Minha mãe sempre foi apaixonada por cabelo e trabalhou em vários salões da região até começar a namorar o último ex dela, o Cláudio. Por pedido dele, largou o trampo e virou dona de casa durante os 3 ou 4 anos que o relacionamento durou. Depois disso, eles se separaram por motivos que ainda não entendi direito, e ela voltou a trabalhar, mas dessa vez junto com o curso de Esteticista Integral, que fazia enquanto trabalhava.
Desde a separação, descobri um lado da minha mãe que, aos 46 anos (em 2021, já que ela é de 75), eu não conhecia: ela virou uma pessoa que sai direto com as amigas. Nem ideia pra onde, porque ela não me conta muito sobre isso. Ao mesmo tempo, comecei a notar mais o lado mulherão dela, que tinha escondido durante o último relacionamento.
Nas saídas com as amigas, já era normal vê-la chegar de noite descendo de carros que eu não conhecia. No começo, achava que podiam ser amigos ou Uber, até que um dia vi ela levar um tapa na bunda do motorista do carro. Depois de fuçar o celular dela no dia seguinte, vi que ela pedia uns 4 Ubers por mês, no máximo, e naquele dia específico não tinha pedido nada. Meio óbvio, né?
Raramente a vida de mulher da minha mãe começou a me atrair aos poucos e a me deixar com muito tesão. Então, comecei a prestar mais atenção no que ela fazia quando saía. Foi assim que comecei a esperar ela com a desculpa de dar boa noite, e às vezes, quando cumprimentava, sentia cheiro de perfume masculino que claramente não era o meu. Ao mesmo tempo, percebia ela nervosa, tentando me evitar pra não sentir o cheiro, talvez. Isso me deixava ainda mais excitado.
Um dia, em vez de sair, minha mãe se reuniu com as amigas no churrasqueiro de casa, que fica bem embaixo da janela do quarto dela, no segundo andar. Claro que a curiosidade (e o tesão) falaram mais alto e, apesar de ela ter me mandado deixar elas em paz, me posicionei na janela dela pra ouvir o que falavam. Me deparei com a conversa típica de Fofoca de amigas, onde descobri o quanto minha mãe era ativa sexualmente, onde ela contava entre risadas quem ela tinha comido, os lugares onde tinha sido comida, onde até mencionou que um dia não achou motel e desceu pra uma praia à noite pra transar e que, inclusive, fazia uma semana que tinha comido o marido de uma colega do Salão de Cabeleireiro onde trabalhava, onde todas caíram na risada pelo trabalho que ela teve pra seduzir ele e depois comê-lo no carro dela.
Apesar de desconfiar de uma certa vida sexual da minha mãe, nunca imaginei que uma mulher como ela, com 46 anos e sendo mãe solteira de 3 filhos (embora um não more com ela), pudesse comer tantos homens tão facilmente, o que obviamente me excitou ainda mais e comecei a bater uma punheta ali mesmo, enquanto as amigas dela conversavam.
Desde aquele dia, não consegui mais ver minha mãe da mesma forma. Toda vez que olhava pra cara dela, via ela como minha mãe, mas quando lembrava de tudo que ouvi, via ela como a besta sexual que era, mesmo que ela disfarçasse muito bem.
O tesão que eu sentia em saber tudo que comiam a minha mãe me motivou ainda mais a descobrir sobre a vida sexual dela, então comecei a fuçar o celular dela com mais frequência, na esperança de achar mais provas da atividade dela. Foi assim que um dia me deparei com o chat de um dos professores dela. Dei uma olhada por cima e estava tudo normal, perguntas sobre as matérias, até que uma mensagem me chamou a atenção pela forma como foi escrita: um simples "me convida pra almoçar 👄" do professor pra minha mãe, o que é super normal, mas o emoji de boca me deixou desconfiado, e minha mãe respondeu que não podia porque estava resolvendo umas coisas.
No dia seguinte, fui ver o mesmo chat, mas as mensagens que tinha visto ontem não estavam mais, só tinha um "avisa os outros que a aula vai atrasar 20 minutos", e minha mãe respondeu com um "Ok". Isso confirmou de vez o que eu suspeitava, ela tinha algum rolo por ali.
A vida noturna da minha A velha continuava e eu já tinha me acostumado a vê-la chegar de madrugada, descendo de algum carro de saia e jaqueta por cima, andando rápido pra casa e só indo dormir.
Só uns 6 meses depois que essa história continuou, tipo final de 2021, porque ela passou em alguns anos da faculdade e teve uma cerimônia, que eu fui junto. Minha mãe começou a se arrumar cedo e foi com um vestido rosa e uma jaqueta por cima. O vestido marcava bem a bunda dela e, somando ao que eu já sabia, me deixou mais excitado que o normal e tive que bater uma antes de sair.
Quando a gente tava chegando, ela buzinou pra uma caminhonete branca que passou por nós, e depois pra uns carros que eu já conhecia, porque eram das amigas dela. Umas 6 da tarde a cerimônia começou e a gente tava lá dentro, prontos pra ver tudo.
Eu tava sentado no meu lugar reservado na plateia, mas sozinho, porque minha mãe ficou conversando enquanto a gente andava e mandou eu ir na frente. Depois de uns minutos, consegui ver ela no meio da galera e vi que tava conversando com um cara, rindo e arrumando a roupa direto, enquanto o outro fazia a mesma coisa. Um homem alto, tipo 1,80 devia ter, porque era bem mais alto que minha mãe, que tem uns 1,64. O cara parecia ter cabelos grisalhos, então devia ter mais de 50, usava óculos e tava todo de terno.
Daqui a pouco minha mãe chegou e a gente começou a ver a cerimônia. Segurei o casaco dela quando ela subiu pra receber o diploma, enquanto tirava fotos com todas as amigas, além de professores, colegas e outras pessoas que trabalhavam no lugar.

Tipo umas 9 da noite, minha mãe me passou as chaves do carro e falou pra eu ir pra casa, já que ela ia se encontrar com os colegas pra comemorar. Ela se desculpou por me deixar sozinho e não me chamar, mas disse que era só entre os colegas. Obviamente entendi e a gente se despediu.
Fiquei mais um tempinho no lugar porque queria continuar comendo das mesas que tinham lá. Umas 15 minutos depois, mais ou menos, trombei com uma das colegas da minha mãe, que me cumprimentou:
— Não vai pra reunião que os colegas iam fazer? — falei, me afastando depois de cumprimentar ela.
— Vou, claro, mas é daqui a 2 horas. — respondeu. — Dá tempo de ir em casa tomar um banho, não preciso me apressar ainda.
Obviamente me perguntei pra onde minha mãe tinha ido, porque se fosse daqui a 2 horas e ela tivesse ido comprar algo ou se arrumar, teria me falado, e até teria levado o carro em vez de me passar. Comecei a pensar, e uma das primeiras ideias que veio na cabeça foi que ela tinha ido transar com alguém, mas descartei isso depois de dar uma olhada nos banheiros e outros cômodos afastados. Que merda de pensamento idiota, pensei na hora.
Desisti e fiquei com a ideia de que talvez ela tivesse ido antes pra algum lugar com as amigas que estavam com ela, que era o mais provável. Então saí do prédio e desci pro estacionamento pra pegar o carro e ir embora.
Quando cheguei, foi um saco encontrar o carro. Lembrava onde ele estava quando tinha menos carros, mas com o estacionamento lotado, ficou difícil achar. O estacionamento era tipo em L, e obviamente fui pro fundo pra ir descartando lugares e checando um por um, até que trombei com a mesma caminhonete branca que minha mãe tinha cumprimentado mais cedo. Bateu um pressentimento, e fui ver de perto. De repente, ouvi uns barulhos vindo da parte de trás. Quanto mais me aproximava, mais a ideia de que minha mãe tinha ido com algum homem crescia, coisa que confirmei quando avistei um vestido rosa, igual ao que ela estava usando. Ocupando.
Ficou dura na hora e não consegui evitar chegar mais perto, já não me controlava mais e o tesão de ver o que ia rolar me dominava, mesmo já imaginando.
- Mais rápido, vai, que eu sei que você gosta. - Ouvi uma voz masculina.
Não teve resposta e só dava pra ouvir a voz do cara, o que me fez descartar minha mãe até eu me apoiar no pneu de um carro perto e, ao me levantar, vi o motivo de só escutar a voz masculina: minha mãe estava agachada nos bancos, com o vestido levantado pra deixar os peitos de fora e com a piça entalada na garganta do velho de terno.
- Mmm... agh... - Era só o que se ouvia da minha mãe, enquanto o velho segurava a bunda dela com uma mão e com a outra empurrava a cabeça dela pra continuar engasgando.
Ficaram assim por um bom tempo, eu só olhava pra eles de pau duro enquanto me tocava, com a adrenalina de ser visto ou de alguém chegar pra pegar o carro.
- Agora vai? - Finalmente consegui ouvir a voz da minha mãe, com um tom cansado, mas mais de tesão do que de esforço.
O velho não respondeu, só pegou minha mãe pela cintura e ela se moveu pra cima dele, ficaram uns 5 minutos assim, minha mãe em cima do velho só se mexendo sem parar, até que ela parou e levantou o vestido por baixo, eu soube que o show principal ia começar.
- Aiiiiii - Ouvi o gemido da minha mãe de repente.
- Ah, que gostosa, por favor - Respondeu o velho entre gemidos.
- Ai ai, uf uf uf - Minha mãe gemia freneticamente, tentando disfarçar os gemidos.
Eu já não aguentava mais de tão duro, depois de meses babando na minha mãe e na vida secreta dela, finalmente tava vendo a prova na minha frente. Não parei de me tocar até que não aguentei mais e soltei um jato de porra no chão do estacionamento. Fiquei parado uns 10 segundos depois de gozar.
Voltei a mim e olhei pra frente, onde minha mãe continuava se mexendo em cima da piroca. do velho, enquanto acompanhava com gemidos silenciosos, junto com se agarrar nos peitos enquanto se mexia.
- Vai fundo, foxy. - Gritou o velho enquanto agarrava o pescoço da minha mãe, que começou a acelerar o ritmo de montá-lo.
Minha mãe não parava de se mexer enquanto gemia, gemidos que cada vez ficavam mais altos. Não conseguia parar de olhar, me excitava demais, e assim me masturbei de novo vendo minha mãe pular e pular em cima daquele velho.
Ficaram uns 20 minutos assim até o velho dizer que ia gozar, coisa que fez minha mãe descer de uma vez de cima dele acompanhada de um "dentro não". Voltaram pra posição de antes, minha mãe se inclinou até o pinto dele até que se ouviu o grito do velho, acho que gozando.
Assim que vi minha mãe sentar de novo no banco e arrumar o vestido, me assustei e comecei a me mover rápido entre os carros pra sair dali, fiquei escondido atrás de um carrão e captei enquanto a adrenalina baixava, tentava disfarçar caso alguém passasse, não queria que pensassem que eu tava roubando ou sei lá.
Um tempo depois, senti o motor de um veículo e vi a caminhonete branca saindo, com minha mãe de carona, não sei pra onde, talvez ele fosse continuar comendo ela em outro lugar.
Já umas 10 da noite consegui chegar no carro e saí dali, obviamente com a cabeça no espetáculo que pude ver, depois de tanto tempo.
Tenho mais histórias sobre minha velha e o quanto ela ficou boa de trepar desde que se separou, vou contando aos poucos, enquanto isso deixo uma foto dela que achei no celular dela, numa das várias vezes que revirei ele.
Desde a separação, descobri um lado da minha mãe que, aos 46 anos (em 2021, já que ela é de 75), eu não conhecia: ela virou uma pessoa que sai direto com as amigas. Nem ideia pra onde, porque ela não me conta muito sobre isso. Ao mesmo tempo, comecei a notar mais o lado mulherão dela, que tinha escondido durante o último relacionamento.
Nas saídas com as amigas, já era normal vê-la chegar de noite descendo de carros que eu não conhecia. No começo, achava que podiam ser amigos ou Uber, até que um dia vi ela levar um tapa na bunda do motorista do carro. Depois de fuçar o celular dela no dia seguinte, vi que ela pedia uns 4 Ubers por mês, no máximo, e naquele dia específico não tinha pedido nada. Meio óbvio, né?
Raramente a vida de mulher da minha mãe começou a me atrair aos poucos e a me deixar com muito tesão. Então, comecei a prestar mais atenção no que ela fazia quando saía. Foi assim que comecei a esperar ela com a desculpa de dar boa noite, e às vezes, quando cumprimentava, sentia cheiro de perfume masculino que claramente não era o meu. Ao mesmo tempo, percebia ela nervosa, tentando me evitar pra não sentir o cheiro, talvez. Isso me deixava ainda mais excitado.
Um dia, em vez de sair, minha mãe se reuniu com as amigas no churrasqueiro de casa, que fica bem embaixo da janela do quarto dela, no segundo andar. Claro que a curiosidade (e o tesão) falaram mais alto e, apesar de ela ter me mandado deixar elas em paz, me posicionei na janela dela pra ouvir o que falavam. Me deparei com a conversa típica de Fofoca de amigas, onde descobri o quanto minha mãe era ativa sexualmente, onde ela contava entre risadas quem ela tinha comido, os lugares onde tinha sido comida, onde até mencionou que um dia não achou motel e desceu pra uma praia à noite pra transar e que, inclusive, fazia uma semana que tinha comido o marido de uma colega do Salão de Cabeleireiro onde trabalhava, onde todas caíram na risada pelo trabalho que ela teve pra seduzir ele e depois comê-lo no carro dela.
Apesar de desconfiar de uma certa vida sexual da minha mãe, nunca imaginei que uma mulher como ela, com 46 anos e sendo mãe solteira de 3 filhos (embora um não more com ela), pudesse comer tantos homens tão facilmente, o que obviamente me excitou ainda mais e comecei a bater uma punheta ali mesmo, enquanto as amigas dela conversavam.
Desde aquele dia, não consegui mais ver minha mãe da mesma forma. Toda vez que olhava pra cara dela, via ela como minha mãe, mas quando lembrava de tudo que ouvi, via ela como a besta sexual que era, mesmo que ela disfarçasse muito bem.
O tesão que eu sentia em saber tudo que comiam a minha mãe me motivou ainda mais a descobrir sobre a vida sexual dela, então comecei a fuçar o celular dela com mais frequência, na esperança de achar mais provas da atividade dela. Foi assim que um dia me deparei com o chat de um dos professores dela. Dei uma olhada por cima e estava tudo normal, perguntas sobre as matérias, até que uma mensagem me chamou a atenção pela forma como foi escrita: um simples "me convida pra almoçar 👄" do professor pra minha mãe, o que é super normal, mas o emoji de boca me deixou desconfiado, e minha mãe respondeu que não podia porque estava resolvendo umas coisas.
No dia seguinte, fui ver o mesmo chat, mas as mensagens que tinha visto ontem não estavam mais, só tinha um "avisa os outros que a aula vai atrasar 20 minutos", e minha mãe respondeu com um "Ok". Isso confirmou de vez o que eu suspeitava, ela tinha algum rolo por ali.
A vida noturna da minha A velha continuava e eu já tinha me acostumado a vê-la chegar de madrugada, descendo de algum carro de saia e jaqueta por cima, andando rápido pra casa e só indo dormir.
Só uns 6 meses depois que essa história continuou, tipo final de 2021, porque ela passou em alguns anos da faculdade e teve uma cerimônia, que eu fui junto. Minha mãe começou a se arrumar cedo e foi com um vestido rosa e uma jaqueta por cima. O vestido marcava bem a bunda dela e, somando ao que eu já sabia, me deixou mais excitado que o normal e tive que bater uma antes de sair.
Quando a gente tava chegando, ela buzinou pra uma caminhonete branca que passou por nós, e depois pra uns carros que eu já conhecia, porque eram das amigas dela. Umas 6 da tarde a cerimônia começou e a gente tava lá dentro, prontos pra ver tudo.
Eu tava sentado no meu lugar reservado na plateia, mas sozinho, porque minha mãe ficou conversando enquanto a gente andava e mandou eu ir na frente. Depois de uns minutos, consegui ver ela no meio da galera e vi que tava conversando com um cara, rindo e arrumando a roupa direto, enquanto o outro fazia a mesma coisa. Um homem alto, tipo 1,80 devia ter, porque era bem mais alto que minha mãe, que tem uns 1,64. O cara parecia ter cabelos grisalhos, então devia ter mais de 50, usava óculos e tava todo de terno.
Daqui a pouco minha mãe chegou e a gente começou a ver a cerimônia. Segurei o casaco dela quando ela subiu pra receber o diploma, enquanto tirava fotos com todas as amigas, além de professores, colegas e outras pessoas que trabalhavam no lugar.

Tipo umas 9 da noite, minha mãe me passou as chaves do carro e falou pra eu ir pra casa, já que ela ia se encontrar com os colegas pra comemorar. Ela se desculpou por me deixar sozinho e não me chamar, mas disse que era só entre os colegas. Obviamente entendi e a gente se despediu.
Fiquei mais um tempinho no lugar porque queria continuar comendo das mesas que tinham lá. Umas 15 minutos depois, mais ou menos, trombei com uma das colegas da minha mãe, que me cumprimentou:
— Não vai pra reunião que os colegas iam fazer? — falei, me afastando depois de cumprimentar ela.
— Vou, claro, mas é daqui a 2 horas. — respondeu. — Dá tempo de ir em casa tomar um banho, não preciso me apressar ainda.
Obviamente me perguntei pra onde minha mãe tinha ido, porque se fosse daqui a 2 horas e ela tivesse ido comprar algo ou se arrumar, teria me falado, e até teria levado o carro em vez de me passar. Comecei a pensar, e uma das primeiras ideias que veio na cabeça foi que ela tinha ido transar com alguém, mas descartei isso depois de dar uma olhada nos banheiros e outros cômodos afastados. Que merda de pensamento idiota, pensei na hora.
Desisti e fiquei com a ideia de que talvez ela tivesse ido antes pra algum lugar com as amigas que estavam com ela, que era o mais provável. Então saí do prédio e desci pro estacionamento pra pegar o carro e ir embora.
Quando cheguei, foi um saco encontrar o carro. Lembrava onde ele estava quando tinha menos carros, mas com o estacionamento lotado, ficou difícil achar. O estacionamento era tipo em L, e obviamente fui pro fundo pra ir descartando lugares e checando um por um, até que trombei com a mesma caminhonete branca que minha mãe tinha cumprimentado mais cedo. Bateu um pressentimento, e fui ver de perto. De repente, ouvi uns barulhos vindo da parte de trás. Quanto mais me aproximava, mais a ideia de que minha mãe tinha ido com algum homem crescia, coisa que confirmei quando avistei um vestido rosa, igual ao que ela estava usando. Ocupando.
Ficou dura na hora e não consegui evitar chegar mais perto, já não me controlava mais e o tesão de ver o que ia rolar me dominava, mesmo já imaginando.
- Mais rápido, vai, que eu sei que você gosta. - Ouvi uma voz masculina.
Não teve resposta e só dava pra ouvir a voz do cara, o que me fez descartar minha mãe até eu me apoiar no pneu de um carro perto e, ao me levantar, vi o motivo de só escutar a voz masculina: minha mãe estava agachada nos bancos, com o vestido levantado pra deixar os peitos de fora e com a piça entalada na garganta do velho de terno.
- Mmm... agh... - Era só o que se ouvia da minha mãe, enquanto o velho segurava a bunda dela com uma mão e com a outra empurrava a cabeça dela pra continuar engasgando.
Ficaram assim por um bom tempo, eu só olhava pra eles de pau duro enquanto me tocava, com a adrenalina de ser visto ou de alguém chegar pra pegar o carro.
- Agora vai? - Finalmente consegui ouvir a voz da minha mãe, com um tom cansado, mas mais de tesão do que de esforço.
O velho não respondeu, só pegou minha mãe pela cintura e ela se moveu pra cima dele, ficaram uns 5 minutos assim, minha mãe em cima do velho só se mexendo sem parar, até que ela parou e levantou o vestido por baixo, eu soube que o show principal ia começar.
- Aiiiiii - Ouvi o gemido da minha mãe de repente.
- Ah, que gostosa, por favor - Respondeu o velho entre gemidos.
- Ai ai, uf uf uf - Minha mãe gemia freneticamente, tentando disfarçar os gemidos.
Eu já não aguentava mais de tão duro, depois de meses babando na minha mãe e na vida secreta dela, finalmente tava vendo a prova na minha frente. Não parei de me tocar até que não aguentei mais e soltei um jato de porra no chão do estacionamento. Fiquei parado uns 10 segundos depois de gozar.
Voltei a mim e olhei pra frente, onde minha mãe continuava se mexendo em cima da piroca. do velho, enquanto acompanhava com gemidos silenciosos, junto com se agarrar nos peitos enquanto se mexia.
- Vai fundo, foxy. - Gritou o velho enquanto agarrava o pescoço da minha mãe, que começou a acelerar o ritmo de montá-lo.
Minha mãe não parava de se mexer enquanto gemia, gemidos que cada vez ficavam mais altos. Não conseguia parar de olhar, me excitava demais, e assim me masturbei de novo vendo minha mãe pular e pular em cima daquele velho.
Ficaram uns 20 minutos assim até o velho dizer que ia gozar, coisa que fez minha mãe descer de uma vez de cima dele acompanhada de um "dentro não". Voltaram pra posição de antes, minha mãe se inclinou até o pinto dele até que se ouviu o grito do velho, acho que gozando.
Assim que vi minha mãe sentar de novo no banco e arrumar o vestido, me assustei e comecei a me mover rápido entre os carros pra sair dali, fiquei escondido atrás de um carrão e captei enquanto a adrenalina baixava, tentava disfarçar caso alguém passasse, não queria que pensassem que eu tava roubando ou sei lá.
Um tempo depois, senti o motor de um veículo e vi a caminhonete branca saindo, com minha mãe de carona, não sei pra onde, talvez ele fosse continuar comendo ela em outro lugar.
Já umas 10 da noite consegui chegar no carro e saí dali, obviamente com a cabeça no espetáculo que pude ver, depois de tanto tempo.
Tenho mais histórias sobre minha velha e o quanto ela ficou boa de trepar desde que se separou, vou contando aos poucos, enquanto isso deixo uma foto dela que achei no celular dela, numa das várias vezes que revirei ele.
3 comentários - Minha mãe comeu o professor dela
mi mamá es igual de putona, o hasta mas
porfavor comparte mas master