Fui desvirgada na marra por um pedreiro

Meu nome é Alexandra, tenho 27 anos, meço 1,68 m. Sou de pele clara, cabelo castanho claro e comprido, chega até a metade das costas, sou magra, tenho um rosto bonito e fino, e olhos castanhos claros. Gosto de me maquiar, usar batons vermelhos e unhas postiças da mesma cor. Também adoro usar brincos de prata, porque ficam lindos em mim quando arrumo o cabelo de um jeito provocante. Dessa vez, quero contar como fui desvirginada por um pedreiro bruto e forte quando tinha acabado de fazer 18 anos, embora sempre tenha aparentado ser mais nova do que realmente sou. Desde pequena, sempre gostei de malhar só pra definir minhas pernas e meu bumbum, então já tinha um corpo lindo, meus peitos médios e redondos, meus biquinhos rosados e empinadinhos. Cintura fina, barriga chapada e uma bunda bem desenhada. Quando uso jeans, minhas nádegas ficam bem marcadas e empinadas, e quando junto as pernas, forma um buraquinho na minha buceta. Tenho pernas torneadas que adoro mostrar quando uso minissaia, porque minha pele é muito macia. Gosto de ser bem feminina, sedutora e me vestir de forma provocante, mas sempre cuidando pra manter uma boa imagem diante das pessoas que me conhecem. Como vocês podem imaginar, aos 18 anos eu ainda era uma garota virgem e inocente. Passava o tempo no meu quarto ouvindo música pop e falando horas no telefone com minhas amigas, brincando com o fio do telefone, fantasiando ter um namorado bonito que me tratasse como princesa. Adorava paquerar meus amigos na escola e, claro, percebia que os homens adultos já olhavam com tesão pra minha bunda e meus peitos quando eu andava na rua, o que me dava medo, especialmente quando estava sozinha e à noite, embora deva admitir que isso me excitava muito. A ideia de um homem bruto me desvirginar num lugar abandonado, numa obra ou num terreno baldio, me comendo bem forte até se satisfazer, vivia na minha cabeça. vinha à mente. Era uma garota muito sensual e tarada, com uma vontade imensa de perder a virgindade e sentir um pau grande, venoso e grosso dentro de mim. Naquela época, eu tinha acabado de sair do ensino médio. Meus pais já estavam divorciados e eu passava a maior parte do tempo na casa da minha mãe em Zapopan, Jalisco. Minha mãe trabalhava como enfermeira numa clínica e tinha uma jornada bem puxada, até trocava de turno, então às vezes eu ficava sozinha à noite. Numa quarta-feira, uma das minhas amigas, chamada Paola, me ligou pra me convidar pra ir na casa dela comemorar o aniversário dela, já que ela também tava fazendo 18 anos e queria que a gente se reunisse só as amigas. Combinamos de nos ver na casa dela, porque a gente ia festejar lá mesmo, no quintal dos fundos, já que a mãe dela tinha dado permissão e preferia que a gente ficasse na casa dela pra não correr perigo. Quando desliguei o telefone, fui correndo pedir permissão pra minha mãe, desci as escadas que nem uma louca até a cozinha, ela tava preparando a comida. Ela deixou eu ir, porque minha amiga morava bem perto, num bairro vizinho ao nosso, mas com a condição de que minha mãe me levaria até a casa da minha amiga e eu voltaria pra minha casa antes das 9 da noite. Dei um beijo na bochecha dela, comemos juntas e subi pro meu quarto pra tomar banho. Como já contei, eu era muito vaidosa e minhas amigas não ficavam atrás, a gente sempre competia pra ver quem tava mais gostosa, mesmo sem falar isso. Então me depilei toda, até a minha buceta. Saí do banho e passei meu creme favorito, cheirava a baunilha e deixava minha pele deliciosamente macia. Coloquei uma calcinha fio dental e um sutiã push-up de renda vermelhos, da minha marca favorita, Victoria's. Pra me vestir, escolhi uma calça jeans azul bem justa na virilha, que levantava minha bunda e marcava minha buceta, tinha rasgos na frente que deixavam minha pele aparecendo, querendo pular pra fora da calça. Coloquei uma blusa branca decotada dos ombros e decotada com cordões entre os seios, que deixavam ver um pouquinho do meu sutiã vermelho. Combinei o look com uns saltos bege e uma bolsa do mesmo tom. Alisei o cabelo, me maquiei levemente e passei batom vermelho, também usei um perfume doce bem caro e uns brincões grandes de prata 925. Fiquei muito linda, gostosa e fresca. Me olhei no espelho e posava sexy pra tirar selfies, sem saber que naquela noite eu ia ser brutalmente desvirginada. Mais tarde, minha mãe me levou no carro dela até um shopping pra comprar uma bolsa pra minha amiga, de presente de aniversário, depois me levou até a casa dela, toquei a campainha e minha amiga saiu. Parabenizei ela com um abraço e entreguei o presente, minha mãe também parabenizou ela e foi trabalhar porque tinha que fazer plantão noturno no hospital das 6:00 da noite até as 6:00 da manhã. Entramos em casa e minhas outras amigas já estavam no quintal, pedimos umas pizzas e fomos na loja comprar uma garrafa de tequila, refrigerante de toranja e cigarros, já que finalmente tínhamos identidades oficiais, porque éramos maiores de idade. Ficamos por algumas horas ouvindo música enquanto terminávamos a garrafa, conversando sobre nossas artistas favoritas, os caras que a gente gostava, etc… Tava me divertindo muito com minhas amigas, os efeitos do álcool já apareciam porque a gente andava meio tonta e dançava sem vergonha entre a gente, já que não tinha convidado homens porque a mãe dela não deixou. O tempo passou muito rápido e algumas amigas começaram a ir embora, eu fui a última, era umas 11:30 da noite desobedecendo minha mãe. Então me despedi da minha amiga e ela disse que o tempo parecia que ia chover e se eu queria que ela chamasse um táxi, mas eu falei que não precisava porque morava perto e em uns minutos chegaria em casa. Então, imprudentemente, fui andando sozinha em direção à minha casa. Quando tava andando na rua, senti o efeito do O álcool já estava batendo forte, e acendi um cigarro pra continuar curtindo minha liberdade de ser uma garota maior de idade. Era uma pirralha inocente que não media o perigo, nem sabia fumar direito, tossia cada vez que puxava uma tragada. Continuei andando entre prédios de interesse social com parques e jardins comunitários, onde tinha balanços enferrujados e a maioria das paredes cheias de pichação. A tequila tinha me deixado com muito tesão, e me excitava andar sozinha à noite vestida tão provocante.

As ruas estavam bem escuras, porque, como sempre, a iluminação pública era uma merda, poucos postes funcionavam. De repente, comecei a sentir umas gotas de chuva e ouvi uns trovões, cada vez chovia mais forte, eu tava me molhando, então acelerei o passo. Quando saí daquele bairro, tinha que passar por outra rua bem comprida que ligava ao meu bairro, era uma rua que ainda não tinha asfalto, o caminho era de terra e cheio de buracos, com mato, e poucas casas construídas, a maior parte era terreno baldio. Então, pra andar melhor com meus saltos, fui pela beirada perto das casas, já que não tinha calçada. Tava fazendo um friozinho e eu só estava com minha blusa branca decotada que mostrava meus ombros, meus jeans azuis tão justos e finos que marcavam minha silhueta, enfiando entre minhas nádegas, levantando minha bunda, delineando minha buceta e deixando um espacinho na minha área íntima. Me sentia tão feminina e desprotegida naquela rua, senti medo e andei mais rápido. Uns metros adiante, vi que tinha uma construção em obra bruta com vigas de madeira por dentro, levantadas como segurando o teto, tinha montanhas de areia e cascalho do lado de fora da obra, que ficava entre dois terrenos baldios enormes. A rua completamente escura e vazia, a iluminação pública não funcionava ali. Foi então que, ao passar, pude ver um homem de pele branca, uns 40 anos, com barba comprida, de 1,80 m de altura. aproximadamente, que tava vestindo uma camiseta preta de heavy metal, jeans e botas pretas de trabalho. Era um pedreiro de aparência bruta, todo sujo de areia e cimento, tinha um olhar muito tarado, me encarando como se quisesse me comer. Tava encostado no muro na entrada da obra, naquele momento eu tava toda molhada da roupa porque tava chovendo pra caralho. Sentia minha roupa grudando ainda mais no corpo, destacando minha figura gostosa. Tava tão frio que sentia meus bicos duríssimos debaixo do sutiã. Me arrependi de ter vestido aqueles jeans rasgados, eram tão apertados que mostravam minha bunda como um coração, com meus lábios da buceta marcados. Aquele homem podia me ver toda molhada e justinha, o que me excitou pra caralho. Andei mais rápido junto da obra com meus saltozinhos afundando na areia que entrava entre meus dedos. Só queria sair daquela rua o mais rápido possível e chegar em casa. Bem na hora que tava passando por ele, ouvi: — Ai, mamacita, que bunda gostosa você tem! — Me senti ofendida, fiquei com muito medo porque tava sozinha naquela rua, mas ao mesmo tempo muito excitada, de ouvir ele falar um elogio tão vulgar, digno de um pedreiro que se preze. Minha barriga tremia de nervoso, senti minha buceta lubrificando e pedindo pra ser penetrada, algo em mim inexplicavelmente dizia que já era hora de perder minha virgindade, as circunstâncias eram perfeitas pra viver essa experiência, estando bêbada, molhada pela chuva e sozinha com aquele homem bruto e tarado. A fantasia que rondava minha mente há meses podia se realizar, tudo dependia de mim. Quando já tava deixando a obra pra trás, o desejo sexual que senti fez com que inevitavelmente eu virasse pra trás e olhasse pro pedreiro, que não parava de olhar fixamente pra minha bunda, me fez sentir como se ele me despisse com o olhar. Um desejo forte de ser comida naquela noite me fez caminhar até ele de um jeito muito sensual, me rebolando com a chuva caindo no meu corpo. cuja silhueta se exibia perfeitamente, alimentando a morbidez daquele sujo pedreiro. Me aproximei de frente para ele, até juntar nossos corpos e com minha mão direita esfreguei o pau dele por cima da calça bem devagar enquanto o encarava com minha cara de menininha inocente e safada, era a primeira vez na minha vida que tocava num pau, pude perceber como o pedreiro começou a ter uma ereção forte, senti como ele engrossava ao esfregar com minha mão, ele não conseguia falar, só se ouvia sua respiração ofegante de luxúria. Eu senti tanta excitação que não resisti à vontade de apertar forte o pau dele e perguntar: — Cê acha que eu sou bonita? — Falei bem docemente. — Sim, mamacita, você é muito gostosa. — Ele respondeu com um tom safado. Então eu, como uma gatinha no cio, virei de costas e esfreguei minha bunda no pau dele bem safadamente. — Mmm! Aaahhh! Aahh! — Eu gemia para excitá-lo mais. — Que pau gostoso, ele tá bem duro. — Peguei as mãos dele e coloquei sobre meus peitos, ele começou a apertá-los. — Você é bem gostosa, mamacita, vou meter bem forte o pau em você. Cê quer que eu meta o pau? — Sim, quero que me coma, tenho a fantasia de ser comida numa construção assim. — Falei com voz trêmula. — Vem, passa pra cá pra te comer do jeito que você quer. Eu soltei o cigarro molhado que tinha na mão, para segurar o braço do pedreiro forte, já que era difícil andar de salto no escuro. O pedreiro me levou pelo braço até o fundo da construção, uns 15 metros entre vigas de madeira, sacos de cimento, brita, areia, vergalhões de metal, etc. Até que chegamos perto de um colchão com cobertores sujos que estavam no chão. Naquele momento fiquei muito nervosa, minha barriga se contraía de medo, excitação e angústia, já que seria a primeira vez que teria relações sexuais com um homem, e justamente numa construção como eu desejava. — Não tenha medo, princesa, você vai gostar. — Eu estava tremendo. — É que tenho a fantasia de ser desvirgada num lugar assim, que Me pega bem forte, mas eu tô com medo. O pedreiro se jogou em cima de mim e começou a me beijar, lambia meu pescoço e apertava minha bunda bem gostosa, abria minhas nádegas com força. Ele me virou de costas pra me abraçar e pegar nos meus peitos, eu derretia nos braços dele, tava sentindo uma excitação do caralho, já começava a lubrificar. Me sentia muito desejada e queria ceder ao desejo dele, mas o medo não deixava, já que era minha primeira vez. De repente, um sentimento percorria meu corpo por dentro, me sentia tão vulnerável e indefesa, tinha sentimentos confusos, por um lado queria ser comida por aquele homem e perder minha virgindade, e por outro queria sair correndo e voltar pra casa. A luxúria que eu sentia por estar dentro daquela obra sozinha com aquele pedreiro bruto me fez lubrificar pra caralho, senti minha buceta muito quente e sensível. — Quero que você me faça sua, que me coma bem forte. Quero sentir você me penetrando com toda força. — Falei com voz de novinha submissa. — Mas isso vai doer pra caralho, princesa. Tem certeza que quer que eu te coma forte? — Era minha primeira vez, eu sentia uma puta morbidez e vontade de ser comida brutalmente por um pedreiro. — Acontece que eu quero, sim, mas tô com medo. — Os nervos me traíram e comecei a chorar. — Não se preocupa, linda, é normal, só aproveita. Então você tem certeza que quer que eu te coma com toda força? — Perguntou cheio de luxúria. — Sim, quero ficar, quero que você me coma forte. — Dava pra ouvir meu choro entrecortado. Era uma novinha inocente que chorava desconsolada de medo, mas no fundo sentia uma puta excitação e queria que acontecesse. O pedreiro puxou meu cabelo pra lamber minha cara, o que doeu, mas também me excitou pra caralho, me senti tratada como se fosse uma putinha dele e ele me jogou no colchão sujo, se atirou em cima de mim abrindo minhas pernas e com as mãos arrancou minha blusa com puxões, me machucando, eu ouvia o tecido rasgando. Fiquei só com meu sutiã vermelho à mostra e o pedreiro ofegando de tesão. agarrou meu sutiã pela parte da frente e com as duas mãos esticou ele com força, machucando minha pele até arrebentar. Consequentemente, meus peitos ficaram completamente expostos na frente daquele animal faminto, que ao vê-los começou a lamber deliciosamente como se quisesse engolir eles. Me dava um tesão danado sentir uma língua nos meus peitos pela primeira vez, ele ficava fazendo chupões, eu não parava de chorar soluçando e toda agitada igual uma pirralha. O pedreiro agora tava lambendo e chupando meus biquinhos rosados, tava me atormentando de prazer, senti ele beliscar eles e eles ficaram durinhos igual montanhazinhas, meu rosto não conseguia esconder o prazer, eu olhava pra ele toda safada com a cara molhada de lágrimas de medo e tesão. Depois ele lambeu meu pescoço e ficou chupando ele enquanto sussurrava no meu ouvido: — Como você cheira bem, putinha, quero te comer todinha, mamacita. Você é virgem? — Eu fiquei calada porque tinha muita vergonha de admitir que ainda era uma garota virgem. — Te perguntei se você é virgem, mamacita. — Ele insistiu, ansioso. — Sim, sou virgem. — Eu tentava controlar meu choro soluçado pra conseguir falar. — Assim que eu gosto, mamacita, vou tirar sua virgindade. Quer que eu seja o primeiro a te foder? — Sim, quero perder minha virgindade com o senhor. Quero que me foda bem gostoso, só que tô com medo. — Respondi olhando nos olhos dele, com minha voz doce e inocente de pirralha. — Então, se é isso que você quer, vou te satisfazer, mamacita — Ele disse enquanto esfregava a mão na minha buceta, algo que nenhum homem tinha feito antes. Quando ele falou isso, minha barriga se contraiu, eu tinha espasmos de medo, não parava de chorar de emoção, minha buceta tava melando muito, senti um calor e uma sensibilidade únicos, queria ser penetrada e acabar com essa maldita virgindade, pra me tornar uma garota sexualmente ativa e entendida de sexo! Naquele momento, eu tava decidida a deixar aquele pedreiro velho ser o primeiro homem a me penetrar, o homem que eu trouxe. Pela luxúria que eu deliberadamente provoquei nele, ao não conseguir desabotoar meus saltos, ele os arrancou com tudo, quebrando as tiras, e jogou de lado. Senti muita dor no coração porque eram um presente que minha mãe me deu no meu aniversário, e mais ainda porque iam me desvirgar e eu estava desobedecendo ela, voltando tarde pra casa, enquanto ela trabalhava no hospital. O pedreiro continuou apressado e desabotoou minha calça jeans pra puxar de uma vez com as duas mãos e tirar completamente, me deixando só de calcinha vermelha. Me senti humilhada ao ser despida por aquele brutamontes. Eu estava de barriga pra cima com aquele homem entre minhas pernas, e ele, com a mão direita, pegou minha calcinha e arrancou de uma vez, machucando muito minha área íntima. Aquele sujeito tava impaciente pra me comer. Eu era uma garota muito doce, meiga e novinha. Minha buceta rosada e depilada ficou exposta pra ele. Eu observei, tesuda e deitada no colchão sujo, ele esfregar minha calcinha no nariz e cheirar como um bicho. O pedreiro me pegou pelas pernas e abriu tudo. Me senti tão ultrajada e exposta, meus sentimentos femininos estavam completamente violados. Me senti tão ofendida e violentada. A sensação de desamparo ao estar sozinha com aquele homem numa obra, chovendo e relampejando, me fez chorar de novo. O pedreiro se jogou na minha buceta e lambeu como um animal sedento, enfiando a língua na minha buceta virgem. — Ai, mocinha, você é virgem mesmo. Vou te fazer gozar muito, gostosa, já vai ver. Vamos nos divertir pra caralho. Vou te fazer mulher. — Ele falava depravadamente. Naquela hora, eu me perguntava quantas mulheres já tinham passado por aquele brutamontes. O pedreiro ficou muito excitado e começou a lamber sem parar minha buceta, o que me dava contrações na barriga e um sentimento forte. Ele continuou lambendo e de repente senti ele chupar e lamber meus lábios vaginais. — Aaaiii! Mmmm! Aaahhh! Mmmjjjj! — Eu Soltava gemidos fortes. Fiquei com medo de alguém passar e me ouvir, então fiquei em silêncio e me afoguei no meu choro entrecortado de prazer, enquanto balançava a cabeça de um lado pro outro, me contorcendo de tesão. O pedreiro me olhava com cara de safado, curtindo minha excitação. O brutamonte se levantou e tirou a camiseta às pressas, junto com a calça e as botas de trabalho, até ficar completamente pelado. Naquele momento, pude ver a pica daquele homem, era a primeira pica que eu via completamente dura, parecia que ia estourar de tão grossa e comprida, tinha uma leve curvatura pra esquerda e apontava pra cima com a ponta totalmente descoberta, pendurados uns sacos enormes, os pelos pubianos eram bem fartos. Eu sabia que ia ser brutalmente desvirginada por aquele pedreiro, já que era um cara bruto, forte e muito tarado, que eu mesma tinha provocado, até pedi pra ele me desvirginar, era algo que eu queria e agora tava à mercê dele. Pensava nas minhas amigas com quem tinha festejado aquele dia, que com certeza já estavam em casa, pensava na minha mãe que tava trabalhando e com certeza achava que eu já tava no meu quarto vendo TV, mas na real eu tava prestes a ser brutalmente comida e gozada por aquele pedreiro sujo que ia me penetrar pela primeira vez na vida, me roubando a inocência. O pedreiro me pegou pelo cabelo e me ajoelhou, me puxando contra a pica dele, eu só virava a cabeça e fechava a boca pra não entrar aquela pica suja, cheirava a mijo e me dava muito nojo. — Abre a boca, putinha. — Ordenou o depravado. Então eu abri meus lábios carnudos com batom vermelho, ele me puxou contra a pica dele, enfiando até o fundo da minha garganta, senti vontade de vomitar e me engasgava, meus lábios batiam até a base da pica dele e alguns pelos pubianos entravam na minha boca. — Não usa os dentes, gostosa, só os lábios e a língua, mexe a língua dentro. — Ele me instruía como se eu fosse a putinha dele. Eu obedeci, mas foi difícil. O cara tava muito grosso, mal cabia na minha boca, eu não sabia como fazer porque nunca tinha dado boquete num homem, então fiz o melhor que pude. Tava sem ar e meus olhos derramavam lágrimas de engasgo que borravam o rímel dos meus cílios enquanto eu olhava nos olhos dele com um desejo que me consumia, já tava muito puta e queria ser dele. Aquele homem tava me curtindo tanto que gemia de prazer com o pau dele dentro da minha boca, me senti feliz por fazer aquele cara sentir tanta excitação, ele puxava meu cabelo, metia e tirava o pau da minha garganta feito um louco, batendo nos meus lábios vermelhos até a base do pau dele. Depois de alguns minutos, ele me jogou de novo de costas no colchão e se aproximou depressa, ofegante e falando putaria. — Agora sim, vou meter o pau em você, gostosa, vai sentir o que é ter um pau bem dentro. O pedreiro abriu minhas pernas com facilidade, senti que era um homem muito forte, eu comecei a chorar de novo, feito uma criança, tava com muito sentimento e não conseguia me controlar, o nervosismo tomou conta de mim de novo. O pedreiro aproximou a cara safada da minha xota e ouvi ele cuspir uma cusparada em mim pra lubrificar. Eu tava apavorada vendo aquele homem esfregar a ponta do pau nos meus lábios vaginais, espalhando a cusparada que ele tinha cuspido, preparando minha buceta pra me desvirgar. Aí, com uma mão ele segurava minha perna direita e com a outra encaixou o pau na entrada da minha buceta, senti meus lábios tão sensíveis por causa das lambidas que ele tinha dado, o filho da puta enfiou um pouco a ponta do pau e senti minha buceta se abrindo pela primeira vez pra receber um membro sujo, fiquei com muito medo porque ele ia romper meu hímen com o pau no pelo, quem sabe que doenças ele podia me passar ou me engravidar. O pedreiro deixou a ponta do pau encaixada na entrada da minha buceta Rosita e depilada, levantou minhas pernas apoiando-as nos ombros dele. — Tem certeza de que quer que eu te coma com toda força? — Insistiu, me avisando do que ia me fazer sofrer. — Sim, por favor, me come logo, faz isso! — Gritei queimando de tesão. O pedreiro, me olhando com lascívia, segurou minhas pernas, olhando morbidamente pra minha buceta, e com um empurrão violento me penetrou, rasgando meu hímen. Senti o pau dele entrar até o fundo do meu ventre, me destruindo por dentro, foi um ardor insuportável que roubou minha virgindade, eu soltei um grito forte que rasgava minha garganta. — Aaaaaahhhhhhh! Aaaahhhh! Aaayyy! — Senti que ele rasgou minha buceta. — Tá bem, gostosa? Quer que eu continue? — Me perguntou, muito excitado. — Sim, tô bem, me come forte, não para. — Meu rosto estava banhado em lágrimas. — Mas não grita tão alto, gostosa, porque podem te ouvir e achar que tô te fazendo algo que você não quer, não quero me meter em encrenca. Então ele pegou minha calcinha fio-dental vermelha que estava do lado no colchão e colocou na minha boca pra me calar. Ele continuava afundando com força o pau dentro de mim, meu abdômen tinha espasmos fortes e minhas pernas estavam cãibradas, eu só me contorcia de dor. Ele tirou o pau completamente, o pau todo ensanguentado. — Então era virgem, mamacita, olha como você manchou meu pau de sangue. Vou te aproveitar muito. Vou te fazer minha mulher. Então ele colocou o pau de novo e enfiou com um empurrão forte, minha buceta estava lubrificada pelo meu sangue de mulher escarlate, sentia como ardia cada vez que ele tirava e me penetrava de novo. Ele estava me penetrando violentamente, igual um bicho, sentia todo o peso dele cair na minha buceta, enterrando o pau até o talo, cada vez que ele fazia isso eu queria gritar, mas o ar faltava até que cuspi a calcinha pra fora da boca e gritei de dor várias vezes. Então ele enfiou os dedos na minha boca, me calando, aterrorizada, eu continuei chorando sem parar, igual uma pirralha. Eu tinha uma forte sensação de estar sendo desvirgada. Ele continuou me comendo brutalmente, de forma frenética, a penetração era muito rápida e o pedreiro estava muito agitado, eu sentia as gotas de suor dele caindo na minha pele, então ele se jogou sobre meus peitos para lamber, isso me deu um certo alívio, porque era como um carinho que me relaxava, depois começou a chupá-los e apertá-los com muita força com as mãos, beliscava e puxava meus biquinhos rosados, me causando uma dor insuportável, parecia que ia arrancá-los. Ele me atormentava com uma mistura de dor e prazer que arrancava gemidos fortes de mim: —Aaaahhhh! Aauuuu! Mmm! Mmjjj! Aaahhh! Aahh! Isso! Mmjjj! —Ele adorava me fazer sentir prazer e me causar dor ao mesmo tempo, cada vez que eu reclamava, dava pra ver a cara de safado dele. Depois de ser desvirgada brutalmente por ele, por meia hora talvez, ouvi o toque do meu celular, vinha da minha bolsa que estava jogada a uns metros de distância, era minha mãe, ligando pra perguntar se eu já estava em casa. Me senti tão suja tendo aquela pica enorme dentro de mim, me transbordando de prazer. Senti que quando o pedreiro ouviu o celular, ele acelerou o ritmo e começou a me empurrar como um animal, me machucava muito o impacto forte do corpo dele na minha área feminina, me destruía por dentro violentamente com aquela pica enorme, vi como a cara dele mudou, parecia um animal cheio de luxúria. Eu me senti tão indefesa e feminina sendo penetrada de forma tão vigorosa, que um calor foi crescendo no fundo do meu ventre, era como uma chama que ardia de prazer dentro de mim, senti uma sensibilidade e excitação única na minha buceta, minha pele se arrepiou, levantando meus biquinhos e deixando eles duros como montanhas, minhas pernas ficaram dormentes, e meus olhos reviraram de prazer que aquela pica tremenda me causava, meu abdômen se contraiu e minhas pernas começaram a tremer enquanto minha buceta se transformava num rio de água doce, eu estava tendo um orgasmo forte, o primeiro da minha vida, tinha deixado de ser uma garotinha. —Ai, gatinha, você gozou bem gostoso, como você é boa, mamacita, você é uma putinha. —Eu só conseguia ouvir o som molhado dos nossos corpos se chocando, pele com pele. De repente, o pedreiro começou a ofegar muito forte até que, com um empurrão, enterrou a rola até o talo, senti que me rompeu por dentro com aquela última estocada e como um jato de porra quente inundou meu ventre, me causando espasmos. O pedreiro ficou dentro de mim, deixando cair todo o peso dele, estava muito ofegante e cansado, me molhou de suor. Eu sentia minha buceta molhada de sangue escarlate e de porra escorrendo, enquanto aquele homem sujo ia perdendo a ereção, ele tinha me usado à vontade, saciando a luxúria dele, exatamente como eu queria. O sofrimento que eu estava sentindo não tinha acabado, ele continuava aproveitando meu corpo, lambia meu pescoço engolindo meu perfume e me beijava, enfiando a língua bem fundo na minha boca, lambia dentro da minha orelha e as lágrimas salgadas do meu rosto. —Viu, mamacita, pra que você me pedia pra te comer com toda força. Você me provocou tanto que olha como te comi com força, gatinha, você cheira bem gostoso, putinha, já conseguiu o que queria? Quem diria que uma gatinha ia gostar tanto de rola. Eu me sentia muito tesuda e nua naquela obra, ninguém poderia imaginar que eu estivesse ali, me excitava sentir o cheiro de tabaco e suor daquele homem, do cimento e terra da construção, assim como a sujeira do colchão velho onde perdi minha virgindade. Passaram alguns minutos e achei que tudo já tinha acabado, mas de repente senti a rola daquele homem ficando dura de novo, era muito grossa e grande, estava sobre minha área íntima e pensei que fosse me penetrar de novo. Fiquei com muito tesão e comecei a lubrificar de novo, ele virou para me olhar como se quisesse me devorar. —Ai, mamacita, você é tão gostosa que já deixou minha rola bem dura de novo —Ele me disse enquanto olhava pra minha bunda—. Vira, mamacita. —Como? —Perguntei meio confusa. —Fica de quatro, mamacita. —Insistiu de um jeito bem depravado. O pedreiro me pegou pelas pernas e me virou de bruços bruscamente, eu entrei em pânico de novo, na hora percebi que aquele homem queria me penetrar pelo cu. Naquela época, eu nem imaginava a possibilidade de ter sexo anal com alguém, achava sujo e impensável. O pedreiro abriu minhas pernas com força, ouvi ele cuspir e se aproximar do meu cu pra cuspir e lubrificar meu ânus. Depois se ajeitou, colocando a ponta da pica enorme na entrada do meu cu, fiquei imóvel de medo, apavorada. —Não, por favor, isso não, por aí não. —Gritei muito assustada, mas ao mesmo tempo excitada por sentir aquela pica na entrada do meu cu. —Se deixa levar, mamacita, só relaxa. Vai doer muito, mas depois você vai curtir mais. —Vai ver que vai gostar de sentir minha pica no seu cu, cê deixa eu te foder gostoso pelo cu, linda? —O pedreiro me persuadia com a luxúria dele. —Sim, tá bom, quero saber como é, faz bem forte também. —Respondi tomada pelo tesão, queria me sentir desvirginada no cu também. —Vai doer muito, se em algum momento não aguentar, me fala que eu paro. —Burramente, quando ele disse isso, me senti querida e mais segura. O pedreiro esfregou várias vezes a ponta da pica no meu cu babado, o que me deixou muito sensível e excitada. Na hora fiquei com muito tesão, queria sentir aquela pica entrando no meu cu. O homem colocou a pica pressionando um pouco meu esfíncter anal, e quando eu estava sentindo meu cu se abrindo um pouco pra receber aquela pica enorme, o pedreiro deixou o peso do corpo cair sobre mim, enfiando a pica bestialmente de uma só vez. A pica daquele homem abriu caminho pelo meu cu, rasgando brutalmente até bater e me destruir por dentro. Senti uma pontada insuportável no esfínter anal, a dor percorreu meu corpo inteiro, meu coração acelerou e minha visão ficou ofuscada, senti que ia desmaiar. A ardência foi horrível, eu me contorcia, esperneava e batia as mãos de dor, rangendo os dentes, queria tirar aquela pica do meu cu, mas cada vez que me mexia, só conseguia que a pica entrasse mais fundo, não conseguia me levantar porque ele estava sobre minhas costas e pesava muito, me sentia vulnerável por não conseguir me mexer. Estive prestes a pedir para ele parar, mas minha perversidade falou mais alto, saber que tinham acabado de desvirgar meu ânus me fez sentir muito suja e excitada, então deixei ele continuar me sodomizando. Meus peitos, muito excitados pelas chupadas que ele tinha me dado antes, roçavam no colchão imundo, me senti tão safada, naquele momento eu achava que ia desmaiar, não tinha mais forças, estava completamente rendida, dolorida, mas a luxúria que a pica daquele homem despertou em mim ao me penetrar pelo cu me fazia aguentar aquele tormento. Meus lindos olhos castanhos claros ardiam de tanto chorar, as lágrimas salgadas ressecavam meu rosto, escorrendo o rímel dos meus cílios. O pedreiro tirou a pica devagar e me senti um pouco aliviada, mas ele só fez isso para me penetrar de novo com mais força, estourando meu cu de uma forma ainda mais dolorosa. Ele estava me comendo brutalmente, a penetração era muito rápida e profunda, sentia como se quisesse rasgar tudo a cada impacto do pau dele no meu cu. Ele abria minhas nádegas para enterrar a pica ainda mais fundo, eu sentia muita ardência dentro e fora do meu ânus, cada vez que ele tirava a pica para enfiar de novo, sentia meu cu se abrindo de forma dilacerante. — Você já tá sangrando, putinha, assim vai entrar mais gostoso. — Ao ouvir ele dizer isso, senti muito medo e fiquei muito emocionada. — Aaahhh! Aaahhh! Aaayyy! Aaahhh! — Era inevitável gemer de dor e prazer. Me sentir tão violada por aquele pedreiro sujo me provocava uma sensação de plenitude, de Entrega total pro primeiro homem que tava usando meu corpo pra se satisfazer, e eu só queria me sentir comida e aproveitada por ele. Quando ouvi o toque do meu celular de novo, era minha mãe me ligando pela segunda vez. Naquele momento, eu já não queria atender, a última coisa que queria era que alguém soubesse o que eu tava fazendo, porque sabia que minha mãe sentiria vergonha de mim ao saber que fui uma putinha que procurou aquele homem sujo pra me desvirgar, não queria causar essa tristeza nela. Então o telefone continuou tocando até calar, enquanto eu sentia o vai e vem daquela pica enorme dentro do meu cu lubrificado pelo meu sangue escarlate e completamente dormente por causa das pancadas fortes que o corpo daquele pedreiro dava nas minhas nádegas a cada estocada.

O pedreiro continuou me comendo por um tempão, parecia que tava durando mais que da primeira vez. Ele se aproximava do meu pescoço enquanto me penetrava e me cheirava, me senti tão feliz de ter usado aquele perfume caro, porque ele se deliciava cheirando meu pescoço e isso o excitava mais, deixava a pica dele muito mais dura, cada vez que ele respirava meu perfume eu sentia a pica dele pulsar dentro do meu cu. — Fica de putinha, pra te comer mais forte, gostosa. — Ele dizia sem tirar a pica enorme do meu cu — Assim, né? — Perguntei enquanto me colocava de quatro, com meus peitos completamente colados no colchão e as costas arqueadas pra baixo, deixando minha bunda empinada feito um coração —. Ah, que putinha você é, sabe bem como fazer. Ele começou a me penetrar de um jeito muito mais violento, porque agora me segurava com força pela cintura e me puxava contra ele, ao mesmo tempo que empurrava a pica enfiando brutalmente no meu cu. A dor era de rasgar, sentia a ponta da pica me destruindo por dentro, mas a excitação e a luxúria de me sentir tão possuída e penetrada por aquele homem de um jeito tão arrebatador me faziam pedir mais com meus gemidos. — Aaaahhh! Isso, me come! Aaahhh! ¡Me Dói!, ¡Aaahhhaaa!, ¡Mmm!, ¡Aaahhh! … —Toda vez que aquele homem tirava a pica do meu cu, eu sentia uma puta vontade de ele enfiar de novo. Meu cu pedia pica, era como se aquele pau me completasse. Sentia o cu todo rasgado e molhado de sangue, sentia ele ficar aberto cada vez que ele tirava a pica e enfiava de novo, sem parar, na brutalidade. Ele tava se esbaldando comigo, parecia que cada gemido de dor que eu soltava, chorando sem fôlego e arranhando o colchão, ele tava curtindo. Aí ele parou por um instante, mas sem me soltar, enquanto virava pra entrada da obra pra ver se não tinha ninguém, percebi que ele tava nervoso de alguém nos ver, depois de uns segundos continuou mais rápido. Eu tava com as pernas dormentes e os braços cansados de ficar de quatro, me sentindo toda dolorida e puta que tava extasiada. O pedreiro continuou me comendo, puxando meu cu com força contra a pica dele, ouvi um cuspe e ele passou a mão direita na frente da minha buceta e começou a me dedar, enfiou os dedos na minha buceta, me fazendo soltar um gemido gostoso. —¡Aaaaaaaaahhhhhh! —Fiquei vermelha, aquele gemido foi uma prova clara de entrega. Porque eu tava muito sensível naquela área recém-desvirginada. Enquanto ele dedava minha buceta, senti a pica dele ficar mais dura e alargar dentro do meu cu, enquanto ele me empurrava selvagemente. Ele fazia com violência, num ritmo acelerado, olhando pra entrada da obra. Ele tava muito nervoso, parecia que queria terminar logo pra vazar dali. O comportamento dele mudou e ficou mais violento. Ele me comia com tudo. —Tô doido de tesão em você, gostosa, seu cu é bem apertadinho, minha rainha, cê gosta que eu te coma pelo cu? Viu do que você ia perder? —Dói pra caralho, mas é gostoso. Sim, eu gosto pra caralho. —Cê me deixa louco de tesão, linda, é uma delícia estar dentro de você. —Ele dizia. enquanto ele continuava destruindo minha buceta. Eu saboreava minhas lágrimas, me sentindo tão humilhada e vulnerável, à mercê daquele pedreiro. Eu entregava meu cu dormente, jogando minha bunda contra ele para agradá-lo, já que ouvi-lo gemer de prazer me dava um imenso gozo. Nunca, nas minhas fantasias de adolescente, imaginei a dor e a excitação que sentiria na minha primeira vez; o que eu estava vivendo era algo completamente mórbido, sujo e da mais baixa moral. Eu seduzi um homem da construção para me comer e me desvirginar. Eu estava sendo usada por aquele brutamontes como objeto de prazer dele, e me sentia muito feminina e lisonjeada ao sentir como aquele homem me comia com tanta loucura. Pela terceira vez, o toque do meu celular estava tocando dentro da minha bolsa. Ele ficou muito irritado, porque não queria me soltar para desligar o celular, mas teve que fazer isso, pois notei que ele ficou nervoso, já que alguém poderia ouvir o som do meu celular dentro da construção. Talvez, como eu pareço ter menos idade do que tenho, sendo uma garotinha doce, ele achava que eu era menor de idade e poderiam denunciá-lo, o que eu não pretendia fazer, já que tinha 18 anos completos e era algo consensual que eu mesma tinha buscado. Ele me soltou e pegou o celular dentro da minha bolsa para me dar. — Desliga logo esse celular. — Disse ele, impaciente, parecia que isso o desconcentrava. Ao ver meu celular, percebi que era minha mãe me ligando pela terceira vez. Fiquei comovida, porque sabia que minha mãe não teria desejado para mim uma experiência assim ao perder minha virgindade; pelo contrário, ela sempre me dizia que eu deveria me guardar para o casamento e com alguém que eu amasse. Essa ideia me parecia antiquada e santarrona. A sensação mórbida de estar sendo brutalmente comida naquela construção superava em muito qualquer expectativa que eu já tivesse tido em mente. Então, desliguei o celular e o deixei ao lado do colchão. — Pronto, já Eu desliguei pra ninguém nos interromper. —Você gosta de levar no cu, né, putinha? —Sim, é tão gostoso, adoro quando você me come pelo cu, sinto tão quentinho e gostoso. —Respondi, possuída pela luxúria que percorria cada centímetro do meu corpo. Então, ele me puxou pelo cabelo pra trás, contra o pau dele, pra me enfiar. Eu tava de quatro, mas minhas pernas já não aguentavam mais e meus braços estavam dormentes, não conseguia manter a posição, aí senti o pedreiro me puxar pelas pernas, me fazendo cair de bruços no colchão, e ele caiu por cima das minhas costas com o pau dentro do meu cu, me causando uma dor forte por dentro. Meus joelhos, braços e peitos esfregavam no colchão sujo. Fiquei rendida, de bruços, e pude ver na minha frente, no chão, a camiseta preta de heavy metal do pedreiro, tinha uma estampa de uma banda de rock e umas palavras que diziam “Aleister Crowley” — era a única coisa que eu conseguia ver naquele momento, e focar minha atenção na estampa da camiseta era a única coisa que me fazia aguentar a dor que eu sentia. Inexplicavelmente, encontrei nas palavras “Aleister Crowley” um refúgio e consolo. Lembrei que quando eu ficava doente, minha mãe, que é enfermeira, me distraía pra não doer tanto as injeções que ela aplicava em mim, então, pra desviar minha atenção da dor, comecei a pronunciar na minha mente as palavras “Aleister Crowley”. O pedreiro, de novo, subiu em cima do meu cu, abriu minhas nádegas esticando a pele do meu ânus com força e deixou cair todo o peso dele em cima de mim, enfiando o pau violentamente e arrancando um grito desgarrador de mim. Eu ouvia ele ofegante, ansioso pra gozar. O pedreiro sujo tava me comendo brutalmente contra o colchão, com todo o peso dele nas minhas costas, investindo no meu cu, e, como consequência, a pele das minhas pernas, barriga e peitos se esfregando naquele colchão áspero e sujo. Eu sentia meus mamilos roçando no tecido duro do colchão como se fosse uma lixa. Eu tava sendo destruída. Ela gemia forte, o prazer agora superava de longe a dor causada. — Aaahh! Aaaaahhhh! Aaayyy! Ah! Mmmjj! Aauuu! Aaayyy! Que gostoso, eu gosto, tô sentindo quentinho! Me come! Isso! Assim! Mmmjjjj! — Eu não parava de chorar, mas o prazer era tanto que eu pedia mais. — Isso! Assim! Me come mais forte! Quero que me coma mais forte! Que gostoso que é! Me come! Aaahhh! Aaayyy! Isso! Que gostoso! Aaaaahhhh! Aaahhh! Tá doendo muito! Aaayyy! Aaahhh! Aí ele ficou ainda mais excitado, me puxou pelo cabelo, o pedreiro começou a me comer mais forte, de um jeito bem agressivo por uns minutos, eu me sentia desmaiando no colchão, meu corpo completamente entregue e relaxado, até que eu ouvi ele ofegar igual um bicho, e senti a vara dele jorrando jatos de porra dentro do meu cu, foi uma sensação quente, foi tão lindo o que eu senti, tão gostoso saber que aquele homem gozou junto comigo. Me senti muito suja e tarada, aquele pedreiro depravado tinha gozado o leite dele me sujando por dentro. Fiquei muito emocionada e chorei de prazer, me senti tão completa ao saber que em poucas horas minha vida tinha mudado pra sempre, eu não seria mais aquela menininha inocente, agora me sentia mulher, e não só isso que já era muito, mas me sentia capaz de satisfazer qualquer homem, agora seria uma gostosa que tinha acabado com a virgindade dela de um jeito impensável. O pedreiro ficou dentro de mim por uns segundos esfregando a vara como se quisesse continuar me destruindo por dentro, enquanto falava no meu ouvido, todo excitado. — Mamacita, que cheiro gostoso, você é uma puta muito fina. Que gostoso é estar dentro de você, minha rainha. — Sou sua, me come, tô sentindo muito gostoso. — Não vai contar pra ninguém, sabe que isso foi porque você quis, né? Gostou, minha rainha? — Sim, não se preocupa, não vou te meter em encrenca. Doeu muito, mas foi muito gostoso, era isso que eu queria. — Eu sentia a bunda muito sensível e meu cu pulsando rasgado. O pedreiro tirou. O pau dele sujo com meu sangue de mulher escarlate, e ele se vestiu às pressas, enquanto eu continuava jogada no colchão, com a buceta e o cu arrombados, manchados de sangue, e meu rosto com a máscara de cílios escorrida pelas minhas lágrimas salgadas. O pedreiro pegou umas coisas que estavam perto do colchão, saiu correndo da obra enquanto olhava pros lados pra ver se ninguém tava vendo. Quando vi que ele tinha ido embora, me levantei toda dolorida, com o esperma e o sangue escorrendo pela minha entreperna. Coloquei minha calcinha fio dental vermelha que tinha ficado frouxa por causa dos puxões, me vesti com minha jeans manchando ela de sangue por dentro, tava tão apertada que roçava na minha buceta e doía pra caralho, então deixei desabotoada e com o zíper aberto pra não machucar tanto. Peguei meu sutiã vermelho rasgado e enfiei na minha bolsa. Coloquei minha blusa branca que tava toda rasgada pelos puxões, deixando umas manchas de sangue que eu tinha nas mãos por ter tocado na minha buceta. Meus saltos estavam com as tiras quebradas, porque o pedreiro tinha arrancado eles no puxão. Coloquei eles, mas não conseguia andar direito, podia torcer o tornozelo. Aí peguei meu celular do chão, guardei na bolsa e saí da obra andando bem devagar entre a brita, cimento e areia que tinha no chão. O caminho tava muito escuro, olhei pros lados e não tinha ninguém, só uns carros estacionados em umas casas uns 30 metros de distância. Me senti muito envergonhada e humilhada, não queria que me vissem toda despenteada, com a pele suja, a roupa imunda e rasgada. Meu rosto, mesmo sem ver, sabia que tava manchado pela máscara de cílios que escorreu com minhas lágrimas e do batom dos meus lábios. Então caminhei e fui até chegar na entrada do meu bairro, me escondendo entre as casas e os carros estacionados. Evitando olhar pra cima pras poucas pessoas que tinham na rua, com a mão direita segurando minha blusa já que meus peitos ficaram aparecendo, porque a blusa tinha ficado muito folgada com os puxões bruscos daquele pedreiro, que se deixou levar pela putaria forte que eu despertei nele. Eu tava andando meio tonta por causa da bebida que tomei na casa das minhas amigas, meus saltos estavam muito frouxos porque as tiras tinham quebrado e meus tornozelos viviam torcendo. Quando ia chegar na minha casa, vi que um dos meus vizinhos tava lá fora, então esperei sentada entre uns carros até ele entrar na casa dele e eu poder entrar na minha sem ser vista. Ao entrar na minha casa, tranquei a porta com todas as fechaduras, tirei os saltos e, com eles na mão, subi as escadas correndo até meu quarto e deixei minha bolsa no móvel junto com os saltos, me joguei exausta na cama soltando um sorriso e um olhar de satisfação, tesão e plenitude. Não acreditava no que tinha feito, me sentia muito estranha ao ver meus brinquedos de quando era mais nova, meus ursinhos de pelúcia, minhas barbies, etc... Eu tinha deixado de ser virgem, e custava acreditar, abracei um dos meus pelúcias e comecei a chorar de emoção deitada na cama por umas hora, pensando em tudo que tinha rolado. Quando já tava mais calma, desci pra cozinha pra tomar um suco de cranberry que tinha na geladeira. Peguei o telefone da sala e sentei no sofá pra ligar pra minha mãe, não sem antes pensar no que dizer e tentar controlar minha voz pra parecer tranquila. Então liguei pro celular dela e falei que me desculpasse por não atender porque o volume da música tava muito alto e não ouvi o telefone tocar. Também falei que o tempo passou voando e que infelizmente a gente tinha tido uma briga na casa da minha amiga com uma mina que ela tinha convidado e que acabamos nos pegando, mas que já tava em casa e tava tudo bem. Aí minha mãe me deu uma bronca e disse que a gente ia conversar quando ela chegasse no dia seguinte depois do trabalho. Subi pro meu quarto pra revisar, né, porque eu tava toda dolorida, então me despi e, ao me ver no espelho grande do meu quarto, observei meu cabelo bagunçado, meus lábios manchados de batom, do jeito que eu imaginava, meu rosto com o rímel escorrido e ressecado pelas lágrimas salgadas. Tinha dois chupões bem grandes e evidentes no pescoço. Meus peitos estavam arranhados pelo colchão sujo e cheios de chupões, meus biquinhos rosados estavam muito irritados e ainda sensíveis. Minha barriga, pernas e joelhos também arranhados pelo colchão e com alguns chupões. Me virei no espelho e abri minha bunda ensanguentada com cuidado pra me revisar, tava com o cu muito irritado e vermelho, ardia pra caralho. Sentei na cama, abri as pernas e vi que tinha chupões na minha buceta, tava manchada de sangue escarlate e porra escorrendo de dentro, meus lábios vaginais muito sensíveis. Literalmente, a fera tinha passado por cima de mim, e eu com meu sorriso de satisfação me olhando no espelho, toda excitada e feliz pela experiência tão dolorosa, mas deliciosa que tinha acabado de viver. Peguei toda a roupa que usei naquele dia e coloquei num saco plástico que escondi e jogaria no lixo no dia seguinte. Guardei meus saltos, que depois de um tempo mandaria arrumar as tiras. Queria me livrar de qualquer evidência, não conseguia nem imaginar contar pra alguém o que aconteceu, ninguém podia saber ou eu seria rotulada como "a gostosa do bairro", não queria que minha família passasse por isso, nem ser motivo de piada e pena da sociedade. Então tomei banho e me acariciei enquanto imaginava que minhas mãos eram as daquele homem, tomando cuidado pra não machucar mais minhas partes íntimas que ardiam com o shampoo e a água. Ao sair, fui pro quarto da minha mãe, que como é enfermeira tem um baita kit de primeiros socorros, então peguei uns calmantes, outros remédios pra dor e inflamação, uns antibióticos pra tentar prevenir alguma infecção. Passei uns cremes pras Raspados e outras coisas pra evitar infecção nas minhas partes íntimas. Me maquiei o melhor que pude nas áreas onde tinha raspados, hematomas e chupões, tratei meus lábios com álcool e um batom hidratante. Coloquei um pijama e desci pra tomar cum e cereal. Subi pro meu quarto pra ver desenhos e me distrair, demorei umas horas até pegar no sono. De madrugada, ouvi que minha mãe já tinha chegado, fiquei muito nervosa, sabia que ia levar bronca por ter desobedecido ela. Contei sobre a suposta briga na casa da minha amiga enquanto a gente tomava café da manhã juntas, tava difícil olhar na cara dela e conversar, me sentia muito envergonhada porque não podia contar pra minha própria mãe que eu tinha sido uma cadela no cio na noite anterior. Eu só falava que tava com enxaqueca por ter bebido tequila e que a ressaca tava me acabando. Mais tarde, peguei o saco plástico com a roupa que tinha escondido, saí pra jogar numa lixeira e fui na farmácia comprar uma pílula do dia seguinte. Assim passaram uns dias, eu quase não saía de casa, sentia muito medo de trombar com aquele pedreiro, pensar que ele podia contar pros amigos e ferrar minha reputação. Parei de visitar minha amiga na casa dela por meses, preferia que a gente se encontrasse num café ou bar. Depois de seis meses, passei por aquela rua de novo com minha mãe no carro e vi que a construção onde fui desvirginada por aquele homem tinha sido terminada e agora era uma casa de dois andares onde morava uma família. Toda vez que passo por aquela rua, viro pra olhar a casa onde perdi minha virgindade. Essa experiência excitante foi o divisor de águas da minha vida sexual, porque morri na minha virgindade pra nascer pra promiscuidade.

2 comentários - Fui desvirgada na marra por um pedreiro

segui con la hija del otro que esta buenisima
que bien escribes!
la verdad una historia tan intensa y bien escrita es un deleite para mis ojos