Tô há um tempão nas sombras visitando o site, e finalmente criei coragem pra escrever... É a primeira vez que escrevo, mas já faz muitos anos que procuro contos interessantes nessa seção. Geralmente, eu lia histórias que parecessem reais e, muitas vezes, escritas por mulheres. Dessa vez, resolvi arriscar escrever eu mesmo, porque tenho lido muito os contos das poringa girls e, sem dúvida, me deixaram bem interessado. Na verdade, eu fico de olho direto pra ver se tem novos. Queria saber se o jeito de contar as histórias agrada vocês... Um pouco sobre mim: sou homem, jovem e sempre me dei bem com as mulheres. Me considero atraente pra elas, pelo jeito que as coisas rolaram com o tempo. Sou alto, ombros largos, mas magro (um pouco de trabalho físico porque malho regularmente), olhos castanho-claros a verdes (depende do dia) hahaha, me acho bem extrovertido, divertido e parceiro... Mesmo desde a época de escola eu já tinha meu charme, não fui de namorar sério, nem tive tanta experiência sexual. Na real, no meu círculo, eu devia ser um dos com menos experiência, mas alguns não acreditavam e achavam que eu só tava escondendo. É que eu engatava, mas não finalizava haha! Por vários motivos que não vêm ao caso. Resumindo, saí com mulheres, mas chegar a ter muita experiência em relacionamentos foi algo que demorou (mas chegou), e não reclamo nem me arrependo nada! Essa experiência que vou contar rolou uns 7 ou 8 anos atrás. Quando eu tava no meio da faculdade. Sempre me dei bem nos estudos, porque entendo e aprendo fácil. Então, na época da facul, eu saía pra caramba. Trabalhava, então pagava meus próprios vícios e ia bem na facul, então nunca tive treta com permissão. Resumindo, me divertia pra caralho! Solteiro, com um monte de amigos e bom pra dividir umas cervejas! Foi assim que essa situação me pegou... Eu participava ativo em grupos, e pra um deles, tava rolando a organização da chegada de gente de intercâmbio. E por vários motivos, acabei ajudando na busca de lares temporários. (Por mim, eu teria recebido alguém, e rezava pra que fosse uma mulher, e gostosa, mas não dava) Então ajudei a procurar acomodações. Vinham pessoas de vários países, e todos os homens queriam mulheres, e claro, todas as mulheres sonhavam ou com seu garoto ou seu gringo. O tempo passou e essa gente chegou e, como manda o figurino, organizamos a recepção. Onde? No bar fiel daquela época.. Pra essa recepção, a maioria não conhecia os jovens que chegaram. E pra essa data, tinham chegado 3. Um homem do Brasil, uma mulher do Brasil e uma mexicana. A reunião era lá pras 22:30, mas alguns, com mais sede e tempo, se encontraram umas horas antes. Éramos 4 (2 homens e 2 mulheres) muito, muito amigos, então entre a gente não rolava nada, mas tinha muita intimidade. A conversa principal era sobre imaginar como eram os que chegavam e muitas piadas sobre isso. Nossas amigas sonhavam com o brasileiro bom de samba e de preferência com bronzeado permanente (que decepção que tiveram depois nesse sentido). Vou focar em como foi minha noite, e a da pessoa envolvida... A noite segue e chega mais gente, no fim éramos uns 15 ou 20, onde estavam os 3 estrangeiros. Me chamou a atenção a mina que veio do Brasil, mas nunca fui de chegar tão direto e ser sem noção, prefiro entrar na boa onda, entre uma piada e outra e a verdade é ser atencioso etc. Então sempre ligado em manter os copos cheios, não deixar faltar nada na mesa, e explicar as coisas que eles não entendiam (por causa da língua), já que alguns esqueciam que nossos chilenismos não são tão fáceis de entender. Foi exatamente isso que favoreceu nossa aproximação. Ela adorava rir entendendo as piadas chilenas, e explicava as coisas parecidas no Brasil. Foi nesse contexto que acabei sentando do lado dela e comecei a conversar mais diretamente. Nessa hora, já tínhamos bebido bastante, mas longe de Não estávamos muito bêbados, mas tudo na boa vibe e bem animados! Começamos a trocar palavras, frases e tal, e sinceramente, se o "portunhol" (espanhol + português) já me deixava louco... Além do jeito dela... Ela era de pele morena, tinha uns anos a mais que eu, media cerca de 1,63 m, e fisicamente, do meu gosto, era muito gostosa. Era de um corpo normal (sem excessos pra mais nem pra menos!). A verdade é que a blusa dela, mesmo sem decote, não deixava nada para a imaginação sobre os atributos da frente, que tinham o tamanho e o formato certos para serem bem atraentes, mesmo escondidos atrás da blusa. E pra baixo, ela usava uma calça jeans semi-justa, que deixava claro que tinha algo para descobrir naquelas pernas e mais acima... (Geralmente, não me considero "exigente" porque não sou ninguém para exigir como as mulheres devem se vestir, mas o que sempre me chama atenção primeiro é o rosto dela; se o rosto me agrada, todo o resto pode ser relevado. Já fiquei com minas mais magras, mais gordinhas, com mais ou menos atributos, e a verdade é que com todas me diverti. Mas se, na minha opinião, o rosto não me agrada, tenho muita dificuldade de me motivar pra mais...) A noite foi avançando e eu percebia uma certa proximidade entre nós; ela começou a me usar como tradutor, quando alguém falava muito rápido ou dizia palavras estranhas, e eu cada vez mais me aproximava do ouvido dela para sussurrar as coisas. Em cada vez que me aproximava do ouvido dela, eu procurava respirar suavemente perto, o que, na minha opinião, bem feito, sempre causa um efeito. Ela nunca reclamou, então continuei sendo o tradutor. O tradutor também era o barman dela; o copo dela nunca ficou vazio e, naquela noite, só bebemos cerveja. As risadas entre todos e entre nós era o principal naquela noite, mas eu estava ciente de que, numa mesa com 15 ou 20 pessoas, não íamos começar a ter algo mais. Eu confiava que aquela noite estava sendo uma oportunidade para me aproximar mais dela; estava convencido de que queria enroscar as bandeiras. esperava que ela também. Noite avançada, aconteceu algo que eu não esperava, na verdade, acho que ninguém esperava! Um amigo, por algum motivo, começou a falar de tatuagens, e ela comentou que tinha várias, mas não podia mostrá-las em público! (A maldade começou a brincar com minha imaginação) e ela nem disse onde estavam... E entre insistência e insistência (em tom de brincadeira) ela disse que não diria onde tinha as tatuagens, mas que mostraria uma, embora não gostasse... Então ela se levantou, pegou na gola da blusa (que dava pra esticar) e puxou pra baixo e pro lado (como se fosse mostrar um peito), mas parou bem antes... e lá estava a tatuagem, na altura do coração. E pra surpresa de todos (principalmente minha), era "O nome do marido dela" 😨! Acho que aquela "provocação" que me deu, de ir vendo ela pegar na blusa e começar a mostrar, desabou um pouco ao ver o nome do marido ali! Quem me conhecia mais, e percebia como a gente se aproximava, trocava olhares de desentendidos... Depois disso, ela me chamou a atenção, mas a verdade é que não ia mudar minha atitude hahaha... se ela não quisesse nada, me faria saber, e eu, obviamente, respeitaria. Mas isso não aconteceu. Na verdade, no futuro, a gente descobriu que aquele casamento era muito estranho, ela estava com ele principalmente por questões financeiras e porque tinham um filho em comum, mas ele era um homem mais velho e, segundo ela, não era uma boa pessoa... Enfim, a noite seguiu e a dinâmica era sempre a mesma... Chegou um momento em que ela precisou sair pra falar ao telefone, porque da casa temporária dela ligavam pra ter certeza de que ela estava bem e ver como ela chegaria em casa. Nessa hora, eu disse que podia indicar o melhor caminho pra casa dela, ou se ela quisesse (porque eu queria sim hahaha) podia levá-la até lá. Pra minha sorte, a casa dela ficava relativamente perto da minha... (uns 20 minutos andando). Quando o bar já estava fechando (entre 3 e 4 da manhã), a dinâmica continuava. É isso aí, a gente foi ganhando cada vez mais confiança, e a química era nítida... Eu tava morrendo de vontade de que rolasse algo mais nesse caminho até em casa, mas a real é que não tinha muito o que oferecer... Não dava pra levar ela pra minha casa, na casa dela achava muito difícil entrar, e pra um motel... com sorte dava pra pagar uma passagem de ônibus pra casa hahaha. O bar avisou que ia fechar, e a gente que tinha sobrado (uns 10) começou a se separar, porque cada um ia pra um lado. Pro nosso lado, a gente ia em 3. Mas o outro amigo desceu do ônibus antes. Então seguimos só nós dois. Mesmo fazendo frio, pedi pro motorista deixar a gente umas quadras antes, e não exatamente onde a gente devia descer, porque queria passar mais um tempinho com ela... Descemos umas 4 quadras de onde a gente devia, e começamos a andar. No caminho, percebi que ela tava com frio, e ofereci minha parka pra ela se agasalhar... com uma carinha de ternura, ela aceitou... e seguimos em frente... Naquela hora, queria pelo menos conseguir uns beijos ou algo assim, vontade não faltava, esperava que ela quisesse o mesmo, mas ainda não tava achando um jeito... Andando, ela me perguntou: Ela: Você não tá com frio agora? Eu: Nada, fica tranquila, sou bom pro frio... (coisa que é verdade) Ela: Ahh, então você é quentinho, e deu uma risada... Eu: hahah sim, também... (coisa que também é verdade) Aquilo ficou martelando na minha cabeça, e eu não sabia se ela tava pegando essas duplas intenções ou não... mas sem nada a perder, convidei ela pra gente ficar um tempinho na esquina onde ela morava. Tinha uma galeria com um espaço coberto, com um pouco de luz, onde dava pra ficar. Ela fumava, então aproveitou o convite pra fumar um cigarro, eu não fumava, mas feliz (e já todo excitado pra beijar aquela gostosa) sentei do lado dela. A gente conversou um pouco, sobre como tinha sido a noite, o que ela tinha achado dos chilenos e chilenas nessa primeira festa e coisas do tipo. E aí ela me diz: Ela: Me diverti muito! Os Chilenos são muito divertidos! Mas você é meu favorito! (Isso num portunhol misturado e não tão fluido, coisa que me deixava louco haha) Eu: hahah valeu!! Você também é muito legal comigo! Ela: Legal?... (não entendeu a palavra) Eu: mmmm sim, eu gosto de você, gosto do seu jeito, foi tudo muito divertido. Ela: você gosta de mim? Eu tava meio nervoso, porque não sabia se tava ferrando com tudo ou não hahaha, mas segui em frente... Eu: E olhando pra ela, falei, sim! você é muito gostosa! Minha brasileira favorita! haha- Ela apagou o cigarro e ficou um silêncio... Abracei ela pra ver como reagia e não teve reação ruim nenhuma. O silêncio continuava! e eu não sabia exatamente o que dizer! eu não queria falar, só queria dar um beijo nela.... Nisso ela se afasta um pouco e depois de um olhar rápido, ali sentados na meia-luz, mas na rua mesmo, começamos a nos beijar. O beijo começou bem suave, quase doce, mas aos poucos passou de ser só lábios, pra ser duas línguas se procurando sem parar. Nós dois, sem nos separar, começamos a nos aproximar muito mais um do outro, nossas mãos percorriam as costas e o corpo um do outro. O beijo era muito longo, e cada vez mais quente... já não estávamos sentados, mas sim de pé, e nossas mãos a cada momento estavam mais perto de parar de tocar só costas e torso, minhas mãos queriam se meter até no cantinho mais escondido de toda a roupa dela. Ela ainda tava com minha jaqueta, mas eu abraçava ela por dentro dela. Percorria o corpo dela como um louco, e ela me abraçava quase cravando os dedos no meu corpo. O beijo era intenso, e no meu corpo, isso se notava. A gente tava tão perto, que ela com certeza percebia que na minha calça tinha algo querendo escapar. Eu, da minha parte, ajudava ela a notar, não sabia o que ia rolar, mas o instinto me levava a me mexer um pouco, e ela sentir o quanto eu tava excitado. Sem dizer nada, parecia que a gente se entendia perfeitamente, o instinto tava aflorando em todo seu esplendor. Sem perceber, comecei a meter minha mão por baixo da roupa dela, agora eu não acariciava mais a roupa fina dela, mas já sentia a pele quente dela nas minhas mãos frias, que, sem eu ter pensado, fizeram ela tremer e soltar um gemidinho quando o frio da minha mão a invadiu. Pensei que poderia ter incomodado ela e tirei a mão, mas ela mesma colocou de volta no lugar, e eu entendi que ela também queria mais. Não sabíamos o que faríamos, mas continuávamos ali. O beijo tinha pequenas pausas, onde eu passava a chupar o pescoço dela ou respirar forte no ouvido dela, ela respirava um pouco mais ofegante e me percorria inteiro com as mãos também. Ela era uma mulher "Louca", ou seja, vive a vida sem tanto pudor como muitos de nós fazemos, é provável que ela tivesse feito de tudo, ali mesmo atrás de uma árvore, mas eu, sinceramente, embora não me faltasse vontade, não tinha coragem de propor algo assim. Deixava a coisa fluir e via no que dava. A noite estava fria, e tinha uma espécie de garoa, mas não nos afetava, porque estávamos sob um teto, e de frio estávamos longe de sentir, acho que a gente fumegava haha! Mas o clima fazia as ruas ficarem vazias... Eu queria provar aquela mulher toda, queria ter ela só pra mim, queria fazer tudo que ela quisesse... mas o lugar onde estávamos não deixava a gente avançar muito mais... embora tenhamos feito algo a mais. Ela me diz que queria me provar... e eu, passando mil filmes na minha cabeça, perguntei: Me provar como? E é aí que ela abaixa a mão e começa a me tocar por cima da minha calça. Eu estava a todo vapor, tinha meu pau explodindo dentro da cueca. Ela começou a passar a mão por cima da calça, enquanto a gente se beijava. Eu, por minha vez, massageava a bunda dela por cima da jeans dela. Sinceramente, à primeira vista, a jeans dela não chamava tanta atenção, mas ela tinha uma raba que realmente me dava muito tesão. Era firme e, além disso, não dava pra sentir calcinha, então imaginei que o que ela estava usando devia ser minúsculo... O calor entre nós aumentava, e por isso mesmo eu propus que nos apertássemos um pouco mais. Embora ainda estivéssemos à vista, tinha um lugar onde estava um pouco mais escuro. Avançamos pra lá sem parar de nos beijar, por sorte não tropeçamos em nada... ao chegar no lugar mais escondido, sem eu perceber, ela colocou a mão de volta no meu pacote, e dessa vez, enquanto me tocava, começou a soltar meu cinto... Eu tava viajando na maionese, sinceramente, não sabia o que ia rolar, mas não ia parar, eu queria e ela também. O frio não era problema, mas o tesão dos dois, isso sim era. Enquanto ela continuava abrindo caminho entre meu cinto e minha calça, foi quando ela começou a descer a boca, da minha boca pro meu pescoço, e de repente, de uma vez, ela se ajoelhou e se aproximou da minha cueca. Eu não acreditava no que tava acontecendo, nunca tinha ficado com uma estrangeira nem tinha feito algo assim na rua. O tesão era enorme e a visão que eu tinha dela ajoelhada na minha frente, a 1 segundo de começar um oral, me deixava muito, muito excitado. Como bom homem, me preparei pra segurar o cabelo dela, mas enquanto isso, curtia ver ela começando a me chupar. Ela abaixou minha calça e minha cueca só o suficiente pra deixar meu pau livre e começou um oral delicioso. Apesar do tesão dos dois, ela começou devagar, dava beijinhos ao longo, e com a boca entreaberta, percorria de cima a baixo, eu queria que ela engolisse tudo, mas não me apressava e curtia o que tava vendo. Ver ela ali, aproveitando de olhos fechados, me deixava a mil. Fiquei só curtindo e gravando o momento na mente. Aos poucos ela foi avançando e meteu na boca, adorava, e além disso, tinha muita experiência. Às vezes brincava só com a língua na minha cabeça, pra depois enfiar tudo na boca, mudava os ritmos e isso me deixava louco. Não fazia muito tempo e eu já sentia que se continuasse assim por mais uns minutos, ia explodir na boca dela. E como se ela tivesse lido minha mente, começou a chupar minha cabeça e me masturbar com a Cara, ao mesmo tempo, pelo visto, ela tava disposta a me fazer gozar, mas eu não queria. Tipo, por sensação eu queria, mas não queria que a noite acabasse tão cedo. Então, afastei ela um pouco, meio brusco (mas não violento, era aquela agressividade de tesão), levantei ela e dei um beijo (nunca fiz drama em beijar depois do oral). O beijo mais quente da noite. Ajeitei um pouco a calça e a cueca pra poder me mexer e encostei ela na parede. Eu tava muito excitado, e isso me fazia agir com muita decisão, coisa que dava pra ver que ela tava adorando. Beijei ela, passei a mão nela toda, comi a boca dela, o pescoço e as orelhas. Ela já tava com a respiração mais ofegante, e foi aí que virei ela de costas e comecei a beijar o pescoço dela por trás. Uma das minhas mãos levei até a boca dela, e ela começou a chupar meu dedo de um jeito bem safado. A outra mão fui descendo do umbigo dela até a calça. Quando cheguei na virilha, ela empinou um pouco a raba e esbarrou no meu volume, que mesmo dentro da roupa, continuava do mesmo tamanho de quando ela tava me fazendo o oral. Começamos a roçar os corpos, simulando que eu tava penetrando ela por trás, mas ainda com a roupa. Nessa cena, comecei a massagear ela por cima da calça. Ela ficava louca quando eu fazia mais pressão e soltava uns gemidinhos, que eu respondia no ouvido dela. Fui avançando, soltei o botão da calça dela e enfiei a mão por cima da calcinha. Escorreguei como uma aranha com a mão entre a calça e a calcinha dela e comecei a massagear. Ela já tava meio molhada, mas eu queria mais. (Se tem uma coisa que curto no sexo, é fazer a mulher gozar mais de uma vez. É bem conhecido o egoísmo no sexo, e a maneira como eu curto ver uma mulher se contorcendo enquanto tem um orgasmo provocado por mim me dá o maior tesão, o mesmo que depois me faz querer penetrar ela com força e Forte até terminar. Passei a mão por cima da calcinha dela, enquanto a gente continuava se roçando e se apertando. A gente se beijava do jeito que dava... nessa altura, a gente mal falava, era só instinto. Éramos um homem e uma mulher, no tesão, ignorando se tinha gente passando por perto, e só querendo devorar um ao outro. Quando percebi que ela tava muito molhada, comecei a avançar mais, e enfiei a mão dentro da fio dental dela. Ela tava toda depilada, provavelmente desde aquele mesmo dia. Aí molhei meus dedos, enfiando eles dentro da buceta dela, o que fez ela soltar mais um gemido. Mas não fiquei só enfiando os dedos; com dois deles, procurei aquele botão mágico, que nunca falha pra deixar uma mulher louca. Quando achei, fiquei brincando com ele de vários jeitos, tentando ver qual era o que mais enlouquecia ela. Pressionei o clitóris dela de leve com dois dedos, mexi entre as pontas dos dedos, movi pra cima e pra baixo, mas o que ela mais gostava era quando eu usava vários dedos (3 ou 4), pressionava o clitóris e a vulva dela, e fazia movimentos circulares com um pouco de pressão. Fiquei nessa por uns minutos, e ela começou de novo a levar meus dedos à boca, enquanto eu ia levando ela ao orgasmo, ela me chupava com mais vontade. Ela não gritava, acho que porque a gente tava na rua, mas gemia de um jeito muito gostoso e pedia pra eu não parar. Foi assim que ela gozou, e eu percebi porque ela tirou minha mão da calcinha enquanto os espasmos tomavam conta dela. Eu tava muito excitado, ouvir e ver ela me deixava louco. Eu não tinha camisinha, e não queria fazer sem, mas a situação fugiu do meu controle quando vi ela abaixando um pouco a calça, e apareceu um lacinho rosa que deixava a bunda dela maravilhosa. Ela se apoiou na mesma parede, e com o olhar pediu aos berros pra eu meter. Não perguntei nem falei de camisinha, e me preparei pra penetrar ela. Abaixei um pouco minha calça. e meu boxer e ela, com a mesma mão, me guiou até a entrada da buceta dela. Meti até o fundo sem aviso nem cuidado, o tesão era tanto, e ela tava toda molhada... Fechou os olhos e baixou um pouco a cabeça, e comecei a meter nela. Minhas coxas batiam na bunda dela, e a calcinha fio-dental ainda nela me deixava louco. Fiquei metendo num ritmo rápido por uns dois minutos, e de repente senti que ia gozar. Então comecei a meter mais devagar, pra não acabar tão cedo. Como tava metendo mais lento, resolvi fazer o percurso mais longo, tirava quase tudo e depois metia até nossos corpos se chocarem. Dobrei um pouco os joelhos, pra penetrar ela meio pra cima... deu pra ver que ela adorou, e eu também. Foi nessa posição que não me segurei e meti mais forte, em questão de uns dois minutos falei que tava quase gozando! Ela queria que eu gozasse dentro, mas eu tirei e joguei tudo na bunda e na roupa dela (isso da roupa foi sem querer). Não ia meter dentro. Já tinha me arriscado a fazer sem camisinha, e um lampejo de lucidez me fez não gozar dentro. Nos limpamos como deu, rimos um pouco da situação, e demos um último beijo, mais calmos, mas ofegantes. O que rolou ali não foi planejado, mas foi uma delícia. A penetração não durou tanto quanto eu e ela gostaríamos, mas a situação toda foi de uma hora ou mais. Conversamos um pouco, trocamos WhatsApp (coisa que não tínhamos feito) e ficamos de fazer de novo, mas não na rua, e sim como manda o figurino. Caminhamos até a casa dela (uma quadra) e nos despedimos com um último beijo quente. Entre o sotaque dela e a atitude gostosa, eu já queria fazer de novo, mas isso ficou pra outra noite. E assim, com essa longa história, termina a primeira noite que tive com ela. FIM
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