Estávamos num bar, sexta-feira, 3 de março. O pessoal tinha acabado de receber e dava pra ver a vontade de todo mundo de beber, dançar e transar. A Juli tava com um vestido justo que destacava os peitos dela e aquela bunda enorme, e isso era de propósito, porque a gente tava atrás de ação e não tinha jeito melhor de atrair uns caras ou minas do que com uma rouba bem gostosa.
Vários caras curiosos chegavam na nossa mesa querendo uma chance, mas quando descobriam que a Juli era trans, já desistiam. Depois de umas danças e uns drinks, um cara veio puxar conversa. Uns 18 a 25 anos, alto, magro e com uma cara bem afeminada. Dava pra ver que ele tava acelerado, provavelmente efeito de alguma droga. Sem perder tempo, ele propôs um menage rápido no banheiro, e a gente não podia recusar. Fomos na discrição pro banheiro, e reparei que o cara tinha uma bunda bem chamativa enquanto a gente andava.
A gente se trancou no banheiro e começou o ato. O cara tirou toda a roupa e, olha, tinha um corpo bonito; só faltavam uns peitos e ele seria uma trans de alto nível. Ele se ajoelhou, e a gente soltou nossas ferramentas. O cara, sem hesitar, deu um boquete daqueles. Dava pra ver que não era novato: usava a língua e lambia cada canto. Depois de um tempo, ele levantou e implorou pra gente comer ele. A Juli adora devorar esse tipo de cara, então deixei ela começar.
Eu me coloquei na frente do cara e pus ele pra chupar, deixando a bunda dele no ar e livre pra Juli. Ela colocou uma camisinha e passou lubrificante. Ficou estimulando o cu do cara com os dedos enquanto, com a mão livre, masturbava o próprio pau. Não demorou muito pra ela começar a meter. A Juli metia rápido, e as estocadas dela faziam a boca do cara me dar prazer, porque ele não tirava meu pau da boca.
A gente trocou de posição. Eu sentei na privada e coloquei o cara em cima de mim, abrindo as pernas dele, deixando tudo livre. A Juli, ela rapidamente enfiou nele de novo enquanto eu e ela nos beijávamos. Com minha mão, eu masturbava o pau já duro dele até ele gozar, e nessa hora a Juli tirou o pau dele e puxou a camisinha pra derramar o leite na cara e na boca do cara. Nós três nos ajeitamos de novo, limpamos o suor, e o cara limpou os restos de porra. Nos despedimos e voltamos pra nossa mesa.
Depois daquele menage a três, eu e a Juli ficamos com vontade de mais, mas não demorou muito até uma mina se aproximar da gente, uns 1,60 de altura, muito gostosa, gordinha, um quadril que chama atenção, peitos de tamanho médio, vestindo uma jaqueta preta que tentava esconder um sutiã da mesma cor junto com uma calça jeans e um tênis rosa. Talvez a descrição não pareça que a mina seja nada demais, mas ela tinha algo que chamou muito nossa atenção. Deixamos uma foto que ela autorizou a gente postar.
Quando chegou perto da gente, ela falou que tinha ouvido o que a gente tinha feito com o cara, e propôs fazer com ela, mas com a condição de primeiro nos conhecermos um pouco mais. Quando descobriu que a Juli é trans, ela se surpreendeu, mas não foi impedimento, porque disse: "Tem uma primeira vez pra tudo". Umas horas bebendo, conversando e dançando. Meu Deus, como essa mina dançava (vamos chamar ela de Vane), totalmente sem vergonha, nos tocava por todo lado, e quando chegava na hora do rebolado, aquele quadrilzão se mexia, ela encostava a bunda e rebolar de um jeito espetacular.
As horas passaram, e lá pelas 2 da manhã nós três fomos pra casa, conversando e zoando entre risadas. Quando chegamos, foi uma mudança drástica na atitude de todo mundo, dava pra sentir a tensão sexual que tava rolando. A Vane tirou a jaqueta e sentou no sofá, nos deu um olhar safado que eu não resisti, sentei do lado dela e comecei a beijar ela enquanto minha mão esquerda acariciava um dos peitos macios dela. A Juli também sentou e começou a acariciar as pernas dela enquanto se juntava ao beijo pra gente dar aquele beijo clássico de três. Nós três, pelados no sofá, nos beijando e nos acariciando. A Vane segurava nossos paus nas mãos, e nossas bocas lambiam e chupavam os peitos lindos dela. Decidimos continuar no quarto. A Juli deitou na cama, e a Vane rapidamente começou a chupar o pau dela. Já eu, queria comer a buceta dela, porque tava há um tempão sem chupar e foder uma. Me coloquei debaixo dela, acariciando os lábios com os dedos, procurando o clitóris até achar. Com a ponta dos dedos, acariciei suavemente, dava pra sentir o corpo dela tremendo.
Separei os dedos e comecei a lamber a buceta toda. Tinha um gosto muito bom e um cheirinho gostoso de laranja. Sentia os fluidos dela escorrendo, e ouvia os gemidos baixinhos. A Vane me parou e pediu pra chupar o pau da Juli junto com ela. Eu, todo feliz, fiquei do lado dela e fizemos o trabalho juntos. Cada uma cuidava de um lado, e no meio a gente se beijava. Ela fazia garganta profunda sem problema e pedia um monte de coisa, dava pra ver que nunca tinha ficado com um transsexual nem com um cara bi.
A Vane pede pra eu foder a Juli. Ela levanta, me dá um boquete rápido antes de colocar a camisinha. Passa lubrificante no meu pau e no cu da Juli, e com as mãos vai me guiando. Segura meu pau com força e faz eu entrar devagar na Juli. Depois que tô dentro, seguro as pernas da minha mina e começo a penetrar devagar. A Vane me olhava de um jeito muito safado, aquele olhar intenso me deixava louco. A Juli pede pra ela colocar a buceta na cara dela pra chupar, e a Vane se posiciona em cima da Juli, sempre olhando fixo nos meus olhos. A gente se segurava pelas mãos enquanto gemíamos. A Juli me apertava com uma força fora do comum enquanto eu metia nela, e ela gemia enquanto lambia a buceta da Vane.
Parei com a cintura e deitei a Vane. Tirei a camisinha que usei pra foder a Juli e, sem perder tempo, abri outra. Peguei as pernas dela e meti na Vane. Tinha esquecido como é bom sentir uma buceta molhada, cheia de vontade de sexo. Metia com força na Vane, e os gemidos dela... fortes, mas Juli abafou aqueles gemidos enfiando o pau dentro da boca dela. A buceta quente dela é espetacular, dava pra ver os fluidos escorrendo.
Enquanto chupava o pau de Juli, ela pediu pra gente que ela me penetrasse, porque nunca tinha visto algo assim fora do pornô. Juli, sem hesitar, pegou uma camisinha e, me colocando de quatro junto com a Vane, elas lamberam meu cu, enfiaram os dedos e brincaram com minhas bolas. Não demorou muito pra Juli começar a me penetrar devagar, e de canto de olho eu via a Vane se tocando assistindo a cena. Assim que o pau todo do meu amor entrou, ela começou a bombar, e a Vane não ficou parada: beijou a Juli, desceu pros peitos dela e lambeu.
Depois de uns 5 minutos de puro tesão, a Vane perguntou se, enquanto ela me penetrava, eu podia penetrar ela também, o que não foi difícil. Vane se deitou debaixo de mim e eu enfiei meu pau dentro dela, conseguindo uma sincronização perfeita: Juli me penetrava e eu penetrava a Vane. Nossos gemidos se misturavam, Vane me abraçava e apertava com as pernas, enquanto Juli apertava minhas nádegas e dava tapas.
Vane já tinha feito vários pedidos pra gente, então chegou nossa vez e perguntamos se ela já tinha feito dupla penetração alguma vez. Ela respondeu que não, mas que tinha experiência com sexo anal, o que facilitou as coisas. Deixei a Juli aproveitar a buceta dela e eu cuidei do cu apertado dela. Trocamos a camisinha e não fizemos ela esperar: primeiro a Vane subiu na Juli e foi penetrada, por trás, e com um pouco de dificuldade entrei no cu dela, que era bem mais apertado que o da Juli. Os gemidos dela ficaram ainda mais fortes; eu fui um pouco mais bruto, peguei ela pelo cabelo e puxei pra trás, apertando os peitos dela com força enquanto lembrava o quanto ela era uma putinha.
Juli me deu um sinal de que ia gozar, e eu também tava no limite, então deitamos a Vane na cama e gozamos na cara e no corpo dela. No final, nós três nos beijamos enquanto lambíamos o sêmen do corpo dela. Nós três. Terminamos muito casados, foi uma hora de sexo intenso.
Na manhã seguinte, fiz café da manhã pra todo mundo. A primeira a acordar foi a Vane, ela tava pelada e quando vi o corpinho dela, pequeno e gordinho, fiquei duro, mas não rolou nada. Uns minutos depois, a Juli se juntou a nós. No final, eu e a Juli conversamos a sós sobre ela. Os dois concordamos que ela tem algo que excita a gente, e achamos ela especialmente gostosa, então decidimos fazer uma proposta pra ela. Nossas palavras literais foram essas: "Vane, o de ontem foi espetacular e desde que te vimos se aproximar da gente, você chamou muito nossa atenção. Por isso, pedimos que você tenha um relacionamento com a gente." Ela se surpreendeu e na hora soltou uma gargalhada forte, mas aceitou nossa proposta.
Vários caras curiosos chegavam na nossa mesa querendo uma chance, mas quando descobriam que a Juli era trans, já desistiam. Depois de umas danças e uns drinks, um cara veio puxar conversa. Uns 18 a 25 anos, alto, magro e com uma cara bem afeminada. Dava pra ver que ele tava acelerado, provavelmente efeito de alguma droga. Sem perder tempo, ele propôs um menage rápido no banheiro, e a gente não podia recusar. Fomos na discrição pro banheiro, e reparei que o cara tinha uma bunda bem chamativa enquanto a gente andava.
A gente se trancou no banheiro e começou o ato. O cara tirou toda a roupa e, olha, tinha um corpo bonito; só faltavam uns peitos e ele seria uma trans de alto nível. Ele se ajoelhou, e a gente soltou nossas ferramentas. O cara, sem hesitar, deu um boquete daqueles. Dava pra ver que não era novato: usava a língua e lambia cada canto. Depois de um tempo, ele levantou e implorou pra gente comer ele. A Juli adora devorar esse tipo de cara, então deixei ela começar.
Eu me coloquei na frente do cara e pus ele pra chupar, deixando a bunda dele no ar e livre pra Juli. Ela colocou uma camisinha e passou lubrificante. Ficou estimulando o cu do cara com os dedos enquanto, com a mão livre, masturbava o próprio pau. Não demorou muito pra ela começar a meter. A Juli metia rápido, e as estocadas dela faziam a boca do cara me dar prazer, porque ele não tirava meu pau da boca.
A gente trocou de posição. Eu sentei na privada e coloquei o cara em cima de mim, abrindo as pernas dele, deixando tudo livre. A Juli, ela rapidamente enfiou nele de novo enquanto eu e ela nos beijávamos. Com minha mão, eu masturbava o pau já duro dele até ele gozar, e nessa hora a Juli tirou o pau dele e puxou a camisinha pra derramar o leite na cara e na boca do cara. Nós três nos ajeitamos de novo, limpamos o suor, e o cara limpou os restos de porra. Nos despedimos e voltamos pra nossa mesa.
Depois daquele menage a três, eu e a Juli ficamos com vontade de mais, mas não demorou muito até uma mina se aproximar da gente, uns 1,60 de altura, muito gostosa, gordinha, um quadril que chama atenção, peitos de tamanho médio, vestindo uma jaqueta preta que tentava esconder um sutiã da mesma cor junto com uma calça jeans e um tênis rosa. Talvez a descrição não pareça que a mina seja nada demais, mas ela tinha algo que chamou muito nossa atenção. Deixamos uma foto que ela autorizou a gente postar.
Quando chegou perto da gente, ela falou que tinha ouvido o que a gente tinha feito com o cara, e propôs fazer com ela, mas com a condição de primeiro nos conhecermos um pouco mais. Quando descobriu que a Juli é trans, ela se surpreendeu, mas não foi impedimento, porque disse: "Tem uma primeira vez pra tudo". Umas horas bebendo, conversando e dançando. Meu Deus, como essa mina dançava (vamos chamar ela de Vane), totalmente sem vergonha, nos tocava por todo lado, e quando chegava na hora do rebolado, aquele quadrilzão se mexia, ela encostava a bunda e rebolar de um jeito espetacular.
As horas passaram, e lá pelas 2 da manhã nós três fomos pra casa, conversando e zoando entre risadas. Quando chegamos, foi uma mudança drástica na atitude de todo mundo, dava pra sentir a tensão sexual que tava rolando. A Vane tirou a jaqueta e sentou no sofá, nos deu um olhar safado que eu não resisti, sentei do lado dela e comecei a beijar ela enquanto minha mão esquerda acariciava um dos peitos macios dela. A Juli também sentou e começou a acariciar as pernas dela enquanto se juntava ao beijo pra gente dar aquele beijo clássico de três. Nós três, pelados no sofá, nos beijando e nos acariciando. A Vane segurava nossos paus nas mãos, e nossas bocas lambiam e chupavam os peitos lindos dela. Decidimos continuar no quarto. A Juli deitou na cama, e a Vane rapidamente começou a chupar o pau dela. Já eu, queria comer a buceta dela, porque tava há um tempão sem chupar e foder uma. Me coloquei debaixo dela, acariciando os lábios com os dedos, procurando o clitóris até achar. Com a ponta dos dedos, acariciei suavemente, dava pra sentir o corpo dela tremendo.
Separei os dedos e comecei a lamber a buceta toda. Tinha um gosto muito bom e um cheirinho gostoso de laranja. Sentia os fluidos dela escorrendo, e ouvia os gemidos baixinhos. A Vane me parou e pediu pra chupar o pau da Juli junto com ela. Eu, todo feliz, fiquei do lado dela e fizemos o trabalho juntos. Cada uma cuidava de um lado, e no meio a gente se beijava. Ela fazia garganta profunda sem problema e pedia um monte de coisa, dava pra ver que nunca tinha ficado com um transsexual nem com um cara bi.
A Vane pede pra eu foder a Juli. Ela levanta, me dá um boquete rápido antes de colocar a camisinha. Passa lubrificante no meu pau e no cu da Juli, e com as mãos vai me guiando. Segura meu pau com força e faz eu entrar devagar na Juli. Depois que tô dentro, seguro as pernas da minha mina e começo a penetrar devagar. A Vane me olhava de um jeito muito safado, aquele olhar intenso me deixava louco. A Juli pede pra ela colocar a buceta na cara dela pra chupar, e a Vane se posiciona em cima da Juli, sempre olhando fixo nos meus olhos. A gente se segurava pelas mãos enquanto gemíamos. A Juli me apertava com uma força fora do comum enquanto eu metia nela, e ela gemia enquanto lambia a buceta da Vane.
Parei com a cintura e deitei a Vane. Tirei a camisinha que usei pra foder a Juli e, sem perder tempo, abri outra. Peguei as pernas dela e meti na Vane. Tinha esquecido como é bom sentir uma buceta molhada, cheia de vontade de sexo. Metia com força na Vane, e os gemidos dela... fortes, mas Juli abafou aqueles gemidos enfiando o pau dentro da boca dela. A buceta quente dela é espetacular, dava pra ver os fluidos escorrendo.
Enquanto chupava o pau de Juli, ela pediu pra gente que ela me penetrasse, porque nunca tinha visto algo assim fora do pornô. Juli, sem hesitar, pegou uma camisinha e, me colocando de quatro junto com a Vane, elas lamberam meu cu, enfiaram os dedos e brincaram com minhas bolas. Não demorou muito pra Juli começar a me penetrar devagar, e de canto de olho eu via a Vane se tocando assistindo a cena. Assim que o pau todo do meu amor entrou, ela começou a bombar, e a Vane não ficou parada: beijou a Juli, desceu pros peitos dela e lambeu.
Depois de uns 5 minutos de puro tesão, a Vane perguntou se, enquanto ela me penetrava, eu podia penetrar ela também, o que não foi difícil. Vane se deitou debaixo de mim e eu enfiei meu pau dentro dela, conseguindo uma sincronização perfeita: Juli me penetrava e eu penetrava a Vane. Nossos gemidos se misturavam, Vane me abraçava e apertava com as pernas, enquanto Juli apertava minhas nádegas e dava tapas.
Vane já tinha feito vários pedidos pra gente, então chegou nossa vez e perguntamos se ela já tinha feito dupla penetração alguma vez. Ela respondeu que não, mas que tinha experiência com sexo anal, o que facilitou as coisas. Deixei a Juli aproveitar a buceta dela e eu cuidei do cu apertado dela. Trocamos a camisinha e não fizemos ela esperar: primeiro a Vane subiu na Juli e foi penetrada, por trás, e com um pouco de dificuldade entrei no cu dela, que era bem mais apertado que o da Juli. Os gemidos dela ficaram ainda mais fortes; eu fui um pouco mais bruto, peguei ela pelo cabelo e puxei pra trás, apertando os peitos dela com força enquanto lembrava o quanto ela era uma putinha.
Juli me deu um sinal de que ia gozar, e eu também tava no limite, então deitamos a Vane na cama e gozamos na cara e no corpo dela. No final, nós três nos beijamos enquanto lambíamos o sêmen do corpo dela. Nós três. Terminamos muito casados, foi uma hora de sexo intenso.
Na manhã seguinte, fiz café da manhã pra todo mundo. A primeira a acordar foi a Vane, ela tava pelada e quando vi o corpinho dela, pequeno e gordinho, fiquei duro, mas não rolou nada. Uns minutos depois, a Juli se juntou a nós. No final, eu e a Juli conversamos a sós sobre ela. Os dois concordamos que ela tem algo que excita a gente, e achamos ela especialmente gostosa, então decidimos fazer uma proposta pra ela. Nossas palavras literais foram essas: "Vane, o de ontem foi espetacular e desde que te vimos se aproximar da gente, você chamou muito nossa atenção. Por isso, pedimos que você tenha um relacionamento com a gente." Ela se surpreendeu e na hora soltou uma gargalhada forte, mas aceitou nossa proposta.
4 comentários - Agora somos três (Travesti)
En la foto no parece gordita como dices en el relato.
La relación de tres suena rara pero muy morbosa y excitante, sobretodo porque ahora podés disfrutar de una mujer con vagina y otra mujer con pene 😋.