Depois que terminei minha história com o Atílio (veja os relatos anteriores), me comportei direitinho, fui uma garota boazinha e aplicada, até séria, diria, mas não dá pra lutar contra a natureza e, mais cedo ou mais tarde, eu voltaria às minhas putarias. Um dia no fim de dezembro apareceu o Luís, um policial novo que ia vigiar o quarteirão, por causa de uma série de roubos que teve nos comércios da área. O Luís é moreno, tem uns 50 anos, deve ter 1,80m e um físico bem bonito. Ele começou a ir todo dia no bar onde trabalho porque, segundo ele, "tenho três grandes vícios: cigarro, café e mulheres como você". Devo confessar que ficava meio desconfortável quando ele ia, me olhava fixo com aqueles olhos pretos e penetrantes, eu sentia como se ele estivesse me despindo com o olhar. O tratamento dele comigo sempre foi amável e correto (embora sempre soltasse uma indireta: "que linda que fica nessa legging, esses lábios vermelhos estão pedindo pra serem mordidos... etc"). Como vocês sabem, sou bem puta e provocadora, mas com ele não, ele me intimidava... irradiava um ar terrivelmente masculino, um macho poderoso que me atraía e me intimidava. Ele costumava fazer o plantão de dia, das 7 às 19, mas um dia que fui obrigada a trocar o horário de trabalho e sair às 21, encontrei ele na rua quando estava indo pra casa. "Pra onde vai uma ruiva (agora uso o cabelo ruivo) tão linda sozinha a essa hora?" E eu, ficando meio vermelha (coisa que odeio porque, sendo tão branca, fica bem na cara), respondi: "Pra minha casa..." "Tá com pressa? Seu namorado tá te esperando?" Falei que não tinha namorado e ele sorriu como um gato prestes a comer um rato e disse: "Melhor pra mim... posso te convidar pra tomar alguma coisa?" Eu disse que sim, mas porque não consegui resistir àquele perfume terrivelmente masculino que ele tinha. Fomos a um bar e ficamos conversando umas 3 horas, depois ele disse: "Certeza que você tá cansada, bebona, vou te levar pra casa." Saímos de lá e subimos no carro dele. Uma vez lá dentro, ele se aproximou até ficar bem colado e disse: "Você não sabe a vontade que eu tô de Comer você, ruivinha gostosa, suas curvas me enlouquecem, aquela bunda gordinha que pede tapas aos gritos, esses lábios carnudos que são para morder, mas, acima de tudo, me enlouquecem esses peitões grandes que você tem". E começou a me beijar... uff, que gostoso ele beija!! Ele mordisca meus lábios, brinca com a língua... me beija muito e por um bom tempo, e isso me domina e me excita pra caralho. Enquanto vai me beijando, vai subindo as mãos da minha cintura até meus peitos e os acaricia por cima da roupa sem parar de me beijar. Eu começo a dar uns gemidinhos de prazer, os beijos dele, as carícias e aquele cheiro de homem terrivelmente masculino estão me excitando como nunca... Ele para de me beijar, me olha com aqueles olhos pretos tão intensos e diz: "Que boca gostosa você tem, que beijos deliciosos e como você fica molhadinha, tô com o pau duro pra caralho, ruivinha, preciso te foder". Ele liga o carro e me leva para um hotel que era perto dali, entramos, ele me coloca de costas apoiada na porta e começa, por trás, a beijar meu pescoço e a apalpar meus peitos, mordisca minhas orelhas, passa a língua e eu sinto ele encostar o pau duro na minha bunda. Entre gemidos, ele sussurra no meu ouvido: "Tô com uma vontade danada de você, ruivinha, desde que te vi no bar, você é tão lindamente sexy". Depois me leva para a cama e me senta em cima dele, vai beijando meu pescoço, tira minha blusa, abre meu sutiã e começa a chupar meus peitos. Uff, que gostoso ele faz, brinca com a língua nos meus mamilos, morde devagar, chupa. Não aguento mais de tesão e não consigo parar de gemer. Ele me olha nos olhos e diz: "Ah, não era tão tímida quanto parecia, hein, sua putinha safada, olha como você está? Preciso fazer tudo o que venho imaginando há dias..." Ele me deixa deitada na cama e se levanta para pegar alguma coisa, volta e diz: "Levanta as mãos e fecha os olhos". Eu obedeço e sinto algo de metal envolvendo meus pulsos, quando abro os olhos, vejo que ele tinha colocado as algemas de serviço dele. Olho para ele e ele diz: "Ruivinha, agora você vai ser minha boneca e vou fazer tudo o que que eu queira". Ele começou a beijar meu pescoço e foi descendo, demorou um tempão brincando com meus peitos, e eu sentia a mão dele acariciando devagar por cima da calcinha fio dental... Ele falava que eu era a putinha mais linda, que já tava toda molhada. Nunca tinha me sentido tão tesuda assim, ele tava me dominando completamente e eu sentia ele tão masculino, tão homem, tão...sei lá, poderoso... Não aguentava mais, pedi por favor pra ele me comer. Ele me virou e me colocou de quatro na beira da cama... ia colocar camisinha e eu pedi pra não, precisava sentir ele assim, pele com pele, e ele enfiou a pica de uma vez até o fundo. Eu gemi de prazer, de sentir ele me preencher toda. Ele começou a se mover devagar, mas cada estocada bem funda, e eu fui pedindo mais, me come mais forte, e ele foi acelerando o ritmo e eu parei de gemer pra começar a gritar de prazer, não aguentava mais de tão tesuda que eu tava. Precisava que ele me comesse bem forte e que enfiasse a pica bem dentro e fundo. Ele começou a me dar tapas na bunda e eu implorei pra ele bater forte, precisava sentir aquela mão grande marcando minha pele. Não dava mais, eu gritei entre os gritos que precisava que ele me enchesse de porra, que precisava sentir ele gozar bem dentro de mim. Ele começou a se mover mais rápido e a falar "assim que você gosta, putinha? Assim que você gosta de ser comida? Que puta gostosa". E eu senti, senti a porra quente dele me enchendo toda e não aguentei mais, eu também gozei com um orgasmo super intenso, daqueles que eu não tinha há muito tempo com ninguém. Depois ele falou que eu surpreendi ele, porque quando ele me olhava, ele percebia que eu ficava meio nervosa e que no começo ele achou que eu era uma menina tímida e que ia ser meio chato transar comigo, mas que mesmo assim meus peitos conquistaram ele... mas que ele gostou que na verdade, quando fico com tesão, sou uma putinha bem safada que adora pica e ser comida. Desde aquela vez, toda vez que ele tem tempo a gente sai e transa o máximo que dá, nunca tinha saído com um cara que me excitasse tanto com aquele cheiro tão masculino... deus, acho que me apaixonei pelo policial.
2 comentários - Confissões de uma puta 6, o policial e eu