O: Gatubela e a caverna do macaco. Não sei se era ano 2010 ou perto disso. Só lembro que era a quinta-feira antes da festa na casa do macaco. Umas 11:24 da manhã, e lá fora um solzão lindo brilhando. Sentado no fundo da sala, encostado na janela, fingia que tava prestando atenção no professor punheteiro de biologia (ele chamava as alunas na mesa dele pra olhar a bunda delas, e outras putarias), enquanto de vez em quando olhava pra fora.
Da sala do primeiro andar onde eu tava, dava pra ver o pátio interno do colégio, a rua, algum quiosque que vendia os melhores salgados, e a vida do bairro passando. Eu ligado, vendo se passava a morena de outra turma que eu gostava. O sorrisinho safado e aquele peitão que ela tinha te deixavam viajando na maionese, ainda lembro.
Pra piorar, naquele dia a turma dela tinha educação física, então ela ia usar aquela calça de moletom que tentava conter aquela raba impossível de ignorar, até pros mais discretos.
De tanto ficar imaginando aquela morena gostosa na minha cabeça, brotou uma ereção involuntária no meio da aula. Isso é totalmente desconfortável e vergonhoso, então melhor deixar o assunto de lado.
Sábado de manhã, acordo com uma ligação do Mono: pra ajudar ele a preparar o quintal e tudo que precisava pra noite. Desligo e vejo as horas... 10:16, que ansiedade do caralho que o filho da puta tinha pra me acordar naquela hora. Faltavam umas 12 horas pra putaria. Mas a prévia já era gostosa desde cedo com os manos. Que fase boa, a adolescência. Conheço o Mono desde sempre, se não fosse porque ele nos deu o golpe de grana, beck e passou a perna nuns caras do grupo com uns baseados, hoje não seria um arrombado. A mãe do Mono (uma loira alta, muito gostosa, que sempre exibia o decote, deixando a gente espiar duas bucetas lindas) tinha viajado pra outro estado.
Claro, nós com nossos 16-17 anos mais ou menos, aproveitávamos pra meter uma putaria. Do tipo que se compartilhava nos eventos do Facebook na época. Álcool, música, baseado, gente de outros bairros/escolas, e eu sabendo que a Agustina ia, já que tava no círculo de conhecidos. A gente vinha curtindo fotos, trocando ideia, até que ela me mandou uma foto perguntando se eu tava gostando de como o uniforme novo da escola ficava nela.
Nós dávamos uns amassos, mas nunca tinha rolado nada. Tudo já estava combinado, e aquele sábado era a ocasião PERFEITA pra fazer alguma coisa. A euforia/inconsciência do álcool, a música, as flores e a noite escura criavam o clima perfeito pra o que a gente ainda não tinha liberdade de explorar em casa. A polícia não ia atrapalhar a festa porque ela tava na parte mais "pobre" da cidade, numa rua fechada e escondida, onde os próprios vizinhos iam entrar na bagunça. Puro subúrbio. 02:24 da manhã, sua gatinha tocava a todo volume nos paredões. As mais loucas dançavam com a jarra na mão, fazendo gestos e caras de tesão que só tinham imaginado nas punhetas delas.
Finalmente chegou essa *young lady*, vejo ela descendo do Uber e entrando com as amigas. Uff, que gostosa que tava! Totalmente *slut*. Tava com umas calças pretas tipo couro que apertavam a bunda dela de um jeito que era impossível não desejar (igual se deseja um puta banquete quando se tá faminto). Em cima, um topsinho curto preto estilo "gótico", com cadarços, totalmente decotado. Barriga de fora, que enfeitava com um piercing. Finalizava com umas botas pretas de salto. Parecia a Mulher-Gato, toda elegante.
O decote deixava ver perfeitamente o balançar solto dos peitos dela enquanto caminhava. Queria afundar minha cara ali.
- eiii, que onda lindo? Vai rolar a festa? Haha- - euu, bem aí que você veio. Sim, esquece, agora que você tá aqui a festa vai bombar hahaha... como você tá gostosaaa, parece a Mulher-Gato hahaha.- - ayyy obrigada hahaha cuidado que eu arranho viu hahaha Nisso, não sei o que ia responder pra continuar nesse joguinho, quando a amiga corta a conversa falando pra buscar bebidas - A gente se vê daqui a pouco - Fechou, linda. A noite passou voando, sussurros viram gritos, latinhas amassadas, músicas icônicas, fumaça subindo pra lua, gente doida e fantasias da noite eterna, erótica, onde tudo é possível. Num momento, vi ela separada, num canto do quintal mandando um SMS, e pensei: pronto, é agora. Chego perto e falo: - que onda, hein, como tão te tratando haha- - hahaha naaah, tava avisando meus pais, pra não encherem o saco se eu chegar tarde depois haha- - ahh, legal então, fica mais um tempo comigo, vamos fumar aquele- - fechou, bora- Acendi umas flores que eu tinha na época, cortesia do meu querido irmão mais velho, que me salvava das compras ilegais e das qualidades ruins. - toma- falei, e passei pra ela. Ela tentou pegar, mas eu tirei antes; - bom, mas vou passar a fumaça pra você, vamo ver se rola- - naaah hahaha você acha? Beleza, então vamo verrrr- Essa estratégia besta pra tentar chegar perto e criar tensão funcionou completamente. Ficamos olhando a fumaça que passava de uma boca pra outra. Eu soprava, ela puxava. Nossas bocas a centímetros. Já não tinha mais risada. Era só aquele momento e os pensamentos de cada um sobre o outro. O barulho de fundo continuava. Com um olhar sincero de desejo, um beijo se soltou. Ela tinha lábios carnudos e molhados. Quentes e lindos como dormir abraçado no inverno. Acabamos nos beijando bastante encostados num canto/fundo do quintal. No ambiente, pura bagunça. Eu, mais alto que ela, apertava ela contra a parede. Encaixamos língua enquanto pressionávamos nossas pelves cada vez mais forte. Agarrei O quadril dela, cada vez mais perto da bunda redonda e gostosa. A outra mão enfiei por baixo da camiseta, nas costas, e acariciava devagar mas com firmeza. Parece que ela curtiu pra caramba, pelos suspiros e gemidinhos curtos que soltava. Dava pra sentir as pulsações nos movimentos do quadril dela, tava super quente e eu também. Nessa altura já tinha sentido minha pica com certeza, era impossível não sentir. Eu queria ver até onde ela tava disposta a ir, mas também não tinha lugar pra ir se rolasse algo. A casa do meu amigo era muito pequena e já tava ocupada por ele, a namorada dele, a cunhada e o irmão. Tinha o quintal com o pessoal e não tinha árvore grande o bastante ou algo pra se esconder se precisasse. Também não tinha grana suficiente nem experiência pra ir pra um hotel, que por sinal não tinha perto. Além disso, ia quebrar todo o clima do momento. Me veio na cabeça uma possível opção: a caverna. Um galpão velho que ficava no terreno ao lado da festa. Tava a poucos metros, e não tinha muro separando, só uma cerca caída que dava pra passar fácil. O mato alto ajudava a camuflar na noite. Um tio do meu amigo, de condição financeira baixa, usava como moradia em alguns dias da semana. A gente continuava se apertando e não aguentava mais. Com certeza ela tava molhadinha, e já na minha calça marcava o volume de algo que era incontrolável, impossível de esconder, a não ser pela minha jaqueta comprida. Já pegando na bunda dela, enfiando a mão por baixo da calça, descubro que ela tava usando uma calcinha fio-dental minúscula... esses detalhes que fazem a libido da gente subir lá no céu.
Ela também passou a mão em mim. Eu não aguentava mais, tava duraço lá embaixo.
- ayy papi, que pedaço de cock que você tem- -é toda sua, meu amor, tô te dando- -não me diga, então me dá logo- Quando ela falou assim, pensei: pronto, melhor sábado haha, todo virjão eu. -sim, claro que sim. Daria pra ir pra um lugar mais tranquilo, né?- Arrisquei -sim, adoraria. Mas só tenho um tempinho antes de ficar tarde. Se não, depois não me deixam mais sair- -claro, bom, sei lá, a casa do mono tá ocupada, esse é o problema. Aqui também não dá (olhando em volta). Tô pensando ali do lado, mas é meio bosta haha (apontando pra toca)- -mas dá pra ir? - ela fala -sim, de boa, o mono nem vai ligar, é do tio dele e nem tá. Se quiser, vamos- -haha, então bora- A excitação era máxima. Finalmente ia rolar algo com aquela deusa morena. Me senti super feliz. A gente se separou um pouco. Ela falou pras amigas que ia dar uma volta comigo, e eu avisei o mono e os caras da situação, pra ninguém atrapalhar ou algo assim. Procurando onde menos gente me visse, pulei a cerca pro terreno vizinho. Fui na toca dar uma olhada: a porta de madeira tava aberta como me disseram. Era um quarto quadrado de madeira, pequeno tipo um barraco, com uma cama de casal, uma TV, uma cômoda e um aquecedor meio duvidoso. Parecia um hotel vagabundo. Melhor que nada. Arrumei a cama mais ou menos, tirei meu cock pra ver se tava tudo ok e chamei ela: falei que a gente tinha que se garantir, que ia ser muito bom. Garanti que tinha camisinha, que por sorte eu tinha trazido. Um plástico todo amassado de ter levado sem sucesso pra vários lugares, suponho haha. Finalmente ela entra. Fecha a porta, a gente se olha, sorri e começa a se pegar. Passei a mão por baixo do top. Meu deus. Minha mão não dava conta de agarrar aquela teta. Amei. Tirei e beijei todas, eram lindas.
Enquanto ela passava a mão nas minhas costas e no meu peito por baixo da camiseta. Nisso ela para, me olha e se ajoelha: – você disse que eu era sua, vamos ver... – óbvio que sua, meu amor, olha – Afrouxo o cinto, desabotoo a calça, e quando eu abaixo ela junto com a cueca, meu pau salta pra fora, feito uma mola de tão duro que tava.
- Meu amorrr, que pedaço de pau. É linda, juro. Ela chupa por uns minutos e talvez por estar bêbada, talvez por inexperiência, doeu um pouco o roçar dos dentes dela. Sobe, voltamos aos beijos e acabamos nos ajeitando na cama. Passamos a mão um no outro por todo lado. Sozinha, ela desabotoa a calça e tira. Fica de quatro. Eu via a silhueta daquela bunda gostosa que tantos olhares já tinha me roubado. Não podia acreditar, quantas punhetas eu tinha dedicado a ela, quantas vezes imaginei ela nessa posição. Viver aquilo foi lindo. Quando eu tirei tudo e ficou exposta toda a feminilidade dela, me transformei num homem das cavernas. Primitivo. E ela também. Amava como ela se via, amava o quanto ela estava molhadinha, amava o cheirinho leve de mulher dela. Coisas boas da vida.
Coloquei a camisinha enquanto ela pedia pra eu meter. Rasguei com os dentes, literalmente, coisa perigosa porque pode furar, e fui aproveitar devagar o momento da penetração. Meu pau entrou fácil com tanta lubrificação. Ela gemia e eu suspirava. Não demorou pra gente entrar num ritmo frenético. Igual cachorros. Descarregando toda aquela tensão acumulada entre nós dois. Aproveitando o último da noite do jeito mais animal e instintivo possível. Plaf, plaf, plaf... Não parava de castigar ela e o barulho do impacto era hipnótico. Fazer aqueles peitos balançarem foi um desejo de adolescente totalmente realizado. Ficamos um tempão assim, e eu me surpreendia por aguentar tanto. Tava mandando bem e tudo saindo perfeito. De repente, quando tirei um pouco, descobri que a camisinha tinha estourado! Já tava fazendo tempo que a gente tava transando, e não dava pra continuar sem. Também não tinha outra, não sei por que caralhos eu só tinha uma (idiota eu). Falo pra ela: -ahh que merda, amor, o preservativo estourou- -sério, amor, ahh e você não tem outro?- -não, que otário, só tinha essa, não acho as outras- -ahh. Então enfia no meu cu se quiser- A resposta dela me deixou chocado. A rapidez dela em algo que nem eu teria pensado em pedir. Eu achava que ia acabar ali ou sei lá. Inocente pra caralho. Mas também não queria forçar a barra de meter no cu dela logo na primeira vez. Talvez ela levasse a mal e a verdade é que eu gostava da mina pra estragar tudo falando uma parada dessas. -então tá, dale. Tá falando sério mesmo?. Vamos tentar, meu amor. Que delícia- Até aí era tudo incrível. Noite dos sonhos, tudo perfeito. O que veio depois foi bonito e bizarro ao mesmo tempo, mas é uma história e ponto final haha. A gente era dois jovens inexperientes ainda. Eu literalmente não tinha saliva, nem ela, de tanto beber, fumar etc. Não tinha água nem nada parecido por perto, nada pra lubrificar. Mesmo assim começamos naquela posição (hoje em dia usaria outra posição ou outros métodos, era super inexperiente na época). Beijo grego, desconforto porque já tava quase amanhecendo, bebedeira, inexperiência, Tudo isso junto tornou a missão difícil. Mas ela, sedada pelo álcool, insistia e insistia até quase enfiar de qualquer jeito. Tava excitada e bêbada. Eu sentia que tava custando e que ela tava meio seca. Queria ser cuidadoso e só ficava parado enquanto ela se jogava pra trás contra mim. Tipo, ela mesma tava enfiando. De vez em quando eu cuspia um pouco de saliva que dava. Tava gostosa mesmo assim. Ela enfiou até quase a metade, e deu uma gozada lendária, tremeu toda. Foi uma das coisas mais gostosas que lembro. Com que força a bunda dela apertava meu pau nessas contrações. Que delícia isso. Eu não gozei, por causa do álcool ou sei lá o que, fiquei sem gozar. Mesmo assim, curti pra caralho. No exato momento em que o orgasmo dela termina, batem na porta e interrompem a gente. Nunca soube quem era. Uns caras querendo encher o saco, acho, ou uns invejosos no fundo, haha. Tirei o pau dela do jeito mais sutil que pude, sem ver nada, guardei. A gente se arrumou rápido e saímos rindo, bêbados, pra encontrar as primeiras luzes do amanhecer. As pessoas loucas que ainda estavam por lá nem nos notaram, acho. A gente se despediu rápido. Com muitos sorrisos de cumplicidade. Ela foi de táxi com as amigas. Eu fui andando com os caras até a casa do Martin, que fica ali a poucas quadras. Entro no banheiro dos pais do Martin pra mijar antes de dormir e vejo o quê... Tava com sangue no pau! Que porra é essa... Falei, era pouco, mas me impressionou. Nunca falei sobre isso com ela. Hoje, mais de dez anos depois, a gente troca uns flertes no Instagram, mas nunca mais rolou nada. Em algumas semanas, a escola inteira ficou sabendo que a gente transou na caverna naquela noite; porque um dos caras do meu grupo, secretamente, administrava uma conta no Facebook onde contava os segredos da escola toda. Coisas estranhas da vida e das pessoas. História 100% verdadeira, exceto os nomes e as fotos. PS: a foto explícita do pau é minha.
Da sala do primeiro andar onde eu tava, dava pra ver o pátio interno do colégio, a rua, algum quiosque que vendia os melhores salgados, e a vida do bairro passando. Eu ligado, vendo se passava a morena de outra turma que eu gostava. O sorrisinho safado e aquele peitão que ela tinha te deixavam viajando na maionese, ainda lembro.
Pra piorar, naquele dia a turma dela tinha educação física, então ela ia usar aquela calça de moletom que tentava conter aquela raba impossível de ignorar, até pros mais discretos.
De tanto ficar imaginando aquela morena gostosa na minha cabeça, brotou uma ereção involuntária no meio da aula. Isso é totalmente desconfortável e vergonhoso, então melhor deixar o assunto de lado.
Sábado de manhã, acordo com uma ligação do Mono: pra ajudar ele a preparar o quintal e tudo que precisava pra noite. Desligo e vejo as horas... 10:16, que ansiedade do caralho que o filho da puta tinha pra me acordar naquela hora. Faltavam umas 12 horas pra putaria. Mas a prévia já era gostosa desde cedo com os manos. Que fase boa, a adolescência. Conheço o Mono desde sempre, se não fosse porque ele nos deu o golpe de grana, beck e passou a perna nuns caras do grupo com uns baseados, hoje não seria um arrombado. A mãe do Mono (uma loira alta, muito gostosa, que sempre exibia o decote, deixando a gente espiar duas bucetas lindas) tinha viajado pra outro estado.
Claro, nós com nossos 16-17 anos mais ou menos, aproveitávamos pra meter uma putaria. Do tipo que se compartilhava nos eventos do Facebook na época. Álcool, música, baseado, gente de outros bairros/escolas, e eu sabendo que a Agustina ia, já que tava no círculo de conhecidos. A gente vinha curtindo fotos, trocando ideia, até que ela me mandou uma foto perguntando se eu tava gostando de como o uniforme novo da escola ficava nela.
Nós dávamos uns amassos, mas nunca tinha rolado nada. Tudo já estava combinado, e aquele sábado era a ocasião PERFEITA pra fazer alguma coisa. A euforia/inconsciência do álcool, a música, as flores e a noite escura criavam o clima perfeito pra o que a gente ainda não tinha liberdade de explorar em casa. A polícia não ia atrapalhar a festa porque ela tava na parte mais "pobre" da cidade, numa rua fechada e escondida, onde os próprios vizinhos iam entrar na bagunça. Puro subúrbio. 02:24 da manhã, sua gatinha tocava a todo volume nos paredões. As mais loucas dançavam com a jarra na mão, fazendo gestos e caras de tesão que só tinham imaginado nas punhetas delas.
Finalmente chegou essa *young lady*, vejo ela descendo do Uber e entrando com as amigas. Uff, que gostosa que tava! Totalmente *slut*. Tava com umas calças pretas tipo couro que apertavam a bunda dela de um jeito que era impossível não desejar (igual se deseja um puta banquete quando se tá faminto). Em cima, um topsinho curto preto estilo "gótico", com cadarços, totalmente decotado. Barriga de fora, que enfeitava com um piercing. Finalizava com umas botas pretas de salto. Parecia a Mulher-Gato, toda elegante.
O decote deixava ver perfeitamente o balançar solto dos peitos dela enquanto caminhava. Queria afundar minha cara ali.
- eiii, que onda lindo? Vai rolar a festa? Haha- - euu, bem aí que você veio. Sim, esquece, agora que você tá aqui a festa vai bombar hahaha... como você tá gostosaaa, parece a Mulher-Gato hahaha.- - ayyy obrigada hahaha cuidado que eu arranho viu hahaha Nisso, não sei o que ia responder pra continuar nesse joguinho, quando a amiga corta a conversa falando pra buscar bebidas - A gente se vê daqui a pouco - Fechou, linda. A noite passou voando, sussurros viram gritos, latinhas amassadas, músicas icônicas, fumaça subindo pra lua, gente doida e fantasias da noite eterna, erótica, onde tudo é possível. Num momento, vi ela separada, num canto do quintal mandando um SMS, e pensei: pronto, é agora. Chego perto e falo: - que onda, hein, como tão te tratando haha- - hahaha naaah, tava avisando meus pais, pra não encherem o saco se eu chegar tarde depois haha- - ahh, legal então, fica mais um tempo comigo, vamos fumar aquele- - fechou, bora- Acendi umas flores que eu tinha na época, cortesia do meu querido irmão mais velho, que me salvava das compras ilegais e das qualidades ruins. - toma- falei, e passei pra ela. Ela tentou pegar, mas eu tirei antes; - bom, mas vou passar a fumaça pra você, vamo ver se rola- - naaah hahaha você acha? Beleza, então vamo verrrr- Essa estratégia besta pra tentar chegar perto e criar tensão funcionou completamente. Ficamos olhando a fumaça que passava de uma boca pra outra. Eu soprava, ela puxava. Nossas bocas a centímetros. Já não tinha mais risada. Era só aquele momento e os pensamentos de cada um sobre o outro. O barulho de fundo continuava. Com um olhar sincero de desejo, um beijo se soltou. Ela tinha lábios carnudos e molhados. Quentes e lindos como dormir abraçado no inverno. Acabamos nos beijando bastante encostados num canto/fundo do quintal. No ambiente, pura bagunça. Eu, mais alto que ela, apertava ela contra a parede. Encaixamos língua enquanto pressionávamos nossas pelves cada vez mais forte. Agarrei O quadril dela, cada vez mais perto da bunda redonda e gostosa. A outra mão enfiei por baixo da camiseta, nas costas, e acariciava devagar mas com firmeza. Parece que ela curtiu pra caramba, pelos suspiros e gemidinhos curtos que soltava. Dava pra sentir as pulsações nos movimentos do quadril dela, tava super quente e eu também. Nessa altura já tinha sentido minha pica com certeza, era impossível não sentir. Eu queria ver até onde ela tava disposta a ir, mas também não tinha lugar pra ir se rolasse algo. A casa do meu amigo era muito pequena e já tava ocupada por ele, a namorada dele, a cunhada e o irmão. Tinha o quintal com o pessoal e não tinha árvore grande o bastante ou algo pra se esconder se precisasse. Também não tinha grana suficiente nem experiência pra ir pra um hotel, que por sinal não tinha perto. Além disso, ia quebrar todo o clima do momento. Me veio na cabeça uma possível opção: a caverna. Um galpão velho que ficava no terreno ao lado da festa. Tava a poucos metros, e não tinha muro separando, só uma cerca caída que dava pra passar fácil. O mato alto ajudava a camuflar na noite. Um tio do meu amigo, de condição financeira baixa, usava como moradia em alguns dias da semana. A gente continuava se apertando e não aguentava mais. Com certeza ela tava molhadinha, e já na minha calça marcava o volume de algo que era incontrolável, impossível de esconder, a não ser pela minha jaqueta comprida. Já pegando na bunda dela, enfiando a mão por baixo da calça, descubro que ela tava usando uma calcinha fio-dental minúscula... esses detalhes que fazem a libido da gente subir lá no céu.
Ela também passou a mão em mim. Eu não aguentava mais, tava duraço lá embaixo.
- ayy papi, que pedaço de cock que você tem- -é toda sua, meu amor, tô te dando- -não me diga, então me dá logo- Quando ela falou assim, pensei: pronto, melhor sábado haha, todo virjão eu. -sim, claro que sim. Daria pra ir pra um lugar mais tranquilo, né?- Arrisquei -sim, adoraria. Mas só tenho um tempinho antes de ficar tarde. Se não, depois não me deixam mais sair- -claro, bom, sei lá, a casa do mono tá ocupada, esse é o problema. Aqui também não dá (olhando em volta). Tô pensando ali do lado, mas é meio bosta haha (apontando pra toca)- -mas dá pra ir? - ela fala -sim, de boa, o mono nem vai ligar, é do tio dele e nem tá. Se quiser, vamos- -haha, então bora- A excitação era máxima. Finalmente ia rolar algo com aquela deusa morena. Me senti super feliz. A gente se separou um pouco. Ela falou pras amigas que ia dar uma volta comigo, e eu avisei o mono e os caras da situação, pra ninguém atrapalhar ou algo assim. Procurando onde menos gente me visse, pulei a cerca pro terreno vizinho. Fui na toca dar uma olhada: a porta de madeira tava aberta como me disseram. Era um quarto quadrado de madeira, pequeno tipo um barraco, com uma cama de casal, uma TV, uma cômoda e um aquecedor meio duvidoso. Parecia um hotel vagabundo. Melhor que nada. Arrumei a cama mais ou menos, tirei meu cock pra ver se tava tudo ok e chamei ela: falei que a gente tinha que se garantir, que ia ser muito bom. Garanti que tinha camisinha, que por sorte eu tinha trazido. Um plástico todo amassado de ter levado sem sucesso pra vários lugares, suponho haha. Finalmente ela entra. Fecha a porta, a gente se olha, sorri e começa a se pegar. Passei a mão por baixo do top. Meu deus. Minha mão não dava conta de agarrar aquela teta. Amei. Tirei e beijei todas, eram lindas.
Enquanto ela passava a mão nas minhas costas e no meu peito por baixo da camiseta. Nisso ela para, me olha e se ajoelha: – você disse que eu era sua, vamos ver... – óbvio que sua, meu amor, olha – Afrouxo o cinto, desabotoo a calça, e quando eu abaixo ela junto com a cueca, meu pau salta pra fora, feito uma mola de tão duro que tava.
- Meu amorrr, que pedaço de pau. É linda, juro. Ela chupa por uns minutos e talvez por estar bêbada, talvez por inexperiência, doeu um pouco o roçar dos dentes dela. Sobe, voltamos aos beijos e acabamos nos ajeitando na cama. Passamos a mão um no outro por todo lado. Sozinha, ela desabotoa a calça e tira. Fica de quatro. Eu via a silhueta daquela bunda gostosa que tantos olhares já tinha me roubado. Não podia acreditar, quantas punhetas eu tinha dedicado a ela, quantas vezes imaginei ela nessa posição. Viver aquilo foi lindo. Quando eu tirei tudo e ficou exposta toda a feminilidade dela, me transformei num homem das cavernas. Primitivo. E ela também. Amava como ela se via, amava o quanto ela estava molhadinha, amava o cheirinho leve de mulher dela. Coisas boas da vida.
Coloquei a camisinha enquanto ela pedia pra eu meter. Rasguei com os dentes, literalmente, coisa perigosa porque pode furar, e fui aproveitar devagar o momento da penetração. Meu pau entrou fácil com tanta lubrificação. Ela gemia e eu suspirava. Não demorou pra gente entrar num ritmo frenético. Igual cachorros. Descarregando toda aquela tensão acumulada entre nós dois. Aproveitando o último da noite do jeito mais animal e instintivo possível. Plaf, plaf, plaf... Não parava de castigar ela e o barulho do impacto era hipnótico. Fazer aqueles peitos balançarem foi um desejo de adolescente totalmente realizado. Ficamos um tempão assim, e eu me surpreendia por aguentar tanto. Tava mandando bem e tudo saindo perfeito. De repente, quando tirei um pouco, descobri que a camisinha tinha estourado! Já tava fazendo tempo que a gente tava transando, e não dava pra continuar sem. Também não tinha outra, não sei por que caralhos eu só tinha uma (idiota eu). Falo pra ela: -ahh que merda, amor, o preservativo estourou- -sério, amor, ahh e você não tem outro?- -não, que otário, só tinha essa, não acho as outras- -ahh. Então enfia no meu cu se quiser- A resposta dela me deixou chocado. A rapidez dela em algo que nem eu teria pensado em pedir. Eu achava que ia acabar ali ou sei lá. Inocente pra caralho. Mas também não queria forçar a barra de meter no cu dela logo na primeira vez. Talvez ela levasse a mal e a verdade é que eu gostava da mina pra estragar tudo falando uma parada dessas. -então tá, dale. Tá falando sério mesmo?. Vamos tentar, meu amor. Que delícia- Até aí era tudo incrível. Noite dos sonhos, tudo perfeito. O que veio depois foi bonito e bizarro ao mesmo tempo, mas é uma história e ponto final haha. A gente era dois jovens inexperientes ainda. Eu literalmente não tinha saliva, nem ela, de tanto beber, fumar etc. Não tinha água nem nada parecido por perto, nada pra lubrificar. Mesmo assim começamos naquela posição (hoje em dia usaria outra posição ou outros métodos, era super inexperiente na época). Beijo grego, desconforto porque já tava quase amanhecendo, bebedeira, inexperiência, Tudo isso junto tornou a missão difícil. Mas ela, sedada pelo álcool, insistia e insistia até quase enfiar de qualquer jeito. Tava excitada e bêbada. Eu sentia que tava custando e que ela tava meio seca. Queria ser cuidadoso e só ficava parado enquanto ela se jogava pra trás contra mim. Tipo, ela mesma tava enfiando. De vez em quando eu cuspia um pouco de saliva que dava. Tava gostosa mesmo assim. Ela enfiou até quase a metade, e deu uma gozada lendária, tremeu toda. Foi uma das coisas mais gostosas que lembro. Com que força a bunda dela apertava meu pau nessas contrações. Que delícia isso. Eu não gozei, por causa do álcool ou sei lá o que, fiquei sem gozar. Mesmo assim, curti pra caralho. No exato momento em que o orgasmo dela termina, batem na porta e interrompem a gente. Nunca soube quem era. Uns caras querendo encher o saco, acho, ou uns invejosos no fundo, haha. Tirei o pau dela do jeito mais sutil que pude, sem ver nada, guardei. A gente se arrumou rápido e saímos rindo, bêbados, pra encontrar as primeiras luzes do amanhecer. As pessoas loucas que ainda estavam por lá nem nos notaram, acho. A gente se despediu rápido. Com muitos sorrisos de cumplicidade. Ela foi de táxi com as amigas. Eu fui andando com os caras até a casa do Martin, que fica ali a poucas quadras. Entro no banheiro dos pais do Martin pra mijar antes de dormir e vejo o quê... Tava com sangue no pau! Que porra é essa... Falei, era pouco, mas me impressionou. Nunca falei sobre isso com ela. Hoje, mais de dez anos depois, a gente troca uns flertes no Instagram, mas nunca mais rolou nada. Em algumas semanas, a escola inteira ficou sabendo que a gente transou na caverna naquela noite; porque um dos caras do meu grupo, secretamente, administrava uma conta no Facebook onde contava os segredos da escola toda. Coisas estranhas da vida e das pessoas. História 100% verdadeira, exceto os nomes e as fotos. PS: a foto explícita do pau é minha.
2 comentários - Na festa escondidos, matamos a vontade.
Saludos