Fala galera, beleza? Hoje vim contar a história da penitenciária, que vou chamar de Mariana. Só avisando que o relato é curtinho porque só vi ela duas vezes.
Bom, depois de ficar umas vezes com a Carla, continuei fuçando naquele app de namoro conhecido e acabei topando com o perfil de uma mulher chamada Mariana. Na época, ela tinha uns 33 anos, era baixinha, gordinha, com uma bunda linda, peitos bons e morava a umas 17 quadras ou um pouco mais da minha casa. Dei like e fiquei esperando a resposta. Uns dias depois, ela me respondeu com um like e mandou um "oi", que eu respondi, e a gente começou a trocar ideia sobre várias paradas até que ela me contou que era penitenciária, separada e tinha três filhos. Gostei que ela era meio guerreira, e a gente continuou conversando por mais uns dias até marcar de se ver num dia que ela pudesse. Combinamos para uma quarta-feira, umas 23h, porque ela ia ficar sem os filhos a semana toda. Conversamos e chegou a tão esperada quarta. Mariana me mandou mensagem umas 21h — pensei que fosse cancelar, mas pelo contrário, ela se ofereceu para me buscar. Recusei e falei que, se não fosse problema, a gente podia ir no meu carro, mas ela insistiu em ir no dela. Aceitei meio na marra. Ela passou para me pegar às 23h na esquina da minha casa, e fomos para uma praça, a mais conhecida da cidade. Ficamos conversando, rindo e trocando uns amassos. Depois, fomos andar pelo centro. Comprei um refrigerante para ela e não acreditava como ela era gostosa com aquela jaqueta jeans, uma camiseta rosa com detalhes pretos e uma calça jeans que realçava a bunda dela. Depois de ficar no centro, fomos para a casa dela. Quando entrei, ela falou para irmos direto para o quarto, onde começamos com mais beijos e a nos despir desde a sala. Ao chegar no quarto, deitei ela na cama só de calcinha fio dental e comecei a percorrer o corpo dela com beijos. Mariana se arrepiava a cada beijo até que tirei a calcinha dela e aproveitei para chupar a buceta dela.
E. Que delícia, que buceta gostosa você tem
M. Ah, tá gostando?
M. Nossa, você usa bem a língua
E. Assim que você gosta? endureci a língua e enfiei devagar)
M. Mmm sim assim me deixa com tesão
M. Mete a pica
Peguei e com a pica a mil brinquei na entrada da buceta dela e empurrei suave. Mariana suspirava e mordendo os lábios abafava os gemidos. Comecei o vai e vem num ritmo tranquilo enquanto ela gemia baixinho pra não ser ouvida pelos vizinhos, enquanto cravava as unhas nas minhas costas. Ao aumentar o ritmo, ela pediu pra ficar por cima pra gozar junto.
M. Deixa eu por cima que gozo na hora
Y. Vem, rabuda
M. Aaah sim, que pica gostosa, fazia meses que não tinha uma
Y. Como você se mexe bem
M. Sempre fiquei por cima com meus ex
Y. Não fala disso e se mexe
M. Que delícia te comer aaaaah
M. Gozei, quero outro
E começou a aumentar o ritmo das cadeiras enquanto gemia mais forte. Depois que ela teve o segundo orgasmo, desceu e falou: "goza você agora". Coloquei ela de quatro, coisa que ela não mandava muito bem, mas com as mãos era perfeita, e gozei na cara dela. Depois disso, ficamos um tempo fumando e conversando. Falei que já ia embora, que ia pedir um carro. Ela foi comigo até em casa e continuamos conversando por mais uns dias. No sábado, ela falou pra gente se ver, mas que estava com os filhos, se eu queria ir um pouco. Fui vê-la e, ao chegar, começamos a conversar.
M. Os meninos dormem e a gente transa?
Y. Você acha? Dormem no teu quarto
M. Em silêncio é melhor
Y. Não sei se dá com teus filhos no quarto
M. Faz assim: sobe aqui rápido, pelo menos
Y. A gente vê
E esse "a gente vê" virou uma grande discussão até eu aceitar. Depois que os filhos dela dormiram no beliche, ela cobriu a cama deles com um cobertor enquanto eu estava deitado vendo TV. Ela se despiu e começou com um boquete enquanto me acariciava as pernas. Perguntei se ela queria um boquete e transar na cozinha.
M. Chupo você e me come aqui
Y. Teus filhos estão aí
M. Vem aqui
Y. Tá bom (resignado)
Ela subiu em cima de mim e começou a se mexer, e pedia pra eu tampar a boca dela, o que eu fiz. Enquanto se movia, ela disse a frase que ninguém quer ouvir nessa hora. Situação com uma gostosa que não passa de uma transa, seu "te amo" me desconcentrou total e fiquei tipo viajando enquanto ela gozava no meu pau. Continuou até ter três orgasmos seguidos. Eu gozei na barriga dela e falei que, se ela quisesse, eu ia embora pra os filhos dela não me verem quando acordassem. Ela disse pra eu ficar. Mesmo assim, optei por ir, e minutos depois ela já tava começando a chorar. Acabei ficando. No dia seguinte, enquanto ela dormia de manhã, ouvi um barulho e a voz do ex-marido dela, que tinha ido buscar os filhos. Ele levou as crianças. Ela apareceu no quarto e me disse:
M. Love, os meninos foram com o pai.
Y. Mari, não é zuado eu estar aqui quando seu ex vem?
M. Zuado é o que a gente vai fazer agora.
M. Hmm, levantaram e isso tá uma delícia.
Y. Posso tomar um banho?
M. Pode, toma banho, mas antes: bom dia. E foi direto pro meu pau, que tava durinho. Chupou uns segundos e falou: "Toma banho, te espero aqui."
Quando saí do chuveiro, vi ela na cama se tocando. Perguntei se queria ajuda, e ela disse: "Mete o pau." Meti de uma vez, e no meio do ato, no melhor momento:
M. Te amo, aaah.
M. Nossa, como você fode gostoso, e você é todo meu.
M. Faz o que quiser comigo.
Optei por não pedir o cu dela. Depois de gozar, à tarde, fui trabalhar. Enquanto trabalhava, ela me encheu de mensagens de amor e fotos dela, até que optei por me afastar, já que em todo canto ela tava dizendo ser minha namorada. E essa é minha história com Mariana.
Espero que tenham curtido, e se você chegou até aqui, muito obrigado. Vêm mais relatos por aí.
Bom, depois de ficar umas vezes com a Carla, continuei fuçando naquele app de namoro conhecido e acabei topando com o perfil de uma mulher chamada Mariana. Na época, ela tinha uns 33 anos, era baixinha, gordinha, com uma bunda linda, peitos bons e morava a umas 17 quadras ou um pouco mais da minha casa. Dei like e fiquei esperando a resposta. Uns dias depois, ela me respondeu com um like e mandou um "oi", que eu respondi, e a gente começou a trocar ideia sobre várias paradas até que ela me contou que era penitenciária, separada e tinha três filhos. Gostei que ela era meio guerreira, e a gente continuou conversando por mais uns dias até marcar de se ver num dia que ela pudesse. Combinamos para uma quarta-feira, umas 23h, porque ela ia ficar sem os filhos a semana toda. Conversamos e chegou a tão esperada quarta. Mariana me mandou mensagem umas 21h — pensei que fosse cancelar, mas pelo contrário, ela se ofereceu para me buscar. Recusei e falei que, se não fosse problema, a gente podia ir no meu carro, mas ela insistiu em ir no dela. Aceitei meio na marra. Ela passou para me pegar às 23h na esquina da minha casa, e fomos para uma praça, a mais conhecida da cidade. Ficamos conversando, rindo e trocando uns amassos. Depois, fomos andar pelo centro. Comprei um refrigerante para ela e não acreditava como ela era gostosa com aquela jaqueta jeans, uma camiseta rosa com detalhes pretos e uma calça jeans que realçava a bunda dela. Depois de ficar no centro, fomos para a casa dela. Quando entrei, ela falou para irmos direto para o quarto, onde começamos com mais beijos e a nos despir desde a sala. Ao chegar no quarto, deitei ela na cama só de calcinha fio dental e comecei a percorrer o corpo dela com beijos. Mariana se arrepiava a cada beijo até que tirei a calcinha dela e aproveitei para chupar a buceta dela.
E. Que delícia, que buceta gostosa você tem
M. Ah, tá gostando?
M. Nossa, você usa bem a língua
E. Assim que você gosta? endureci a língua e enfiei devagar)
M. Mmm sim assim me deixa com tesão
M. Mete a pica
Peguei e com a pica a mil brinquei na entrada da buceta dela e empurrei suave. Mariana suspirava e mordendo os lábios abafava os gemidos. Comecei o vai e vem num ritmo tranquilo enquanto ela gemia baixinho pra não ser ouvida pelos vizinhos, enquanto cravava as unhas nas minhas costas. Ao aumentar o ritmo, ela pediu pra ficar por cima pra gozar junto.
M. Deixa eu por cima que gozo na hora
Y. Vem, rabuda
M. Aaah sim, que pica gostosa, fazia meses que não tinha uma
Y. Como você se mexe bem
M. Sempre fiquei por cima com meus ex
Y. Não fala disso e se mexe
M. Que delícia te comer aaaaah
M. Gozei, quero outro
E começou a aumentar o ritmo das cadeiras enquanto gemia mais forte. Depois que ela teve o segundo orgasmo, desceu e falou: "goza você agora". Coloquei ela de quatro, coisa que ela não mandava muito bem, mas com as mãos era perfeita, e gozei na cara dela. Depois disso, ficamos um tempo fumando e conversando. Falei que já ia embora, que ia pedir um carro. Ela foi comigo até em casa e continuamos conversando por mais uns dias. No sábado, ela falou pra gente se ver, mas que estava com os filhos, se eu queria ir um pouco. Fui vê-la e, ao chegar, começamos a conversar.
M. Os meninos dormem e a gente transa?
Y. Você acha? Dormem no teu quarto
M. Em silêncio é melhor
Y. Não sei se dá com teus filhos no quarto
M. Faz assim: sobe aqui rápido, pelo menos
Y. A gente vê
E esse "a gente vê" virou uma grande discussão até eu aceitar. Depois que os filhos dela dormiram no beliche, ela cobriu a cama deles com um cobertor enquanto eu estava deitado vendo TV. Ela se despiu e começou com um boquete enquanto me acariciava as pernas. Perguntei se ela queria um boquete e transar na cozinha.
M. Chupo você e me come aqui
Y. Teus filhos estão aí
M. Vem aqui
Y. Tá bom (resignado)
Ela subiu em cima de mim e começou a se mexer, e pedia pra eu tampar a boca dela, o que eu fiz. Enquanto se movia, ela disse a frase que ninguém quer ouvir nessa hora. Situação com uma gostosa que não passa de uma transa, seu "te amo" me desconcentrou total e fiquei tipo viajando enquanto ela gozava no meu pau. Continuou até ter três orgasmos seguidos. Eu gozei na barriga dela e falei que, se ela quisesse, eu ia embora pra os filhos dela não me verem quando acordassem. Ela disse pra eu ficar. Mesmo assim, optei por ir, e minutos depois ela já tava começando a chorar. Acabei ficando. No dia seguinte, enquanto ela dormia de manhã, ouvi um barulho e a voz do ex-marido dela, que tinha ido buscar os filhos. Ele levou as crianças. Ela apareceu no quarto e me disse:
M. Love, os meninos foram com o pai.
Y. Mari, não é zuado eu estar aqui quando seu ex vem?
M. Zuado é o que a gente vai fazer agora.
M. Hmm, levantaram e isso tá uma delícia.
Y. Posso tomar um banho?
M. Pode, toma banho, mas antes: bom dia. E foi direto pro meu pau, que tava durinho. Chupou uns segundos e falou: "Toma banho, te espero aqui."
Quando saí do chuveiro, vi ela na cama se tocando. Perguntei se queria ajuda, e ela disse: "Mete o pau." Meti de uma vez, e no meio do ato, no melhor momento:
M. Te amo, aaah.
M. Nossa, como você fode gostoso, e você é todo meu.
M. Faz o que quiser comigo.
Optei por não pedir o cu dela. Depois de gozar, à tarde, fui trabalhar. Enquanto trabalhava, ela me encheu de mensagens de amor e fotos dela, até que optei por me afastar, já que em todo canto ela tava dizendo ser minha namorada. E essa é minha história com Mariana.
Espero que tenham curtido, e se você chegou até aqui, muito obrigado. Vêm mais relatos por aí.
0 comentários - A Penitenciária