Por grana com meu sogrão 2

Relato da Lúcia.
Oi de novo.
Continuando meu relato...
Enquanto o filho da puta do meu namorado tava dormindo por causa do efeito do álcool, eu continuava chupando o pau do pai dele. Como contei antes, o pau do seu Júlio era enorme e mal dava pra chupar. O velho falava pra eu dar o meu melhor e chupar bem, que era pra isso que ele tava me pagando. Aí eu respirei fundo, abri a boca o máximo que pude e chupei quase até a metade, foi o mais longe que entrou na minha boca.
-Ahhh... Isso, Lúciaaaa...!!! Que gostoso você me chupa...!! Que delícia penetrar sua boca... Você faz igual uma puta gostosa...!! O velho dizia.
Umas 10 minutos se passaram e o velho continuava enfiando aquele pauzão na minha boca. De repente, sem aviso, senti o gozo dele encher toda a minha boca, e o velho segurou minha cabeça e apertou minha boca mais contra o pau dele, sem me deixar respirar. Foi tanta porra que começou a vazar pelo meu nariz.
Quando ele finalmente me soltou, pude descansar.
-Filho da puta desgraçado...!! Por pouco não me afogo, velho maldito...! Falei pra ele.
-Hahahaha... Isso é o que você ganha por ser puta, além disso, tô te pagando, puta, não pode reclamar...! O velho respondeu.
Aí ele tirou os 100.000 e jogou na cama, eu peguei e guardei na minha bolsa. Virei pra olhar pro meu namorado e o idiota continuava dormindo, enquanto o pai dele sentava num sofá com o pau de fora. Perguntei onde ficava o banheiro, seu Júlio me mostrou, e quando eu saí do quarto, ele deu um tapa na minha bunda e soltou uma gargalhada.
Cheguei no banheiro, fechei a porta e lavei o rosto, limpei a porra que tinha no nariz e na boca e um pouco que respingou no meu olho. Enquanto me limpava, pensava no fundo que eu tinha caído e na puta que eu era. É verdade que eu gosto de sexo, que já transei com vários caras, e que já traí meu namorado, mas nunca pensei em fazer coisas como aquela, e muito menos com meu sogro, um velho tarado nojento. nesse momento bateram na porta do banheiro, era meu sogro.
—Você tá bem, Lucia...? — ele perguntou.
—Tô...! Tô bem...!! Me deixa sozinha, seu velho tarado nojento. — respondi.
O velho ria, e me lembrava o quão puta eu era, aí ele disse:
—Olha, putinha, você me deixou muito excitado e vou te propor uma coisa... fode você, 200 mil se deixar eu meter na sua buceta...!! O que me diz...?
—Seu nojento, nunca vou deixar um filho da puta como você me foder...!! — falei.
O velho ria e dizia pra gente fazer, que aproveitasse que o Diego tava dormindo. Aí o filho da puta me fala:
—Olha, putinha, como sei que toda cadela como você tem preço, vou te dar 500 mil pra deixar eu enfiar meu pau... O que me diz...? Pensa bem...!!
Passaram uns minutos e depois de pensar, abri a porta do banheiro. E lá estava o velho barrigudo com um sorriso de orelha a orelha e me disse:
—Kkkkkk... Sabia que você ia aceitar, esse dinheiro pode te ajudar pra caramba, que esperta você é...!!
Aí o velho entrou no banheiro, fechou a porta e me entregou o dinheiro. Peguei a grana e deixei de lado, falando pro velho nojento que não demorasse, que lembrasse que o filho dele podia nos pegar. Então ele me disse pra não me preocupar, que isso era questão de um tempinho só.
Ele me pegou pela cintura e me encostou na parede, apalpou meus peitos e passou a mão na minha bunda. Depois me virou de costas pra ele, levantou minha saia e baixou minha calcinha fio dental até os joelhos, cuspiu no pau dele e meteu até o fundo. Tentei gritar, mas o velho tapou minha boca, começou a me penetrar de um jeito muito selvagem...
—Aaaai... aaaai... Seu Júlio, devagar, por favor, devagar, que tá doendo...!! — falei.
—Ha... Esquece isso... Cadelas como você têm que levar bem forte pra se aquietar...! — o filho da puta dizia.
Os minutos passaram e o velho continuava me penetrando contra a parede... Depois de uns 20 minutos, o velho não gozava, aí Pelo contrário, continuava com a metida e tirada desenfreada. Sendo sincera, naquela altura eu já tava muito excitada e a dor que sentia quando me penetrava se transformou em prazer... Continua... Ponto e comentários pra ver se a gente continua trazendo esse tipo de relato.

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