Família Boa 10



Continuamos com essa história foda. Se vocês não leram as partes anteriores, recomendo dar uma olhada no meu perfil pra isso. Espero que vocês curtam.Minha tia e eu nos olhamos fixamente, não sabia o que fazer, ela se aproximou de mim e, quando menos esperava, me deu um beijo na boca tão apaixonado que a Carla ficou em choque.

— Puxa! Puxa! Mas o que temos aqui — falou se referindo a mim — olha só os menininhos se divertindo aqui e sem me convidar pra festa.
— Sem problema, ainda tem lugar pra mais uma — eu disse e continuei beijando ela.

A Carla se levantou e viu minha tia me beijando.
— O que tá rolando? — ela gritou pra mim, não respondi nada, me aproximei dela e tentei beijá-la, mas os lábios dela automaticamente se afastaram dos meus, ela até tentou se soltar de mim com um empurrão, mas não conseguiu.

Continuei beijando ela enquanto minha mão percorria suas costas, sua cintura, seu quadril, seu peito, e mesmo assim ela não respondia ao beijo.
Minha tia, que também tava com tesão, tava tão excitada que as mãos dela começaram a massagear a bunda da Carla com suas mãos macias, enquanto ela virava o rosto pra evitar meus beijos. Esse era meu sonho, mas eu começava a duvidar se tava certo.

Depois de alguns minutos, eu continuei pressionando ela contra mim, ela lutava com menos força. Minha tia aproveitou e abraçou ela por trás, dando beijos no pescoço e nas costas dela. Ela ficou parada feito uma manequim, sem se mexer.

Imóvel, mas eu beijava ela, com minhas mãos apertando seus quadris. Minha tia beijava devagar seus peitos e com as mãos acariciava todo o corpo dela, enquanto se aproximava do ouvido dela e sussurrava algo que não consegui ouvir.

Depois dessas palavras misteriosas, minha prima olhou nos olhos da minha tia por alguns segundos. Teve tensão, porque eu não sabia o que ela tinha dito e como ela ia reagir, mas depois de alguns minutos, aconteceu o impensável: minha tia e minha prima se deram um beijo apaixonado.

Sem dizer nada, no meio do beijo, a Carla tirou o sutiã da minha tia, ficando as duas nuas, me deixando ver seus peitos. Juntaram seus corpos, se abraçando e se beijando apaixonadamente na minha frente. E aquela visão tão sensual me excitou ainda mais, enquanto elas faziam aquilo. Elas esfregavam meu pau com as mãos, e a diferença de texturas da pele e do toque me fazia ver estrelas. Era uma experiência estranhamente rara. A brincadeira durou um bom tempo e, ao som da dança, fomos nos despindo. Elas, completamente taradas, começaram a se revezar para chupar meu pau, uma depois da outra.

As duas se ajoelharam na minha frente. Ter minha tia e a filha dela chupando meu pau era uma cena excitante. Enquanto Carla chupava meu pau, minha tia não perdia tempo e, com as mãos macias, massageava minhas bolas. Se continuasse assim, eu não ia durar muito mais.

— Fiquem de quatro que é hora de encher minhas cachorras — falei, e elas obedeceram na hora. — Pô, parece que a submissão é hereditária, hein — zoava um pouco, porque tinha a bunda das duas prontas pra serem penetradas.

— Beleza, por quem eu começo? — perguntei.

— Em mim. Enfia tudo no meu cu — a visão daquela bunda enorme me deixou tonto. Enquanto isso, Carla estava deitada do nosso lado e tinha começado a se masturbar com gosto.

— Vou comer a bunda dos meus sonhos — engoli seco. Mas antes não consegui me segurar e lambi ela bem devagar, saboreando. Era uma delícia.

Quando enfiei, me surpreendi com a facilidade que deslizou dentro do cu molhado. Minha tia quase não gemeu, tava muito acostumada a receber pelo cu e, claramente, curtia tanto quanto pela buceta. Apoiei as mãos nas nádegas dela e comecei a bombar com tudo. Perdi a cabeça completamente, porque tava realizando a maior fantasia da minha vida: comer o cu da minha tia. Enquanto isso, minha prima tava presa numa sequência de orgasmos e se masturbava com as duas mãos, olhando meu pau entrando e saindo do cu da mãe dela.

Minha tia tinha a boca enfiada no travesseiro, mas não conseguia evitar que os gemidos dela fossem ouvidos como o rugido de uma leoa no cio. Logo ia gozar. Percebi pela forma como os nós dos dedos dela ficaram brancos de tanta força que fazia no travesseiro. Tia tava gozando. e eu queria chegar nela, então aumentei a velocidade da minha bombada até gozar no cu dela
Mesmo mordendo o travesseiro com toda força, tia não conseguiu abafar os gritos, ela também gozou como uma gostosa enquanto eu mordia a nuca dela e a Carla levantava os quadris da cama num último e brutal orgasmo, o quarto se encheu de gritos, gemidos e ofegos, era a melhor coisa que eu tinha vivido na minha vida.
Quando tirei, minha tia suspirou e disse pra Carla
—Que bom que dividi isso com você, filha — Carla sorriu orgulhosa
—Siiim, o Franco é um presente de deus pra dar prazer — Eu corei com tantos elogios, mas agora tinha uma grande curiosidade que queria satisfazer
—Carla, Tia, agora quero ver vocês duas, eu nunca vi duas mulheres fazendo isso—
—Nós também não — Respondeu Carla e completou —É extremamente excitante ver sua mãe ser penetrada. Deixa eu deitar do lado dela que tô morrendo de vontade de beijá-la— Pulei pro lado da cama e mamãe e tia se abraçaram, começaram a se beijar ofegando de tesão
Elas se reviravam se beijando, se mordendo, enfiando os dedos, às vezes a Carla tava embaixo e outras em cima e de repente tavam fazendo um 69 ou uma ficava de bruços e a outra esfregava a buceta no cu dela ou lambia. Eu tinha ficado tão excitado com aquele tesão que tava com uma ereção completa de novo e tava ajoelhado do lado delas metendo a mão também quando dava, percebi que isso as excitava muito porque cada vez que eu enfiava um dedo em alguma num buraco qualquer elas gemiam e se beijavam ainda mais furiosamente, mas eu não queria ficar só observando e num momento que a Carla ficou por cima me dando as costas não consegui me segurar.
Ela apertou os olhos com força, o rosto ficou vermelho num gesto de prazer e um gemido longo escapou da boca dela quando eu penetrei, minha tia me olhou sorrindo e eu não podia acreditar que isso tava acontecendo
Não queria me distrair porque a Carla merecia toda minha atenção, aquele cu era maravilhoso e ela tinha começado a gozar como uma puta, meu pau tia e ela se beijavam e mordiam a boca enquanto minha pica entrava e saía daquele vulcão que parecia que ia entrar em erupção a qualquer momento, o esfíncter tinha dilatado e estava vermelho de tanta fricção, minha pica agora entrava e saía mais rápido e eu sabia que não ia aguentar muito mais.
Minhas estocadas estavam cada vez mais fortes e o corpo da Carla tremia com meus empurrões, subia e descia flutuando sobre as tetas maravilhosas da minha tia, de repente nós três estávamos gritando porque o orgasmo vinha como uma onda gigantesca que ia nos arrasar. Finalmente a onda quebrou e a Carla, apoiando nas mãos, se ergueu e jogando a cabeça pra trás gritou louca enquanto eu enfiava a pica até as bolas e mantinha ela bem penetrada enquanto jorrava fortes jatos de porra quente e mordia o pescoço dela com toda força, minha tia levantou os quadris e a Carla ficou apertada entre os dois corpos que mais amava na vida, o primo e a mãe dela.

Descansamos abraçados, eu no meio com a Carla e minha tia com as tetas coladas no meu peito, era um sonho porque elas me beijavam e acariciavam o tempo todo, as mãos delas não me davam trégua, se revezavam entre minha pica e minhas bolas enquanto me davam beijos na boca alternados, era um momento mágico.

Depois de uns minutos elas dormiram abraçadas com a cara de felicidade mais enorme que eu já tinha visto nelas, eu levantei pra beber água, me vesti e fui pra cozinha, ao passar pela porta da sala vi minha mãe vendo alguma novela com o volume altíssimo, o que me aliviou pra caralho porque era impossível ela ter ouvido qualquer um dos gemidos que teve naquela tarde.

Fiquei na cozinha porque queria ficar de boa um momento, algo que não durou muito já que logo vi minha mãe entrar na cozinha.
— Oi, mãe — falei
— Oi — respondeu indo pegar um copo d’água sem nem olhar pra mim

Era a primeira vez que eu ficava a sós com a minha mãe. Desde aquela vez que me masturbo, desde aquela noite, ela vinha me evitando, então agora era a hora de conversar sobre isso, mas só de lembrar ela tocando no meu pau, meu coração acelerou.
—Mãe… sobre o outro dia, eu… me desculpa.
Ela nem olhou pra mim. Andou até a pia, que fica no canto da cozinha.
—Não, eu, não… fica tranquilo — ela diz — Na verdade, me perdoa você. Eu não devia ter feito aquilo.
—Não, mãe, nada disso, eu não devia ter me masturbado no quarto, além disso…
—Tô falando que não tem problema, sério — ela me interrompeu de repente, ficou em silêncio.
—Vai fazer suas coisas — ela falou de supetão. Sempre obedeci minha mãe, mas dessa vez as coisas eram diferentes. Eu tinha um objetivo e faria de tudo pra conseguir.
—Vou ficar com você — falo firme, sem ousar dar um passo — A gente precisa conversar sobre isso, você não pode me evitar pra sempre.
—Quer conversar? Então vamos conversar — ela me olhou de braços cruzados, irritada. As palavras dela me deixam inquieto.
—Você tá brava comigo? — perguntei na lata.
Mãe aperta os olhos, se enternece ao me ouvir. Os olhos dela brilham, larga os utensílios na pia e se aproxima. Puxa uma cadeira e senta do meu lado.
—Me perdoa, meu anjo, se te fiz sentir mal. Eu nunca conseguiria ficar brava com você. Você sempre vai ser meu bebê… só que… aquela noite, sei lá, acho que é difícil pra mim aceitar que você cresceu. Que você não é mais um bebê. Eu queria que você ficasse sempre comigo, que fosse meu menino — minha mãe baixou o olhar, parecia realmente triste e magoada.
—Não vou embora, mãe. Se você quiser, vou ficar com você — respondi.
—Como é que eu não vou querer, meu pequeno Franco? Não importa o que você faça, se você tá bem, eu tô bem — Mãe sorri pra mim, se aproxima e me abraça forte. Sinto os peitos dela no meu peito e, depois de alguns segundos, a gente se separa.
—Te amo, meu anjo — ela diz.
—Então você me perdoa, mãe?
—Não tô brava com você, meu amor.
—O que aconteceu foi…
—Não, não, não, filho, a gente não precisa… não precisar me explicar nada, somos humanos no final das contas… — ficou pensando por alguns segundos — …e temos desejos, não tem problema saciá-los de vez em quando — se levantou, parecia não querer entrar em detalhes.
— Bom, vamos preparar o jantar, vem me ajudar — disse já com um tom mais relaxado, sinal de que tudo tinha dado certo, então só sorrimos e aceitei.

Não conseguiria explicar exatamente o que fizemos naquela tarde, mas parecia que tudo tinha voltado ao normal. No entanto, não conseguia esquecer aquelas palavras que minha mãe disse: “temos desejos, não tem problema saciá-los de vez em quando”. Será que… mamãe é tão doente quanto eu… e acha excitante a possibilidade de… se deixar foder pelo próprio filho? Minha mãe, como qualquer mulher, precisava aliviar seus desejos e, se não tinha ninguém para saciá-los, deveria ser eu, tenho que ser eu, preciso ser eu. Esses pensamentos me invadiram e eu estava decidido: essa noite iria mais longe com minha mãe.

Jantamos normalmente, minha tia e minha prima pareciam mais cansadas que o normal, então não as incomodei. Quando terminamos de jantar, levantamos a mesa e, no final, fui para o quarto onde minha mãe já estava, usando mais uma de suas pijamas eróticas.Família Boa 10—Oi, mãe — falei pra ela
— Oi, Franco — ela respondeu — se quiser, posso sair pra você vestir seu pijama e fazer suas coisas, tá? — disse meio sem graça
— Não, mãe, hoje por causa do calor vou dormir só de cueca — respondi enquanto tirava a camiseta que tava usando
— Ah, tá bom, filho, tudo bem — ela não parava de me olhar, tirei a calça e ela não conseguiu evitar morder os lábios discretamente, sabia que ela queria meu pau, então comecei a brincar com ela
Me aproximei e comecei a beijar o pescoço dela, e ela, surpresa, começou a respirar mais rápido
— O que você tá fazendo? — ela disse
— Acho que é hora de saciar nossos desejos, não acha? — respondi enquanto segurava ela pela cintura com cuidado e puxava pra perto de mim
— — Querido… — ela fala, mas antes que continue, seguro ela pela nuca e dou um beijo na boca que durou uns segundos até ela se afastar bruscamente de mim
— Tô com muita vergonha — ela fala sem me olhar. A garganta dela tá tremendo.
— Não, mamãe, você não precisa sentir vergonha — eu, já todo excitado, não sabia como lidar com isso.
— Sei que não deveria sentir vergonha, filho, mas… o que você vai pensar de mim? — Finalmente ela para de desviar o olhar e me encara.
Não acredito que minha mãe tem uns olhos tão lindos. Uma boquinha tão sedutora, e uma voz tão atraente.
— O que eu vou pensar, mãe? Que você é… uma mulher maravilhosa. Que eu sempre vou estar aqui pra você e que… te amo —
— É que não é certo! Por qualquer lado que você olhe, não é certo. —
— Isso não é certo? — falei e dei outro beijo nela, dessa vez ela correspondeu
— — Se pra nós tá certo, o que importa o resto?! — me atrevo a dizer.
— Você acha ético… querido, me envolver nisso? E se sua tia ou sua prima descobrirem? —
— Isso não vai acontecer, mãe, e se acontecer, e daí? A gente se ama, se deseja, e é só isso que deveria importar — falei e beijei ela de novo, minha mãe parecia ter se deixado levar pelos desejos, porque timidamente começou a me tocar
A gente se separou por uns segundos e fico de água na boca quando vejo Linda que é minha mãe, ela lentamente baixou seus olhos castanhos até minha virilha. Tô excitado, mas me falta mais.
Fico ansioso quando a gente levanta o olhar ao mesmo tempo e se encontra de novo. Meus olhos descendo pros peitos dela que balançam no ritmo da respiração.
— Não é certo você ter uma ereção pensando em mim, meu bebê — ela fala baixinho, nervosa.
— Eu sei, mãe, mas não consigo controlar — confesso envergonhado — Eu não pedi por isso, mãe, mas… te confesso… te desejo… faz tempo que te desejo, e agora, com meu coração pegando fogo, tô te falando — comecei a beijá-la sem controle, dessa vez tocando na bunda dela e nos peitos, empurrei ela pra cama, ela ficou deitada, abriu as pernas me convidando pra chupar a buceta dela.
Deitei em cima dela e comecei a beijar o torso da minha mãe, dava pra ver e sentir os peitos dela roçando meus lábios de leve, e isso deixava ela louca, então me aproximei ainda mais da virilha da minha mãe e, timidamente, comecei a lamber as coxas dela, a respiração da minha mãe virou gemidos.
Já com minha mãe supertarada, criei coragem e comecei a lamber mais perto, na parte interna da coxa, devagar, sutilmente, dei beijinhos nos lábios menores da buceta dela, percebi como tava molhadíssima. Sabia que ela sentia aqueles beijos lentos e suaves lá embaixo, porque os gemidos dela eram sinal pra eu não parar. A cada toque dos meus lábios na buceta dela, dava pra notar como minha mãe ficava mais molhada a cada segundo.
Tava com minha mãe deitada, pernas completamente abertas, e minha cabeça no meio. Decidi que era hora de começar a chupar a buceta dela, então coloquei a língua no clitóris dela e comecei com movimentos circulares, aumentando a velocidade cada vez mais, dava pra sentir a virilha da minha mãe pulsando.
— Deus, Deus, Deus, é a primeira vez que você chupa uma buceta? — minha mãe perguntou entre gemidos.
Levantei um pouco a cabeça do que tava chupando e, antes que eu pudesse dizer "Não, não é a primeira vez que chupo uma buceta", ela continuou. Minha mãe empurrou minha cabeça pra baixo, dizendo: "Bem, continua comendo, Deus."
Continuei comendo ela por baixo, o que envolvia aquele buraquinho rugoso do cu dela. Nunca ninguém tinha lambido ali, porque assim que minha língua tocou o cu dela, ela levantou as pernas no ar e me deixou devorar a bunda dela. Era gostoso demais pra recusar aquele prazer. Minha língua entrou na buceta dela um monte de vezes.

Não consegui evitar de beliscar os mamilos dela até eles endurecerem e servirem pra puxar meus peitos pra cima. Eu amassava e puxava eles, enquanto ela soltava gemidos e sentia um prazer inimaginável.

Sentei levemente no peito dela pra não machucar.
— Vou foder sua boca — falei. Enfiei meu pau na boca dela e, assim que a cabeça do meu pau entrou, comecei a foder a boca dela.

Comecei a levantar meu corpo e meu pau sobre o rosto dela, metendo e tirando meu pau da boca dela… Ela começou a babar pra caralho, mas continuei empurrando com força, meu pau entrando e saindo da boca dela.

Finalmente, me deitei e aproximei o rosto dela do meu pau, e ela começou sozinha a me chupar. Aí eu soube que tinha ela. Ela começou a fazer barulhos enquanto chupava rápido e com gosto.
— Mãe, você é uma puta chupadora de pau. Essa é a melhor boquete que já recebi — falei.

Estendi a mão e deitei ela no sofá, abrindo as pernas dela.
— Sim, sim… Por favor, sim, filho —

Eu obedeci. Me ajoelhei e coloquei meu pau na entrada da buceta dela. Tava quente. A buceta dela tava escorrendo.

Era hora de pegar meu prêmio, que eu esperava há tanto tempo.

Mamãe começou a gemer assim que a ponta do meu pau tocou a buceta dela.
— Ooooh… Ooooh… Oooooooh — ela gemia.

— Você gosta do meu pau enfiado na sua buceta? — perguntei, enquanto ela continuava me olhando nos olhos e não respondia nada.

Finalmente, enfiei meu pau até o fundo. Dava pra sentir minhas bolas descansando no cu dela enquanto ela gemia alto:
— É muito grande… Ooooh… É muito grande —

— Você se acostuma quando eu começar a foder você — buceta várias vezes todos os dias... já vai ver- falei pra ela
Me afastei, abri as pernas dela e coloquei de novo sobre os ombros dela, consegui ver a buceta dela escorrendo, pronta pra foder, ela tava numa posição que a buceta dela apontava pra cima
- Por favor, não me machuca- ela disse com ternura
- Não vou te machucar, vou te foder- respondi.
E com um empurrão rápido pra baixo, enfiei na buceta dela, meu pau até bater no fundo.
Ela soltou um gemido forte:
- “OOOooooh!.”
Mamãe começou a balançar a cabeça de um lado pro outro, com os olhos revirando quando comecei a meter e tirar meu pau da buceta quente dela, cada vez com mais força
Minhas bolas batiam na bunda dela e ela começou a gemer de novo, dizendo
Sabia que tinha ela, agora, abri as pernas dela de vez, agarrei ela pela cintura e comecei a socar com meu pau.
Ela começou a enlouquecer… Agarrei ela com força e segurei a buceta apertada dela contra meu pau, bem fundo, enquanto ela girava o quadril pra cima e pra baixo e pros lados Dava pra ver que ela tava adorando o pau do filho enterrado fundo na buceta dela
Parei de foder e falei alto:
- Filho, quero montar em você- ela disse com um olhar de submissão, então aceitei, me deitei na cama, Ela apoiou os pés no colchão e começou a usar eles como âncora pra levantar o quadril e empurrar a buceta quente contra meu pau… Ela tava ficando louca, gemendo alto:
- Ooooh… Aaaah… Ooooh… Tão gostoso-
- Tá gostando do pau do seu filho, hein?- falei pra ela
E ela respondeu alto:
- Sim… Sim… SIM… Me fode… Me fode forte, come a sua mãe-
- Vou gozar… Não aguento mais!- falei gritando.
Antes que ela pudesse dizer mais alguma coisa, comecei a soltar toda a porra no fundo da buceta da minha mãe.
- Ooooh… Me dá… Solta toda a porra na buceta da sua mãe- ela disse.
Depois daquela explosão de orgasmos, nós dois dormimos, passaram as horas e o sol fez com que eu Acordei. Abri meus olhos e não podia ter uma imagem mais linda ao meu lado: minha mãe, uma mulher tão gostosa. Estava nua, pronta pra ser fodida por mim quantas vezes eu pedisse.relatoAbracei ela e comecei a massagear os peitos dela, com delicadeza, éramos dois amantes que se amavam, mas se continuasse assim, acabaria machucando quem eu amo. A decisão de morar com meu pai ainda estava no ar, mas ficar com uma significava não ficar com a outra. Isso ganharia ainda mais força, já que eu queria continuar vivendo isso com minha mãe.

— Bom dia, amor — minha mãe acordou. — Como amanheceu meu homenzinho? — me deu um beijo apaixonado.

Ela se levantou e, enquanto eu ainda estava deitado, começou a se vestir. Era um espetáculo vê-la pelada.trio- Levanta, vou fazer o café da manhã - ela me disse, e eu obedeci, me vesti e, ao olhar o celular, vi uma mensagem da Linda: "Como é que tá?" Fiquei pensando "Quero te contar, mas pessoalmente", respondi. Passaram uns minutos e ela respondeu "Passo aí em 1 hora".

Desci pra cozinha, onde minha mãe já estava com minha tia, as duas cozinhando.

- Bom dia - falei pra elas.
- Bom dia - responderam as duas.

Passei por trás de cada uma e, sutilmente, dei um tapinha na bunda, sem que nenhuma percebesse. Tomamos café da manhã sem problemas. Uns minutos depois, vi um táxi parado na frente de casa, o que me deixou muito estranho. "Mandei um táxi pra você" - a Linda me mandou uma mensagem.

- Mããããe, já volto - gritei pra ela.
- Com cuidado, filho - ela respondeu. Entrei no táxi e não precisei falar nada, ele já começou a dirigir pra casa do meu pai.

Cheguei e toquei a campainha. Uns segundos depois, a Paula abriu a porta.

- Heey, oi - ela me abraçou e deu um beijo - Que milagre, entra, seu pai não tá, mas a gente tá tomando sol, vem com a gente.
- É, já percebi - respondi, e não consegui evitar de olhar o corpo gostoso dela de biquíni. Ela percebeu e começou a se mexer de um jeito mais sensual.tiaAo chegar na piscina, vi a Linda toda gostosa de biquíni.piscina-Holaaa, meu gatinho, como você tá?- ela se aproximou e me deu um abraço -Me conta tudo- eu ia começar a contar o que aconteceu, mas a Paula me interrompeu
-Coloca um traje de banho e vem com a gente-
-Tomara, mas não tenho traje de banho- respondi
-Nãooo, no quarto tem um traje de banho seu que você esqueceu, vai lá vestir, anda- respondeu a Paula, e não tive escolha a não ser vestir o traje de banho

Quando voltei pra piscina, vi que a Paula estava deitada tomando sol e a Linda estava nadando. Me joguei na piscina e fui até a Linda
-Agora sim, me conta tudo- ela disse

Sem perder tempo, comecei a contar sobre o trio com minha tia e a Carla, o que deixou a Linda chocada. Entrei em detalhes de como foi e notei que ela começava a se tocar por baixo da água, se tocava mais rápido conforme eu contava o que aconteceu

Terminei de contar e ela parecia satisfeita, mas não era suficiente, e contei como tinha comido minha mãe
-O que você fez, hein??- ela deu um gritinho, graças a deus a Paula parecia ter dormido e não ouviu nada
-Shhhh, sim, aconteceu, estávamos com tesão os dois e aí rolou- respondi
-Puxa, não sei o que pensar, me deixa com muito tesão, mas também me deixa com ciúmes- ela respondeu
-Aaaah, tá com ciúmes, gostosa?- falei, me aproximei dela, peguei ela pela cintura, puxando o corpo dela pro meu pra sentir meu pau já duro roçando na barriga dela

Ela não aguentou e desceu a mão pra pegar no meu pau e sentir
-Mmmmmm, duríssimooo e já tá enorme, parece que quer sair do traje de banho- ela sussurrou no meu ouvido

Peguei ela pelo queixo e aproximei meus lábios dos dela, dando um beijo suave. Uffff, é impossível descrever um beijo da Linda, com isso somado a outras coisas, é a razão pela qual eu amo a Linda
-Eu quero te dar muito prazer, meu gatinho- ela diz

Ela se virou e eu me encostei nela pra encostar meu pau entre as bundas dela
-Me abraça, meu amor- ela disse

Olhamos ao redor da piscina e vimos que a Paula ainda estava dormindo, ou pelo menos parecia
-Que Sabe que eras minha e eu seu — sussurrei no ouvido dela
— Sim, amor, pra ele ver como a gente se deseja e o quanto estamos excitados — ela respondeu

Comecei a me mexer ali na piscina pra sentir mais meu pau, que delícia que era, me excitava mais e ele ficava mais duro. Minhas mãos deslizaram e pegaram nos peitos dela, enfiei a mão por baixo do biquíni e comecei a brincar com os mamilos dela
— Cuidado pra ele não ver — ela dizia, se virou e ficou de frente pra mim, juntou as mãos dela com as minhas e nos abraçamos pela cintura

Desci minha mão na água e com os dedos comecei a esfregar a buceta dela por cima do biquíni

Sem dizer nada, levei ela pro meio da piscina e comecei a foder ela de costas. A sensação do sexo na piscina aumentava o prazer. Levei minha mão direita no cabelo dela e fiz ela afundar a cabeça na água enquanto eu continuava penetrando ela. Ela não resistiu, na verdade aumentou o ritmo. Depois de alguns segundos, tirei ela da água.
— Que filha da puta, como você me deixa louco. — Linda pegou água com a boca e deixou cair sobre o corpo nu dela, se virou e me deu um beijo.

Mantive o ritmo por um tempo e mergulhei ela de novo na água
— Porra, falar da sua mãe realmente te animou — disse Linda entre gemidos.

Eu tava fora de mim, então peguei Linda pelo cabelo e levei a cabeça dela pro meu pau. Ela aproveitava a água pra pegar impulso segurando nas minhas pernas e enfiar mais fundo.

Linda fazia pequenas pausas pra respirar. Numa delas, agarrei a bunda dela pra começar a enfiar meus dedos dentro dela. A resistência da água me fazia ir mais devagar do que eu queria, então levantei o corpo dela pra fora da água. Ela apoiou os pés na borda da piscina, e eu recomecei uma masturbação furiosa enquanto fazia pequenos afogamentos nela. Ela gozou num deles, e quase se afogou.

Ela se levantou e começou a tossir, mas eu ignorei e penetrei ela de novo

Mesmo ela dando um pequeno grito, não diminui o ritmo, tava com muita vontade de gozar. Ela finalmente se soltou e gemia sem controle
— Goza Dentro. Não para mais.
Entre os gemidos dela e aquela frase, não demorei muito pra gozar. Ela, ao sentir meu gozo invadindo o interior dela, soltou um gemido leve.

Saí da piscina exausto, me deitei na minha toalha. Linda estendeu a dela ao meu lado e se deitou junto de mim, ninguém disse nada pra não quebrar a magia do momento.

Cinco minutos depois, ela olhou a hora e suspirou. Levantou e sentou na minha cara.
— Não vamos perder tempo. — Começou a se esfregar na minha cara, me encharcando com o fluido dela. Quando parou em cima da minha boca, comecei a meter minha língua na buceta molhada dela. Ela ficou um tempo gemendo e se movendo até que, de repente, enfiou meu pau goela abaixo. Nós dois aumentávamos e diminuíamos o ritmo ao mesmo tempo num 69 perfeito. Usei meus dedos pra fazer ela gozar de novo. Dessa vez, ela gritou tão alto que me assustou.

Linda ficou de quatro, como um convite que eu não recusei. Minhas estocadas, cada vez mais fortes, fizeram eu escorregar e quase cair.

Aproveitando aquele momento, Linda me deitou na toalha dela e cuspiu no meio dos peitos. Prendeu meu pau entre eles e começou uns movimentos suaves que deram lugar a uma incrível punheta de peitos. Eu praticamente tava fodendo aqueles peitos. Ela não parava de babar nos próprios seios.

Quando percebeu que eu tava perto de gozar, começou um boquete. Sem aguentar mais, gozei na boca dela. Aquela gozada foi exagerada, a boca de Linda não deu conta e o leite escorreu pelos cantos.
— Fui uma menina boazinha, comi tudo. — Abriu a boca e me mostrou que tinha engolido tudo que conseguiu.

Puxei ela pra perto e beijei com paixão. Ela ficou deitada em cima de mim por uns minutos. Assim que levantamos, entramos na piscina pra tirar o suor.

Quando estávamos nos beijando de novo na piscina, vi que a Paula, discretamente, se masturbava. Ao perceber que eu tava olhando, ela levantou e correu pra dentro de casa.
— Merda — disse Linda —, vou falar com ela. É melhor a gente... - vai embora- eu obedeci, me vesti e voltei pra minha mãe, já era tarde então eles estavam jantando.
Quando terminamos, lavamos a louça, minha mãe chegou perto de mim e sussurrou:
- Tenho uma surpresa pra você, daqui a 10 minutos vai pro quarto- ela cochichou no meu ouvido.
Passaram os 10 minutos e eu entrei no quarto.incesto-T-T- Você gosta…? — perguntou minha mãe
Nunca tinha visto mulher mais gostosa e naquela noite eu não pararia até saciar seus desejos mais profundos
—Adoro, mamãe—




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