Um dia na empresa onde trabalho, uma colega me contou que a cunhada dela tinha um namorado e que, segundo a cunhada, aquele cara tinha um pau enorme, de mais de trinta centímetros, bem grosso, e que fazia a cunhada gozar tanto que ela já tinha compartilhado o namorado com algumas amigas, e todas ficaram super encantadas com aquele pauzão; a gente ria e disfarçava com brincadeiras e piadas o fato de que aquilo tinha nos impressionado pra caralho. Meu marido tem um pau grande, mas não era igual ao que a amiga descrevia.
Na segunda-feira seguinte, eu estava mais ansiosa do que nunca, e minha colega chegou com um sorriso que não cabia no rosto; ela me contou em detalhes tudo o que tinha feito e que, de fato, o pau era tão grande quanto descreviam.
Mas a coisa não podia ficar por isso. Eu não queria contar pro meu marido o quanto o comentário da minha colega tinha me excitado, porque ele ia se empolgar e tentar fazer eu ir até lá e fazer algo de que eu me arrependeria depois. Mas eu estava com tanta curiosidade e, no fundo, sem saber, uma excitação tão forte...
Não consegui me segurar mais e, uma tarde na saída do trabalho, fui até o lugar onde ficava a casa do namorado da cunhada da minha colega pra tentar vê-lo e saber como ele era. Sentei num café que ficava na esquina da frente e me acomodei na janela pra ver se ele saía. Depois de um tempo, vi chegar um táxi de onde desceu um casal que entrou na casa. Ao caminhar pelo jardim, vi que a garota era uma loira muito alta e estava agarrada na cintura dele, com a cabeça apoiada no peito do homem. Então entendi que ele era o dono do pau grande, tinha que ser. Era um homem de uns 35 anos, quase 1,90 de altura, parecia meio atlético e me causou uma impressão muito boa. Só de vê-lo e imaginar a ferramenta enorme dele, fiquei molhadinha e tive que apertar as pernas pra não deixar vazar nenhum líquido.
Fiquei nesse café por cerca de uma hora e já estava indo embora quando a mulher que tinha entrado saiu e se dirigiu pra esquina onde ficava o café em que eu estava. Senti um arrepio, sabendo que ela tinha acabado de receber aquele pauzão e vinha caminhando com uma leveza típica de uma boa sessão de sexo, e no rosto dela dava pra ver que estava muito feliz. Fiquei olhando ela caminhar e já ia seguir em frente, mas de repente ela voltou e entrou no café. Pediu um cigarro e sentou pra fumar. Não consegui me conter, me aproximei e perguntei se podia sentar com ela. Ela me olhou meio desconfiada, mas disse que sim. Imediatamente perguntei se ela conhecia minha colega de trabalho, fiz isso pra saber se era a cunhada ou se era outra amiga. Ela disse que não conhecia, e então me atrevi a confessar por que estava ali. Ela me confessou que era a segunda vez que o visitava e que cada vez gostava mais, que na verdade o pau dele não era só formidável, mas o cara realmente sabia usar. Me recomendou que não deixasse passar essa oportunidade, que agora ele estava mais do que disposto porque sabia que não teria visitas pelo resto da tarde. Ela foi embora e eu fiquei um tempão pensando, sabia que pelo meu marido não teria problema, aliás, ele adoraria a ideia, o problema era eu; por um lado, estava com um medo danado, fui criada de um jeito muito recatado e achava que não conseguiria superar, mas por outro lado a excitação era muito maior, me decidi a ir ao meu destino.
Toquei a campainha e uma voz muito forte e grave, quase igual à do meu marido, me atendeu — aliás, adoro esse tipo de voz. Me identifiquei como amiga da cunhada da minha colega de escritório e ele mandou eu entrar e seguir para o pátio interno, que logo me atenderia. Naquele dia, estava usando um vestido bem primaveril, todo florido, de tecido bem leve que o vento balançava enquanto eu andava, me sentia fresca e frágil. Como quase sempre, e seguindo o gosto do Alberto, que já era praticamente o meu também, não estava usando sutiã e tinha uma calcinha fio dental daquelas que por trás é só uma tirinha que entra bem no meio da bunda. Me sentia como se estivesse pelada por baixo do vestido, que mal cobria o fim das minhas nádegas. Cheguei no pátio interno e no meio tinha uma espécie de fonte. Me aproximei pra ver se tinha peixe, água ou o que era. Não via ninguém em lugar nenhum, então subi um pé na borda da piscininha e me inclinei pra olhar. Era uma fonte pequena, desligada, com um pouco de água onde não dava pra ver peixe nenhum, mas parecia ser bem fresca. Fiquei um tempão olhando o movimento da água e sentindo o vento levantar meu vestido por trás de leve, pensando que se alguém me visse assim, poderia facilmente ver minha bunda quase nua. Estava ficando ainda mais excitada com essa ideia quando senti uma presença atrás de mim. Não quis me virar, sabia que era ele. Comecei a ficar tão nervosa que meu coração disparou, sentia um nó na garganta e a respiração parecia não querer sair. Queria me mexer, fazer alguma coisa, mas estava paralisada, sabia que ele podia ver por baixo do meu vestido. saia e sentia ele se aproximar cada vez mais; senti o calor dele antes de sentir o corpo dele encostar nas minhas costas, fiquei imóvel, sentindo os olhos dele me percorrerem inteira, esperando o momento em que as mãos dele chegariam até mim. Em uma parte da minha mente e por um instante, lembrei do homem que me tocou no cinema e fiquei ainda mais excitada; sentia que minhas pernas estavam falhando, minha buceta estava tão molhada que comecei a sentir líquido escorrendo pela minha coxa, até senti meu cu pulsar; desejei tanto que ele me pegasse nos braços porque senão eu cairia, desejava tanto virar e olhar para ele e me deparar com aquele pênis lindo e grande que eu queria para mim, queria sentir ele de uma vez, era tão prazeroso, mas não aguentei mais, desabei em um orgasmo explosivo que quase me jogou no chão, não conseguia me conter, tremia tanto e gemia como nunca antes em nenhum orgasmo de tantos que meu marido já tinha me proporcionado; era incrível, não acabava, sentia que continuava saindo fluxo e não parava, e que estava tão quente que queimava e ele ainda não tinha me tocado; era tanta delícia que sentia que meu corpo todo se contorceu de tal forma que ele me segurou pelos ombros e, com certeza, como alguém que sabia muito bem o que estava acontecendo comigo, simplesmente me abraçou e, acariciando meu cabelo, olhou nos meus olhos, que eu fechava intermitentemente para viver ainda mais o orgasmo mais fantástico de toda a minha vida; era tanto e tão lindo o que eu sentia que estava totalmente disposta a me entregar a ele agora e foi assim que aconteceu.
Definitivamente, meu marido tinha toda a razão, eu estava tão excitada só de sentir a presença de um estranho por perto e sabendo que logo deixaria de ser fiel ao meu único homem, isso me deixava ainda mais gostosa, o cara me tinha abraçada deixando eu aproveitar um orgasmo tão intenso, tremia da cabeça aos pés e meus fluidos vaginais continuavam saindo; devagar, ele me levou andando até dentro de casa e me ajudou a sentar porque eu sentia que caía se não me segurasse; ele me trouxe uma taça de vinho que eu Bebi com sede e depois fui analisando bem devagar. Ele era bem bonito e alto, tinha o peito largo e dava pra ver os músculos claramente, mas claro que meu olhar tinha um alvo certo. Queria saber se era verdade tudo que me contaram sobre ele. Olhei pro volume dele por cima da calça e, claro, tinha uma coisa bem grande ali. Não conseguia tirar os olhos daquele montão, mas fiz um esforço e olhei nos olhos dele. Ele me convidou com o olhar pra chegar perto; eu tava petrificada, não conseguia me mexer, só queria sair correndo. Olhei pra ele como quem pede ajuda e talvez ele tenha entendido, porque se aproximou devagar. Sentou do meu lado, acariciou meu cabelo, me beijou suavemente na bochecha e tentou chegar nos meus lábios. Eu não consegui aceitar e virei o rosto. Então ele parou, levantou meu rosto com as mãos e perguntou por que eu tinha vindo. Tentei explicar, mas as palavras saíam atropeladas, quase sem sentido. Não sei o que falei pra ele, porque ele simplesmente me envolveu com os braços grandes e me apertou forte, sem pressa, e me senti muito melhor. Depois acariciou meu pescoço e disse que não faria nada que eu não pedisse. Olhei nos olhos dele e agradeci com o olhar.
Ele perguntou se eu queria ver o que tinha vindo ver. Eu só balancei a cabeça que sim, e então ele desabotoou a calça que tava usando e ficou parado. Eu fiquei tensa, mas aproximei a mão e apertei forte aquele volume enorme por cima da calça; senti que ele se mexeu com força. Aí não me segurei mais e meti a mão… hummmmmmm, que emoção. Senti ele tão quente, tão grande, não acreditava no que tava tocando. Precisava ver, e apressada puxei a calça dele pra baixo, que já tava solta, e na minha frente saltou imponente um pauzão. Não, era muito mais. Eu já tinha visto vários paus em filmes, alguns bem grandes, até o do meu marido eu achava supergrande, mas isso superava qualquer comparação de longe. Peguei ele com as duas mãos e, mesmo minhas mãos sendo grandes, e colocando elas em linha, uma do lado da outra, não dava pra pegar aquele pau todo tão grosso e comprido; comecei a imaginar que nenhuma mulher conseguiria enfiar um pedaço daqueles, mas entendi que o prazer devia ser tão intenso porque eu já estava soltando uma quantidade enorme de fluidos pela minha buceta, até sentia meu cu pulsando, queria fazer alguma coisa mas não tinha coragem, ele sabia o que eu sentia porque devagar me pegou pelos ombros e começou a me despir, eu queria que a terra me engolisse, mas também queria experimentar aquilo, já não dava mais pra parar; uma vez nua, começou a acariciar meus peitos com uma delicadeza que não parecia própria de um homem daquele tamanho, fazia isso com uma mão só e com a outra tirou a roupa dele, ficando como eu, completamente nu; o pau enorme, por causa do peso, não conseguia ficar na horizontal, balançava pra cima e pra baixo e de um lado pro outro, eu não conseguia evitar, minhas mãos tocavam tudo, desde a base até a cabeça imensa que parecia uma pera vermelha gigante; ele me pegou pela nuca e tentou me fazer descer pra eu fazer sexo oral nele; sabia que não podia recusar que ele fizesse comigo o que quisesse e aproximei meu rosto e toquei com meus lábios, devagar, e depois fui beijando todo o contorno, sentia aquele pedaço de carne pulsando com a proximidade dos meus lábios, comecei a dar beijinhos suaves e cada vez foram mais fortes, adorava sentir aquela pele tão macia e aquele cheiro de macho, forte, excitante, ele me pegou pela cabeça e me aproximou da ponta pra que eu pegasse com meus lábios; por mais que quisesse, não dava pra enfiar aquele pau na minha boca, mas eu tinha uma obrigação comigo mesma e com aquele homem de tentar, então abri minha boca o máximo que pude e mal senti uma pequena parte da cabeça do pau tentando entrar, e ele, sem soltar meu rosto, começou a acariciar meu pescoço e ao redor da boca que estava totalmente aberta, tentava relaxar mais meus músculos, mas era impossível; então ele Senti ele mais excitado e tentou enfiar com força, achei que ia rasgar minha boca e tentei abrir o máximo possível, senti que entrou um pouco mais, mas mesmo assim não entrou a ponta inteira; aí senti o gosto do líquido pré-ejaculatório dele, e amei, tentei passar alguma coisa e minha boca sugou; ele aproveitou pra enterrar a glande inteira, senti que me preenchia completamente, mas era uma sensação de satisfação tão grande que senti outro orgasmo chegando; ele sentiu meus tremores e me penetrou com os dedos na minha buceta, tornando minha chegada ainda mais explosiva; ele continuava empurrando o pênis enorme dentro da minha boca, mas não tinha como continuar, a glande inteira estava dentro, sentia minha mandíbula como se fosse se soltar do resto do rosto, tentei me entregar às sensações na minha buceta e não sentir nenhuma dor na boca, mas era muito difícil, o pau parecia que crescia, então percebi tarde demais o que estava acontecendo, ele começou a gozar e claro que me engasguei com tanto esperma que perdi o controle e peguei com as duas mãos aquele pau intruso pra puxar e tirar antes de me sufocar com o líquido quente dele; ele entendeu errado, pensou que eu queria era masturbar ele e apertou mais o quadril contra meu rosto e não sei o que aconteceu, minha garganta dilatou tanto que permitiu que o pau dele entrasse um pouco mais e se enchesse de esperma que eu engolia e engolia sem parar; ele empurrou mais e senti que se introduzia mais em mim até que travou bem no fundo da minha garganta, eu não conseguia me mexer e senti meu nariz se abrindo ao máximo pra respirar porque a boca e a garganta estavam totalmente entupidas; senti como se continuasse jorrando esperma até que ele ficou parado dentro de mim, eu continuei num orgasmo tão prolongado por tamanha excitação que me dava sentir aquele pau enorme tentando entrar mais e mais; sabia que não entraria mais e ainda faltava mais da metade; eu tentava imaginar a cena, eu quase de joelhos na frente de um completo estranho, cujo pau enorme estava perfurando toda a minha garganta e ainda queria penetrar mais; isso não parava de me excitar cada vez mais. Depois de vários minutos, ele me pegou pelo pescoço e, massageando, foi tirando aos poucos o pau que ainda continuava ereto, embora não tanto como há um tempo; me levantou do chão e me beijou com força no pescoço, nos olhos, em todo o meu rosto e finalmente me beijou na boca, penetrando com a língua insistente, tentando acariciar a pele interior machucada por tamanho esforço.
Aos poucos, recuperei a compostura; senti que era hora de sair daquela casa, mas que longe estava da realidade; ele me levou para a cama enorme dele, parecia que tudo nele e ao redor dele era gigante; me deitou de lado e se deitou junto a mim. Me acariciou devagar, o corpo todo, eu tentava não sentir nada para me acalmar e ir embora logo, mas as carícias dele eram tão sedosas, tão intensamente suaves e contundentes que me deixei levar de novo; não ousava olhar nos olhos dele, só baixava o olhar e percebi que o pau dele estava pronto de novo, isso me excitou tanto que agarrei com as duas mãos e passei de cima a baixo, tentava abranger toda a grossura mas não conseguia, ele com uma das mãos me acariciava a bunda e com a outra apertava meus peitos que estavam duros a ponto de doer; meus bicos estavam bem empinados, depois me beijou uma e outra vez, adoro ser beijada; me beijava e enfiava a língua bem fundo e eu devorava ela e tentava puxar para sentir cada vez mais para dentro; depois começou a me penetrar com os dedos na minha buceta, eram longos e grossos, como um pau não tão pequeno, me penetrou com dois dedos, depois outro e mais um tentava me penetrar com a mão inteira, girava e empurrava; eu tentei ajudar e abri bem as pernas, então com a outra mão ele acariciou selvagemente meu cu e me penetrou com um dedo bem fundo, eu sentia que estava me molhando de novo de tesão e de outro orgasmo iminente.
Quando ele sentiu que eu estava mais que pronta; me virou e me Coloco de joelhos com o quadril bem levantado, eu tremia pelo que viria, sabia que daria o meu melhor pra sentir aquela fera me penetrando, mas seria impossível conseguir, sabia que ele era o expert e então decidi me entregar totalmente nas mãos dele; me deixei fazer o que quisesse e quando me colocou na posição que queria, abriu bem minhas pernas deixando minha buceta totalmente aberta e mais ainda meu cu; ele pegou um lubrificante da mesinha lateral e passou uma boa quantidade, na buceta bem fundo e nos lábios, aquela carícia me excitava ainda mais, depois pegou mais lubrificante e me penetrou com dois dedos no cu, mexia pra todo lado, girava, enfiava até o fundo, tirava até a ponta e sem tirar separava eles e enfiava de novo sem juntar, aí senti que enfiava mais um dedo e girava e abria pra deixar o esfíncter dilatar o máximo possível; de repente senti que me penetrava pelo cu com algo bem mais grosso, não eram os dedos dele, pensei que tinha enfiado a mão inteira mas não, era mais firme; tremi ao pensar que era o pau dele, mas não podia ser, quase não doeu, pelo contrário, me sentia plena e muito tesuda com aquilo dentro, olhei de novo e percebi, não sei em que momento, ele tinha tirado um consolador grande com formato de pau e estava enfiando tudo no meu cu, era tão grande quanto o pau do meu marido, era delicioso sentir aquilo, devagar ele enfiava e tirava; ao mesmo tempo me acariciava o clitóris com a outra mão. Depois senti que abria minha buceta com os dedos e agora era ali que ele se preparou pra abrir o máximo que podia, enfiou quatro dedos e mexia como se fosse um pau prestes a gozar com uma rapidez incrível; não parava nem um instante, o consolador no cu continuava entrando e saindo; já estava quase gozando de novo quando, sem esperar, num movimento só, ele tirou o consolador, tirou a mão da buceta e encaixou o pau dele na minha buceta; empurrou necessário para me trancar lá dentro; não consegui impedir; que orgasmos, tremia da cintura pra cima igual uma doente, meus peitos doíam de tão duros que estavam, meu quadril ficou imóvel, não conseguia nem avançar nem recuar, o pau tinha entrado sem eu esperar quase até a metade, era imenso, não aguentava a dor tão forte que sentia, mas era tanto prazer e tanto líquido que continuava saindo, que minhas pernas amoleceram e quase caí na cama, mas ele me segurou firme sem me deixar cair, começou a retirada do seu imperioso e gigante pau, era um pequeno descanso, depois de tirar só uma parte, ele enfiou de novo ainda mais fundo, e aí eu não aguentei mais e caí quase desmaiada na cama; ele se arrastou comigo pra não perder a penetrada, então se virou de lado e se deitou sem tirar, depois pegou minha perna esquerda e levantou o máximo que pôde pra girar o corpo dele e ficar entre minhas pernas, pra me virar de costas e ele ficar por cima na posição de missionário, aí sem tirar o pau, continuei me mexendo pra deslocar minhas pernas até a cintura dele e ir subindo, cada vez que me ajeitava sentia o pau entrando mais e mais; ele chegou a colocar minhas pernas nos ombros dele e nessa posição senti que podia me perfurar toda e me machucar, tentei me levantar, mas claro que ele não deixou, pelo contrário, me apertou forte e me penetrou tão duro que eu desmaiei.
Acordei sentindo um ardor forte na buceta e uma sensação de estar cheia, totalmente cheia, ele estava me olhando intensamente; quanto tempo passou, não importa, ele sorriu e me fez sorrir, senti todo o pau enorme dele dentro de mim, sabia que tinha me rasgado, sentia líquidos saindo e saindo da minha buceta, sabia que não era só meu orgasmo, era sangue com certeza e claro, porra; ele estava parado, minhas pernas pra cima, eu olhava pra elas e parecia que não eram minhas, não sentia nada, ele me beijou com ternura e Suavemente, depois com mais paixão e finalmente nos beijávamos com tanto ardor, minha língua procurava a dele, sugava e ele apertava meus lábios com os dele. Senti um novo calor na minha buceta dolorida, o pau dele estava recuperando o tamanho, embora parecesse que nunca tinha perdido. Senti medo de pensar que ele me machucaria de novo, mas não, ele ficou parado, só o pau se movia dentro de mim. Senti ele pulsar e comecei a mexer os músculos da buceta pra acompanhar. Fui ficando excitada de novo e ele começou a se mover devagar pra frente e pra trás; ele penetrava meu cu com um dedo; depois enfiou dois dedos e depois outro. Me apertei forte nele e senti minha buceta se acostumar com o volume dele... meu cu estava sendo bem cuidado e eu começava a sentir que outro orgasmo estava chegando. Ele se ajeitou melhor e tirou grande parte do pau pra depois enfiar até o fundo, e de novo tirava até a metade e afundava até sentir bater na parede do útero. Sentia uma dor forte a cada estocada, mas era maior o prazer de me sentir tão cheia, tão absolutamente possuída. Aquele pau enorme quase entrando tudo dentro de mim até onde dava, e os quatro dedos dele no meu cu, que prazer indescritível. Gozei num novo orgasmo, dessa vez completamente consciente, e foi de tanto prazer que apertei ele com força, como agradecendo por tudo que ele me fazia sentir. Sabia que meu marido ficaria absolutamente encantado quando eu contasse, e lembrando disso, senti outro orgasmo.
Não sei quanto tempo durou aquele momento sublime. Ele gozou tanto que a cama e os lençóis ficaram completamente encharcados. Depois, tirou o pau até a metade e retirou os dedos do meu cu. Me olhou nos olhos e disse que agora a gente ia experimentar o cu. Pulei da cama como pude, não sei como, me soltei do abraço dele e quase gritando falei que nem louca ia meter aquilo no meu cu, e comecei a catar minhas roupas. Me vesti apressada e quase sem me despedir, saí de casa. Lá fora, Percebi que tava toda molhada, que não me lavei e que qualquer um ia perceber o estado que eu tava, mas não liguei; eu ia continuar curtindo essa experiência por muito tempo.
Na segunda-feira seguinte, eu estava mais ansiosa do que nunca, e minha colega chegou com um sorriso que não cabia no rosto; ela me contou em detalhes tudo o que tinha feito e que, de fato, o pau era tão grande quanto descreviam.
Mas a coisa não podia ficar por isso. Eu não queria contar pro meu marido o quanto o comentário da minha colega tinha me excitado, porque ele ia se empolgar e tentar fazer eu ir até lá e fazer algo de que eu me arrependeria depois. Mas eu estava com tanta curiosidade e, no fundo, sem saber, uma excitação tão forte...
Não consegui me segurar mais e, uma tarde na saída do trabalho, fui até o lugar onde ficava a casa do namorado da cunhada da minha colega pra tentar vê-lo e saber como ele era. Sentei num café que ficava na esquina da frente e me acomodei na janela pra ver se ele saía. Depois de um tempo, vi chegar um táxi de onde desceu um casal que entrou na casa. Ao caminhar pelo jardim, vi que a garota era uma loira muito alta e estava agarrada na cintura dele, com a cabeça apoiada no peito do homem. Então entendi que ele era o dono do pau grande, tinha que ser. Era um homem de uns 35 anos, quase 1,90 de altura, parecia meio atlético e me causou uma impressão muito boa. Só de vê-lo e imaginar a ferramenta enorme dele, fiquei molhadinha e tive que apertar as pernas pra não deixar vazar nenhum líquido.Fiquei nesse café por cerca de uma hora e já estava indo embora quando a mulher que tinha entrado saiu e se dirigiu pra esquina onde ficava o café em que eu estava. Senti um arrepio, sabendo que ela tinha acabado de receber aquele pauzão e vinha caminhando com uma leveza típica de uma boa sessão de sexo, e no rosto dela dava pra ver que estava muito feliz. Fiquei olhando ela caminhar e já ia seguir em frente, mas de repente ela voltou e entrou no café. Pediu um cigarro e sentou pra fumar. Não consegui me conter, me aproximei e perguntei se podia sentar com ela. Ela me olhou meio desconfiada, mas disse que sim. Imediatamente perguntei se ela conhecia minha colega de trabalho, fiz isso pra saber se era a cunhada ou se era outra amiga. Ela disse que não conhecia, e então me atrevi a confessar por que estava ali. Ela me confessou que era a segunda vez que o visitava e que cada vez gostava mais, que na verdade o pau dele não era só formidável, mas o cara realmente sabia usar. Me recomendou que não deixasse passar essa oportunidade, que agora ele estava mais do que disposto porque sabia que não teria visitas pelo resto da tarde. Ela foi embora e eu fiquei um tempão pensando, sabia que pelo meu marido não teria problema, aliás, ele adoraria a ideia, o problema era eu; por um lado, estava com um medo danado, fui criada de um jeito muito recatado e achava que não conseguiria superar, mas por outro lado a excitação era muito maior, me decidi a ir ao meu destino.
Toquei a campainha e uma voz muito forte e grave, quase igual à do meu marido, me atendeu — aliás, adoro esse tipo de voz. Me identifiquei como amiga da cunhada da minha colega de escritório e ele mandou eu entrar e seguir para o pátio interno, que logo me atenderia. Naquele dia, estava usando um vestido bem primaveril, todo florido, de tecido bem leve que o vento balançava enquanto eu andava, me sentia fresca e frágil. Como quase sempre, e seguindo o gosto do Alberto, que já era praticamente o meu também, não estava usando sutiã e tinha uma calcinha fio dental daquelas que por trás é só uma tirinha que entra bem no meio da bunda. Me sentia como se estivesse pelada por baixo do vestido, que mal cobria o fim das minhas nádegas. Cheguei no pátio interno e no meio tinha uma espécie de fonte. Me aproximei pra ver se tinha peixe, água ou o que era. Não via ninguém em lugar nenhum, então subi um pé na borda da piscininha e me inclinei pra olhar. Era uma fonte pequena, desligada, com um pouco de água onde não dava pra ver peixe nenhum, mas parecia ser bem fresca. Fiquei um tempão olhando o movimento da água e sentindo o vento levantar meu vestido por trás de leve, pensando que se alguém me visse assim, poderia facilmente ver minha bunda quase nua. Estava ficando ainda mais excitada com essa ideia quando senti uma presença atrás de mim. Não quis me virar, sabia que era ele. Comecei a ficar tão nervosa que meu coração disparou, sentia um nó na garganta e a respiração parecia não querer sair. Queria me mexer, fazer alguma coisa, mas estava paralisada, sabia que ele podia ver por baixo do meu vestido. saia e sentia ele se aproximar cada vez mais; senti o calor dele antes de sentir o corpo dele encostar nas minhas costas, fiquei imóvel, sentindo os olhos dele me percorrerem inteira, esperando o momento em que as mãos dele chegariam até mim. Em uma parte da minha mente e por um instante, lembrei do homem que me tocou no cinema e fiquei ainda mais excitada; sentia que minhas pernas estavam falhando, minha buceta estava tão molhada que comecei a sentir líquido escorrendo pela minha coxa, até senti meu cu pulsar; desejei tanto que ele me pegasse nos braços porque senão eu cairia, desejava tanto virar e olhar para ele e me deparar com aquele pênis lindo e grande que eu queria para mim, queria sentir ele de uma vez, era tão prazeroso, mas não aguentei mais, desabei em um orgasmo explosivo que quase me jogou no chão, não conseguia me conter, tremia tanto e gemia como nunca antes em nenhum orgasmo de tantos que meu marido já tinha me proporcionado; era incrível, não acabava, sentia que continuava saindo fluxo e não parava, e que estava tão quente que queimava e ele ainda não tinha me tocado; era tanta delícia que sentia que meu corpo todo se contorceu de tal forma que ele me segurou pelos ombros e, com certeza, como alguém que sabia muito bem o que estava acontecendo comigo, simplesmente me abraçou e, acariciando meu cabelo, olhou nos meus olhos, que eu fechava intermitentemente para viver ainda mais o orgasmo mais fantástico de toda a minha vida; era tanto e tão lindo o que eu sentia que estava totalmente disposta a me entregar a ele agora e foi assim que aconteceu.
Definitivamente, meu marido tinha toda a razão, eu estava tão excitada só de sentir a presença de um estranho por perto e sabendo que logo deixaria de ser fiel ao meu único homem, isso me deixava ainda mais gostosa, o cara me tinha abraçada deixando eu aproveitar um orgasmo tão intenso, tremia da cabeça aos pés e meus fluidos vaginais continuavam saindo; devagar, ele me levou andando até dentro de casa e me ajudou a sentar porque eu sentia que caía se não me segurasse; ele me trouxe uma taça de vinho que eu Bebi com sede e depois fui analisando bem devagar. Ele era bem bonito e alto, tinha o peito largo e dava pra ver os músculos claramente, mas claro que meu olhar tinha um alvo certo. Queria saber se era verdade tudo que me contaram sobre ele. Olhei pro volume dele por cima da calça e, claro, tinha uma coisa bem grande ali. Não conseguia tirar os olhos daquele montão, mas fiz um esforço e olhei nos olhos dele. Ele me convidou com o olhar pra chegar perto; eu tava petrificada, não conseguia me mexer, só queria sair correndo. Olhei pra ele como quem pede ajuda e talvez ele tenha entendido, porque se aproximou devagar. Sentou do meu lado, acariciou meu cabelo, me beijou suavemente na bochecha e tentou chegar nos meus lábios. Eu não consegui aceitar e virei o rosto. Então ele parou, levantou meu rosto com as mãos e perguntou por que eu tinha vindo. Tentei explicar, mas as palavras saíam atropeladas, quase sem sentido. Não sei o que falei pra ele, porque ele simplesmente me envolveu com os braços grandes e me apertou forte, sem pressa, e me senti muito melhor. Depois acariciou meu pescoço e disse que não faria nada que eu não pedisse. Olhei nos olhos dele e agradeci com o olhar.
Ele perguntou se eu queria ver o que tinha vindo ver. Eu só balancei a cabeça que sim, e então ele desabotoou a calça que tava usando e ficou parado. Eu fiquei tensa, mas aproximei a mão e apertei forte aquele volume enorme por cima da calça; senti que ele se mexeu com força. Aí não me segurei mais e meti a mão… hummmmmmm, que emoção. Senti ele tão quente, tão grande, não acreditava no que tava tocando. Precisava ver, e apressada puxei a calça dele pra baixo, que já tava solta, e na minha frente saltou imponente um pauzão. Não, era muito mais. Eu já tinha visto vários paus em filmes, alguns bem grandes, até o do meu marido eu achava supergrande, mas isso superava qualquer comparação de longe. Peguei ele com as duas mãos e, mesmo minhas mãos sendo grandes, e colocando elas em linha, uma do lado da outra, não dava pra pegar aquele pau todo tão grosso e comprido; comecei a imaginar que nenhuma mulher conseguiria enfiar um pedaço daqueles, mas entendi que o prazer devia ser tão intenso porque eu já estava soltando uma quantidade enorme de fluidos pela minha buceta, até sentia meu cu pulsando, queria fazer alguma coisa mas não tinha coragem, ele sabia o que eu sentia porque devagar me pegou pelos ombros e começou a me despir, eu queria que a terra me engolisse, mas também queria experimentar aquilo, já não dava mais pra parar; uma vez nua, começou a acariciar meus peitos com uma delicadeza que não parecia própria de um homem daquele tamanho, fazia isso com uma mão só e com a outra tirou a roupa dele, ficando como eu, completamente nu; o pau enorme, por causa do peso, não conseguia ficar na horizontal, balançava pra cima e pra baixo e de um lado pro outro, eu não conseguia evitar, minhas mãos tocavam tudo, desde a base até a cabeça imensa que parecia uma pera vermelha gigante; ele me pegou pela nuca e tentou me fazer descer pra eu fazer sexo oral nele; sabia que não podia recusar que ele fizesse comigo o que quisesse e aproximei meu rosto e toquei com meus lábios, devagar, e depois fui beijando todo o contorno, sentia aquele pedaço de carne pulsando com a proximidade dos meus lábios, comecei a dar beijinhos suaves e cada vez foram mais fortes, adorava sentir aquela pele tão macia e aquele cheiro de macho, forte, excitante, ele me pegou pela cabeça e me aproximou da ponta pra que eu pegasse com meus lábios; por mais que quisesse, não dava pra enfiar aquele pau na minha boca, mas eu tinha uma obrigação comigo mesma e com aquele homem de tentar, então abri minha boca o máximo que pude e mal senti uma pequena parte da cabeça do pau tentando entrar, e ele, sem soltar meu rosto, começou a acariciar meu pescoço e ao redor da boca que estava totalmente aberta, tentava relaxar mais meus músculos, mas era impossível; então ele Senti ele mais excitado e tentou enfiar com força, achei que ia rasgar minha boca e tentei abrir o máximo possível, senti que entrou um pouco mais, mas mesmo assim não entrou a ponta inteira; aí senti o gosto do líquido pré-ejaculatório dele, e amei, tentei passar alguma coisa e minha boca sugou; ele aproveitou pra enterrar a glande inteira, senti que me preenchia completamente, mas era uma sensação de satisfação tão grande que senti outro orgasmo chegando; ele sentiu meus tremores e me penetrou com os dedos na minha buceta, tornando minha chegada ainda mais explosiva; ele continuava empurrando o pênis enorme dentro da minha boca, mas não tinha como continuar, a glande inteira estava dentro, sentia minha mandíbula como se fosse se soltar do resto do rosto, tentei me entregar às sensações na minha buceta e não sentir nenhuma dor na boca, mas era muito difícil, o pau parecia que crescia, então percebi tarde demais o que estava acontecendo, ele começou a gozar e claro que me engasguei com tanto esperma que perdi o controle e peguei com as duas mãos aquele pau intruso pra puxar e tirar antes de me sufocar com o líquido quente dele; ele entendeu errado, pensou que eu queria era masturbar ele e apertou mais o quadril contra meu rosto e não sei o que aconteceu, minha garganta dilatou tanto que permitiu que o pau dele entrasse um pouco mais e se enchesse de esperma que eu engolia e engolia sem parar; ele empurrou mais e senti que se introduzia mais em mim até que travou bem no fundo da minha garganta, eu não conseguia me mexer e senti meu nariz se abrindo ao máximo pra respirar porque a boca e a garganta estavam totalmente entupidas; senti como se continuasse jorrando esperma até que ele ficou parado dentro de mim, eu continuei num orgasmo tão prolongado por tamanha excitação que me dava sentir aquele pau enorme tentando entrar mais e mais; sabia que não entraria mais e ainda faltava mais da metade; eu tentava imaginar a cena, eu quase de joelhos na frente de um completo estranho, cujo pau enorme estava perfurando toda a minha garganta e ainda queria penetrar mais; isso não parava de me excitar cada vez mais. Depois de vários minutos, ele me pegou pelo pescoço e, massageando, foi tirando aos poucos o pau que ainda continuava ereto, embora não tanto como há um tempo; me levantou do chão e me beijou com força no pescoço, nos olhos, em todo o meu rosto e finalmente me beijou na boca, penetrando com a língua insistente, tentando acariciar a pele interior machucada por tamanho esforço.
Aos poucos, recuperei a compostura; senti que era hora de sair daquela casa, mas que longe estava da realidade; ele me levou para a cama enorme dele, parecia que tudo nele e ao redor dele era gigante; me deitou de lado e se deitou junto a mim. Me acariciou devagar, o corpo todo, eu tentava não sentir nada para me acalmar e ir embora logo, mas as carícias dele eram tão sedosas, tão intensamente suaves e contundentes que me deixei levar de novo; não ousava olhar nos olhos dele, só baixava o olhar e percebi que o pau dele estava pronto de novo, isso me excitou tanto que agarrei com as duas mãos e passei de cima a baixo, tentava abranger toda a grossura mas não conseguia, ele com uma das mãos me acariciava a bunda e com a outra apertava meus peitos que estavam duros a ponto de doer; meus bicos estavam bem empinados, depois me beijou uma e outra vez, adoro ser beijada; me beijava e enfiava a língua bem fundo e eu devorava ela e tentava puxar para sentir cada vez mais para dentro; depois começou a me penetrar com os dedos na minha buceta, eram longos e grossos, como um pau não tão pequeno, me penetrou com dois dedos, depois outro e mais um tentava me penetrar com a mão inteira, girava e empurrava; eu tentei ajudar e abri bem as pernas, então com a outra mão ele acariciou selvagemente meu cu e me penetrou com um dedo bem fundo, eu sentia que estava me molhando de novo de tesão e de outro orgasmo iminente.
Quando ele sentiu que eu estava mais que pronta; me virou e me Coloco de joelhos com o quadril bem levantado, eu tremia pelo que viria, sabia que daria o meu melhor pra sentir aquela fera me penetrando, mas seria impossível conseguir, sabia que ele era o expert e então decidi me entregar totalmente nas mãos dele; me deixei fazer o que quisesse e quando me colocou na posição que queria, abriu bem minhas pernas deixando minha buceta totalmente aberta e mais ainda meu cu; ele pegou um lubrificante da mesinha lateral e passou uma boa quantidade, na buceta bem fundo e nos lábios, aquela carícia me excitava ainda mais, depois pegou mais lubrificante e me penetrou com dois dedos no cu, mexia pra todo lado, girava, enfiava até o fundo, tirava até a ponta e sem tirar separava eles e enfiava de novo sem juntar, aí senti que enfiava mais um dedo e girava e abria pra deixar o esfíncter dilatar o máximo possível; de repente senti que me penetrava pelo cu com algo bem mais grosso, não eram os dedos dele, pensei que tinha enfiado a mão inteira mas não, era mais firme; tremi ao pensar que era o pau dele, mas não podia ser, quase não doeu, pelo contrário, me sentia plena e muito tesuda com aquilo dentro, olhei de novo e percebi, não sei em que momento, ele tinha tirado um consolador grande com formato de pau e estava enfiando tudo no meu cu, era tão grande quanto o pau do meu marido, era delicioso sentir aquilo, devagar ele enfiava e tirava; ao mesmo tempo me acariciava o clitóris com a outra mão. Depois senti que abria minha buceta com os dedos e agora era ali que ele se preparou pra abrir o máximo que podia, enfiou quatro dedos e mexia como se fosse um pau prestes a gozar com uma rapidez incrível; não parava nem um instante, o consolador no cu continuava entrando e saindo; já estava quase gozando de novo quando, sem esperar, num movimento só, ele tirou o consolador, tirou a mão da buceta e encaixou o pau dele na minha buceta; empurrou necessário para me trancar lá dentro; não consegui impedir; que orgasmos, tremia da cintura pra cima igual uma doente, meus peitos doíam de tão duros que estavam, meu quadril ficou imóvel, não conseguia nem avançar nem recuar, o pau tinha entrado sem eu esperar quase até a metade, era imenso, não aguentava a dor tão forte que sentia, mas era tanto prazer e tanto líquido que continuava saindo, que minhas pernas amoleceram e quase caí na cama, mas ele me segurou firme sem me deixar cair, começou a retirada do seu imperioso e gigante pau, era um pequeno descanso, depois de tirar só uma parte, ele enfiou de novo ainda mais fundo, e aí eu não aguentei mais e caí quase desmaiada na cama; ele se arrastou comigo pra não perder a penetrada, então se virou de lado e se deitou sem tirar, depois pegou minha perna esquerda e levantou o máximo que pôde pra girar o corpo dele e ficar entre minhas pernas, pra me virar de costas e ele ficar por cima na posição de missionário, aí sem tirar o pau, continuei me mexendo pra deslocar minhas pernas até a cintura dele e ir subindo, cada vez que me ajeitava sentia o pau entrando mais e mais; ele chegou a colocar minhas pernas nos ombros dele e nessa posição senti que podia me perfurar toda e me machucar, tentei me levantar, mas claro que ele não deixou, pelo contrário, me apertou forte e me penetrou tão duro que eu desmaiei.
Acordei sentindo um ardor forte na buceta e uma sensação de estar cheia, totalmente cheia, ele estava me olhando intensamente; quanto tempo passou, não importa, ele sorriu e me fez sorrir, senti todo o pau enorme dele dentro de mim, sabia que tinha me rasgado, sentia líquidos saindo e saindo da minha buceta, sabia que não era só meu orgasmo, era sangue com certeza e claro, porra; ele estava parado, minhas pernas pra cima, eu olhava pra elas e parecia que não eram minhas, não sentia nada, ele me beijou com ternura e Suavemente, depois com mais paixão e finalmente nos beijávamos com tanto ardor, minha língua procurava a dele, sugava e ele apertava meus lábios com os dele. Senti um novo calor na minha buceta dolorida, o pau dele estava recuperando o tamanho, embora parecesse que nunca tinha perdido. Senti medo de pensar que ele me machucaria de novo, mas não, ele ficou parado, só o pau se movia dentro de mim. Senti ele pulsar e comecei a mexer os músculos da buceta pra acompanhar. Fui ficando excitada de novo e ele começou a se mover devagar pra frente e pra trás; ele penetrava meu cu com um dedo; depois enfiou dois dedos e depois outro. Me apertei forte nele e senti minha buceta se acostumar com o volume dele... meu cu estava sendo bem cuidado e eu começava a sentir que outro orgasmo estava chegando. Ele se ajeitou melhor e tirou grande parte do pau pra depois enfiar até o fundo, e de novo tirava até a metade e afundava até sentir bater na parede do útero. Sentia uma dor forte a cada estocada, mas era maior o prazer de me sentir tão cheia, tão absolutamente possuída. Aquele pau enorme quase entrando tudo dentro de mim até onde dava, e os quatro dedos dele no meu cu, que prazer indescritível. Gozei num novo orgasmo, dessa vez completamente consciente, e foi de tanto prazer que apertei ele com força, como agradecendo por tudo que ele me fazia sentir. Sabia que meu marido ficaria absolutamente encantado quando eu contasse, e lembrando disso, senti outro orgasmo.
Não sei quanto tempo durou aquele momento sublime. Ele gozou tanto que a cama e os lençóis ficaram completamente encharcados. Depois, tirou o pau até a metade e retirou os dedos do meu cu. Me olhou nos olhos e disse que agora a gente ia experimentar o cu. Pulei da cama como pude, não sei como, me soltei do abraço dele e quase gritando falei que nem louca ia meter aquilo no meu cu, e comecei a catar minhas roupas. Me vesti apressada e quase sem me despedir, saí de casa. Lá fora, Percebi que tava toda molhada, que não me lavei e que qualquer um ia perceber o estado que eu tava, mas não liguei; eu ia continuar curtindo essa experiência por muito tempo.
1 comentários - Tirando a dúvida e esquentando