Já tá quase fazendo um ano desde o primeiro post que fiz da minha amiga, então resolvi dar uma pequena atualizada no que rolou. Mas quero ser bem breve porque aconteceram duas coisas que me deixaram confuso nessa história. Qualquer dúvida é bem-vinda nas mensagens, e aqui deixo as duas partes anteriores.
http://www.poringa.net/posts/relatos/4441398/Mi-amiga-de-la-oficina.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/4470507/Mi-amiga-de-la-oficina-2-Y-mi-jefa.html
Depois que minha chefa nos descobriu, infelizmente as coisas não melhoraram. No começo, eu achei que sim, mas não saiu como imaginei. Mas sobre a minha chefa, depois eu conto pra vocês.
Logo depois que aconteceu, minha amiga ainda tava com tesão, mas no dia seguinte ela falou comigo bem séria, dizendo que não ia rolar mais nada entre a gente. Nossa chefe ter nos descoberto mexeu muito com ela, porque é uma mina bem envergonhada. Aceitei a decisão, e isso nos separou por uns meses — meses em que eu também tava cheio de trampo e não coincidia de almoçar com ela. As mensagens também perderam muito a temperatura, já que a gente só falava sobre trabalhos da escola e poucas coisas pessoais.
Entre as refeições que eu não podia ir, ela começou a conversar com um cara. Nunca dei atenção pra isso até que foi tarde demais. Fui me afastando dela, mas numa oportunidade que tive, saí no mesmo horário que ela pra comer. Comi com os dois e percebi que o moleque tinha me passado a perna, fazia ela rir e ela exagerava na risada, o que me fez suspeitar que ela tava apaixonada por ele. Por isso acabei fazendo tudo o que fiz com a minha vizinha, talvez por despeito, mas mesmo assim curti pra caralho.
A situação explodiu quando um dia chamei ela pra sair, só pra conversar sobre o que tava rolando com a nossa amizade. Sem intenção de falar sobre aquele encontro íntimo que a gente teve. A gente conversou e terminou numa boa, provavelmente como antes. As conversas já não eram mais quentes nem nada, mas a gente falava sobre tudo, embora eu ainda não pudesse almoçar com ela por causa do trampo que minha chefe colocou de propósito, eu suspeitava. Um dia, falando bem na sinceridade, ela confessou que tava afim do outro cara, e eu nem liguei, porque sabia que ele não tava a fim dela e que isso ia acabar mal. Ele ia deixar ela na vontade, e eu ia estar lá se ela precisasse.
Numa festa que não pude ir porque tava trampando num sábado, ela ficou meio bebada, e o novo amigo dela também.
- Dei um boquete nela - ela me contou como se estivesse arrependida, o que me surpreendeu pra caralho, porque, mesmo tendo feito o mesmo comigo, ela se sentia mal e naquele ponto ainda não tinha feito nada com a minha vizinha, o que provavelmente me deu o empurrão que eu precisava.
Pedi detalhes e ela disse que não queria foder porque:
1. Não tinha camisinha.
2. Ela tinha medo dele
3. Estavam na casa dos outros.
Ele me explicou a situação com detalhes, e às vezes eu perguntava.
- Fomos dormir, eu tava na cama e ele no chão... Mmmm ele me chamou pra ir com ele e eu entrei na brincadeira, mas não fiz nada.
- Não fazer nada é fazer alguma coisa — eu a acusei
- Bom, sim, e ela já tirou a calça e, pra ser sincero, tava muito gostosa. Não vou te negar isso - fez uma pausa pra lembrar de tudo, respirou fundo e me olhou nos olhos.
- Tava bem bêbado e ele queria foder, mas eu não quis. Ele insistiu muito até que falou: "vai, pelo menos um boquete.
- E depois?
- Aí ele continuou e tentou tirar meu sutiã, mas o idiota não conseguiu, tava muito bêbado - ela disse enquanto ria.
- E ele não fez nada com você depois?
- Eu beijei ele e ele meteu os dedos em mim, mas a verdade é que me senti muito desconfortável, não sabia como reagir e me queixava, mas acho que ele pensava que eu tava gostando, até que eu falei que já chega.
Nesse ponto, tava puto pra caralho, mas a tesão começou a tomar conta. Além disso, já tava começando a olhar pro chão feito uma criança confessando uma sacanagem.
- Então, nessa hora ele me fez chupar ele e ficava empurrando minha cabeça pra baixo de um jeito bem ruim, não tava gostando nada. Falei pra ele parar com isso, mas ele tava bem doidão, não me dava ouvidos.
E aí, chupei ela todinha e ela gozou tudo.
- Você engoliu? — perguntei rapidamente.
— Não, kkkk cuspi tudo e deixei ele se limpar — ela me disse enquanto ajeitava um pouco o cabelo. Continuou enfiando os dedos, mas não curti, levantei e fui dormir.
— Você teria dado pra ele se não fosse ali? — perguntei, já meio tarado também.
- Se eu tivesse camisinha, sim.
Isso me desanimou um pouco com a confissão dela, mas eu apreciei a honestidade.
— Você se arrepende? — perguntei esperando um sim, ela pensou mil vezes na situação e nunca me respondeu.

http://www.poringa.net/posts/relatos/4441398/Mi-amiga-de-la-oficina.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/4470507/Mi-amiga-de-la-oficina-2-Y-mi-jefa.html
Depois que minha chefa nos descobriu, infelizmente as coisas não melhoraram. No começo, eu achei que sim, mas não saiu como imaginei. Mas sobre a minha chefa, depois eu conto pra vocês.
Logo depois que aconteceu, minha amiga ainda tava com tesão, mas no dia seguinte ela falou comigo bem séria, dizendo que não ia rolar mais nada entre a gente. Nossa chefe ter nos descoberto mexeu muito com ela, porque é uma mina bem envergonhada. Aceitei a decisão, e isso nos separou por uns meses — meses em que eu também tava cheio de trampo e não coincidia de almoçar com ela. As mensagens também perderam muito a temperatura, já que a gente só falava sobre trabalhos da escola e poucas coisas pessoais.
Entre as refeições que eu não podia ir, ela começou a conversar com um cara. Nunca dei atenção pra isso até que foi tarde demais. Fui me afastando dela, mas numa oportunidade que tive, saí no mesmo horário que ela pra comer. Comi com os dois e percebi que o moleque tinha me passado a perna, fazia ela rir e ela exagerava na risada, o que me fez suspeitar que ela tava apaixonada por ele. Por isso acabei fazendo tudo o que fiz com a minha vizinha, talvez por despeito, mas mesmo assim curti pra caralho.
A situação explodiu quando um dia chamei ela pra sair, só pra conversar sobre o que tava rolando com a nossa amizade. Sem intenção de falar sobre aquele encontro íntimo que a gente teve. A gente conversou e terminou numa boa, provavelmente como antes. As conversas já não eram mais quentes nem nada, mas a gente falava sobre tudo, embora eu ainda não pudesse almoçar com ela por causa do trampo que minha chefe colocou de propósito, eu suspeitava. Um dia, falando bem na sinceridade, ela confessou que tava afim do outro cara, e eu nem liguei, porque sabia que ele não tava a fim dela e que isso ia acabar mal. Ele ia deixar ela na vontade, e eu ia estar lá se ela precisasse.
Numa festa que não pude ir porque tava trampando num sábado, ela ficou meio bebada, e o novo amigo dela também.
- Dei um boquete nela - ela me contou como se estivesse arrependida, o que me surpreendeu pra caralho, porque, mesmo tendo feito o mesmo comigo, ela se sentia mal e naquele ponto ainda não tinha feito nada com a minha vizinha, o que provavelmente me deu o empurrão que eu precisava.
Pedi detalhes e ela disse que não queria foder porque:
1. Não tinha camisinha.
2. Ela tinha medo dele
3. Estavam na casa dos outros.
Ele me explicou a situação com detalhes, e às vezes eu perguntava.
- Fomos dormir, eu tava na cama e ele no chão... Mmmm ele me chamou pra ir com ele e eu entrei na brincadeira, mas não fiz nada.
- Não fazer nada é fazer alguma coisa — eu a acusei
- Bom, sim, e ela já tirou a calça e, pra ser sincero, tava muito gostosa. Não vou te negar isso - fez uma pausa pra lembrar de tudo, respirou fundo e me olhou nos olhos.
- Tava bem bêbado e ele queria foder, mas eu não quis. Ele insistiu muito até que falou: "vai, pelo menos um boquete.
- E depois?
- Aí ele continuou e tentou tirar meu sutiã, mas o idiota não conseguiu, tava muito bêbado - ela disse enquanto ria.
- E ele não fez nada com você depois?
- Eu beijei ele e ele meteu os dedos em mim, mas a verdade é que me senti muito desconfortável, não sabia como reagir e me queixava, mas acho que ele pensava que eu tava gostando, até que eu falei que já chega.
Nesse ponto, tava puto pra caralho, mas a tesão começou a tomar conta. Além disso, já tava começando a olhar pro chão feito uma criança confessando uma sacanagem.
- Então, nessa hora ele me fez chupar ele e ficava empurrando minha cabeça pra baixo de um jeito bem ruim, não tava gostando nada. Falei pra ele parar com isso, mas ele tava bem doidão, não me dava ouvidos.
E aí, chupei ela todinha e ela gozou tudo.
- Você engoliu? — perguntei rapidamente.
— Não, kkkk cuspi tudo e deixei ele se limpar — ela me disse enquanto ajeitava um pouco o cabelo. Continuou enfiando os dedos, mas não curti, levantei e fui dormir.
— Você teria dado pra ele se não fosse ali? — perguntei, já meio tarado também.
- Se eu tivesse camisinha, sim.
Isso me desanimou um pouco com a confissão dela, mas eu apreciei a honestidade.
— Você se arrepende? — perguntei esperando um sim, ela pensou mil vezes na situação e nunca me respondeu.

2 comentários - Minha amiga gostosa do escritório 3