Bom, vou começar me apresentando. Meu nome é Edu, um cara comum, 1,70m de altura, 65 kg (na época que eu tinha 16 anos), pele branca, cabelo preto e olhos pretos. Eu era meio antissocial e reservado, mas tudo foi mudando conforme fui conhecendo as mulheres. Certo dia, na escola, a garota mais popular da sala foi minha parceira de equipe. Nem preciso dizer que virei a inveja dos meus colegas. Eu não tinha muita experiência com garotas: uns amassos, uns beijos, e só tinha transado duas vezes, mas nada demais. Karina, como se chama a garota, era muito gostosa: olhos verdes, pele branca, umas pernas tão firmes que pareciam rasgar tudo que apertavam, um quadril e uma bunda tão atraentes quanto o rosto dela. Os peitos também não ficavam atrás, uma delícia, perfeitos pra idade. Fizemos o trabalho na casa dela. A mãe dela, Karina também, uma mulher linda pra caralho. Desde o primeiro momento, deixou claro que a gente tinha que terminar o projeto o mais rápido possível. Pra mim, ela parecia muito rígida e mal-humorada. No quarto da Karina, a gente terminou o projeto mais rápido do que eu esperava. A mina era inteligente, nada a ver com o jeito que se comportava na escola. Eu já tava pensando em ir embora quando ela perguntou se eu podia ficar mais um pouco. Aceitei na hora, óbvio. Ela trocou de roupa pra ficar confortável, e se "confortável" pra você é um shortinho no meio da bunda e um top, eu não consegui evitar uma ereção de cavalo. Não esperava por aquela roupa, mas fiquei felizão que ela usou. A gente conversou sobre o básico da escola, problemas com os pais, música e tal. Até que chegamos no assunto que me interessava: namoro. Ela logo disse que não tinha namorado, mas que uns caras da escola atraíam ela, e que um deles era eu, por ser estranho e misterioso. Perguntei se ela tava brincando, e a resposta me deixou surpreso. Karina: "Pra alguém tão calado, reservado e inteligente, você é meio desatento. Todas as garotas da sala gostam de você, e principalmente a Karen. Ouvi dizer que ela até entrou no time de futebol porque você tava lá." (Karen era meu amor secreto, minha garota ideal, 1,70m). 85-64-89, listinha, cabelo preto, óculos, aparelho me deixam louco não sei por quê, olhos pretos, magrinha, perna boa, bunda boa sem exagero, peito médio.) Eu não saía do meu espanto até sentir a mão dela na minha nuca e me puxando pra ela, a gente se fundiu num beijo cheio de desejo, minhas mãos instintivamente foram pras nádegas duras e redondas dela, minha língua tinha vida própria, eu não sabia o que tava fazendo ou como tava conseguindo, mas já tinha a Karina pelada num piscar de olhos, ela gemia e pedia pra eu não parar, pra continuar, minha mão direita enfiada na buceta dela, minha mão esquerda nos peitos dela, minha boca no pescoço dela, do nada ela me afasta e se eu não soube como tirei a roupa dela, ela foi rápida pra baixar minha calça. Karina: que grossa que você tem, ou é por minha causa… E sem dizer mais nada nem me deixar responder, ela tomou conta do meu pau e aquela língua que segundos atrás tava lutando com a minha, agora brigava com meu freio, eu peguei o cabelo dela, juntei numa rédea e praticamente tentei foder a boca dela, mas não consegui fazer muito porque ela não aguentou minha cabeça, minha cabeça era grande demais pra ela, mesmo assim com a língua e como se fosse um pirulito, eu gozei tão grosso que escorreu nos peitos dela e com a própria porra dei uns tapas nela, o olhar dela era pura safadeza, sorria como quem sabia que já tinha me dominado, me deitou na cama e montou em cima de mim. Karina: finalmente vou deixar de ser virgem e ninguém melhor que você, o garoto que me faz ficar molhada só de me olhar. As palavras dela me deixaram pasmo e longe de parar, coloquei meu pau na entrada dela e dei um leve empurrão. Karina: Edu, por favor, devagar, sou virgem de verdade e de verdade que seu pau é grosso. Edu: pra ser virgem você sabe muito de grossura. Karina: não seja bobo. Edu: Então faz você, monta em mim e dita o ritmo, porque do jeito que tô, duvido muito conseguir ir devagar. Dei um tapa na bunda dela como sinal pra começar, e o que dizer, se ela fez de uma só enfiada, enfiou meio pau, mordeu meu ombro e começou a me montar como toda uma profissional. Amazona, eu tomei conta dos seus peitos, chupava e mordia como se minha vida dependesse disso. Karina: vamos, love, não tenha pena de mim, me dá com toda a sua força. Peguei ela pela cintura e coloquei ela debaixo de mim na posição missionário, e meti tão forte que a cama parecia que ia quebrar. Nunca tinha sentido tanto prazer e tesão. Depois de 5 minutos, trocamos de posição, coloquei ela em cima de mim com as pernas ao redor da minha lombar, e, exatamente como imaginei, as pernas dela apertavam tão forte como se não quisessem me deixar ir. Karina: pelo amor de Deus, que prazer você me faz sentir, sou sua, love, não me deixe nuncaaaaa!!!! E foi aí que eu contemplei o primeiro orgasmo de uma mulher. Como eu não tinha gozado, continuei penetrando ela rápido e forte, ela continuava viajando, parece que o orgasmo dela foi demais, parecia uma boneca de pano. Pouco tempo depois, eu gozei, os dois ofegantes, cansados e felizes. Karina: isso foi muito melhor do que minha mãe me contou. Edu: bom, pra ser sua primeira vez, não foi nada mal, você é incrível. E a cara que ela fez quando eu disse isso? Ela deu um sorriso de orelha a orelha. Karina: a gente vai ficar junto além de hoje, não tá mentindo pra mim, hein? Porque olha, eu gosto de você pra valer. Melhor ser sincero, me fala a verdade. Minha mãe disse que os homens mentem pra gente e prometem até a lua pra poder comer a gente. Foi aí que eu lembrei da mãe dela, e com o barulho que a gente fez com os gemidos, duvido muito que ela não tenha escutado. Karina, como se lesse minha mente. Karina: fica tranquilo, minha mãe saiu, por que você acha que eu me animei a fazer isso? Se não fosse hoje, eu não teria outra oportunidade na minha casa. Edu: ainda bem, porque sua mãe parece que não gosta de mim, ou talvez seja impressão minha. Karina: você tá enganado, foi minha mãe que me incentivou a fazer isso. Tenho muita confiança nela e falei que você me interessava e que queria que você fosse o primeiro. Então, quando fui me trocar, ela me disse o que vestir pra você cair direitinho. Quando você já tava vindo pro meu quarto, ela foi embora e nos deixou sozinhos. Edu: que plano, hein. Trouxe, mas e seu pai? Ele não ia querer que me encontrasse pelado na cama da filha dele. Karina: Meus pais são divorciados. Ele largou ela por uma garota de 22 anos, e embora minha mãe não seja tão velha, ela só tem 31 anos. Edu: Poxa, não quis te deixar desconfortável com isso. Sua mãe é muito gostosa, não aparenta essa idade, parece bem mais nova. Karina: É o que eu sempre falo pra ela, mas ela não acredita. Edu: Bom, e quanto tempo você disse que sua mãe vai demorar? Já tô pronto pra próxima rodada. Karina: Bom, temos mais uma hora. Vamos pro banheiro continuar, já que ficamos todos sujos por causa do meu hímen. Eu não tinha percebido isso, então peguei a Karina no colo e, carregando ela como se fosse minha esposa, levei pro banheiro. Lá, continuamos nosso encontro sexual debaixo da água do chuveiro. Penetrei ela com força, senti uma força e um poder que nunca senti nem pensei que teria. Karina: Aaah, meu Deus! Vou contar pra todo mundo que você é meu! Nunca pensei que isso fosse a melhor coisa do mundo. Edu: Vamos, Karina, mexe essa buceta pra mim e grita bem alto quem te fez mulher. Meu orgulho e autoestima estavam nas alturas vendo a cara e os gestos dela, as unhas cravadas nas minhas costas. Num momento, ela mordeu meu ombro como sinal do gozo dela. Karina: Essa mordida é pra todo mundo saber que você é meu. Todas na escola vão saber que você é meu namorado. Edu: Você não acha melhor a gente ficar na moita, sem ninguém saber, sem ser tão óbvio? Eu tava implorando pra ela aceitar, porque agora que sabia que várias, se não todas, gostavam de mim, não ia perder a chance de comer todas. Karina: Bom, por enquanto a gente faz do seu jeito, querido. Mas vamos ter que transar mais seguido, porque olha, eu viciei não só nos seus beijos, mas também nessa pica linda. Sem dizer mais nada, ela começou a me chupar. Mesmo não cabendo inteiro na boca dela, eu curti demais. A sorte é que no banheiro eu não gozei, senão taria ferrado. Já limpos e depois de arrumar o quarto, fui embora daquela casa fantástica pra mim. Ela ficou deitada. Na cama dela, exausta, eu não conseguia acreditar: uma das garotas mais populares era virgem e eu tinha feito dela mulher. E não só isso, sabia que todas as meninas gostavam de mim, ainda mais a Karen. Assim que abri a porta da frente, me deparei com a mãe da Karina me olhando com uma expressão que não consegui decifrar direito. A voz dela me tirou do transe:
Mãe da Karina: "Puxa, já vai embora sem se despedir da sua sogra? Mas não te culpo, deve estar cansado, né? Depois de todo o exercício que minha filha te fez fazer."
Edu: "Nunca sairia de uma casa onde fui convidado sem me despedir, ainda mais da minha sogra gostosa."
Entrando na brincadeira, não ia ficar calado.
Mãe da Karina: "Espero que se comporte como um cavalheiro daqui pra frente com a minha menina."
E apertando minhas bolas, me deu um beijo doce na boca.
Mãe da Karina: "Até mais, bonitão. É bom saber que minha filha realizou o maior desejo dela.
Mãe da Karina: "Puxa, já vai embora sem se despedir da sua sogra? Mas não te culpo, deve estar cansado, né? Depois de todo o exercício que minha filha te fez fazer."
Edu: "Nunca sairia de uma casa onde fui convidado sem me despedir, ainda mais da minha sogra gostosa."
Entrando na brincadeira, não ia ficar calado.
Mãe da Karina: "Espero que se comporte como um cavalheiro daqui pra frente com a minha menina."
E apertando minhas bolas, me deu um beijo doce na boca.
Mãe da Karina: "Até mais, bonitão. É bom saber que minha filha realizou o maior desejo dela.
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