Se quiserem segunda parte, deem like, comentem e me sigam!!!!!!! Valeu por tudo
Na minha família, ultimamente a gente tava passando por um mau momento financeiro, porque eu não tava trabalhando e o salário do meu marido não dava pra cobrir as despesas de casa, com dois filhos adolescentes e umas dívidas que a gente tinha acumulado.
Falando sobre o assunto com uma amiga, casada também, ela me surpreendeu falando que, quando tava apertada de grana, ia pra um apartamento onde tinha mais mulheres pra receber homens e se prostituir. Essa confissão me deixou de boca aberta porque não esperava isso de jeito nenhum.
Tem muito mais mulher do que você imagina que faz isso. São decisões que às vezes você tem que tomar, se pra poder comer você tem que se deixar foder, muitas fazem isso. Às vezes você vê um monte por aí, que você se pergunta: De onde será que essa tira dinheiro?
- Sim, isso é verdade. Teu marido sabe o que tu faz?
— Não. Ele se sentiria ferido no orgulho. Não deixaria eu fazer isso, mas também não tem outra saída quando você chega no limite, pensa nos seus filhos e na sua família. Se outras fazem isso sem tanto frescura, por que eu não?
.- Eu não sei se conseguiria……
.- Claro, podia sim. Cê acha que foi fácil pra mim na primeira vez? Fiquei tão nervosa que nem senti nada quando ele enfiou. Ele ficou me comendo um tempão até gozar e vazar. Deve ter saído meio insatisfeito, haha, mas pelo menos me pagou.
- De certa forma, eu cheguei a fazer isso pouco depois de me casar, quando trabalhava naquela loja de roupas, mas aquilo foi diferente.
.- O que você quer dizer?
.- Que o patrão vivia enchendo o saco das novinhas, ameaçando mandar elas embora se não dessem pra ele.
Que porco esse cara. Muitas fariam, claro.
.- Sim, no final eu também tive que ceder, porque naquela época a gente tinha se metido num apê e tava com um monte de conta pra pagar. Na hora de fechar, ele mandava eu ficar com ele e me comeu umas quantas vezes. Se meu marido descobre, ele me mata.
.- Pois é, amiga, muitas de nós temos que passar por essas coisas e às vezes de graça, então se você fizer agora, vai cobrar bem e vai ser você quem decide.
— Pode ser que você tenha razão. Quando você vai praquele apartamento e como consegue os clientes?
.- Aproveito quando saio de manhã pra fazer compras, que meu marido tá trabalhando e as crianças tão na escola. Eles me chamam porque eu coloco anúncios na internet e eles me ligam.
.- Eu não teria coragem de ir num apê desses onde podem te ver.
.- Você pode recebê-los na sua casa também. Muitas preferem assim.
.- Uuufff, cê me deixa na dúvida, não sei se vou me decidir.
.- Sim, mulher. Depois você vai ver que não é nada demais. Você se diverte e ainda ganha dinheiro. Olha, podemos fazer uma coisa: à tarde você vem na minha casa e tira umas fotos pra colocar no anúncio, e quando você ver quem te liga, você decide.
.- Tá bom. Mas só pra experimentar, hein?
Como a gente combinou, fui na casa da minha amiga aquela tarde e, como ela tava sozinha, a gente pôde ficar mais à vontade. Ela falou que eu tinha que me preparar pra sair bem nas fotos:
— Como me preparar?
- Sim, se arrumar gostosa. Você tem que raspar a buceta. Alguns homens gostam com pelo, mas a maioria hoje prefere ela peladinha pra chupar bem.
A verdade é que eu tava bem largada nesse aspecto. Depois de tantos anos de casamento chato, onde meu marido mal me tocava, só algum fim de semana, nem me preocupava em ficar atraente. Com 42 anos, tava um pouco gordinha, mas meus peitos sempre chamavam a atenção dos caras, porque são durinhos e bem colocados.
Minha amiga me deixou uma lingerie dela transparente e muito sexy, pra eu tirar as fotos, e foi me orientando nas posições que eu tinha que ficar.
— Agora com as pernas abertas, coloca um dedo abrindo essa buceta. Agora de quatro, deixa bem à mostra esse rabão que vão comer.
.- Vocês vão querer enfiar no meu cu também?
- Claro, é o que eles sempre pedem, que você chupe bem a buceta deles e o cu deixa eles loucos.
— Mas isso eu não deixo nem pro meu marido.
- Então vai ter que ir abrindo, porque vai doer pra caralho.
Ai, meu Deus!, não sei se vou me arrepender de tudo isso.
- Relaxa e curte isso, amiga. Vamos lá, agora de corpo inteiro.
.- Não tira meu rosto, só me faltava ser reconhecida por aí.
.- Não se preocupa. O que os caras querem ver é a buceta e os peitos.
- Espero que meu marido não entre nesses sites e me veja. Ia ser um desgraça se o pouco dinheiro que a gente tem, ele ainda gastasse com putas.
— Acho que se teu marido vir essas fotos, nem te reconhece, haha. Com homem nunca se sabe. Já vi no puteiro que frequento uns conhecidos que eu nem imaginava que iam atrás de puta. Mas eu não me deixei ser visto por ele, claro.
.- É isso que me dá medo também, que ela tenha que dar pra algum conhecido ou amigo do meu marido.
.- Isso você vai ter que escolher, mas eu tento que não saibam, só por precaução. Embora a putaria de comer alguém que você conhece também seja foda, prefiro não arriscar, porque depois falam demais.
Toda aquela sessão de fotos tinha acabado me excitando, imaginando como os homens iam me olhar e me desejar ao ver meu corpo pelado. Finalmente, minha amiga colocou os anúncios que diziam: "Coroa casada, gordinha e muito tarada, começando por necessidade, faço de tudo, consultar preços".
No dia seguinte ela já me disse que vários caras ligaram perguntando por mim, o que me surpreendeu um pouco, já que tinha tanto homem disposto a pagar pra me comer. Porque, mesmo as fotos tendo ficado muito boas, eu não tinha um corpo tão gostoso quanto o da minha amiga.
Depois que ela me convenceu, marquei um encontro na minha casa, umas 12h da manhã. Minha amiga falou pra eu vestir algo sexy pra receber ele, e usei a mesma lingerie das fotos, mas só de pensar que meu marido podia chegar em casa e me ver assim, eu tremia toda.
Tocaram a campainha e, quando abri, vi um homem de uns 50 anos, cabelo branco, mas muito gostoso. Mandei ele entrar rápido, antes que alguma vizinha visse ele entrando.
Acho que ele teria mais experiência por já ter ido com outras putas, mas eu tava tão nervosa que nem sabia o que fazer, apesar de umas dicas que minha amiga tinha me dado.
Mandei ele entrar direto no meu quarto, ele me acompanhou pelo corredor colocando a mão na minha bunda e apalpando, o que me deixou meio desconfortável, mas rapidamente pensei: ….. (.- Sou uma puta, tenho que deixar me tocar).
Ao entrar no quarto, esse cara ficou olhando tudo, meio surpreso, porque tinha vários porta-retratos espalhados com fotos do meu marido e dos meus filhos, que nem me passou pela cabeça tirar, me sentindo meio envergonhada quando ele falou pra mim:
.- Buuff, que tesão, te foder na sua cama de casal com as fotos do seu marido…
Eu nem tinha parado pra pensar que isso pudesse dar tesão nele, mas fazer o quê, eu tava na minha, queria que acabasse logo, que ele me comesse do jeito que quisesse e pagasse a meia hora que a gente tinha combinado.
Ele começou a chupar meus peitos, massageando e apalpando eles do jeito que queria, depois começou a se despir até ficar todo pelado, e eu, instintivamente, olhei pro pau dele que ainda não tava totalmente duro, mas ele aproximou ele da minha boca pra eu começar a chupar.
Me senti meio estranha com a pica de outro homem na minha boca, mas logo notei como ela ficava dura e comecei a ficar excitada, chupando com um prazer que talvez há tempos não sentia ao fazer isso no meu marido, embora também pudesse ser que quisesse agradar especialmente meu primeiro cliente, me esforçando pra fazer o melhor possível.
De repente ele tirou ela da minha boca meio bruscamente:
- Já chega, puta, que você vai me fazer gozar. Deita na cama, que vou comer sua buceta.
Deitada na cama com as pernas abertas, ele colocou a cabeça entre elas e começou a lamber minha buceta, me fazendo gemer, já que eu também não lembrava da última vez que meu marido tinha feito isso. No meio da minha excitação, ele disse de novo, todo animado:
- Que gostosa você é, quanto leite você jorra. Você é uma putinha de primeira. Já te fiz gozar?
Aquela rispidez nos movimentos dele e no vocabulário tava causando uma sensação estranha em mim, de submissão àquele homem, disposta a satisfazer tudo o que ele pedia. Sem me dar tempo de falar nada, ele se deitou por cima de mim e, colocando a camisinha rapidinho, meteu sem muita cerimônia, começando a bombar num ritmo forte, de um jeito que eu já nem lembrava mais, talvez como nas primeiras vezes que meu marido me comeu, quando éramos novinhos, provocando de novo meus gemidos altos que deixaram ele ainda mais excitado. Depois de um tempo, ele me fez mudar de posição.
Fica de quatro. Que puta gostosa seu marido tem em casa. Eu estaria te comendo o dia inteiro.
Ao oferecer minha bunda naquela posição, ele ficou admirando e acariciando, me dando uns tapas.
- Que rabão gostoso você tem. Dá pra foder também?
- Se me pagar mais, sim. Mas nunca meteram no meu cu.
- Seu marido nunca te pediu isso?
.- Sim, mas eu não deixava.
— Haha, que putas vocês mulheres são. Sem problema, vai ser uma honra te estrear. Não vou sair daqui sem gozar tudo dentro dessa buceta.
Dava pra perceber que ele já tinha experiência em meter em cuzinhos, porque com um pouco de saliva foi abrindo com os dedos primeiro e depois passou lubrificante na pica e começou a meter devagar, eu sentindo cada centímetro avançando entre meus gemidos, mas quando já tinha metade da pica dentro e ele continuava se movendo, comecei a sentir um prazer que transformou meus gemidos em gritinhos, o que ele interpretou como sinal verde pra começar um vai e vem que me fazia gritar a cada estocada, mas ao mesmo tempo me deixava mais perto de um novo orgasmo, que eu tentava alcançar esfregando o clitóris com os dedos.
Finalmente ele gozou na mesma hora que eu ficava sem forças, molhando de novo os lençóis com meu fluxo e o esperma abundante que transbordava do meu cu.
Tinha passado uma das meias horas mais intensas da minha vida na minha nova atividade de puta, e quase sem forças pra me levantar, aquele homem se vestiu e, antes de deixar o dinheiro em cima da mesinha, ficou olhando uma das fotos onde estava minha filha.
- Sua filha é muito gostosa. Já trabalha também?
- Não, ela ainda é muito novinha.
- Com essas tetas, já dava pra ganhar muita grana.
Quando ele foi embora, fiquei olhando pro dinheiro e pensando: "Bom, não foi tão ruim assim e ainda por cima me diverti como não fazia há muito tempo.
Assim, dessa forma, vários homens foram passando pela minha casa, uns mais legais, outros nem tanto, mas com todos eu tentava curtir, já que com mais experiência e desenvoltura ficava mais fácil me dar prazer e dar pra eles também, aprendendo também uns truques pra fazerem gozar mais rápido.
Uma manhã, me surpreendi ao abrir a porta e dar de cara com um garoto novinho, uns 18 anos, moreno e bem gostosinho, mas meio tímido também, o que me deixou comovida. Deixei ele entrar, tentando fazer com que relaxasse e fosse pegando confiança.
Me deu um tesão especial começar a tirar a roupa dele, enquanto ele apalpava meus peitos vidrado, me confessando depois que era a primeira vez que ia com uma puta, o que me fez sentir meio especial e fui guiando ele no que a gente ia fazer.
Primeiro de tudo, ia chupar aquela roca gostosa que apontava ereta pra cima em todo seu esplendor. Por um momento, me imaginei com meu próprio filho, quase da mesma idade dele, algo que nunca tinha passado pela minha cabeça, mas talvez essa nova atividade tivesse me libertado de vez desses preconceitos morais, e esse pensamento aumentou ainda mais meu tesão, me deixando pronta pra aproveitar especialmente esse moleque que me presenteava com sua juventude divina.
Pouco tempo depois de chupar ele, já senti ele gozar na minha boca, sem conseguir se segurar. Depois de lamber toda aquela delícia que ele tinha jorrado, deixei ele se recuperar um pouco, permitindo que ele me acariciasse e tocasse meu corpo todo como quisesse, parando especialmente na minha buceta, que ele abria e explorava com os dedos, deixando ela toda molhada, convidando ele a lamber, o que ele acabou fazendo, meio hesitante no começo, mas depois ficou empolgado, mexendo a língua sem parar, com o pau dele duro de novo, e eu aproveitei pra mandar ele se colocar por cima de mim pra me foder.
Sentir o pau dele dentro da minha buceta fez ela tremer de prazer, começando a se mover dentro de mim, devagar no começo e depois acelerando conforme a excitação dele também aumentava.
Antes de ele gozar, perguntei pra ele:
- Como você gostaria de me foder?
- Por trás.
- Por que todos os homens gostam de foder assim? Bom, eu também gosto, hein!
Me coloquei na posição, deixando o garoto tomar a iniciativa, marcando o ritmo que ele queria seguir, me segurando pelas cadeiras, enquanto entrava e saía da minha buceta, enfiando cada vez mais fundo, me fazendo chegar ao orgasmo, pra depois ele gozar, que conseguiu aguentar mais tempo por já ter gozado antes.
Mas um dia, aconteceu algo que mudou minha vida pra sempre. Numa dessas manhãs que eu tava com um cliente no quarto, nem percebi que meu filho tinha entrado em casa. Ele não devia estar ali naquela hora, mas eu devia ter imaginado que um dia isso ia rolar, que meu marido ou meu filho pudessem descobrir o que eu fazia.
Meu filho deve ter ficado nos olhando um bom tempo sem que eu percebesse nada, e quando o cara com quem eu estava foi embora, levei o susto da minha vida, ao ver como meu filho me encarava quando me virei depois de fechar a porta ao me despedir dele.
— O que você tá fazendo aqui?
— Suspenderam as aulas.
- E por quê isso? Bom, tanto faz. Você viu tudo, não viu?
.- Sim, mãe. O que o pai vai pensar?
- Não, por favor, nem uma palavra pro teu pai. Faço o que você quiser.
.- O que você quiser...? (se tocando na rola)
— Sim, mas o que você tá pensando? Não seria capaz……
Se você virou uma puta, não vai se importar de chupar o pau do seu filho e dar pra ele.
- O que você tá dizendo, ficou maluco?
- Se não quiser que eu conte pro papai...
— Você é um sem-vergonha e um degenerado. Como é que você tem coragem de foder a sua própria mãe? Se quiser, posso chupar um pouco e pronto.
- Isso por enquanto, depois a gente vê. Toma, começa enquanto eu apalpo essas tetonas.
Eu não conseguia acreditar no que tava rolando. Ali sentada na cama, com o pau do meu filho todo duro na frente da minha cara e sem ter outra escolha senão chupar ele.
A verdade é que ele tinha uma pica boa e, mesmo que desse trabalho fazer aquilo, meu instinto de mulher falou mais alto e comecei a lamber ela primeiro meio na dúvida, mas logo ter a pica dele na boca começou a me excitar e eu ia enfiando cada vez mais fundo, buscando tocar minha garganta, o que fazia ele gemer mais forte de prazer.
— Que bem você chupa, mamãe. Você pegou uma boa prática sendo uma puta.
— Não me fala essas coisas. Tem um pouco de respeito pela sua mãe.
— Como é que eu vou te respeitar se você tá chupando minha pica como se fosse uma puta?
— Você já não foi pra puta também, né?
Não, só alguma novinha já me chupou, mas não faziam tão bem igual você. Nem se compara. Dá pra ver que você tem experiência.
- E você já comeu elas também?
— Sim, cê sabe que agora elas deixam meter na hora.
- Pois não devem te dar muito tesão, porque vieram uns carinhas novinhos pra foder comigo também.
- Não me admira, é que onde tem uma coroa……. Aaaahh, para, para que vou gozar.
- Não era isso que você queria?
- Não, agora quero te foder, me mostra essa buceta.
— Como? Também vai meter em mim?
.- É, vai, que diferença faz, se você se deixa comer por todo mundo.
— Sim, mas não são meus filhos, igual você.
- Bom, ninguém vai ficar sabendo, porque se você não contar, eu também não. A gente tem esse trato.
Meu filho me derrubou na cama, abrindo minhas pernas e fazendo uma cara de safado que me assustou. Como podia ser aquele meu filho, eu não o reconhecia. Ele me ver fodendo com aquele homem tinha deixado ele louco. Ele olhava pra minha buceta se lambendo e aproximando a língua da minha xota já totalmente aberta pra ele. Começou a lamber ela, me fazendo tremer e gemer que nem uma louca. Meu próprio filho tava chupando minha buceta e eu à mercê dele pra fazer o que quisesse comigo, sem poder resistir.
De repente, ele se levantou e colocou o pau na entrada da minha buceta, pressionando de leve porque entrava fácil dentro de mim, fazendo ele gemer, quando sentiu o calor e a umidade da minha xota no pau dele ao estar dentro. Ele começou a me foder, se movendo por cima de mim, suspirando e gritando a cada estocada até que não aguentou mais sem gozar dentro de mim.
Ele ficou deitado do meu lado, se recuperando, enquanto eu lambia os restos de porra do pau dele, que ainda continuava saindo gota a gota, mas com minhas lambidas ele logo se recuperou de novo, por causa da juventude dele, e me mandou ficar de quatro. Eu dando a bunda pro meu filho, já não dava pra ser mais perversa, nada ia parar esse garoto e eu seria a puta dele. Já nem sabia mais o que pensar de tudo que tava rolando.
O que eu ia falar pra minha amiga? Como eu ia contar que meu filho me descobriu e tava me chantageando? Melhor ninguém saber disso...?
Com certeza meu filho tinha enlouquecido. Minha bunda oferecida pra ele, deixava ele louco de tesão. O pau dele tava mais duro do que nunca e ele ia meter sem piedade. Como já tava lubrificado, não teve dificuldade pra entrar, causando em mim de novo aquela sensação de plenitude que me deixava sem defesa contra as estocadas cada vez mais fortes e profundas. Já tava sem fôlego, anunciando a chegada do meu orgasmo, enquanto comecei a sentir o calor da gozada do meu filho dentro de mim, o que acabou de me fazer explodir, e acho que nossos gemidos devem ter sido ouvidos pela vizinhança toda.
Quando a gente relaxou depois de terminar, eu voltei a pensar com mais calma no que tinha rolado e, sem acreditar muito no que tava falando, falei pro meu filho:
- Acabou aqui, não podemos mais continuar fazendo isso, sou sua mãe. Não podemos transar.
- Depois disso, você acha que vou ficar sem te comer mais? Você vai ter que dar pra mim sempre que eu quiser, se não quiser que o papai descubra, e agora que você ainda trepou comigo também.
- Mas filho, como você pode fazer isso comigo?
- Não me diga que você não gosta, que berros gostosos você dava enquanto eu metia.
- Claro que eu gosto. Toda mulher gosta de foder, mas tem coisa que não tá certo.
O que não está certo é trair seu marido, e você faz isso, então não vem agora com essa de moral.
E assim foi por um bom tempo. Meu filho me teve a seu serviço sempre que tinha vontade de foder, fazendo de tudo comigo, sem pensar que eu era a mãe dele, ou talvez justamente por isso, por ser e causar ainda mais tesão nele, embora eu tenha que admitir também que, por um motivo ou outro, meus melhores orgasmos foram com ele.
Na minha família, ultimamente a gente tava passando por um mau momento financeiro, porque eu não tava trabalhando e o salário do meu marido não dava pra cobrir as despesas de casa, com dois filhos adolescentes e umas dívidas que a gente tinha acumulado.
Falando sobre o assunto com uma amiga, casada também, ela me surpreendeu falando que, quando tava apertada de grana, ia pra um apartamento onde tinha mais mulheres pra receber homens e se prostituir. Essa confissão me deixou de boca aberta porque não esperava isso de jeito nenhum.
Tem muito mais mulher do que você imagina que faz isso. São decisões que às vezes você tem que tomar, se pra poder comer você tem que se deixar foder, muitas fazem isso. Às vezes você vê um monte por aí, que você se pergunta: De onde será que essa tira dinheiro?
- Sim, isso é verdade. Teu marido sabe o que tu faz?
— Não. Ele se sentiria ferido no orgulho. Não deixaria eu fazer isso, mas também não tem outra saída quando você chega no limite, pensa nos seus filhos e na sua família. Se outras fazem isso sem tanto frescura, por que eu não?
.- Eu não sei se conseguiria……
.- Claro, podia sim. Cê acha que foi fácil pra mim na primeira vez? Fiquei tão nervosa que nem senti nada quando ele enfiou. Ele ficou me comendo um tempão até gozar e vazar. Deve ter saído meio insatisfeito, haha, mas pelo menos me pagou.
- De certa forma, eu cheguei a fazer isso pouco depois de me casar, quando trabalhava naquela loja de roupas, mas aquilo foi diferente.
.- O que você quer dizer?
.- Que o patrão vivia enchendo o saco das novinhas, ameaçando mandar elas embora se não dessem pra ele.
Que porco esse cara. Muitas fariam, claro.
.- Sim, no final eu também tive que ceder, porque naquela época a gente tinha se metido num apê e tava com um monte de conta pra pagar. Na hora de fechar, ele mandava eu ficar com ele e me comeu umas quantas vezes. Se meu marido descobre, ele me mata.
.- Pois é, amiga, muitas de nós temos que passar por essas coisas e às vezes de graça, então se você fizer agora, vai cobrar bem e vai ser você quem decide.
— Pode ser que você tenha razão. Quando você vai praquele apartamento e como consegue os clientes?
.- Aproveito quando saio de manhã pra fazer compras, que meu marido tá trabalhando e as crianças tão na escola. Eles me chamam porque eu coloco anúncios na internet e eles me ligam.
.- Eu não teria coragem de ir num apê desses onde podem te ver.
.- Você pode recebê-los na sua casa também. Muitas preferem assim.
.- Uuufff, cê me deixa na dúvida, não sei se vou me decidir.
.- Sim, mulher. Depois você vai ver que não é nada demais. Você se diverte e ainda ganha dinheiro. Olha, podemos fazer uma coisa: à tarde você vem na minha casa e tira umas fotos pra colocar no anúncio, e quando você ver quem te liga, você decide.
.- Tá bom. Mas só pra experimentar, hein?
Como a gente combinou, fui na casa da minha amiga aquela tarde e, como ela tava sozinha, a gente pôde ficar mais à vontade. Ela falou que eu tinha que me preparar pra sair bem nas fotos:
— Como me preparar?
- Sim, se arrumar gostosa. Você tem que raspar a buceta. Alguns homens gostam com pelo, mas a maioria hoje prefere ela peladinha pra chupar bem.
A verdade é que eu tava bem largada nesse aspecto. Depois de tantos anos de casamento chato, onde meu marido mal me tocava, só algum fim de semana, nem me preocupava em ficar atraente. Com 42 anos, tava um pouco gordinha, mas meus peitos sempre chamavam a atenção dos caras, porque são durinhos e bem colocados.
Minha amiga me deixou uma lingerie dela transparente e muito sexy, pra eu tirar as fotos, e foi me orientando nas posições que eu tinha que ficar.
— Agora com as pernas abertas, coloca um dedo abrindo essa buceta. Agora de quatro, deixa bem à mostra esse rabão que vão comer.
.- Vocês vão querer enfiar no meu cu também?
- Claro, é o que eles sempre pedem, que você chupe bem a buceta deles e o cu deixa eles loucos.
— Mas isso eu não deixo nem pro meu marido.
- Então vai ter que ir abrindo, porque vai doer pra caralho.
Ai, meu Deus!, não sei se vou me arrepender de tudo isso.
- Relaxa e curte isso, amiga. Vamos lá, agora de corpo inteiro.
.- Não tira meu rosto, só me faltava ser reconhecida por aí.
.- Não se preocupa. O que os caras querem ver é a buceta e os peitos.
- Espero que meu marido não entre nesses sites e me veja. Ia ser um desgraça se o pouco dinheiro que a gente tem, ele ainda gastasse com putas.
— Acho que se teu marido vir essas fotos, nem te reconhece, haha. Com homem nunca se sabe. Já vi no puteiro que frequento uns conhecidos que eu nem imaginava que iam atrás de puta. Mas eu não me deixei ser visto por ele, claro.
.- É isso que me dá medo também, que ela tenha que dar pra algum conhecido ou amigo do meu marido.
.- Isso você vai ter que escolher, mas eu tento que não saibam, só por precaução. Embora a putaria de comer alguém que você conhece também seja foda, prefiro não arriscar, porque depois falam demais.
Toda aquela sessão de fotos tinha acabado me excitando, imaginando como os homens iam me olhar e me desejar ao ver meu corpo pelado. Finalmente, minha amiga colocou os anúncios que diziam: "Coroa casada, gordinha e muito tarada, começando por necessidade, faço de tudo, consultar preços".
No dia seguinte ela já me disse que vários caras ligaram perguntando por mim, o que me surpreendeu um pouco, já que tinha tanto homem disposto a pagar pra me comer. Porque, mesmo as fotos tendo ficado muito boas, eu não tinha um corpo tão gostoso quanto o da minha amiga.
Depois que ela me convenceu, marquei um encontro na minha casa, umas 12h da manhã. Minha amiga falou pra eu vestir algo sexy pra receber ele, e usei a mesma lingerie das fotos, mas só de pensar que meu marido podia chegar em casa e me ver assim, eu tremia toda.
Tocaram a campainha e, quando abri, vi um homem de uns 50 anos, cabelo branco, mas muito gostoso. Mandei ele entrar rápido, antes que alguma vizinha visse ele entrando.
Acho que ele teria mais experiência por já ter ido com outras putas, mas eu tava tão nervosa que nem sabia o que fazer, apesar de umas dicas que minha amiga tinha me dado.
Mandei ele entrar direto no meu quarto, ele me acompanhou pelo corredor colocando a mão na minha bunda e apalpando, o que me deixou meio desconfortável, mas rapidamente pensei: ….. (.- Sou uma puta, tenho que deixar me tocar).
Ao entrar no quarto, esse cara ficou olhando tudo, meio surpreso, porque tinha vários porta-retratos espalhados com fotos do meu marido e dos meus filhos, que nem me passou pela cabeça tirar, me sentindo meio envergonhada quando ele falou pra mim:
.- Buuff, que tesão, te foder na sua cama de casal com as fotos do seu marido…
Eu nem tinha parado pra pensar que isso pudesse dar tesão nele, mas fazer o quê, eu tava na minha, queria que acabasse logo, que ele me comesse do jeito que quisesse e pagasse a meia hora que a gente tinha combinado.
Ele começou a chupar meus peitos, massageando e apalpando eles do jeito que queria, depois começou a se despir até ficar todo pelado, e eu, instintivamente, olhei pro pau dele que ainda não tava totalmente duro, mas ele aproximou ele da minha boca pra eu começar a chupar.
Me senti meio estranha com a pica de outro homem na minha boca, mas logo notei como ela ficava dura e comecei a ficar excitada, chupando com um prazer que talvez há tempos não sentia ao fazer isso no meu marido, embora também pudesse ser que quisesse agradar especialmente meu primeiro cliente, me esforçando pra fazer o melhor possível.
De repente ele tirou ela da minha boca meio bruscamente:
- Já chega, puta, que você vai me fazer gozar. Deita na cama, que vou comer sua buceta.
Deitada na cama com as pernas abertas, ele colocou a cabeça entre elas e começou a lamber minha buceta, me fazendo gemer, já que eu também não lembrava da última vez que meu marido tinha feito isso. No meio da minha excitação, ele disse de novo, todo animado:
- Que gostosa você é, quanto leite você jorra. Você é uma putinha de primeira. Já te fiz gozar?
Aquela rispidez nos movimentos dele e no vocabulário tava causando uma sensação estranha em mim, de submissão àquele homem, disposta a satisfazer tudo o que ele pedia. Sem me dar tempo de falar nada, ele se deitou por cima de mim e, colocando a camisinha rapidinho, meteu sem muita cerimônia, começando a bombar num ritmo forte, de um jeito que eu já nem lembrava mais, talvez como nas primeiras vezes que meu marido me comeu, quando éramos novinhos, provocando de novo meus gemidos altos que deixaram ele ainda mais excitado. Depois de um tempo, ele me fez mudar de posição.
Fica de quatro. Que puta gostosa seu marido tem em casa. Eu estaria te comendo o dia inteiro.
Ao oferecer minha bunda naquela posição, ele ficou admirando e acariciando, me dando uns tapas.
- Que rabão gostoso você tem. Dá pra foder também?
- Se me pagar mais, sim. Mas nunca meteram no meu cu.
- Seu marido nunca te pediu isso?
.- Sim, mas eu não deixava.
— Haha, que putas vocês mulheres são. Sem problema, vai ser uma honra te estrear. Não vou sair daqui sem gozar tudo dentro dessa buceta.
Dava pra perceber que ele já tinha experiência em meter em cuzinhos, porque com um pouco de saliva foi abrindo com os dedos primeiro e depois passou lubrificante na pica e começou a meter devagar, eu sentindo cada centímetro avançando entre meus gemidos, mas quando já tinha metade da pica dentro e ele continuava se movendo, comecei a sentir um prazer que transformou meus gemidos em gritinhos, o que ele interpretou como sinal verde pra começar um vai e vem que me fazia gritar a cada estocada, mas ao mesmo tempo me deixava mais perto de um novo orgasmo, que eu tentava alcançar esfregando o clitóris com os dedos.
Finalmente ele gozou na mesma hora que eu ficava sem forças, molhando de novo os lençóis com meu fluxo e o esperma abundante que transbordava do meu cu.
Tinha passado uma das meias horas mais intensas da minha vida na minha nova atividade de puta, e quase sem forças pra me levantar, aquele homem se vestiu e, antes de deixar o dinheiro em cima da mesinha, ficou olhando uma das fotos onde estava minha filha.
- Sua filha é muito gostosa. Já trabalha também?
- Não, ela ainda é muito novinha.
- Com essas tetas, já dava pra ganhar muita grana.
Quando ele foi embora, fiquei olhando pro dinheiro e pensando: "Bom, não foi tão ruim assim e ainda por cima me diverti como não fazia há muito tempo.
Assim, dessa forma, vários homens foram passando pela minha casa, uns mais legais, outros nem tanto, mas com todos eu tentava curtir, já que com mais experiência e desenvoltura ficava mais fácil me dar prazer e dar pra eles também, aprendendo também uns truques pra fazerem gozar mais rápido.
Uma manhã, me surpreendi ao abrir a porta e dar de cara com um garoto novinho, uns 18 anos, moreno e bem gostosinho, mas meio tímido também, o que me deixou comovida. Deixei ele entrar, tentando fazer com que relaxasse e fosse pegando confiança.
Me deu um tesão especial começar a tirar a roupa dele, enquanto ele apalpava meus peitos vidrado, me confessando depois que era a primeira vez que ia com uma puta, o que me fez sentir meio especial e fui guiando ele no que a gente ia fazer.
Primeiro de tudo, ia chupar aquela roca gostosa que apontava ereta pra cima em todo seu esplendor. Por um momento, me imaginei com meu próprio filho, quase da mesma idade dele, algo que nunca tinha passado pela minha cabeça, mas talvez essa nova atividade tivesse me libertado de vez desses preconceitos morais, e esse pensamento aumentou ainda mais meu tesão, me deixando pronta pra aproveitar especialmente esse moleque que me presenteava com sua juventude divina.
Pouco tempo depois de chupar ele, já senti ele gozar na minha boca, sem conseguir se segurar. Depois de lamber toda aquela delícia que ele tinha jorrado, deixei ele se recuperar um pouco, permitindo que ele me acariciasse e tocasse meu corpo todo como quisesse, parando especialmente na minha buceta, que ele abria e explorava com os dedos, deixando ela toda molhada, convidando ele a lamber, o que ele acabou fazendo, meio hesitante no começo, mas depois ficou empolgado, mexendo a língua sem parar, com o pau dele duro de novo, e eu aproveitei pra mandar ele se colocar por cima de mim pra me foder.
Sentir o pau dele dentro da minha buceta fez ela tremer de prazer, começando a se mover dentro de mim, devagar no começo e depois acelerando conforme a excitação dele também aumentava.
Antes de ele gozar, perguntei pra ele:
- Como você gostaria de me foder?
- Por trás.
- Por que todos os homens gostam de foder assim? Bom, eu também gosto, hein!
Me coloquei na posição, deixando o garoto tomar a iniciativa, marcando o ritmo que ele queria seguir, me segurando pelas cadeiras, enquanto entrava e saía da minha buceta, enfiando cada vez mais fundo, me fazendo chegar ao orgasmo, pra depois ele gozar, que conseguiu aguentar mais tempo por já ter gozado antes.
Mas um dia, aconteceu algo que mudou minha vida pra sempre. Numa dessas manhãs que eu tava com um cliente no quarto, nem percebi que meu filho tinha entrado em casa. Ele não devia estar ali naquela hora, mas eu devia ter imaginado que um dia isso ia rolar, que meu marido ou meu filho pudessem descobrir o que eu fazia.
Meu filho deve ter ficado nos olhando um bom tempo sem que eu percebesse nada, e quando o cara com quem eu estava foi embora, levei o susto da minha vida, ao ver como meu filho me encarava quando me virei depois de fechar a porta ao me despedir dele.
— O que você tá fazendo aqui?
— Suspenderam as aulas.
- E por quê isso? Bom, tanto faz. Você viu tudo, não viu?
.- Sim, mãe. O que o pai vai pensar?
- Não, por favor, nem uma palavra pro teu pai. Faço o que você quiser.
.- O que você quiser...? (se tocando na rola)
— Sim, mas o que você tá pensando? Não seria capaz……
Se você virou uma puta, não vai se importar de chupar o pau do seu filho e dar pra ele.
- O que você tá dizendo, ficou maluco?
- Se não quiser que eu conte pro papai...
— Você é um sem-vergonha e um degenerado. Como é que você tem coragem de foder a sua própria mãe? Se quiser, posso chupar um pouco e pronto.
- Isso por enquanto, depois a gente vê. Toma, começa enquanto eu apalpo essas tetonas.
Eu não conseguia acreditar no que tava rolando. Ali sentada na cama, com o pau do meu filho todo duro na frente da minha cara e sem ter outra escolha senão chupar ele.
A verdade é que ele tinha uma pica boa e, mesmo que desse trabalho fazer aquilo, meu instinto de mulher falou mais alto e comecei a lamber ela primeiro meio na dúvida, mas logo ter a pica dele na boca começou a me excitar e eu ia enfiando cada vez mais fundo, buscando tocar minha garganta, o que fazia ele gemer mais forte de prazer.
— Que bem você chupa, mamãe. Você pegou uma boa prática sendo uma puta.
— Não me fala essas coisas. Tem um pouco de respeito pela sua mãe.
— Como é que eu vou te respeitar se você tá chupando minha pica como se fosse uma puta?
— Você já não foi pra puta também, né?
Não, só alguma novinha já me chupou, mas não faziam tão bem igual você. Nem se compara. Dá pra ver que você tem experiência.
- E você já comeu elas também?
— Sim, cê sabe que agora elas deixam meter na hora.
- Pois não devem te dar muito tesão, porque vieram uns carinhas novinhos pra foder comigo também.
- Não me admira, é que onde tem uma coroa……. Aaaahh, para, para que vou gozar.
- Não era isso que você queria?
- Não, agora quero te foder, me mostra essa buceta.
— Como? Também vai meter em mim?
.- É, vai, que diferença faz, se você se deixa comer por todo mundo.
— Sim, mas não são meus filhos, igual você.
- Bom, ninguém vai ficar sabendo, porque se você não contar, eu também não. A gente tem esse trato.
Meu filho me derrubou na cama, abrindo minhas pernas e fazendo uma cara de safado que me assustou. Como podia ser aquele meu filho, eu não o reconhecia. Ele me ver fodendo com aquele homem tinha deixado ele louco. Ele olhava pra minha buceta se lambendo e aproximando a língua da minha xota já totalmente aberta pra ele. Começou a lamber ela, me fazendo tremer e gemer que nem uma louca. Meu próprio filho tava chupando minha buceta e eu à mercê dele pra fazer o que quisesse comigo, sem poder resistir.
De repente, ele se levantou e colocou o pau na entrada da minha buceta, pressionando de leve porque entrava fácil dentro de mim, fazendo ele gemer, quando sentiu o calor e a umidade da minha xota no pau dele ao estar dentro. Ele começou a me foder, se movendo por cima de mim, suspirando e gritando a cada estocada até que não aguentou mais sem gozar dentro de mim.
Ele ficou deitado do meu lado, se recuperando, enquanto eu lambia os restos de porra do pau dele, que ainda continuava saindo gota a gota, mas com minhas lambidas ele logo se recuperou de novo, por causa da juventude dele, e me mandou ficar de quatro. Eu dando a bunda pro meu filho, já não dava pra ser mais perversa, nada ia parar esse garoto e eu seria a puta dele. Já nem sabia mais o que pensar de tudo que tava rolando.
O que eu ia falar pra minha amiga? Como eu ia contar que meu filho me descobriu e tava me chantageando? Melhor ninguém saber disso...?
Com certeza meu filho tinha enlouquecido. Minha bunda oferecida pra ele, deixava ele louco de tesão. O pau dele tava mais duro do que nunca e ele ia meter sem piedade. Como já tava lubrificado, não teve dificuldade pra entrar, causando em mim de novo aquela sensação de plenitude que me deixava sem defesa contra as estocadas cada vez mais fortes e profundas. Já tava sem fôlego, anunciando a chegada do meu orgasmo, enquanto comecei a sentir o calor da gozada do meu filho dentro de mim, o que acabou de me fazer explodir, e acho que nossos gemidos devem ter sido ouvidos pela vizinhança toda.
Quando a gente relaxou depois de terminar, eu voltei a pensar com mais calma no que tinha rolado e, sem acreditar muito no que tava falando, falei pro meu filho:
- Acabou aqui, não podemos mais continuar fazendo isso, sou sua mãe. Não podemos transar.
- Depois disso, você acha que vou ficar sem te comer mais? Você vai ter que dar pra mim sempre que eu quiser, se não quiser que o papai descubra, e agora que você ainda trepou comigo também.
- Mas filho, como você pode fazer isso comigo?
- Não me diga que você não gosta, que berros gostosos você dava enquanto eu metia.
- Claro que eu gosto. Toda mulher gosta de foder, mas tem coisa que não tá certo.
O que não está certo é trair seu marido, e você faz isso, então não vem agora com essa de moral.
E assim foi por um bom tempo. Meu filho me teve a seu serviço sempre que tinha vontade de foder, fazendo de tudo comigo, sem pensar que eu era a mãe dele, ou talvez justamente por isso, por ser e causar ainda mais tesão nele, embora eu tenha que admitir também que, por um motivo ou outro, meus melhores orgasmos foram com ele.
3 comentários - De esposa e mãe exemplar a puta gostosa