Depois daquele encontro entre a Ale e o Sebastião em novembro, como "comemoração" do dia do corno, quando chegou o feriado do fim de novembro, fomos pra casa do meu sogro passar uns dias de descanso e, de quebra, a Ale podia aproveitar de novo o "tio" Jorge. Era sábado ao meio-dia e tava um calor do caralho, e como sempre eu tinha que agradar meu sogro, então fiz um churrasco na casa dele, onde ele tinha convidado o Jorge pra comer com a gente. A Ale, como de costume, gosta de descansar e dormir um pouco mais, então tinha acordado tarde e, como tava entre pessoas de total confiança, andava e almoçou meio em casa, ou melhor, de pijama. Um conjunto de tecido de algodão branco bem fininho e que transparentava pra caralho, onde o short meio solto deixava ver claramente a tanguinha diminuta de fio dental vermelho-fogo que ela usava por baixo, e a parte de cima, com duas tirinhas nos ombros (não tão solta), destacava claramente os peitinhos pequenos e empinados dela, tanto na cor rosada das auréolas quanto na dureza dos biquinhos. Nem preciso dizer que ela sentou assim na mesa pra comer o churrasco na frente do tio e toda hora levantava pra pegar alguma coisa, se inclinando e mostrando "sem querer" a tanguinha ao se abaixar pra pegar umas paradas. Depois de comer, a gente ficou batendo papo enquanto a Ale se preparava pra ir "na casa de uma amiga pegar sol na piscina", e o Jorge se ofereceu pra levar ela no carro dele, já que ficava no caminho pra casa dele. Obviamente que a visita à amiga era uma desculpa e que ela ia passar uma boa parte da tarde na cama do tio. Mas aquele fim de semana não foi só mais um de chifres. Não pelo que rolou sexualmente ser digno de um relato, ou sim, sempre daria um relato porque o velho cada dia come ela melhor, mas porque no meio do sexo desenfreado que a Ale tava tendo com o sexagenário, foi rolando um diálogo entre os dois que (depois ela me contaria) poderia abrir novas portas nas nossas aventuras de corno. O don Jorge basicamente não acreditava como eu era tão otário de não perceber que ela tava provocando assim vestida durante o almoço e me fazer acreditar que ela ia pegar sol e não voltar com nenhuma marca de sol na pele nem cheiro de bronzeador ou protetor solar, mas totalmente exausta e com uma cara de bem comida que era impossível disfarçar.
— talvez ele não seja tão otário quanto você pensa, e curte que a mulher dele faça outros caras ficarem excitados, até na frente dele (disse Ale)
— como você está se comportando ultimamente na frente do seu maridinho, de provocar outros homens pra te comerem como uma puta não tem diferença nenhuma….
— você gostaria que ele soubesse e não tivesse problema nenhum que em vez de ir pra casa de uma amiga eu vim na sua casa pra comer essa pica enorme? Tão grande e dura, totalmente diferente do que ele tem…
— seria uma loucura, uma loucura gostosa que ele soubesse e aceitasse o corno que ele é
— mmmmm….. que delícia…. Me deixa com muito tesão o que você tá me dizendo “tio”
Foi assim que, ao voltar, Ale e eu pudemos cheirar e lamber os restos de porra que o Don Jorge deixou como marca da sua mulher, Ale me contou e a verdade é que me pegou de surpresa primeiro e depois me deixou louco, já que eu via uma brecha de que pudéssemos abrir o jogo com ele sobre nossos fetiches e fantasias e assim eu poderia chegar a ver eles ao vivo e a cores em algum momento. Algo difícil por causa do meu sogro, sempre no meio da gente, mas logicamente poderíamos interagir nesse jogo de papéis de corno e garanhão.
Ale foi crescendo na sua dominação (e por consequência eu na minha submissão de corno) e foi assim que ela me disse: “se você quer ver como o tio Jorge me come com a pica linda dele, você vai ter que falar com ele e abrir o jogo sobre toda a situação. Quero que ele ouça da sua boca pra não ficar nenhuma dúvida do corno que você gosta de ser. Ahhh, e não esquece de falar que você adora tomar a porra, até a dele”
Desde aquele feriado prolongado de novembro, só voltamos pra cidade do meu sogro pra passar o ano novo junto com ele. Em todos esses dias, mais de um mês ela me torturou mandando eu ensaiar como ia falar e outras coisas que me deixavam hiper excitado. O fato de que um novo macho soubesse que eu era corno manso e que nossos gostos me mantinham completamente excitado, e minha esposa também. Éramos poucos para aquele 31 à noite: Ale, eu, meu sogro, Dom Jorge e o local de encontro era a casa da irmã do meu sogro para nos despedir do ano e receber o novo que começava. Chegamos naquele 30 de dezembro no meio da tarde. Enquanto Ale ficava descarregando as coisas e arrumando tudo, colocando o papo em dia com meu sogro, eu os deixei sozinhos e saí com a desculpa de ir comprar cigarros e umas besteiras, e fui para a casa de Dom Jorge para esclarecer a situação para ele. Ale tinha me pedido que, assim que eu tivesse esclarecido com ele, ligasse para avisá-la. Depois de tocar a campainha do macho maduro da minha esposa e ver que na porta estava eu sozinho, primeiro ele se surpreendeu, mas depois me fez entrar, me ofereceu uma cerveja e, enquanto tomávamos uma cerveja bem gelada que ele sempre tem na geladeira, contei o verdadeiro motivo da visita. Disse a ele que sempre soube que ele comia minha esposa, que inclusive fui eu quem a incentivei a dar o primeiro passo (tem o relato para quem não leu), que há vários anos já tínhamos descoberto esse gosto pelo cuckold e pelos chifres, que eu tenho uma piroca pequena, que nem sempre tenho uma ereção firme e prolongada e que muitas vezes sou precoce. Que amo loucamente minha esposa e que descobri um prazer inigualável em vê-la aproveitar com machos bem ativos, tarados e, acima de tudo, bem dotados. E que, por parte dela, ela também curte pra caralho, não só no ato sexual com o macho dela, mas também em toda essa parada erótica e humilhante que rola toda vez que ela me põe chifre, seja na minha presença ou quando ela sai para se divertir com o macho dela e eu espero ela voltar. Que até encontramos um prazer tarado no fato de me fazer limpar o leite que o macho deixa nela, seja na boca dela, nos peitinhos, na buceta ou no cuzinho. Disse a ele (como Ale tinha me pedido) que já tinha provado o gozo dele, várias vezes. que ela foi visitar ele e voltou com a buceta cheia de leite, e me fez limpar tudo quando voltei enquanto me contava com todos os detalhes como ele tinha feito ela gozar. Eu disse que ele era praticamente um sommelier de leites de macho e, pra fazer ele se sentir ainda melhor, falei que o leite dele era um dos melhores que já tinha provado (o que é verdade, por sinal). Depois de me despejar com toda essa história e ter respondido e esclarecido umas dúvidas que ele tinha, já na segunda garrafa de cerveja, eu disse que precisava ligar pra Ale porque ela tinha me pedido. Liguei pra ela e, depois de dizer que já tinha cumprido minha parte, ela falou pra eu ficar ali que ela ia me ligar, o que me surpreendeu. Em menos de dois minutos, Ale tinha se trancado no quincho da casa do pai e estava me ligando, mas por videochamada do WhatsApp. Ela pediu pra gente sentar lado a lado com o Dom Jorge e colocar o telefone na mesa pra que os dois entrassem no quadro. Depois dos cumprimentos e felicitações de praxe por estarmos todos três sabendo de tudo, ela perguntou:
— Amor meu, você viu a pica do tio? Ele te mostrou?
— Não, amor, como ele ia me mostrar? Foi uma conversa pra deixar ele totalmente por dentro da situação.
— Bom, certo… Agora quero que você, tio, se levante, do lado do meu marido, e desabotoe a calça e mostre pra ele a pica que faz dele um corno manso, a pica que eu tanto gosto e que tão bem me come todas as tardes que eu tô aqui na cidade, essa pica que dá um leite tão gostoso e que o Tomás tanto adora…
— Ale, você tá completamente louca, pirada das ideias (disse o Jorge)
— Por favor, tio, mesmo que ele não tenha dito, o corno manso tá morrendo de vontade de conhecer sua pica e eu quero que ele conheça hoje pra que, quando ele te ver me comendo, já tenha ela bem gravada na mente e nunca mais esqueça… Então levanta, abaixa a calça e mostra pra ele.
Dom Jorge me olhou com uma certa incredulidade, mas obedecendo ao que minha esposa pedia, se levantou do meu lado, desabotoou a calça e foi abaixando a cueca, e diante dos meus olhos caiu uma pica com uns pelinhos. gorda, meio morcilhona, e bem venosa.
- viu que linda cock a love tem, assim dormindo, bem dormida ela tá agora, … tio, bate uma, deixa ela bem dura, quero que o cuck veja ela no máximo esplendor, igual quando você me come toda e me faz gritar que nem uma putinha….
Dom Jorge olhando pra Ale no telefone começou lentamente a se masturbar
- você é uma perversa total, não pode ser tão slut, me fazer bater uma na frente do seu marido, ele olhando pra minha cock e você do outro lado….. Tamo tudo louco pelo amor de Deus
- continua, vai, quero ver ela bem dura, do jeito que você vai ter amanhã à tarde quando estiver me comendo ali mesmo e o cuck tiver vendo e ouvindo pelo telefone daqui
- quê? Amanhã à tarde você vai vir comer ela e vai ligar pro Tomas pra ele ver como te fuck you?
- sim, vou sozinha como sempre vou à tarde, e alguém tem que ficar pra entreter meu pai e cuidar pra ele não ter a brilhante ideia de ir na sua casa, essa é a tarefa do cuck
- putinhaaaa…. Sempre pensando em tudo…. Que vontade de te comer toda, não aguento até amanhã
- vai, continua assim, quero ver ela bem dura….. vamos, quer olhar minhas tetinhas, olha como elas tão durinhas, (abaixando as alças do vestido, apertando os biquinhos)
Eu não sabia se olhava como aquela cock ia crescendo ou se olhava minha esposa começando a se tocar do outro lado pra esquentar o Jorge, mas rapidamente ele tirou todas as minhas dúvidas
- não olha pro telefone love, olha pra cock do tio, não quero que você tire os olhos dessa cock enorme e divina, olha como ela fica dura, mostra a cabeça tio, mmmmm….. já tem um pouco de líquido pré-seminal, que tasty…..
- sim slut, sempre deixa ela dura pra mim, se toca assim na pussy (ouço Dom Jorge falar),…. Ai Tomi, sua esposa tá com o vestido enrolado na cintura e por baixo não tem nada, enquanto se toca pra mim nas tetinhas, na bucetinha e chupa os dedos cockhold
- que dura que tá tio, quero que você bata na mesa com essa pica, quero sentir o barulho e ele também sentir o barulho dessa cock gorda Espremida contra a mesa…
Dom Jorge se aproximou mais de mim e começou a bater na mesa com o pau dele como se fosse um martelo, o impacto daquela rola no vidro da mesa era emocionante. Aquele pau tinha crescido mais do dobro em comprimento e largura desde que ele tirou, estava duríssimo e agora ele estava descontrolado vendo minha esposa se masturbando cada vez mais rápido e batendo o pau na mesa enquanto eu olhava bestificado praquela ferramenta fabulosa.
— Se continuarmos assim, você vai me fazer gozar, Ale.
— É isso que eu quero, tio, quero todo o seu gozo em cima da mesa… Quero ver você gozar pra mim e quero que a gente veja junto meu corno manso limpando a mesa com a língua, saboreando todo o seu leite, tio.
— Cada dia você me deixa mais louco, garota, que puta perversa que você é, não acredito…
— Vai, tio, me dá o gozo… Dá o gozo pra gente, dá o gozo pro Tomi pra ele tomar fresquinho pela primeira vez.
— Uhhhh, garota… sim… aí vai, tomaaaaaaaa… Tudo… Toma, corno… Toma meu gozo.
E ele apoiou o pau na mesa, na frente do telefone, e começou a jorrar gozo em golfadas, formando uma poça considerável no vidro. Um gozo bem branco, grosso…
— Vai, amor, toma tudo, do jeito que você tanto gosta… Quero ver e quero que o tio veja você limpando bem a mesa, igual você limpa a minha buceta toda vez que eu volto de trepar com ele… Mmmmm… muito bem, cuckold… Assim… Vai, tudo… Tudo… Tudo… Não deixa nada de gozo, limpa bem a mesa do meu macho com a sua língua, vai… Gostou?… Viu que delícia que é?
— Sim, amor, é mais gostoso que das outras vezes, deve ser porque estou tomando na hora… Amei…
— Que cuck tão puto, pelo amor de Deus… Como a gente vai se divertir nós três… Já vou avisar: eu vou ser o último a te comer este ano, Ale, e o primeiro a te comer no ano que vem…
E foi assim, mas isso a gente vai contar em outro conto pra não alongar demais…
Obrigado pela atenção… Em breve a continuação.
— talvez ele não seja tão otário quanto você pensa, e curte que a mulher dele faça outros caras ficarem excitados, até na frente dele (disse Ale)
— como você está se comportando ultimamente na frente do seu maridinho, de provocar outros homens pra te comerem como uma puta não tem diferença nenhuma….
— você gostaria que ele soubesse e não tivesse problema nenhum que em vez de ir pra casa de uma amiga eu vim na sua casa pra comer essa pica enorme? Tão grande e dura, totalmente diferente do que ele tem…
— seria uma loucura, uma loucura gostosa que ele soubesse e aceitasse o corno que ele é
— mmmmm….. que delícia…. Me deixa com muito tesão o que você tá me dizendo “tio”
Foi assim que, ao voltar, Ale e eu pudemos cheirar e lamber os restos de porra que o Don Jorge deixou como marca da sua mulher, Ale me contou e a verdade é que me pegou de surpresa primeiro e depois me deixou louco, já que eu via uma brecha de que pudéssemos abrir o jogo com ele sobre nossos fetiches e fantasias e assim eu poderia chegar a ver eles ao vivo e a cores em algum momento. Algo difícil por causa do meu sogro, sempre no meio da gente, mas logicamente poderíamos interagir nesse jogo de papéis de corno e garanhão.
Ale foi crescendo na sua dominação (e por consequência eu na minha submissão de corno) e foi assim que ela me disse: “se você quer ver como o tio Jorge me come com a pica linda dele, você vai ter que falar com ele e abrir o jogo sobre toda a situação. Quero que ele ouça da sua boca pra não ficar nenhuma dúvida do corno que você gosta de ser. Ahhh, e não esquece de falar que você adora tomar a porra, até a dele”
Desde aquele feriado prolongado de novembro, só voltamos pra cidade do meu sogro pra passar o ano novo junto com ele. Em todos esses dias, mais de um mês ela me torturou mandando eu ensaiar como ia falar e outras coisas que me deixavam hiper excitado. O fato de que um novo macho soubesse que eu era corno manso e que nossos gostos me mantinham completamente excitado, e minha esposa também. Éramos poucos para aquele 31 à noite: Ale, eu, meu sogro, Dom Jorge e o local de encontro era a casa da irmã do meu sogro para nos despedir do ano e receber o novo que começava. Chegamos naquele 30 de dezembro no meio da tarde. Enquanto Ale ficava descarregando as coisas e arrumando tudo, colocando o papo em dia com meu sogro, eu os deixei sozinhos e saí com a desculpa de ir comprar cigarros e umas besteiras, e fui para a casa de Dom Jorge para esclarecer a situação para ele. Ale tinha me pedido que, assim que eu tivesse esclarecido com ele, ligasse para avisá-la. Depois de tocar a campainha do macho maduro da minha esposa e ver que na porta estava eu sozinho, primeiro ele se surpreendeu, mas depois me fez entrar, me ofereceu uma cerveja e, enquanto tomávamos uma cerveja bem gelada que ele sempre tem na geladeira, contei o verdadeiro motivo da visita. Disse a ele que sempre soube que ele comia minha esposa, que inclusive fui eu quem a incentivei a dar o primeiro passo (tem o relato para quem não leu), que há vários anos já tínhamos descoberto esse gosto pelo cuckold e pelos chifres, que eu tenho uma piroca pequena, que nem sempre tenho uma ereção firme e prolongada e que muitas vezes sou precoce. Que amo loucamente minha esposa e que descobri um prazer inigualável em vê-la aproveitar com machos bem ativos, tarados e, acima de tudo, bem dotados. E que, por parte dela, ela também curte pra caralho, não só no ato sexual com o macho dela, mas também em toda essa parada erótica e humilhante que rola toda vez que ela me põe chifre, seja na minha presença ou quando ela sai para se divertir com o macho dela e eu espero ela voltar. Que até encontramos um prazer tarado no fato de me fazer limpar o leite que o macho deixa nela, seja na boca dela, nos peitinhos, na buceta ou no cuzinho. Disse a ele (como Ale tinha me pedido) que já tinha provado o gozo dele, várias vezes. que ela foi visitar ele e voltou com a buceta cheia de leite, e me fez limpar tudo quando voltei enquanto me contava com todos os detalhes como ele tinha feito ela gozar. Eu disse que ele era praticamente um sommelier de leites de macho e, pra fazer ele se sentir ainda melhor, falei que o leite dele era um dos melhores que já tinha provado (o que é verdade, por sinal). Depois de me despejar com toda essa história e ter respondido e esclarecido umas dúvidas que ele tinha, já na segunda garrafa de cerveja, eu disse que precisava ligar pra Ale porque ela tinha me pedido. Liguei pra ela e, depois de dizer que já tinha cumprido minha parte, ela falou pra eu ficar ali que ela ia me ligar, o que me surpreendeu. Em menos de dois minutos, Ale tinha se trancado no quincho da casa do pai e estava me ligando, mas por videochamada do WhatsApp. Ela pediu pra gente sentar lado a lado com o Dom Jorge e colocar o telefone na mesa pra que os dois entrassem no quadro. Depois dos cumprimentos e felicitações de praxe por estarmos todos três sabendo de tudo, ela perguntou:
— Amor meu, você viu a pica do tio? Ele te mostrou?
— Não, amor, como ele ia me mostrar? Foi uma conversa pra deixar ele totalmente por dentro da situação.
— Bom, certo… Agora quero que você, tio, se levante, do lado do meu marido, e desabotoe a calça e mostre pra ele a pica que faz dele um corno manso, a pica que eu tanto gosto e que tão bem me come todas as tardes que eu tô aqui na cidade, essa pica que dá um leite tão gostoso e que o Tomás tanto adora…
— Ale, você tá completamente louca, pirada das ideias (disse o Jorge)
— Por favor, tio, mesmo que ele não tenha dito, o corno manso tá morrendo de vontade de conhecer sua pica e eu quero que ele conheça hoje pra que, quando ele te ver me comendo, já tenha ela bem gravada na mente e nunca mais esqueça… Então levanta, abaixa a calça e mostra pra ele.
Dom Jorge me olhou com uma certa incredulidade, mas obedecendo ao que minha esposa pedia, se levantou do meu lado, desabotoou a calça e foi abaixando a cueca, e diante dos meus olhos caiu uma pica com uns pelinhos. gorda, meio morcilhona, e bem venosa.
- viu que linda cock a love tem, assim dormindo, bem dormida ela tá agora, … tio, bate uma, deixa ela bem dura, quero que o cuck veja ela no máximo esplendor, igual quando você me come toda e me faz gritar que nem uma putinha….
Dom Jorge olhando pra Ale no telefone começou lentamente a se masturbar
- você é uma perversa total, não pode ser tão slut, me fazer bater uma na frente do seu marido, ele olhando pra minha cock e você do outro lado….. Tamo tudo louco pelo amor de Deus
- continua, vai, quero ver ela bem dura, do jeito que você vai ter amanhã à tarde quando estiver me comendo ali mesmo e o cuck tiver vendo e ouvindo pelo telefone daqui
- quê? Amanhã à tarde você vai vir comer ela e vai ligar pro Tomas pra ele ver como te fuck you?
- sim, vou sozinha como sempre vou à tarde, e alguém tem que ficar pra entreter meu pai e cuidar pra ele não ter a brilhante ideia de ir na sua casa, essa é a tarefa do cuck
- putinhaaaa…. Sempre pensando em tudo…. Que vontade de te comer toda, não aguento até amanhã
- vai, continua assim, quero ver ela bem dura….. vamos, quer olhar minhas tetinhas, olha como elas tão durinhas, (abaixando as alças do vestido, apertando os biquinhos)
Eu não sabia se olhava como aquela cock ia crescendo ou se olhava minha esposa começando a se tocar do outro lado pra esquentar o Jorge, mas rapidamente ele tirou todas as minhas dúvidas
- não olha pro telefone love, olha pra cock do tio, não quero que você tire os olhos dessa cock enorme e divina, olha como ela fica dura, mostra a cabeça tio, mmmmm….. já tem um pouco de líquido pré-seminal, que tasty…..
- sim slut, sempre deixa ela dura pra mim, se toca assim na pussy (ouço Dom Jorge falar),…. Ai Tomi, sua esposa tá com o vestido enrolado na cintura e por baixo não tem nada, enquanto se toca pra mim nas tetinhas, na bucetinha e chupa os dedos cockhold
- que dura que tá tio, quero que você bata na mesa com essa pica, quero sentir o barulho e ele também sentir o barulho dessa cock gorda Espremida contra a mesa…
Dom Jorge se aproximou mais de mim e começou a bater na mesa com o pau dele como se fosse um martelo, o impacto daquela rola no vidro da mesa era emocionante. Aquele pau tinha crescido mais do dobro em comprimento e largura desde que ele tirou, estava duríssimo e agora ele estava descontrolado vendo minha esposa se masturbando cada vez mais rápido e batendo o pau na mesa enquanto eu olhava bestificado praquela ferramenta fabulosa.
— Se continuarmos assim, você vai me fazer gozar, Ale.
— É isso que eu quero, tio, quero todo o seu gozo em cima da mesa… Quero ver você gozar pra mim e quero que a gente veja junto meu corno manso limpando a mesa com a língua, saboreando todo o seu leite, tio.
— Cada dia você me deixa mais louco, garota, que puta perversa que você é, não acredito…
— Vai, tio, me dá o gozo… Dá o gozo pra gente, dá o gozo pro Tomi pra ele tomar fresquinho pela primeira vez.
— Uhhhh, garota… sim… aí vai, tomaaaaaaaa… Tudo… Toma, corno… Toma meu gozo.
E ele apoiou o pau na mesa, na frente do telefone, e começou a jorrar gozo em golfadas, formando uma poça considerável no vidro. Um gozo bem branco, grosso…
— Vai, amor, toma tudo, do jeito que você tanto gosta… Quero ver e quero que o tio veja você limpando bem a mesa, igual você limpa a minha buceta toda vez que eu volto de trepar com ele… Mmmmm… muito bem, cuckold… Assim… Vai, tudo… Tudo… Tudo… Não deixa nada de gozo, limpa bem a mesa do meu macho com a sua língua, vai… Gostou?… Viu que delícia que é?
— Sim, amor, é mais gostoso que das outras vezes, deve ser porque estou tomando na hora… Amei…
— Que cuck tão puto, pelo amor de Deus… Como a gente vai se divertir nós três… Já vou avisar: eu vou ser o último a te comer este ano, Ale, e o primeiro a te comer no ano que vem…
E foi assim, mas isso a gente vai contar em outro conto pra não alongar demais…
Obrigado pela atenção… Em breve a continuação.
7 comentários - Fim de ano, branqueamos com Don Jorge (1ª parte)