Eu estava desconfortável, sentia que não tinha poder de decisão dentro do casal. A Paula tinha tomado a decisão sozinha e queria me fazer acreditar que tinha sido uma iniciativa do casal. Assim que sugeri que não estava totalmente seguro, que podíamos tentar com brinquedos, ou com algum boneco, ou algo que não envolvesse outras pessoas, ela falou, toda marrenta e metida, que precisava de contato humano, de se relacionar socialmente, que sexo era mais do que esfregar genitais.
Mesmo quando rolou aquela parada dos jogos onde ela bateu uma pro Horácio, apesar de eu ter meio que consentido, tinha a nítida impressão de que a Paula tinha se aproveitado de uma situação onde todo mundo tava bêbado e com tesão.
Mas decidi deixar de lado todas as minhas inseguranças e abrir a cabeça, ficar aberto ao que o destino pudesse trazer.
Poucas semanas depois do meu diagnóstico, num almoço de domingo, a Paula me surpreendeu falando:
— Quarta-feira vai vir minha amiga Fiorella, vai me aliviar um pouquinho, espero que não te incomode. Sabe que também sou bi e pensei que te incomodaria menos se a gente começasse com uma gatinha. — disse, tão segura e arrogante como sempre.
— Ok.
— O que que tem?
— O que tem é que você nunca me leva em conta nas decisões que toma, agora vai trazer uma gatinha pra casa e já tá tudo combinado, tudo fechado. Eu queria que a gente conversasse as coisas como um casal. Sabe que tô mal de saúde e a única coisa que te preocupou foi que não vai transar por uns meses.
— Desculpa, bebê, é óbvio que tô preocupada com você. Por isso que procurei minha amiga, queria que não fosse tudo isso de uma vez pra você, e que pudesse digerir aos poucos. Você preferia que eu trouxesse dois caras e fizessem um sanduíche em mim sem nem conversar? Vem cá, meu amor, faço isso por você também, porque sei que os caras ficam doidos vendo gatinhas transando e se tocando, e a Fiore disse que não liga se você olhar.
— Se você diz.
— Vem cá, vou te fazer uma punheta. Tira a calça.
Fiz exatamente o que ela pediu, e como Sempre me perdi na masturbação e todos os meus ranços e dúvidas iam embora.
—Amor, viu como o Horácio era? Ele era um animal selvagem, haha. Tremenda! E ainda por cima, sendo tão desenrolado, me deixa mais tesuda. Imagina se eu fizesse um boquete no Horácio? Pra ficar mais excitada, você teria que arrumar meu cabelo pra não atrapalhar. Faço uma bunda de cavalo bem apertada senão. Você se ajoelha do meu lado e me olha, empurra minha cabeça, que tal? Me faz engasgar enquanto ele enfia até a garganta. Depois eu tiro e a gente se beija, adoraria que você me desse uns beijos bem pesados com gosto da pica de outro ou da porra, se quiser pode dividir a porra. Acho que isso deve unir vocês como namorados pra sempre. Tem um antes e um depois de dividir a porra do macho, é tipo um pacto de sangue. Um pacto de porra seria, hahaha.
Aí eu gozei, as ideias da Paula eram bem originais e loucas, e ela sabia exatamente o que dizer pra me tirar do sério.
Até que chegou o dia em questão, finalmente a amiga da Paula trouxe um monte de brinquedos e comeu ela com eles, não era nada parecido com o que eu tinha imaginado.
A Paula esperou ela sair do banho com uma toalha, ela foi pro quarto e mandou ela ficar de quatro. Tirou um consolo de uma maleta e masturbou ela com aquilo por uns 20 minutos, enquanto minha namorada se contorcia igual uma cobra. Depois aproximou um massageador de clitóris de trinta centímetros, encostando na entrada da buceta dela, e enfiou um plug no cu dela que tinha um brilhante bem bonito na ponta. A Paula chorava de prazer, até que a amiga tirou o plug e enfiou um consolo duplo que encheu a buceta e o cu dela. E começou a ficar mais agressiva e dominadora. Dizia pra ela:
—Bebezinha, agora você vai ser minha. Tá gostando de como as duas picas entram em você? Você vai ser a putinha da mamãe e quando eu precisar de grana, vou te prostituir pra uns amigos que tenho e você vai me fazer ganhar uma graninha. Sabe quantos são? Um time de Futebol de várzea, mas não se assusta, não vão vir todos, uns oito mais ou menos. Vão se revezar pra te comer de dois em dois, do jeito que você tá agora. Você gosta.
— Sim, senhora. Sou sua putinha, se quiser me vender, sou sua.
— Assim que eu gosto, neném. Vou te dar permissão pra gozar, só porque a mamãe é boazinha.
Ela gozou bem gostoso, Pau, tudo na minha frente. A Fiore me perguntou se eu tinha gostado, eu disse que sim, e ela pediu desculpas se tinha passado do ponto.
Nunca fui muito fã de sexo lésbico, mas tinha me excitado pra caralho ver a Paula continuar no papel de submisso, independente de quem fosse o dominante.
A Fiore ficou pra dormir no quarto de hóspedes porque já era tarde.
No outro dia, acordei e me deparei com um papo bem peculiar.
— Sim, pra mim você se daria bem com um cara casado. Casado é o mais tranquilo, eles comem e não enchem o saco. Esse tal de Braulio tem experiência em comer casadas, é famoso no meio pela pica que tem. Imagina que quando morava na Espanha, chamavam ele de “o mandingo branco”. Ele não curte essas paradas de BDSM, é mais de te comer e te humilhar com aquele tronco enorme, não precisa de tempero. — disse a Fiore, como se tivesse falando do tempo, com uma naturalidade absurda. Era nítido que ela tinha experiência com esse tipo de conversa de casais, swingers, dotados, etc.
— O problema é que, se não me baterem, eu tenho dificuldade pra ficar excitada. No mínimo, ele teria que passar a pica na minha cara. — disse a Pau, com um tom de preocupação.
— Sim, se não pagar a mais, talvez o cara te dê uns tapas. Mas você vai ter que pagar pra ele fazer algo que não é a praia dele de cara.
— Meu namorado tem grana, esse não é o problema.
— Então eu diria pra você comprar muito lubrificante e um gel com anestésico pro anal. No máximo, seu namorado ajuda na lubrificação, te toca um pouco antes e passa uns óleos, isso é algo que costumam fazer.
— Sim, ele é um amor, qualquer coisa que eu pedir, ele faz sem problema.
— Ele é um amor. Mas não te alcança, né?
—Não é isso, é que ficar com aqueles caras de pica enorme e ovo gigante, que te comem e te sacodem tudo é tipo jogar a Copa do Mundo ou a Champions. Com meu namorado é como jogar um futebolzinho com os amigos. É assim que me sinto, como se eu estivesse fingindo que tô transando, quando pela minha experiência eu sei o que é transar de verdade.
—Você é uma putinha, hein?! —Bom, vamos ver como vai o negócio do Braulio. Se der certo, conheço dois caras na casa dos quarenta que são irmãos e só comem novinhas. Eles são especialistas em DP, é assim que se apresentam, por mais ridículo que pareça, mas vai devagar.
Então eu me masturbei escondido, imaginando aqueles caras comendo a Paula, cuspindo na cara dela, puxando o cabelo dela, ficando loucos pra dar tapas nela, enfiar a mão na boca dela até ela engasgar, e obrigando ela a engatinhar pela casa inteira enquanto xingavam ela, antes de penetrar ela entre os dois, cada um num buraco, alternando.
O fato de ela ter batido uma pra um cara na frente de várias pessoas e ter comido uma novinha comigo presente mudava tudo. O limite da imaginação tinha sido ultrapassado, chegando ao pedaço de realidade necessário pra não ter volta. Aquela porta tinha se fechado e a gente tava preso num labirinto cuja saída nunca apareceria se a gente não percorresse os espaços que ainda faltavam.
Como novidade, tinha começado a me incomodar que a Paula quisesse decidir tudo. Acho que ela abusava da minha permissividade. Eu me arrependi de tudo, desde a primeira vez que a gente brincou com exibicionismo até qualquer coisa relacionada a ela ficar com outro cara, ou qualquer brincadeira com brinquedos onde ela terminava “toda animada”. Achei que em parte era culpa minha. Aí percebi que parte do que me excitava era justamente essa dor que tudo isso me causava, porque sem esse elemento a gente era só mais um casal liberal, mas o que me excitava era a humilhação que ela invadia meu espaço.
Por outro lado, as coisas que me faziam sentir ódio por ela (uma sensação também nunca sentida até então) me davam uma puta vontade de agarrá-la com violência e tirar aquela postura arrogante que ela tinha, mas como eu sabia que com meu pau normal era impossível, comecei a desejar que humilhassem ela, que maltratassem ela, que fizessem dela uma puta gratuita, e baixassem toda aquela soberba que ela carregava. Então não via a hora de ela terminar com o cu arrombado e ficar uns bons dias sem conseguir sentar, assim ela aprendia que tudo que a gente deseja pode se tornar realidade.
Comecei a desejar com força que o Braulio comesse ela com aquela pica enorme e fizesse mal a ela, o mal que eu não conseguia fazer.
Mesmo quando rolou aquela parada dos jogos onde ela bateu uma pro Horácio, apesar de eu ter meio que consentido, tinha a nítida impressão de que a Paula tinha se aproveitado de uma situação onde todo mundo tava bêbado e com tesão.
Mas decidi deixar de lado todas as minhas inseguranças e abrir a cabeça, ficar aberto ao que o destino pudesse trazer.
Poucas semanas depois do meu diagnóstico, num almoço de domingo, a Paula me surpreendeu falando:
— Quarta-feira vai vir minha amiga Fiorella, vai me aliviar um pouquinho, espero que não te incomode. Sabe que também sou bi e pensei que te incomodaria menos se a gente começasse com uma gatinha. — disse, tão segura e arrogante como sempre.
— Ok.
— O que que tem?
— O que tem é que você nunca me leva em conta nas decisões que toma, agora vai trazer uma gatinha pra casa e já tá tudo combinado, tudo fechado. Eu queria que a gente conversasse as coisas como um casal. Sabe que tô mal de saúde e a única coisa que te preocupou foi que não vai transar por uns meses.
— Desculpa, bebê, é óbvio que tô preocupada com você. Por isso que procurei minha amiga, queria que não fosse tudo isso de uma vez pra você, e que pudesse digerir aos poucos. Você preferia que eu trouxesse dois caras e fizessem um sanduíche em mim sem nem conversar? Vem cá, meu amor, faço isso por você também, porque sei que os caras ficam doidos vendo gatinhas transando e se tocando, e a Fiore disse que não liga se você olhar.
— Se você diz.
— Vem cá, vou te fazer uma punheta. Tira a calça.
Fiz exatamente o que ela pediu, e como Sempre me perdi na masturbação e todos os meus ranços e dúvidas iam embora.
—Amor, viu como o Horácio era? Ele era um animal selvagem, haha. Tremenda! E ainda por cima, sendo tão desenrolado, me deixa mais tesuda. Imagina se eu fizesse um boquete no Horácio? Pra ficar mais excitada, você teria que arrumar meu cabelo pra não atrapalhar. Faço uma bunda de cavalo bem apertada senão. Você se ajoelha do meu lado e me olha, empurra minha cabeça, que tal? Me faz engasgar enquanto ele enfia até a garganta. Depois eu tiro e a gente se beija, adoraria que você me desse uns beijos bem pesados com gosto da pica de outro ou da porra, se quiser pode dividir a porra. Acho que isso deve unir vocês como namorados pra sempre. Tem um antes e um depois de dividir a porra do macho, é tipo um pacto de sangue. Um pacto de porra seria, hahaha.
Aí eu gozei, as ideias da Paula eram bem originais e loucas, e ela sabia exatamente o que dizer pra me tirar do sério.
Até que chegou o dia em questão, finalmente a amiga da Paula trouxe um monte de brinquedos e comeu ela com eles, não era nada parecido com o que eu tinha imaginado.
A Paula esperou ela sair do banho com uma toalha, ela foi pro quarto e mandou ela ficar de quatro. Tirou um consolo de uma maleta e masturbou ela com aquilo por uns 20 minutos, enquanto minha namorada se contorcia igual uma cobra. Depois aproximou um massageador de clitóris de trinta centímetros, encostando na entrada da buceta dela, e enfiou um plug no cu dela que tinha um brilhante bem bonito na ponta. A Paula chorava de prazer, até que a amiga tirou o plug e enfiou um consolo duplo que encheu a buceta e o cu dela. E começou a ficar mais agressiva e dominadora. Dizia pra ela:
—Bebezinha, agora você vai ser minha. Tá gostando de como as duas picas entram em você? Você vai ser a putinha da mamãe e quando eu precisar de grana, vou te prostituir pra uns amigos que tenho e você vai me fazer ganhar uma graninha. Sabe quantos são? Um time de Futebol de várzea, mas não se assusta, não vão vir todos, uns oito mais ou menos. Vão se revezar pra te comer de dois em dois, do jeito que você tá agora. Você gosta.
— Sim, senhora. Sou sua putinha, se quiser me vender, sou sua.
— Assim que eu gosto, neném. Vou te dar permissão pra gozar, só porque a mamãe é boazinha.
Ela gozou bem gostoso, Pau, tudo na minha frente. A Fiore me perguntou se eu tinha gostado, eu disse que sim, e ela pediu desculpas se tinha passado do ponto.
Nunca fui muito fã de sexo lésbico, mas tinha me excitado pra caralho ver a Paula continuar no papel de submisso, independente de quem fosse o dominante.
A Fiore ficou pra dormir no quarto de hóspedes porque já era tarde.
No outro dia, acordei e me deparei com um papo bem peculiar.
— Sim, pra mim você se daria bem com um cara casado. Casado é o mais tranquilo, eles comem e não enchem o saco. Esse tal de Braulio tem experiência em comer casadas, é famoso no meio pela pica que tem. Imagina que quando morava na Espanha, chamavam ele de “o mandingo branco”. Ele não curte essas paradas de BDSM, é mais de te comer e te humilhar com aquele tronco enorme, não precisa de tempero. — disse a Fiore, como se tivesse falando do tempo, com uma naturalidade absurda. Era nítido que ela tinha experiência com esse tipo de conversa de casais, swingers, dotados, etc.
— O problema é que, se não me baterem, eu tenho dificuldade pra ficar excitada. No mínimo, ele teria que passar a pica na minha cara. — disse a Pau, com um tom de preocupação.
— Sim, se não pagar a mais, talvez o cara te dê uns tapas. Mas você vai ter que pagar pra ele fazer algo que não é a praia dele de cara.
— Meu namorado tem grana, esse não é o problema.
— Então eu diria pra você comprar muito lubrificante e um gel com anestésico pro anal. No máximo, seu namorado ajuda na lubrificação, te toca um pouco antes e passa uns óleos, isso é algo que costumam fazer.
— Sim, ele é um amor, qualquer coisa que eu pedir, ele faz sem problema.
— Ele é um amor. Mas não te alcança, né?
—Não é isso, é que ficar com aqueles caras de pica enorme e ovo gigante, que te comem e te sacodem tudo é tipo jogar a Copa do Mundo ou a Champions. Com meu namorado é como jogar um futebolzinho com os amigos. É assim que me sinto, como se eu estivesse fingindo que tô transando, quando pela minha experiência eu sei o que é transar de verdade.
—Você é uma putinha, hein?! —Bom, vamos ver como vai o negócio do Braulio. Se der certo, conheço dois caras na casa dos quarenta que são irmãos e só comem novinhas. Eles são especialistas em DP, é assim que se apresentam, por mais ridículo que pareça, mas vai devagar.
Então eu me masturbei escondido, imaginando aqueles caras comendo a Paula, cuspindo na cara dela, puxando o cabelo dela, ficando loucos pra dar tapas nela, enfiar a mão na boca dela até ela engasgar, e obrigando ela a engatinhar pela casa inteira enquanto xingavam ela, antes de penetrar ela entre os dois, cada um num buraco, alternando.
O fato de ela ter batido uma pra um cara na frente de várias pessoas e ter comido uma novinha comigo presente mudava tudo. O limite da imaginação tinha sido ultrapassado, chegando ao pedaço de realidade necessário pra não ter volta. Aquela porta tinha se fechado e a gente tava preso num labirinto cuja saída nunca apareceria se a gente não percorresse os espaços que ainda faltavam.
Como novidade, tinha começado a me incomodar que a Paula quisesse decidir tudo. Acho que ela abusava da minha permissividade. Eu me arrependi de tudo, desde a primeira vez que a gente brincou com exibicionismo até qualquer coisa relacionada a ela ficar com outro cara, ou qualquer brincadeira com brinquedos onde ela terminava “toda animada”. Achei que em parte era culpa minha. Aí percebi que parte do que me excitava era justamente essa dor que tudo isso me causava, porque sem esse elemento a gente era só mais um casal liberal, mas o que me excitava era a humilhação que ela invadia meu espaço.
Por outro lado, as coisas que me faziam sentir ódio por ela (uma sensação também nunca sentida até então) me davam uma puta vontade de agarrá-la com violência e tirar aquela postura arrogante que ela tinha, mas como eu sabia que com meu pau normal era impossível, comecei a desejar que humilhassem ela, que maltratassem ela, que fizessem dela uma puta gratuita, e baixassem toda aquela soberba que ela carregava. Então não via a hora de ela terminar com o cu arrombado e ficar uns bons dias sem conseguir sentar, assim ela aprendia que tudo que a gente deseja pode se tornar realidade.
Comecei a desejar com força que o Braulio comesse ela com aquela pica enorme e fizesse mal a ela, o mal que eu não conseguia fazer.
2 comentários - Amar é Compartilhar 8 (Sem Volta)