Velorio candente

O que aconteceu foi quando o avô da minha namorada faleceu de uma doença crônica. Ela me avisou que naquela noite seria o velório numa funerária. Ela se chama Guadalupe, tem 21 anos, é branquinha, baixinha — mede 1,58 m —, tem um rosto bonito, com olhos grandes, nariz reto, boca sensual e cabelo cacheado que chega na metade das costas. O corpo dela é realmente sensual, com peitões, cintura média, mas o melhor são as nádegas: são carnudas, empinadinhas... minha namorada é uma gostosa mesmo. Já estamos juntos há 3 anos, com planos de casar ainda este ano. Transamos com frequência, num apartamento que divido com um colega da faculdade. Aproveito quando meu amigo está na aula para levar minha namorada lá e dar umas fodas bem dadas. Ela parece muito séria, mas na intimidade é fogosa e, quando está excitada, deixa eu fazer de tudo — e foder de qualquer jeito. Ela já me fez uns boquetes deliciosos e até já comi o cuzinho gostoso dela. Uma vez, enquanto a pegava de quatro, convenci ela a chupar meu amigo, fazendo ela acreditar que ele estava dormindo de bêbado. Mas isso eu conto depois, se esse relato for do interesse de vocês.

Eu sou o César, tenho 25 anos, e naquela noite fui buscá-la em casa para irmos ao velório do avô dela. Ela me recebeu vestida de um jeito muito sexy: um vestido preto que ficava um pouco acima dos joelhos, justinho no corpinho lindo dela, destacando o bumbum empinado. Tinha umas aberturas discretas nas laterais, que mostravam parte das coxas bonitas, e um decote ousado que deixava ver o início dos peitões. O vestido tinha mangas longas com várias aberturas desde os ombros até o fim, mostrando os braços branquinhos. Ela calçava sapatos de salto, que realçavam ainda mais o bumbum e as pernas bonitas. Ela estava uma verdadeira gostosa, muito sensual. Naquele dia, minha namorada parecia até que ia para uma festa, não para um velório. Chegamos na funerária e cumprimentamos todos os familiares com os respectivos pêsames, fomos até a lanchonete pegar café, e foi aí que percebi que o cara que serviu nosso café não tirava os olhos do corpo da Guadalupe, queria devorá-la com os olhos. Ele era alto, uns 30 anos, bem apessoado. Sorria discretamente para ela, e ela, achando que eu não notava, retribuía o sorriso de maneira provocante. Voltamos para o nosso lugar e, ao sentar, ela cruzou as pernas, mostrando parte da coxa pela abertura do vestido — algo que não passou despercebido pelo cara da lanchonete, que do seu cantinho assistia ao espetáculo que minha futura esposa estava dando. Ele até chamou um colega para olhar, e os dois, empolgados, ficaram babando aquelas pernas torneadas.

Pouco depois, a Guadalupe me disse que estava com vontade de uns biscoitos, que ia pegar. Ela foi até onde estavam os caras na lanchonete, pegou os biscoitos e o cara puxou papo. Ela correspondeu, interessada, e começaram a conversar sobre sei lá o quê. Só via minha namorada rindo, satisfeita, com o que ele dizia. De repente, ela voltou para o meu lado, e os dois caras não perdiam de vista a bunda linda dela — acho que até notei que ela rebolou um pouco ao andar, de um jeito mais sensual, talvez sentindo o olhar deles na sua raba. Ao sentar de novo ao meu lado e cruzar a perna de novo, mostrando agora um pouco mais da coxa lisa, perguntei à minha namorada, tentando não parecer ciumento:

— Por que demorou tanto, amor? E o que ele estava te dizendo que te fazia rir assim?

— Hmm… nada importante, César. É que o senhor me perguntou por que eu não aceitava um pouquinho de licor no nosso café, e eu disse que ia comentar com você…

A resposta não me pareceu muito convincente. Acreditava que, na verdade, aqueles caras queriam pegar minha namorada, e ela estava se deixando. E para ver até onde ela permitia, comentei:

— Parece bem, amor. Deixa eu ir buscar uns… cafezinhos com licor... mas ela, apressada, me passou na frente... – não se incomode, meu amor, eu vou buscar, me espera aqui que já volto... e se dirigiu de novo à cafeteria, balançando sua bunda gostosa, dessa vez demorou um pouco mais e vi que, ao entregar as xícaras de café, o cara massageava sutilmente uma de suas mãos, e ela, satisfeita, permitia, até notei que ela sorria de maneira provocante, mas tinha que reconhecer que o cara era atraente, por isso minha namorada se sentia atraída por ele, não assim seu amigo que era mais velho, calculei mais de 40 anos, baixinho e pouco agraciado fisicamente, mas igualmente tarado, pois não tirava os olhos dos seios suculentos de Guadalupe que apareciam pelo decote do vestido, isso acontecia nas ocasiões em que minha namorada se oferecia para ir buscar mais bebidas, e talvez por causa do licor, via minha namorada andar de forma mais sensual quando se dirigia a eles, e já até notava que ela correspondia aos olhares luxuriosos de ambos, sorrindo de uma forma mais provocante e carregada de sensualidade. Até que chamaram a todos para ir a uma capelinha para rezar pelo descanso do avô, nos dirigimos para lá e já estava lotada de familiares, ficamos lá no fundo na última fila, nos ajoelhamos e procedemos a orar, nisso percebi que ao lado da minha esposa estavam os dois caras da cafeteria, vi que minha esposa sorriu para o mais bonito que se colocou ao lado dela, encostando seu corpo no dela mais do que o normal, com o que podia com seu corpo roçar seu quadril, eu de canto de olho via tudo isso, e minha namorada pensava que eu não via nada porque, ao me olhar, eu fingia que rezava fervorosamente, ele sussurra algo no ouvido dela, acreditei ouvir que ele dizia que ela estava muito gostosa, com aquele vestido, minha namorada apenas sorriu de maneira provocante, por isso o cara, animado, começou a roçar sutilmente com o dorso da mão o quadril dela, diante da complacência da minha namorada o cara se animou e com a mão começou a apertar as nádegas de Guadalupe que não dizia nada, apenas se deixava... fazendo, aparentando continuar rezando, eu via tudo pelo canto do olho, e queria saber até onde minha namorada permitiria que chegassem, e isso estava me excitando, agora o cara estava apertando lascivamente a bunda dela, e ninguém percebia pois estávamos na última fileira da capela, só eu e o amigo dele que estava ao lado do cara, percebíamos as apalpadas que estavam dando nas nádegas da minha namorada, de vez em quando ela tentava fracamente afastar as mãos dele da sua bunda, mas ele continuava na dele, e ela continuava aproveitando as carícias do cara, que de repente se atreveu a mais e meteu a mão pela abertura do vestido e começou a acariciar sua coxa, e sussurrou novamente para ela: -mmm, que coxas tão macias você tem, parecem aveludadas. De repente acho que ele subiu a mão pela parte interna das coxas dela até chegar ao início do biquíni, porque escapou um suspiro dela, Guadalupe virou para me olhar e eu finji que não estava percebendo nada fechando os olhos para que vissem que eu continuava orando e seguissem com o que estavam fazendo, que confiantes agora ele tentava baixar o biquíni dela com pouca resistência dela e com um pouco de vai e vem conseguiu baixá-lo até a metade da coxa e agora acariciava a pele macia da bunda da minha santa namorada, sussurrou novamente para ela: -ummm, que bundinha tão gostosa você tem, mamacita….ela fechava os olhos aproveitando aquelas sensações, de repente notei que o cara deu uma puxada para baixo e tirou completamente o biquíni dela, ela cooperou levantando os pés para que o cara pegasse em suas mãos e guardasse antes de mostrá-lo ao amigo com um sorriso de triunfo, diante dessa ação de ajudar a retirar o biquíni, minha namorada me empurrou um pouco e eu perguntei: -o que foi, meu amor… –nada, Cesar, acho que senti um pouquinho de tontura por causa do licor, mas já vai passar, não se preocupe…….pouco depois o cara sussurrou novamente para minha namorada: -mamita, que gostosa e boa você está, olha como você me deixou o pau duro como ferro…..em seguida pegou a A mãozinha da minha namorada se aproximou do volume dele, e ela, toda excitada, começou a massageá-lo por cima da calça. Dava pra ver que ela estava ansiosa pra sentir aquele membro, porque apertava e amassava assim como ele tinha feito com as nádegas dela. Dava pra ver que os dois estavam decididos a tudo, e ele sussurrou de novo: "Gata, tenho que te meter, tenho que te comer agora, vamos pra algum lugar onde a gente possa fazer isso..." Diante disso, eu comecei a ficar ainda mais excitado e continuei com a farsa de que não tava percebendo nada, só pra ver até onde a Guadalupe seria capaz de ir. De repente, ela me disse com uma voz diferente, meio rouca de excitação: "Amor, tô com vontade de ir no banheiro, não aguento mais..." "Agora? Espera a gente terminar de rezar..." "É que eu realmente não aguento..." "Tá bom, eu te acompanho." "Não, amor, eu vou sozinha, você continua rezando pelo meu vovô, não se preocupa, me espera aqui que eu já volto..." E foi assim que ela se livrou de mim e saiu apressada pros banheiros, balançando sensual aquele rabo gostoso que ela tem, seguida pelos olhares libidinosos dos dois caras, que discretamente se dirigiram pra onde minha namorada foi. Eu finji que não sabia do objetivo deles, que era comer minha namorada. De longe, vi que eles encontraram a Guadalupe na entrada dos banheiros e os três entraram no masculino. Rapidinho, fui atrás deles e, quando cheguei, notei que tinham trancado o banheiro por dentro, então ninguém podia entrar. Dei uma volta no banheiro e vi uma janela por onde dava pra ver tudo lá dentro, e como era de noite, não podiam me ver. Quando me espreitei, vi em primeiro plano minha namorada beijando o cara mais novo. Via as bocas deles se movendo num beijo apaixonado. Minha namorada tinha que ficar na pontinha dos pés pra alcançar a boca do cara, que segurava firmemente aquele rabo delicioso dela, levantando pouco a pouco o vestido até deixar enrolado na cintura e expor a bunda linda dela, enquanto o cara mais velho se deliciava vendo aquele rabo gostoso da minha namorada sendo apalpado pelo... Sortudo do amigo. De repente, o cara levou minha namorada para um cubículo. Eu via tudo aquilo com tesão, me excitava ver como iam foder a Guadalupe, então comecei a me tocar excitado, esperando como isso ia terminar.

– Agora sim vou te dar a foda da sua vida, sua vagabunda…

– Sim, siiim – dizia Guadalupe, desejosa de ser possuída por um estranho, e não ligou que ele a chamasse de vagabunda, acho que ficou ainda mais excitada. O cara desabotoou o cinto e baixou as calças até os tornozelos, ficando com o pau ereto, esboçando um sorriso pervertido ao ver a cara que minha namorada fez, encarando aquele pedaço de carne, com uma cabeçona vermelha brilhante e o tronco grosso cheio de veias.

– Vejo que você gosta do meu pau, mamacita. Com certeza é maior que o do seu namoradinho.

– Ssiiim, é muito maior… Isso me irritou, mas eu tinha que reconhecer que eles tinham razão.

– Pois é toda sua, mamacita. Vem, agarra ele e aproveita…

Minha namorada, submissa e cheia de tesão, se agachou em posição, com o vestido ainda enrolado na cintura, porque por ser tão justo não descia dos seus lindos quadris, enquanto o velho, do lado de fora do mictório, não perdia nenhum detalhe do espetáculo de ver de perto a bunda gostosa da minha namorada, esfregando o volume por cima da calça, e só conseguiu dizer:

– Pelo amor de Deus, que belas nádegas essa garotinha tem!

Agora eu via como Guadalupe pegava aquele grande pênis que apontava para o teto e, segurando-o pela base com sua mãozinha, começou a apalpá-lo, como se não acreditasse que fosse real. Depois aproximou o rosto, cheirou um pouco e parece que gostou, porque logo enfiou a língua e passou ao redor da glande inchada, para depois descer e subir ao longo do membro grosso, lambendo também as bolas. Tudo isso enquanto encarava fixamente os olhos do cara, que gemía de prazer com o que minha santinha de namorada estava fazendo.

– Oohh, como você faz bem, sua vagabunda. Desde que te vi na cafeteria, sabia que você gosta de aproveitar um bom pau, e vejo que não me enganei, pois há um tempinho você já estava curtindo bastante. que bom que vou tocar esse rabo gostoso que você tem, eu confirmei quando desci seu lindo biquíni vermelho que estou com ele na minha bolsa e ele cheirava a fluidos de uma putinha no cio, você é um pedaço de puta... essas palavras pareceriam ofensivas em outra circunstância, mas naquele momento parecia que a Guadalupe adorava ouvi-las, porque ela realmente estava agindo como uma puta, e naquele momento ela era uma linda e grande puta. Minha namorada continuou lambendo aquele pau ereto, até que o cara disse para ela chupar, ela não fez muita cerimônia, abrindo sua linda boquinha de lábios de chupadora, começou a devorar aquele grande instrumento, engolindo de uma só vez quase até a metade, acho que não conseguia abocanhar tudo, então minha namorada começou a fazer uma mamada monumental, daquelas que só ela sabe fazer, claro que eu sei, via sua cabeça subindo e descendo num bom ritmo, às vezes ela tirava da boca para apreciar visualmente e lançar um sorriso sensual para o cara que estava adorando. - aaahhh, continua mamacita, continua putinha, como você gosta de chupar paus, mmm, que gostoso você sabe fazer..., continuou chupando por um tempo, até que o cara, sentindo que ia gozar, parou ela de repente. - espera mamacita, se continuar mais um pouco vai tirar o leite, e eu quero dar ele no seu lindo bucetão... dito isso, ele sentou na tampa do vaso, com seu pênis ereto e molhado pelas chupadas recebidas apontando para o teto. - agora sim minha rainha, sobe aqui no seu trono, que agora você vai sentir o que é ter meu pau bem dentro de você... disse o cara, apontando para seu pau ereto, minha namorada se aproximou sensual do cara, se acomodando de cavalinho, pegou com seus dedinhos a ponta daquele membro completamente brilhante de baba que ela deixou depois da chupada, orientando-o para sua com certeza molhada buceta, vi que primeiro ela esfregou um pouco entre seus lábios vaginais como mostrando para eles o pedaço de carne que iam comer, e vi como ela estremeceu com aquela sensação gostosa, com um olhar carregado de lascívia, vendo fixando o olhar no cara, ela foi sentando lentamente naquele tronco, desaparecendo centímetro a centímetro dentro dela, até ficar completamente sentada em seu trono, o tesão que sentia era incrível ao ver como minha namorada conseguiu abrigar uma pica daquelas dentro da sua bucetinha, não me aguentei e liberando minha pica excitada comecei a me masturbar freneticamente vendo como se preparavam para foder minha Guadalupe, enquanto o velho fazia o mesmo vendo de perto a bundona da minha namorada se mexer a cada sentada.
- Aaaaaahhhh que apertadinha você está, mamita, sinto suas paredes abraçando minha pica, aaahhhhh, sua puta safada, cavalga em mim!…
Ela começou a cavalgar naquele membro poderoso, vendo como entrava e saía da sua xoxota, era incrível como com tanta facilidade ela abrigava tudo, o cara aproveitou para soltar seus peitões pelo decote do vestido e começar a apertá-los e chupá-los, passando de um mamilo ereto ao outro, enquanto movia a pelve para penetrá-la mais fundo.
- Assim, assimmmm, aaaaahhhhhh, chega até o fundo, continua me fodendo assim, aaahhhhh, que gostoso que é, aaaaahhhhhh…..
Ofegava minha Guadalupe, que pegando a cabeça do cara obrigou ele a beijar sua boca, ambos ofegantes e suados devoravam freneticamente as línguas um do outro, enquanto ela agarrava suas nádegas impondo um ritmo enérgico a cada penetrada, o velho que se masturbava perto deles se atreveu a esticar a mão para também tocar as nádegas saborosas da minha namorada, e com um dedo ensalivado passava em volta do bumbum da minha namorada tornando a foda mais prazerosa.
- Aaaaaahhhhhhh, mais, maaaiiis, continua me fodendo, me dá mais, mais forte, me fode com força cabrão que já vou gozar, aaahhh,..
E não se aguentando mais e soltando bufadas fortes, Guadalupe teve um grande orgasmo no meio de ofegos e gemidos. O cara continuava subindo e descendo o corpo frágil da minha namorada, enfiando com força sua estaca nela, de repente seus músculos se tensionaram, ele aproximou a boca do pescoço da minha namorada e ele deu uma mordida, parou suas investidas e sem tirar a boca do pescoço dela, gozou dentro da buceta molhada da Guadalupe, enquanto os dois respiravam ofegantes e exaustos. O cara parecia mais acabado que minha namorada, porque deixou a cabeça repousar nos peitos macios e gordos da Guadalupe, que esboçava um sorriso de satisfação, notando no pescoço um chupão que o cara deixou durante a gozada...
- Uffff, como você fode bem, mamacita, você é uma verdadeira puta na cama.
Ela virou a cabeça, lisonjeada, para beijá-lo apaixonadamente, como agradecendo o comentário, enquanto o cara ficava imóvel, esperando que ela se desencaixasse. Mas ela permanecia ali sem parar de beijar o cara, parecia que queria mais, que precisava de mais e mais. Continuava tão excitada que aquela primeira foda não pareceu suficiente, mas o cara a parou sutilmente segurando seus braços e eles se desgrudaram para decepção da minha namorada, ao mesmo tempo que dizia ao velho:
- É sua vez, velho, mete o pau que ela adora, parece insaciável e sabe foder gostoso essa puta que ainda tá com fogo...
Minha namorada esperava em pé, aparentemente impaciente pela próxima sessão de sexo. Continuava com o vestido enrolado na cintura, escorria sêmen entre as pernas da gozada anterior, o cabelo meio bagunçado e o rosto corado de tão excitada que ainda estava. E, de fato, ela queria mais. Não importava que quem ia foder ela agora era um velho de mais de 40 anos, ou 50?, nada agraciado fisicamente, mas com um pau grande igual ao do amigo, só que mais fino. Ele vinha acariciando o pau desde que ficou vendo a bunda da minha mulher subir e descer há um tempo, estava totalmente ereto e curvado, detalhe que minha namorada não perdia, pois de canto de olho ela o admirava, mordendo nervosa e excitada o lábio inferior carnudo. O outro cara foi vigiar a entrada do banheiro e verificar se não havia perigo de continuar fodendo minha namorada. Na sala, as orações continuavam, todos alheios ao que acontecia no banheiro, exceto eu. claro, que eu continuava de pau duro, esperando continuar me masturbando vendo como iam continuar a foder a Guadalupe. -você vai ver, gostosinha, como você vai curtir esse pau, vou enfiar ele na sua bunda, e te garanto que você vai gozar… vi minha namorada um pouco receosa, porque apesar de eu já ter comido o cu dela, ela disse que doeu bastante, mesmo tendo curtido muito naquela vez, mas o pau daquele velho é muito maior que o meu, mas ela continuava com tesão e naquele momento só queria aproveitar aquele pau novo, e o tempo estava curto. -você gosta do meu pau, putinha, quer ele na sua bunda, hein? –siiim, sim, mas anda logo que meu namorado pode vir me buscar, vamos, enfia logo, vaaaai…. dizia minha namorada no auge do tesão, o velho a fez se inclinar para frente, com as mãos apoiadas na privada, expondo sua bunda enorme, direcionou seu pau direto para a boceta molhada da Guadalupe e bombou algumas vezes segurando sua cintura e passando a massagear seus peitos lindos, depois que o pênis ficou encharcado dos fluidos de sua xoxota, ele cuspiu saliva direto da boca no seu cuzinho, fazendo um oral anal espetacular, explorando seu anus com uma língua longa e afiada que tentava penetrar, para o deleite da minha namorada….. –aaaaaahhhhhhh, como você faz bem, aaaahhhhh que gostoso isso é, mmmmmmm…… ela soltava gemidos de puro prazer com o tratamento que recebia do velho, que se levantou e enfiando um de seus dedos grossos, dilatando um pouco mais aquele canal divino, cuspiu uma última vez no seu cacete, então pegou as duas massas de carne que a Guadalupe tem como nádegas, abrindo-as o máximo possível, deixando exposto aquele cuzinho rosado, lubrificado e um pouco dilatado, foi então que ele colocou a ponta daquele grande pênis na entrada de seu cu, pressionando um pouco, ela com os olhos fechados aguentava o avanço que aos poucos vencia a resistência, entrou suavemente a ponta, avançava um pouco seu caminho para depois recuar, ele fazia isso umas se eu estivesse prolongando o prazer, tornando a cena mais excitante, eu continuava me masturbando freneticamente, vendo o maior êxtase da minha namorada, que arqueava um pouco as costas para facilitar a penetração. O velho entendeu a indireta dela e, segurando-a firmemente pelos quadris, deu uma empurrada certeira, introduzindo aquele membro duro, carnudo e quente dentro do cu da Guadalupe. Tenho certeza de que todo o comprimento estava dentro das entranhas dela, pois só se viam as bolas gordas batendo nos lábios vaginais da sua bucetinha.

– Aaaaaaaaaahhhhhhhhhh, siiim, isso tudo dentro! – ofegou Guadalupe sem disfarce, que agora estava sendo fodida com severidade, como se ele estivesse com pressa. E estava mesmo. Ele dava embestidas que quase levantavam do chão o corpinho frágil da minha namorada, que se apoiava apenas na pontinha dos sapatos de salto agulha, e o rosto dela se encolhia contra a parede com cada investida. O velho resfolegava e lambia o pescoço liso dela, continuando a comê-la pelo cu por mais um tempo…

– Aaaaahhhhhh, ooooohhhhh,,,mmmm, continua, me parte o cu, cabrão, que eu já vou gozar, AAAAAAAAHHHHHHHh… – ela começou a ofegar mais forte com o orgasmo anal iminente que aquele velho feio provocou, que ao mesmo tempo gozava dentro do cu gostoso da Guadalupe. Da mesma forma, eu fazia o mesmo, derramando sêmen em quantidade diante da foda tremenda da minha namorada.

Exaustos, os dois se levantaram para arrumar as roupas e, antes de sair, o cara se despediu da Guadalupe dando um beijo de língua, agradecendo por ter aproveitado o corpinho lindo dela que, como viram, foi feito para dar e receber prazer. O velho fez o mesmo, minha namorada o recebeu com igual prazer, abrindo a boca para receber a dele, que aproveitou para babá-la com troca de saliva enquanto apertava as belas nádegas dela. Ele se despediu dela dando uma palmada sonora de adeus e saíram do banheiro sorrateiramente, antes que as orações no salão terminassem, o que já estava acontecendo. Eu voltei para o meu lugar. onde eu estava com minha namorada, que a vi voltar com uma aparência diferente… - O que aconteceu, meu amor? Você me deixou preocupado, por que demorou?… - Me desculpe, amor, é que me senti mal, acho que os cafés com licor que tomei não caíram bem, e fiquei no banheiro me refrescando um pouco, mas não se preocupe porque já estou melhor… - Bom, eu te vejo um pouco corada, como se estivesse com febre, além de ter um pequeno roxo no seu pescoço, se quiser vamos te levar num médico… Ela me respondeu nervosa, tentando esconder seu chupão visível… - Eeeh, não, César, estou bem, é que vomitei um pouco e ao fazer isso me pressionei no pescoço e ficou marcado, e é verdade que há um tempinho senti um pouco de febre, mas no banheiro me refresquei e aí passou minha calentura, melhor me levar para casa porque estou um pouco cansada… E claro que no banheiro passou a calentura dela, mas não porque se refrescou, e sim pela grande foda que aqueles dois caras deram nela, que na cafeteria nos olhavam com um sorriso de total satisfação. Peguei Guadalupe pelo braço e nos dirigimos à saída, onde sempre vou lembrar daquele velório do avô dela, aquele velório quente. …………… Fim

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