Bom, esse é um bônus da minha história anterior: http://www.poringa.net/posts/relatos/4682308/Cogiendo-tremendo-mujeron.html
Essa é a história da minha namorada quando eu tinha 17 anos, ela 15, éramos pivetes mas de sexo já sabíamos.
Conheci ela fazendo amizade na rua, no bairro, eu naquela época bem punk, e ela toda uma mocinha das que usam saia, uma putinha, vocês já vão saber por quê.
Na minha adolescência nunca fui muito explícito, não me entregava de bandeja, mas também não é como se tivesse experiência, em nada, muito menos em relacionamentos amorosos e sexo, mas mesmo assim já tava ali.
Conheci a "Natalia" com outros amigos e outro cara também ficou de olho nela, mas eu agi primeiro ou algo assim, começamos a namorar e no final duramos dois anos e meio até o meu segundo semestre da faculdade, dá pra dizer que foi algo "sério" pra essa idade, mas enfim, viemos aqui por sexo. Sempre tive um tesão e umas ideias de sexo bem fortes na adolescência, perdi minha virgindade entre os 15 e 16 anos, então aos 17 me sentia um expert, obviamente não era, mas a vontade tava lá, então quando entrei com a Naty tudo se expandiu. Aos 18 já aprendi a dirigir e tirei carteira, saí da casa dos meus pais pra morar com uma tia no apartamento dela e ela tinha carro, então eu pegava sem problemas até ela chegar tipo umas 7 da noite, ia ver a Naty e dávamos voltas. Desde aquela época eu amo mulheres de vestido ou, na falta, de saia, me lembram ela e aquelas pernudas, uma bunda deliciosa que enfeitava aquela saia e uns peitos normais, nem pequenos, nem gigantes, mas não tinham nada a invejar, deliciosos com uns mamilos entre amarelos e rosados que eu saboreei demais.
Enfim, éramos moleques, morávamos com nossos pais e quase não nos víamos, não todo dia fisicamente, mas sexo por telefone pelo menos umas duas vezes por dia, igual na música. Então tudo ia num relacionamento de "crianças" até que entrei na faculdade, uns três meses antes a mãe dela já tava indo embora. noites cuidando de um velhinho, então das 21h às 6h30 a gente tinha o apartamento só pra gente. Sem pensar duas vezes, propus que ela fosse passar as noites lá, ela também tava a fim, então ia sem problema.
No começo era só beijinhos e dormir abraçados, mas depois de um mês já tava passando a mão naquelas tetas duras, empinadas e que ainda usavam sutiã com bojo, deliciosas. Aí, com minha experiência no pornô, comecei a fazer umas siriricas turcas, esfregar meu pau no meio dos peitos dela até gozar, ou tirar a pijama dela pra roçar no clitóris rosadinho e virgem até gozar. Ela não deixava eu meter na buceta, mas curtia pra caralho, dormíamos com meu gozo em cima dela, nos lábios e na barriga, mas não me deixava entrar, ela tinha um puta medo de engravidar, e no fim eu também.
Mas nosso sexo já tava em outro nível, a gente fazia 69, eu roçava a buceta e o cu dela sem problema até gozar, gozava na cara dela, na boca não deixava, mas chupava de boa. Aí, uma tarde de fim de semana, cheguei no apartamento dela, a gente se beijou na porta de entrada e comecei a masturbar ela, tanto, tanto que sabia que ela não ia negar nada.
Entramos no apê e nos beijamos, ela tava cozinhando a comida pra mãe dela e pra ela, a gente foi um pouco pro quarto, mas ela levantou pra ver a panela. Nessa hora, fui atrás dela, deixei ela controlar o fogo e beijei ela, guiei ela até a sala de jantar e apoiei na mesa. Depois de uns beijos e umas passadas de mão, virei ela, abaixei a calça e comecei a chupar aquela buceta apertadinha e deliciosa, toda molhada. Deixei ela quente e fui embora.
Uns dias depois, num dos nossos encontros, comecei com o de sempre, mas dessa vez só com meu pau na fenda dela. Comecei a foder ela gostoso, molhando ela, meu pau ficava todo molhado e ela gemia tão gostoso que, num movimento rápido, fiz meu pau descer mais e, ao subir, encaixou no osso da buceta dela. Desci de novo ao ouvir o gemido dela, quase um grito de prazer, e subi, mas já movendo pra dentro. Quando entrei, ela só... Ela me abraçou (eu tava de missionário), gemeu e se esfregou toda em mim. Eu me afastei um pouco sem sair dela e penetrei de novo, suave mas firme, pra ela continuar gemendo. E assim fui até gozar. Saí dela, pensando se tinha engravidado ela, mas também que tinha sido infinitamente gostoso. Nos abraçamos e dormimos em paz. Às 6:30 ela já tava mandando eu ir embora. Nenhum dos dois queria que eu fosse, mas fazer o quê. Hoje ela tem uma filha e acho que vai pro segundo. Eu, sem filhos. Mas ainda rola aquela química de ter sido quem a desvirgou e o único que enfiou o dedo no cu dela pra fazer ela gozar. Ela quer que eu faça cuck no marido dela, mas não dá a chance, hahaha.
Essa é a história da minha namorada quando eu tinha 17 anos, ela 15, éramos pivetes mas de sexo já sabíamos.
Conheci ela fazendo amizade na rua, no bairro, eu naquela época bem punk, e ela toda uma mocinha das que usam saia, uma putinha, vocês já vão saber por quê.
Na minha adolescência nunca fui muito explícito, não me entregava de bandeja, mas também não é como se tivesse experiência, em nada, muito menos em relacionamentos amorosos e sexo, mas mesmo assim já tava ali.
Conheci a "Natalia" com outros amigos e outro cara também ficou de olho nela, mas eu agi primeiro ou algo assim, começamos a namorar e no final duramos dois anos e meio até o meu segundo semestre da faculdade, dá pra dizer que foi algo "sério" pra essa idade, mas enfim, viemos aqui por sexo. Sempre tive um tesão e umas ideias de sexo bem fortes na adolescência, perdi minha virgindade entre os 15 e 16 anos, então aos 17 me sentia um expert, obviamente não era, mas a vontade tava lá, então quando entrei com a Naty tudo se expandiu. Aos 18 já aprendi a dirigir e tirei carteira, saí da casa dos meus pais pra morar com uma tia no apartamento dela e ela tinha carro, então eu pegava sem problemas até ela chegar tipo umas 7 da noite, ia ver a Naty e dávamos voltas. Desde aquela época eu amo mulheres de vestido ou, na falta, de saia, me lembram ela e aquelas pernudas, uma bunda deliciosa que enfeitava aquela saia e uns peitos normais, nem pequenos, nem gigantes, mas não tinham nada a invejar, deliciosos com uns mamilos entre amarelos e rosados que eu saboreei demais.
Enfim, éramos moleques, morávamos com nossos pais e quase não nos víamos, não todo dia fisicamente, mas sexo por telefone pelo menos umas duas vezes por dia, igual na música. Então tudo ia num relacionamento de "crianças" até que entrei na faculdade, uns três meses antes a mãe dela já tava indo embora. noites cuidando de um velhinho, então das 21h às 6h30 a gente tinha o apartamento só pra gente. Sem pensar duas vezes, propus que ela fosse passar as noites lá, ela também tava a fim, então ia sem problema.
No começo era só beijinhos e dormir abraçados, mas depois de um mês já tava passando a mão naquelas tetas duras, empinadas e que ainda usavam sutiã com bojo, deliciosas. Aí, com minha experiência no pornô, comecei a fazer umas siriricas turcas, esfregar meu pau no meio dos peitos dela até gozar, ou tirar a pijama dela pra roçar no clitóris rosadinho e virgem até gozar. Ela não deixava eu meter na buceta, mas curtia pra caralho, dormíamos com meu gozo em cima dela, nos lábios e na barriga, mas não me deixava entrar, ela tinha um puta medo de engravidar, e no fim eu também.
Mas nosso sexo já tava em outro nível, a gente fazia 69, eu roçava a buceta e o cu dela sem problema até gozar, gozava na cara dela, na boca não deixava, mas chupava de boa. Aí, uma tarde de fim de semana, cheguei no apartamento dela, a gente se beijou na porta de entrada e comecei a masturbar ela, tanto, tanto que sabia que ela não ia negar nada.
Entramos no apê e nos beijamos, ela tava cozinhando a comida pra mãe dela e pra ela, a gente foi um pouco pro quarto, mas ela levantou pra ver a panela. Nessa hora, fui atrás dela, deixei ela controlar o fogo e beijei ela, guiei ela até a sala de jantar e apoiei na mesa. Depois de uns beijos e umas passadas de mão, virei ela, abaixei a calça e comecei a chupar aquela buceta apertadinha e deliciosa, toda molhada. Deixei ela quente e fui embora.
Uns dias depois, num dos nossos encontros, comecei com o de sempre, mas dessa vez só com meu pau na fenda dela. Comecei a foder ela gostoso, molhando ela, meu pau ficava todo molhado e ela gemia tão gostoso que, num movimento rápido, fiz meu pau descer mais e, ao subir, encaixou no osso da buceta dela. Desci de novo ao ouvir o gemido dela, quase um grito de prazer, e subi, mas já movendo pra dentro. Quando entrei, ela só... Ela me abraçou (eu tava de missionário), gemeu e se esfregou toda em mim. Eu me afastei um pouco sem sair dela e penetrei de novo, suave mas firme, pra ela continuar gemendo. E assim fui até gozar. Saí dela, pensando se tinha engravidado ela, mas também que tinha sido infinitamente gostoso. Nos abraçamos e dormimos em paz. Às 6:30 ela já tava mandando eu ir embora. Nenhum dos dois queria que eu fosse, mas fazer o quê. Hoje ela tem uma filha e acho que vai pro segundo. Eu, sem filhos. Mas ainda rola aquela química de ter sido quem a desvirgou e o único que enfiou o dedo no cu dela pra fazer ela gozar. Ela quer que eu faça cuck no marido dela, mas não dá a chance, hahaha.
0 comentários - Primeira vez da minha ex gostosa