na mesma situação. Eu mostrando a bunda e ele me olhando.
K: Ai, boluda, acho que matava os dois, mas agora já estou com outra cabeça, não acho que me incomodaria assim. E você, não te incomoda nada? Não sente ciúmes?
E: Não, Kari, o amor requer desejo sexual, mas o desejo sexual não requer amor.
K: Mesmo assim, que onda, fico curiosa sobre que códigos vocês têm.
S: Tudo se conversa, foram mudando e com certeza vão continuar mudando. Por exemplo, se saímos pra balada, podemos pegar outra pessoa, mas só isso.
E: Fora da balada, com alguém do mesmo gênero, temos carta branca. Eu poderia transar com você sem perguntar a ele, mas ele não. Se fosse com um cara, é o contrário. Martina era a exceção, com ela a gente tinha carta branca o tempo todo, os dois. Mas, tirando a Martu, nunca fizemos muito um sem o outro e a gente se manda mensagem se saímos separados, vamos nos esquentando pra depois voltar pra casa.
S: Tipo, outro dia saímos separados pra aniversários diferentes, eu peguei uma gatinha, ela um cara, trocamos mensagens, fotos e depois da balada nos encontramos em casa e terminamos transando forte só nós dois.
K: Não tentaram trazer eles?
S: Sim, a gatinha não curtiu a ideia, ficou com medo ou sei lá. O cara topou, mas não podia, a família dele esperava.
E: Ele era casado e a esposa nem sabia que ele tinha ido pra uma balada.
K: Isso não é ter códigos.
S: Exato, isso não se faz.
K: Acho que a maioria das pessoas que são infiéis nunca teve coragem de falar sobre essas coisas com o parceiro.
E: A gente pensa o mesmo. Todo mundo quer transar com outra pessoa, mas quase ninguém quer aceitar que o parceiro também quer.
K: Mesmo assim, acho que me daria um pouco de receio.
E: O que é receio?
K: Tipo, você vê outra gatinha chupando a pica do Santy e ele tá adorando, que ele ama como ela tá chupando, o que isso causa?
E: Me excita ver ele, me dá tesão.
K: Mas você fica com tesão pra participar e não ficar de fora da situação?
E: Geralmente eu Dá um tesão só de ver e depois eu tenho que participar, a safadeza não vai embora sozinha.
K: Te excita a ponto de você se tocar vendo outra gostosa fazer um boquete no seu marido?
E: Vamos pra dentro que eu te explico com um exemplo prático.

Entramos nós três, a Eve correu pro quarto e voltou pra sala com uma bolsinha, a bolsinha dos brinquedos sexuais.

E: Então amiga, vejo que com palavras você não entende. Vai ter que fazer um boquete no meu marido.

A Kari ficou calada, eu me aproximei, agarrei ela pela cintura e comecei a beijá-la, nos lábios e na língua dava pra sentir o nervosismo, a tensão dava pra respirar. Beijei o pescoço dela, agarrei a bunda que eu tanto tinha olhado com as duas mãos e sussurrei no ouvido dela: "Relaxa, aproveita, a gente vai se divertir os três". A respiração dela começou a acelerar, virei ela pra ficarmos os dois olhando pra Eve e encostei a bunda dela, ainda vestidos, e meu pau ficou bem duro. Minha mulher olhava com cara de puta enquanto a mão dela ia pra buceta dela pra começar a se tocar por cima do biquíni, eu fiz o mesmo com a minha mão na buceta da Kari, imitando os movimentos da minha mulher, primeiro toquei por cima do pano, depois afastei pra tocar direto no clitóris e enfiar um dedinho. A Kari puxou minha sunga pra baixo e meu pau começou a esfregar na buceta dela enquanto eu encostava a bunda. Sentia o tesão dela me molhando o pau enquanto ela começava a gemer. Tirei a calcinha dela, tive tesão em deixar o sutiã do biquíni, mas puxei um pouco pra baixo pra os peitinhos dela aparecerem. Os biquinhos rosados, pequenos e durinhos pediam aos berros meus beijos. Sentei no sofá e ela sentou em cima de mim. Nos beijamos, nos tocamos, chupei os peitos dela e a putinha gemia alto quando eu apertava os biquinhos com meus lábios e sentia eles endurecerem respondendo aos meus estímulos.
Ela me fez deitar, olhamos pra Eve, que já estava nua e se tocando. Ela olhou pra Kari, pegou um vibrador, passou a língua da base até a ponta. até a cabeça e enfiou até o fundo da garganta. Kari manteve o olhar fixo em Eve, aproximou a língua do tronco da minha pica e fez exatamente a mesma coisa. De uma vez, sem nenhum problema, enfiou mais da metade da minha pica dentro da boca, me fez gemer de repente e começou a chupar de um jeito louco enquanto via a amiga chupando uma pica de borracha e começando a se masturbar com a ajuda de um vibrador.

E: Que puta que você é, se visse você mesma chupando a pica do marido da sua amiga!
K: Te empresto ela se quiser.
E: Quero que você faça ele gozar sozinha, como a boa head master que você é. — Obviamente que ela é.
K: Beleza, então você se toca, que eu continuo chupando a pica com a qual você se casou.

A ruiva continuava me dando uma chupada fudida de pica, de vez em quando olhava pra Eve, elas se olhavam e isso me excitava pra caralho. Kari percebia quando eu estava prestes a gozar e diminuía o ritmo, eu já tava desesperado e comecei a me mexer pra meter na boca dela, não aguentava mais, precisava gozar e fiz isso olhando nos olhos da minha mulher enquanto ela se sentava num consolo e chupava outro.

Enchi a boca de Kari de porra. Eve veio quase correndo beijar ela, se pegaram forte, intenso, eu todo gozado via elas se apertando, as duas línguas brincavam se movendo de um lado pro outro e parte da minha porra passava de boca em boca escorrendo um pouco e caindo entre os peitos delas que se esfregavam, eu não conseguia nem me mexer de como o boquete da ruiva me deixou, mesmo assim queria me meter entre elas, só conseguia olhar.

E: Agora você vai gozar, sua puta.
K: O que você vai fazer comigo?
E: Vou me divertir com seu corpo. Deita no tapete e aproveita.

Kari se deitou, Eve pegou seu arsenal de brinquedos sexuais e colocou do lado, beijou ela na boca de novo, mas dessa vez suavemente, desceu pro pescoço, brincou com os mamilos e levou uma mão até um joelho da amiga, foi subindo pela parte interna da coxa acariciando, Kari abriu as pernas e a mão deslizou novamente até o joelho, subiu de novo, mais devagar, até quase a buceta, mas dessa vez fazendo contato só com as pontas dos dedos e a ponta das unhas. Não tinha tocado a buceta da Kari e ela já estava arqueando as costas de prazer e soltando gemidinhos. Assim é minha mulher, uma gênia, que aproximou a boca da virilha da amiga e soprava suavemente na região olhando nos olhos dela. Kari, que não tinha absolutamente nenhuma experiência lésbica, não aguentou mais e com as duas mãos agarrou a cabeça da Eve e apertou contra a própria buceta, forçando o que estava por vir, não restou alternativa a não ser começar a chupar a buceta da amiga. Ela se deitou entre as pernas dela para dar prazer, primeiro uns beijos, dava para ver como sugava suavemente o clitóris, depois começou a penetrá-la com um dedo, rapidamente outro se juntou e ambos foram substituídos por um consolo vibrador tamanho real, que minha mulher movia num ritmo suave e constante, enquanto a língua nunca parava de brincar com o clitóris da ruiva.

Vendo aquela cena, meus músculos voltaram a responder. Peguei um vibrador parecido com o que elas estavam usando, fiz a Kari chupar primeiro, era para vê-la fazendo isso e pelo tesão, porque depois eu penetrei a buceta da Eve enquanto chupava bem gostoso o cu dela até que gozaram juntas, quase ao mesmo tempo.

Trocamos de posições, Kari e Eve se colocaram num 69, Eve embaixo, Kari de quatro por cima, que estava chupando a primeira buceta da vida enquanto recebia a língua da minha mulher no clitóris e a minha no cu. Eve pegou um plug, enfiou na buceta da amiga para lubrificar.

E: Toma, meu amor, você sabe o que fazer. — Me deu e eu enfiei na ruiva no cu, que soltou um gemido pela surpresa que já tinha dentro. — Agora fode minha amiga, enche a buceta dessa puta.

Assim como estávamos, meti a pica inteira de uma vez, a Eve de baixo. com a língua dela era uma loucura, sentia ela entre minhas bolas e use a palavra: buceta da Kari, ela gemia que nem uma louca do triplo prazer que a gente tava dando nela. De vez em quando eu tirava a pica e fazia ela comer a minha mulher pra depois meter de novo na use a palavra: buceta da Kari, que não demorou pra gozar de novo e eu me afastei um pouquinho pra ver a cena das minas no 69 do sofá enquanto me punhetava devagar, pra curtir, mas sem gozar.
A Eve beijava a use a palavra: buceta dela suavemente, a Kari mais intensamente, querendo que a amiga gozasse, pegou um consolo e meteu nela até conseguir.
Elas se deitaram uma do lado da outra e se beijaram de um jeito tão apaixonado que pareciam um casal.
Eu me aproximei delas e, agachado no sentido oposto, a gente se pegou entre os três com todo o gosto da use a palavra: buceta de uma na boca da outra. Agora sim, eu precisava gozar e aquelas duas bocas iam ser as responsáveis por isso.
Me ajoelhei pra colocar a pica entre as duas, elas chuparam um pouquinho enquanto se beijavam, mas minha mulher já tinha outros planos.

A Eve assumiu o controle, como sempre faz. Me deitou de bruços, pernas abertas e mandou a amiga chupar meu cu. A língua da ruiva foi meio tímida no começo, acho que era a primeira vez dela, depois de uns segundos já tinha pegado o gosto e eu sentia como se ela quisesse me penetrar.
Como era de se esperar, minha mulher tava olhando a cena enquanto lubrificava algum dos brinquedos dela, colocou um strap-on, se deitou de costas e me mandou sentar nela.

E: Amiga, agora você vai ver o que os homens realmente querem, mas a maioria não tem coragem.

Apoiei meu cu no brinquedo e fui descendo devagar, sentindo ele entrar no meu corpo enquanto minha pica tava prestes a explodir, a Eve sabia disso e por isso nem tocava nela.
Olhei nos olhos da Kari, como implorando pra ela me fazer gozar com a boca, ela tava se tocando, enfiando uns dedos. Me olhou e a mão dela foi pro plug, ficou mexendo enquanto gemeu e finalmente disse:

K: Gente, me deixem de fora, vai ter trenzinho.

Ela tirou o plug e se deitou de lado, eu atrás dela, não tive dificuldade nenhuma pra enfiar a pica no cu dela, o plug tinha dilatado bem.

Eve veio por trás e começou a me comer de novo pra fazer o trenzinho. Minha mulher me metia, e com esse mesmo impulso eu metia na amiga dela. Assim, gemendo os três, ficamos uns minutos, até que não aguentei mais e enchi o cu da Kari de porra. Tive um orgasmo tão intenso que não consegui me mexer mais. Só me arrastei até o sofá pra me apoiar e ver o que continuou entre as minas.

Kari tava solta, a gente não sabia que ela era assim. Foi na bolsa de brinquedos da minha mulher ver o que tinha, tirou um consolo duplo e mostrou pra Eve, que concordou e tirou o strap-on que tinha usado pra me penetrar.

E: Tá sem uso, amiga, não tive oportunidade.
K: Até agora.

Com a Eve deitada, Kari se jogou em cima dela, se beijavam e chupavam a pica de borracha, não sei de onde tiravam tanta energia e tesão. Kari percorreu o corpo da minha mulher até chegar na buceta dela, que meteu a língua direto, depois o brinquedo e em seguida enfiou dentro dela mesma. Começaram a tesourar intensamente até gozarem quase ao mesmo tempo.

Assim, todos exaustos, gozados, cheios de fluido dos outros, fomos os três pra nossa cama dormir.

3 comentários - Trio com a Karinaaaaaa! Comida pelo casal

Que bueno que hayan vuelto a escribir, se los extrañaba
San34 +1
Gracias!
La verdad estamos bastante tranquis y me faltan historias por vivir para contarlas
Ufff me encantó la idea y que tu mujer te rompa el orto delante de alguien no debe tener precio!!!