O sol quente de verão banhava minha pele enquanto eu tomava sol na beira da piscina. Nossa casa ficava num terreno grande onde eu e minha esposa conseguimos construir nossa linda casa. A gente tinha 20 anos quando se conheceu na faculdade, e isso aconteceu — me dá um pouco de vergonha admitir, embora não saiba por quê, considerando a história que estou prestes a contar — numa orgia organizada por uma das repúblicas femininas do tal instituto. Mas essa é uma história que conto outra hora.
Hoje, como eu dizia, estava descansando na beira da piscina de olhos fechados, deitado de barriga pra cima, quando de repente ouvi a porta de correr do quintal se abrir. Um sorriso se espalhou no meu rosto quando imaginei minha esposa saindo pra ficar comigo. Nessa hora, virei a cabeça e abri os olhos devagar pra olhar na direção da nossa casa e me surpreendi ao ver que não era minha esposa, mas minha filha que saiu andando com um rebolado exagerado. Ela tava vestindo o que só posso descrever como uma série de fios que, juntos, dava pra chamar de biquíni se a gente se esforçasse muito. Parecia um daqueles maiôs que a empresa The Bikini vende, que eu dei pra mãe dela uma vez e que ela só usava quando a gente viajava juntos sem as crianças.
Apesar da surpresa, me segurei pra não reagir à roupa dela, porque ela já é uma mocinha adulta e pode vestir o que bem entender, se me perdoam o jeitão brasileiro.
"Ah, oi, papai!" ela exclamou ao me ver, num tom fingindo surpresa, embora eu desconfie que ela já sabia que eu tava no quintal.
Quando vi ela andando com aquele rebolado provocante, contornando a piscina pra chegar até onde eu estava, não consegui evitar levar a mão pro meu pau, que já tava endurecendo rápido, pra ajustar a sunga que logo ia ficar desconfortável.
"Oi, querida. Esse é um…," fiz uma pausa exagerada pra olhar ela dos pés à cabeça, Traje de banho interessante."
"Interessante?" ela respondeu ao meu comentário. "Provocante, você quis dizer! Mamãe acabou de me comprar", disse ela enquanto ficava ao meu lado me encarando com as mãos na cintura. Da minha parte, eu escaneava o corpo dela, podendo ver absolutamente tudo, já que o biquíni que ela usava não deixava nada para a imaginação. "Você gostou, papai?"
"Bem..." precisei tossir para desfazer o nó na minha garganta. Tirei o olhar dela e virei para ver como uma barraca se formava na minha sunga, e voltei a olhar para ela dizendo: "Sim. Sim, gostei. Muito."
Ela sorriu e levou o dedo indicador à boca, mordendo-o sensualmente. "Que bom. Essa é a resposta que eu queria ouvir", disse enquanto seus olhos percorriam meu corpo, finalmente se fixando no meu pau preso. "E a reação certa", disse rindo.
Devolvi o sorriso, sabendo exatamente para onde aquilo estava indo, e não tive nenhum problema com a situação. De repente, passou pela minha cabeça a ideia de que a mãe dela poderia estar escondida em algum lugar observando tudo, e me perguntei se tinha sido ideia dela, e meu pau pulou dentro da sunga imaginando minha esposa espiando a filha e o marido transando.
Minha imaginação foi interrompida quando minha filha parou na minha frente, com as pernas de cada lado das minhas. Eu tinha uma vista perfeita da sua buceta lisinha e mal coberta, bem antes de ela se sentar no meu colo. Assim que se acomodou, colocou os braços nos meus ombros, se aproximou do meu ouvido e sussurrou: "Estou molhada, papai."
Se afastando do meu ouvido, ela fixou o olhar no meu rosto e me beijou suavemente nos lábios enquanto seus peitões duros se pressionavam contra meu peito. Enquanto nos beijávamos, ela soltou um ronronar da garganta que fez meu pau pular sozinho de novo, mas dessa vez encontrando resistência contra a bucetinha mal coberta dela.
"Mmmmh, posso sentir, bebê", respondi num sussurro. "Posso sentir seus peitões gostosos pressionados contra o meu peito. Era essa sua intenção?" Perguntei enquanto ela roçava levemente os lábios nos meus entre os beijos.
"Talvez", ela ronronou de novo enquanto levava meu rosto até uma das tetas dela, quase descobertas. "Quero que você chupe e morda meus bicos, papai. Por favor, papai?" ela implorou.
Um sorriso apareceu no meu rosto de novo, "O que você quiser, minha princesinha linda", falei enquanto envolvia meus lábios no bico coberto dela e começava a acariciar por cima do tecido. Mas isso não durou muito, e logo eu afastei o pedacinho de pano que a cobria e comecei a lamber a aréola com a língua.
Ouvi ela gemer com meus carinhos enquanto abraçava minha cabeça para impedir que eu parasse de me deliciar com a pele gostosa dela. "Tô tão louca por você", ela disse com paixão. E então me surpreendeu falando: "Sou uma putinha do meu papai"!
Minha rola enjaulada tava ficando desconfortável, e minha garotinha perdida na luxúria nem percebeu quando eu tirei o short, deixando minha rola exposta pro mundo todo ver. Enquanto ela repetia as palavras safadas, senti ela começar a se esfregar em mim; minha rola pressionando contra a bucetinha apertada dela enquanto o peso dela mantinha tudo apontado pra baixo. Me perguntei na hora se ela sentia que era minha rola nua contra a pele dela.
Sem perceber, mudei pra outra teta dela e envolvi meus lábios nela. Agora as duas tetas estavam livres pro mundo ver. Depois de banhar os dois bicos na minha saliva, falei: "Você é minha putinha, né, princesa?"
"Sou, papi... sempre faminta e desejando sua rola... sempre querendo ser seu brinquedinho", ela disse enquanto esfregava furiosamente os lábios da buceta no meu pau, ronronando e bem molhada.
Enquanto ela rebolava no meu colo, senti o pedacinho de pano que mal cobria a xereca dela se mover pro lado, mostrando a buceta lisinha e apertada dela. Os gemidos dela só faziam meu pau ficar ainda mais duro do que já tava. "Pro seu Papai Adoro ouvir você gemer e ronronar, gostosa", falei pra ela.
"Diz pro papai o que você quer, coração. Quero que meu brinquedo sexualzinho me diga o que Ela quer". Enquanto ela continuava rebolando, os lábios da buceta dela, agora nus, roçavam direto na minha pica e não tinha como ela não sentir também.
"Quero que você seja meu Pai-alfa-macho e enfie seu pau até o fundo em mim", ela gemeu no meu ouvido. "Tô me sentindo muito safada hoje, pussy. Sinto que quero um pouco bruto, um pouco selvagem".
Aquelas palavras... aquelas palavras obscenas saindo da boca da minha filha, meu bebê, serviram como um interruptor pra esse pai virar um touro pra filha dele. Enrolei uma mão no pescoço delicado dela e apertei de leve. Com a outra mão, agarrei a bunda dela e, sem muito esforço, levantei ela, separando do meu corpo. O espaço que agora existia entre a gente permitia que meu membro túrgido se erguesse em atenção e apontasse reto pro ar.
Segurei minha filha assim por uns momentos. Os olhos dela me encaravam cheios de luxúria enquanto ela ofegava tentando respirar. Ela tinha um olhar selvagem e um sorriso estampado no rosto. Com aquele olhar e sorriso, ela me dava consentimento pra continuar. A excitação dela era notória. Era óbvio que minha filha é uma puta e não só isso, é MINHA puta.
Tendo confirmado tudo isso, comecei a descer o corpo leve e delicado dela. Senti como a cabeça da minha pica separava os lábios delicados da buceta dela, abrindo ela pra aceitar o pau do pai. "É isso que você quer, pequenininha?", perguntei. "Quer a pica grande do papai na sua bucetinha apertada, sua puta?" Parei quando a chamei de ‘puta’. Queria ver como ela reagiria ao ouvir alguém além dela mesma me chamar assim, de um jeito tão desrespeitoso mas ao mesmo tempo quente.
E não precisei esperar muito pra ela me responder. Gemendo, ela fixou o olhar em mim e gritou, "Sim! Sim, papai! Quero ser seu brinquedo sexual! Quero que você me domine! Você me enlouquece, pai!
"Quero seu pauzão e gorda pau de buceta dentro de mim! Me possua!" Cheia de tesão, ela levou a mãozinha ao próprio pescoço e colocou sobre a minha, me instigando a enforcá-la e cortando ainda mais a respiração dela. Isso foi o suficiente para mim. Naquele instante, soltei minha mão de volta do pescoço dela, assim como a mão que segurava a bunda dela, e deixei o peso da minha princesinha empalar ela completamente no meu pau, enchendo ela com meu instrumento. Senti a cabeça do meu pinto resistir contra o fundo da buceta apertada dela antes de conseguir enterrar todo o meu pau. Vários centímetros ainda para serem envolvidos pelo sexo macio e delicado dela. Quando ela sentiu meu pau tentando penetrar até o fundo e além, ela tentou se levantar, mas não deixei. Enrolei minha mão na garganta dela mais uma vez enquanto a outra mão se fixou na cintura dela. "Aonde você pensa que vai, puta?", rosnei para ela. "A lugar nenhum, papai", ela respondeu, "Eu juro!" Comecei a bombear meu pau dentro da buceta dela, porque era isso que era naquele momento, uma buceta. Não uma vagina ou xereca, mas uma buceta. E uma que me pertence e que está apenas grudada no brinquedo sexual que é minha filha. Eu estava comendo a puta da minha filha com força e sem piedade. Ao mesmo tempo, cortava a respiração dela por alguns segundos e depois deixava ela respirar de novo para que ela pudesse gemer e gritar. "Você gosta de fazer barulho de puta para o papai, querida?" ofeguei enquanto comia a MINHA FILHA. "Sim, papai!", ela gritou. "Sou uma puta idiota e barulhenta quando meu papai me fode. Adoro quando você me enche e me faz engolir cada centímetro do seu pau gostoso!" A cada instante que afrouxo minha mão da garganta dela, sinto e vejo ela ofegar enquanto a buceta apertada e gostosa dela se contrai em espasmos de êxtase. "Puta do caralho, coração", falei entre ofegos e respirações, "meu pau fica tão porra dura por você, princesa". "Adoro ouvir você gritar e me chamar de 'papai' e 'buceta'. Sinto meu pau endurecer ainda mais quando penso nos vizinhos e que possam ouvir você gritar e saber o quanto minha filha é uma puta." Querendo uma mudança, levantei minha filha, separando-a da minha rola endurecida. Para ter um show melhor e poder observar como meu pau deslizava dentro da buceta molhada e apertada dela, falei: "Fica de joelhos, puta."
Atordoada pela foda que eu tava dando, ela só conseguia gemer enquanto a boceta exposta se contraía e expandia, pulsando pela falta da minha rola. Notando que ela não tava me obedecendo, agarrei ela bruscamente e joguei ela de joelhos. "Falei pra ficar de joelhos, sua cachorra!"
A situação e minha reação fizeram ela ter um ataque de riso, e a gargalhada dela me enfureceu e excitou ao mesmo tempo. Virando a cabeça pra me ver por cima do ombro, ela viu a expressão no meu rosto e, sem instrução, começou a reboltar aquele rabo gostoso, me convidando a possuir ela de novo.
Sem preâmbulo, me ajoelhei atrás dela, estendi a mão e acariciei as costas dela até chegar no cabelo. Peguei um punhado de cabelo enquanto alinhava minha rola na entrada dela.
Foi então, sem avisar, que puxei o cabelo dela, levantando o olhar da minha filha safada e, ao mesmo tempo, enfiei meu pau gordo na boceta faminta dela. A puta não conseguiu se segurar e gritou de dor, êxtase e luxúria.
"Quem é meu brinquedo, puta?" Sussurrei no ouvido dela enquanto dava um tapa na bunda e esperava minha resposta.
Dava pra sentir ela tremer com minhas palavras. Nossa foda enchia o ambiente com sons sexy o suficiente pra qualquer intrometido ou intrometida. "Adoro, papai!" ela gritou com voz trêmula, e senti como a boceta dela tentava apertar minha rola ainda mais forte pra me manter no lugar, mas sem conseguir.
"Adoro! Sou sua princesinha puta, papai! Toda SUA!"
Soltei o cabelo dela e deixei ela se inclinar pra frente de novo pra se apoiar nos braços enquanto eu segurava os ombros dela pra fazer alavanca. A grande foda que eu dava na minha filha, os gritos de paixão dela, parecia que eu tava tentando domar uma gostosa selvagem.
A cada grito e cada gemido, só conseguia pensar em como adoro ouvir minha filha gritar.
"Grita, putinha. Quero ouvir minha filha puta gritando de prazer pela roçada que o pai dela tá dando!"
Naquele instante, ela gritou enquanto sua buceta apertava meu pau: "Papai! Minha putaria é sua! Me come com força, papai! Serei sua putinha! Tudo pra você, papai!"
Sentindo a bocetinha apertada dela se contrair em volta do meu pau, não pude evitar grunhir: "Puta mãe, pequena, tô tão perto. Papai tá quase gozando!"
"Goza pro teu pai, coração. Quero que meu brinquedo goze no meu pau. Isso vai fazer o papai gozar muito mais forte."
"Já tô gozando faz tempo, papai! Não parei de gozar desde que você começou a me comer como uma puta!"
Mais uma vez, enrolei minhas mãos, agora as duas, em volta da garganta dela e puxei ela contra mim, levantando os braços dela do chão. Minhas estocadas foram tão fortes que fizeram os joelhos dela saírem do chão.
"Papai! Tô gozando de novo!", ela gritou enquanto apertava meu pau com a bocetinha dela pra me ordenhar até secar. "Quero todo o seu leite dentro de mim, papai! Quero que você faça a barriga da sua puta inchar com nossa filha, fruto da nossa trepada incestuosa!", ela gemeu entre respirações, sempre que eu deixava.
Eu podia sentir a boceta dela se apertar em volta do meu pau a cada espasmo dos orgasmos dela e das respirações fundas.
"Tô sentindo, papai! Tô sentindo seu pau lindo crescer dentro de mim!", ela ofegava enquanto a bocetinha dela me agarrava com força. "Não quero deixar seu pau sair de mim, papai! Seu pau agora é meu! Me dá tudo!"
Sem me segurar mais, deixei um jorro de leite cobrir as paredes internas do túnel da minha filha. "Tô gozando, princesa! Papai tá gozando na sua buceta jovem e apertada! Tô bombeando minha semente na sua buceta molhada!", gritei.
"Mmmmmmh... Sim! Sim, papai! Me come e me enche com sua porra incestuosa! Amor!"
Finalmente, com a pouca força que ainda me restava, tirei meu pau da minha filha e a puta ansiosa virou-se rapidamente para pegar as últimas gotas da minha porra na boca. Mas no frenesi dela, não conseguiu controlar meu pau ainda grosso e grande, e só conseguiu cobrir seu rostinho lindo com meu sêmen.
"Sua puta, mãe", ofeguei. "Pequena, você fez o papai gozar tanto. Fez o papai gozar tão forte!"
"Ah, papai! Fiz uma grande bagunça! Você me deixa louca", disse ela enquanto esfregava um pouco de sêmen no rosto e o resto colocava na boca safada. "Adoro a sensação do seu gozo em mim, papai."
Enquanto me levantava, coberto de suor, e deixava a puta da minha filha no chão, coberta de porra, vi de relance a porta de correr da minha casa, minha esposa; minha puta de esposa com as calças desabotoadas e a mão na calcinha fio dental. Naquele momento, só me restou sorrir, sabendo que era o que viria a seguir.
Hoje, como eu dizia, estava descansando na beira da piscina de olhos fechados, deitado de barriga pra cima, quando de repente ouvi a porta de correr do quintal se abrir. Um sorriso se espalhou no meu rosto quando imaginei minha esposa saindo pra ficar comigo. Nessa hora, virei a cabeça e abri os olhos devagar pra olhar na direção da nossa casa e me surpreendi ao ver que não era minha esposa, mas minha filha que saiu andando com um rebolado exagerado. Ela tava vestindo o que só posso descrever como uma série de fios que, juntos, dava pra chamar de biquíni se a gente se esforçasse muito. Parecia um daqueles maiôs que a empresa The Bikini vende, que eu dei pra mãe dela uma vez e que ela só usava quando a gente viajava juntos sem as crianças.
Apesar da surpresa, me segurei pra não reagir à roupa dela, porque ela já é uma mocinha adulta e pode vestir o que bem entender, se me perdoam o jeitão brasileiro.
"Ah, oi, papai!" ela exclamou ao me ver, num tom fingindo surpresa, embora eu desconfie que ela já sabia que eu tava no quintal.
Quando vi ela andando com aquele rebolado provocante, contornando a piscina pra chegar até onde eu estava, não consegui evitar levar a mão pro meu pau, que já tava endurecendo rápido, pra ajustar a sunga que logo ia ficar desconfortável.
"Oi, querida. Esse é um…," fiz uma pausa exagerada pra olhar ela dos pés à cabeça, Traje de banho interessante."
"Interessante?" ela respondeu ao meu comentário. "Provocante, você quis dizer! Mamãe acabou de me comprar", disse ela enquanto ficava ao meu lado me encarando com as mãos na cintura. Da minha parte, eu escaneava o corpo dela, podendo ver absolutamente tudo, já que o biquíni que ela usava não deixava nada para a imaginação. "Você gostou, papai?"
"Bem..." precisei tossir para desfazer o nó na minha garganta. Tirei o olhar dela e virei para ver como uma barraca se formava na minha sunga, e voltei a olhar para ela dizendo: "Sim. Sim, gostei. Muito."
Ela sorriu e levou o dedo indicador à boca, mordendo-o sensualmente. "Que bom. Essa é a resposta que eu queria ouvir", disse enquanto seus olhos percorriam meu corpo, finalmente se fixando no meu pau preso. "E a reação certa", disse rindo.
Devolvi o sorriso, sabendo exatamente para onde aquilo estava indo, e não tive nenhum problema com a situação. De repente, passou pela minha cabeça a ideia de que a mãe dela poderia estar escondida em algum lugar observando tudo, e me perguntei se tinha sido ideia dela, e meu pau pulou dentro da sunga imaginando minha esposa espiando a filha e o marido transando.
Minha imaginação foi interrompida quando minha filha parou na minha frente, com as pernas de cada lado das minhas. Eu tinha uma vista perfeita da sua buceta lisinha e mal coberta, bem antes de ela se sentar no meu colo. Assim que se acomodou, colocou os braços nos meus ombros, se aproximou do meu ouvido e sussurrou: "Estou molhada, papai."
Se afastando do meu ouvido, ela fixou o olhar no meu rosto e me beijou suavemente nos lábios enquanto seus peitões duros se pressionavam contra meu peito. Enquanto nos beijávamos, ela soltou um ronronar da garganta que fez meu pau pular sozinho de novo, mas dessa vez encontrando resistência contra a bucetinha mal coberta dela.
"Mmmmh, posso sentir, bebê", respondi num sussurro. "Posso sentir seus peitões gostosos pressionados contra o meu peito. Era essa sua intenção?" Perguntei enquanto ela roçava levemente os lábios nos meus entre os beijos.
"Talvez", ela ronronou de novo enquanto levava meu rosto até uma das tetas dela, quase descobertas. "Quero que você chupe e morda meus bicos, papai. Por favor, papai?" ela implorou.
Um sorriso apareceu no meu rosto de novo, "O que você quiser, minha princesinha linda", falei enquanto envolvia meus lábios no bico coberto dela e começava a acariciar por cima do tecido. Mas isso não durou muito, e logo eu afastei o pedacinho de pano que a cobria e comecei a lamber a aréola com a língua.
Ouvi ela gemer com meus carinhos enquanto abraçava minha cabeça para impedir que eu parasse de me deliciar com a pele gostosa dela. "Tô tão louca por você", ela disse com paixão. E então me surpreendeu falando: "Sou uma putinha do meu papai"!
Minha rola enjaulada tava ficando desconfortável, e minha garotinha perdida na luxúria nem percebeu quando eu tirei o short, deixando minha rola exposta pro mundo todo ver. Enquanto ela repetia as palavras safadas, senti ela começar a se esfregar em mim; minha rola pressionando contra a bucetinha apertada dela enquanto o peso dela mantinha tudo apontado pra baixo. Me perguntei na hora se ela sentia que era minha rola nua contra a pele dela.
Sem perceber, mudei pra outra teta dela e envolvi meus lábios nela. Agora as duas tetas estavam livres pro mundo ver. Depois de banhar os dois bicos na minha saliva, falei: "Você é minha putinha, né, princesa?"
"Sou, papi... sempre faminta e desejando sua rola... sempre querendo ser seu brinquedinho", ela disse enquanto esfregava furiosamente os lábios da buceta no meu pau, ronronando e bem molhada.
Enquanto ela rebolava no meu colo, senti o pedacinho de pano que mal cobria a xereca dela se mover pro lado, mostrando a buceta lisinha e apertada dela. Os gemidos dela só faziam meu pau ficar ainda mais duro do que já tava. "Pro seu Papai Adoro ouvir você gemer e ronronar, gostosa", falei pra ela.
"Diz pro papai o que você quer, coração. Quero que meu brinquedo sexualzinho me diga o que Ela quer". Enquanto ela continuava rebolando, os lábios da buceta dela, agora nus, roçavam direto na minha pica e não tinha como ela não sentir também.
"Quero que você seja meu Pai-alfa-macho e enfie seu pau até o fundo em mim", ela gemeu no meu ouvido. "Tô me sentindo muito safada hoje, pussy. Sinto que quero um pouco bruto, um pouco selvagem".
Aquelas palavras... aquelas palavras obscenas saindo da boca da minha filha, meu bebê, serviram como um interruptor pra esse pai virar um touro pra filha dele. Enrolei uma mão no pescoço delicado dela e apertei de leve. Com a outra mão, agarrei a bunda dela e, sem muito esforço, levantei ela, separando do meu corpo. O espaço que agora existia entre a gente permitia que meu membro túrgido se erguesse em atenção e apontasse reto pro ar.
Segurei minha filha assim por uns momentos. Os olhos dela me encaravam cheios de luxúria enquanto ela ofegava tentando respirar. Ela tinha um olhar selvagem e um sorriso estampado no rosto. Com aquele olhar e sorriso, ela me dava consentimento pra continuar. A excitação dela era notória. Era óbvio que minha filha é uma puta e não só isso, é MINHA puta.
Tendo confirmado tudo isso, comecei a descer o corpo leve e delicado dela. Senti como a cabeça da minha pica separava os lábios delicados da buceta dela, abrindo ela pra aceitar o pau do pai. "É isso que você quer, pequenininha?", perguntei. "Quer a pica grande do papai na sua bucetinha apertada, sua puta?" Parei quando a chamei de ‘puta’. Queria ver como ela reagiria ao ouvir alguém além dela mesma me chamar assim, de um jeito tão desrespeitoso mas ao mesmo tempo quente.
E não precisei esperar muito pra ela me responder. Gemendo, ela fixou o olhar em mim e gritou, "Sim! Sim, papai! Quero ser seu brinquedo sexual! Quero que você me domine! Você me enlouquece, pai!
"Quero seu pauzão e gorda pau de buceta dentro de mim! Me possua!" Cheia de tesão, ela levou a mãozinha ao próprio pescoço e colocou sobre a minha, me instigando a enforcá-la e cortando ainda mais a respiração dela. Isso foi o suficiente para mim. Naquele instante, soltei minha mão de volta do pescoço dela, assim como a mão que segurava a bunda dela, e deixei o peso da minha princesinha empalar ela completamente no meu pau, enchendo ela com meu instrumento. Senti a cabeça do meu pinto resistir contra o fundo da buceta apertada dela antes de conseguir enterrar todo o meu pau. Vários centímetros ainda para serem envolvidos pelo sexo macio e delicado dela. Quando ela sentiu meu pau tentando penetrar até o fundo e além, ela tentou se levantar, mas não deixei. Enrolei minha mão na garganta dela mais uma vez enquanto a outra mão se fixou na cintura dela. "Aonde você pensa que vai, puta?", rosnei para ela. "A lugar nenhum, papai", ela respondeu, "Eu juro!" Comecei a bombear meu pau dentro da buceta dela, porque era isso que era naquele momento, uma buceta. Não uma vagina ou xereca, mas uma buceta. E uma que me pertence e que está apenas grudada no brinquedo sexual que é minha filha. Eu estava comendo a puta da minha filha com força e sem piedade. Ao mesmo tempo, cortava a respiração dela por alguns segundos e depois deixava ela respirar de novo para que ela pudesse gemer e gritar. "Você gosta de fazer barulho de puta para o papai, querida?" ofeguei enquanto comia a MINHA FILHA. "Sim, papai!", ela gritou. "Sou uma puta idiota e barulhenta quando meu papai me fode. Adoro quando você me enche e me faz engolir cada centímetro do seu pau gostoso!" A cada instante que afrouxo minha mão da garganta dela, sinto e vejo ela ofegar enquanto a buceta apertada e gostosa dela se contrai em espasmos de êxtase. "Puta do caralho, coração", falei entre ofegos e respirações, "meu pau fica tão porra dura por você, princesa". "Adoro ouvir você gritar e me chamar de 'papai' e 'buceta'. Sinto meu pau endurecer ainda mais quando penso nos vizinhos e que possam ouvir você gritar e saber o quanto minha filha é uma puta." Querendo uma mudança, levantei minha filha, separando-a da minha rola endurecida. Para ter um show melhor e poder observar como meu pau deslizava dentro da buceta molhada e apertada dela, falei: "Fica de joelhos, puta."
Atordoada pela foda que eu tava dando, ela só conseguia gemer enquanto a boceta exposta se contraía e expandia, pulsando pela falta da minha rola. Notando que ela não tava me obedecendo, agarrei ela bruscamente e joguei ela de joelhos. "Falei pra ficar de joelhos, sua cachorra!"
A situação e minha reação fizeram ela ter um ataque de riso, e a gargalhada dela me enfureceu e excitou ao mesmo tempo. Virando a cabeça pra me ver por cima do ombro, ela viu a expressão no meu rosto e, sem instrução, começou a reboltar aquele rabo gostoso, me convidando a possuir ela de novo.
Sem preâmbulo, me ajoelhei atrás dela, estendi a mão e acariciei as costas dela até chegar no cabelo. Peguei um punhado de cabelo enquanto alinhava minha rola na entrada dela.
Foi então, sem avisar, que puxei o cabelo dela, levantando o olhar da minha filha safada e, ao mesmo tempo, enfiei meu pau gordo na boceta faminta dela. A puta não conseguiu se segurar e gritou de dor, êxtase e luxúria.
"Quem é meu brinquedo, puta?" Sussurrei no ouvido dela enquanto dava um tapa na bunda e esperava minha resposta.
Dava pra sentir ela tremer com minhas palavras. Nossa foda enchia o ambiente com sons sexy o suficiente pra qualquer intrometido ou intrometida. "Adoro, papai!" ela gritou com voz trêmula, e senti como a boceta dela tentava apertar minha rola ainda mais forte pra me manter no lugar, mas sem conseguir.
"Adoro! Sou sua princesinha puta, papai! Toda SUA!"
Soltei o cabelo dela e deixei ela se inclinar pra frente de novo pra se apoiar nos braços enquanto eu segurava os ombros dela pra fazer alavanca. A grande foda que eu dava na minha filha, os gritos de paixão dela, parecia que eu tava tentando domar uma gostosa selvagem.
A cada grito e cada gemido, só conseguia pensar em como adoro ouvir minha filha gritar.
"Grita, putinha. Quero ouvir minha filha puta gritando de prazer pela roçada que o pai dela tá dando!"
Naquele instante, ela gritou enquanto sua buceta apertava meu pau: "Papai! Minha putaria é sua! Me come com força, papai! Serei sua putinha! Tudo pra você, papai!"
Sentindo a bocetinha apertada dela se contrair em volta do meu pau, não pude evitar grunhir: "Puta mãe, pequena, tô tão perto. Papai tá quase gozando!"
"Goza pro teu pai, coração. Quero que meu brinquedo goze no meu pau. Isso vai fazer o papai gozar muito mais forte."
"Já tô gozando faz tempo, papai! Não parei de gozar desde que você começou a me comer como uma puta!"
Mais uma vez, enrolei minhas mãos, agora as duas, em volta da garganta dela e puxei ela contra mim, levantando os braços dela do chão. Minhas estocadas foram tão fortes que fizeram os joelhos dela saírem do chão.
"Papai! Tô gozando de novo!", ela gritou enquanto apertava meu pau com a bocetinha dela pra me ordenhar até secar. "Quero todo o seu leite dentro de mim, papai! Quero que você faça a barriga da sua puta inchar com nossa filha, fruto da nossa trepada incestuosa!", ela gemeu entre respirações, sempre que eu deixava.
Eu podia sentir a boceta dela se apertar em volta do meu pau a cada espasmo dos orgasmos dela e das respirações fundas.
"Tô sentindo, papai! Tô sentindo seu pau lindo crescer dentro de mim!", ela ofegava enquanto a bocetinha dela me agarrava com força. "Não quero deixar seu pau sair de mim, papai! Seu pau agora é meu! Me dá tudo!"
Sem me segurar mais, deixei um jorro de leite cobrir as paredes internas do túnel da minha filha. "Tô gozando, princesa! Papai tá gozando na sua buceta jovem e apertada! Tô bombeando minha semente na sua buceta molhada!", gritei.
"Mmmmmmh... Sim! Sim, papai! Me come e me enche com sua porra incestuosa! Amor!"
Finalmente, com a pouca força que ainda me restava, tirei meu pau da minha filha e a puta ansiosa virou-se rapidamente para pegar as últimas gotas da minha porra na boca. Mas no frenesi dela, não conseguiu controlar meu pau ainda grosso e grande, e só conseguiu cobrir seu rostinho lindo com meu sêmen.
"Sua puta, mãe", ofeguei. "Pequena, você fez o papai gozar tanto. Fez o papai gozar tão forte!"
"Ah, papai! Fiz uma grande bagunça! Você me deixa louca", disse ela enquanto esfregava um pouco de sêmen no rosto e o resto colocava na boca safada. "Adoro a sensação do seu gozo em mim, papai."
Enquanto me levantava, coberto de suor, e deixava a puta da minha filha no chão, coberta de porra, vi de relance a porta de correr da minha casa, minha esposa; minha puta de esposa com as calças desabotoadas e a mão na calcinha fio dental. Naquele momento, só me restou sorrir, sabendo que era o que viria a seguir.
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