Olá, boa tarde, finalmente me decidi a escrever. Sempre gostei muito de ler os contos, que me fazem vibrar de desejo, me deixam super excitada e, aos poucos, fui fazendo tudo o que leio. Bom, acho que a gente deve começar dizendo quem é. Me chamo Vanessa del Carmen, agora tenho quase 21 anos, sou mexicana, muito fogosa, safada e adoro homens maduros. Sou branca, mas bronzeada, porque moro num porto do Caribe mexicano. Tenho 1,69m de altura, peso 54 quilos, malho todo dia, duas horas por dia na academia. Faço alguns aparelhos para definir, cardio, um pouco de boxe, porque gosto, e corro duas vezes por semana, uma média de 20 quilômetros. Tenho um corpo bonito, meu cabelo é comprido, quase na cintura, castanho, meus olhos são cor de mel, lábios carnudos, nariz pequeno. Meus seios são médios, tamanho do sutiã é 34C. Tenho um bom quadril, como dizem quem me vê, sou muito gostosa, hahahaha. Gosto de me vestir de um jeito sexy: jeans, sandálias bem altas, blusas justinhas, decotadas, ou saias curtas. Sempre uso fio dental e sutiã bem sexy e decotado.
Vocês devem se perguntar por que gosto de maduros. Hummm, vejam bem, quando eu tinha mais ou menos treze anos e meio, no clube esportivo onde a gente vai, depois de jogar uma partida de tênis, nos vestiários, por volta das oito da noite, quando estava trocando de roupa, ouvi uns barulhos estranhos vindos do outro lado de onde eu estava. Subi numa cadeira e, por uma janelinha, vi um homem — na época, e depois descobri, ele tinha 43 anos. Ele estava de costas, eu via as nádegas num vai e vem frenético, se enfiando entre as pernas de uma mulher que estava encostada numa parede, meio sentada num banquinho. Dela, eu via o rosto, que tinha uma cara de luxúria e prazer imensos. Ela gemia e pedia para ele meter mais forte, que precisava mais do pau dele lá dentro, que era delicioso. Esse senhor, a quem vou chamar de Gonzalo, estava comendo aquela mulher. Quando ele se virou... para enfiar o pau dele no cu, vi aquele instrumento lindo, hmmm que gostoso, comecei a me tocar e sentir prazer, aos poucos fui me masturbando mais forte no ritmo que Gonzalo enfiava o pau dele. Tempo depois, soube que Gonzalo tinha me visto me masturbando pelo barulho que eu fazia, mas como me viu muito novinha, não quis se aproximar de mim. Mas ele não contava que eu fiquei louca por ele, queria o pau dele, queria que ele me enfiasse igual fazia com a dona, comecei a persegui-lo, aparecia e me insinuava, um dia na piscina me aproximei e toquei no pau dele, ele me olhou e disse "vejo que você é uma putinha, mas não gosto de tão novinhas, tchau". Fiquei com raiva e triste, mas continuei assim por uns seis meses, quando fiz quatorze me senti muito crescida e um dia, depois de jogar e ir me trocar, encontrei ele indo para os vestiários, ele disse "tchau, putinha", e entrou no masculino. Eu esperei não vir ninguém e entrei devagar, procurei ele e entrei no vestiário, pulei em cima dele e comecei a beijar ele igual uma louca e a tocar no pau dele, que senti ir ficando duro, pedi para ele meter, ele não quis, disse que não queria problemas e ainda mais se eu fosse virgem, pedi de mil jeitos mas ele não quis. Continuei com meu assédio, mas como ele já tinha sentido meu corpo, já não me evitava mais, um dia ele disse "se você quer que eu meta o pau, vai nesse endereço sexta-feira umas duas da tarde". Fiz isso, cheguei e era o escritório dele, eu estava de uniforme do colégio por causa do horário, perguntei por ele e me disseram que era no sexto andar, cheguei e a secretária dele me anunciou enquanto dizia que ele já ia embora, que se viam segunda às nove. Gonzalo me disse que sexta-feira o pessoal saía às duas e meia da tarde, quando calculou que não tinha mais ninguém, avisou a segurança para não incomodarem ele e na hora me puxou, tirou toda minha roupa, e começou a me beijar toda, enquanto me dizia que não queria problemas, que eu era menor de idade e coisas assim, eu fiquei louca com os beijos dele, os carinhos, estava super Quente, ele apertava meus peitos, percebeu que nunca um homem tinha me tocado (sabem, até hoje na minha casa acham que sou virgem, pura e casta), eu queria que ele metesse a pica, mas ele só me tocava e me beijava, de repente, começou a chupar meus mamilos com muita força e a morder. Quando reclamei, ele disse: "Não, que é muito mulher, as putas aguentam isso e mais, então se você diz que sim, continuo". Eu falei "sim, sim, sim, quero". Ele me mordeu de novo forte e disse: "Vou te marcar pra saberem quem é seu dono", e ficava chupando e mordendo bem forte. Senti a pica dele endurecer e toquei nela por cima da calça. Ele perguntou: "Quer tocar nela?" Tirou a calça e deixou eu ver e tocar. Tem uma pica grande, tipo 23 por uns 9 centímetros, mmmmmm hoje sei que é deliciosa, já me arrombou o cu muitas vezes. Ele quis que eu chupasse ela, mas não consegui, me deu nojo. Ele riu de mim e disse: "Dá pra ver que você é uma menina". Me deitou na mesa dele, abriu minhas pernas e começou a me masturbar com os dedos. Eu gozei na hora, igual louca, gritava de prazer. Depois me masturbou com a boca, com a língua, mmmmm deliciosoooooso. De repente, mordeu meu clitóris, uau, outra explosão da minha parte, foi de prazer e dor, porque ele mordia forte. Mmm, ele disse: "Sim, sim, vou te ensinar a ser minha putinha, quer?" Eu falei que sim, que me ensinasse. A partir daquele dia, começou o treinamento. Ele me ensinou de tudo e me fez fazer de tudo, só não meteu a pica em mim até o dia que fiz 15 anos, era só com dedos, língua, dentes, mãos. Mas nesse tempo eu aprendi a chupar a pica dele, mmm, cada dia ele me deixava mais e mais viciada numa pica gostosa. No começo, me dava muito nojo, vomitava e tal, mas ele me obrigava até que consegui chupar do jeito que ele gosta. Outra hora conto pra vocês as coisas que fizemos e como aos poucos me tornei uma grande viciada em pica e sexo. Mas agora digo: segundo eu, minha família não o conhecia, nunca tinha visto ele perto dos meus pais ou da minha família, mas um Dia, mais ou menos um mês depois que fiz 15 anos, numa festa que teve no clube esportivo, acontece que eles realmente se conhecem e já fizeram alguns negócios juntos. Depois que cumprimentei todo mundo, meus pais me apresentaram pra ele. Ele me cumprimentou bem formal e foi embora. Pouco depois, passou perto de mim e falou: "te espero nos vestiários daqui a meia hora". Mmmmm, fiquei super nervosa com meus pais ali, mas não podia perder aquela oportunidade. Depois conto mais pra vocês. Obrigada, não vão se arrepender de me ler. MEU DELÍRIO SÃO OS COROAS II De novo com vocês, bom, como eu disse, ele me chamou nos vestiários. Tava super nervosa, meus pais e outros parentes estavam na festa, e a esposa do Gonzalo também tava lá, mas eu tinha que ir. Então, assim que pude, fui me esgueirando em direção aos vestiários do clube, tomando cuidado pra meus pais não perceberem pra onde eu tava indo. Quando saí pros jardins, em vários cantos tinha casais se pegando e transando gostoso pra caralho. Segui em frente. Quando quase chegava nos vestiários, um cara que eu não conhecia se aproximou e falou: "O senhor Gonzalo mandou eu te seguir". Comecei a tremer, não sabia quem era. Um cara muito alto, forte, uns 40 anos, feio, mas eu gostei pra caralho dele. Depois descobri que se chamava Salvador. Segui ele, e ele me levou perto das cabanas onde guardam as ferramentas de cuidar do clube. Quando chegamos, Gonzalo falou pra Salvador ficar esperto: se visse a esposa dele ou meus pais, avisasse na hora. Ele me enfiou numa das cabanas e começou a me beijar na hora, apalpando meu corpo todo, enfiando as mãos por baixo da minha saia. Eu tava usando um vestido azul curtinho, meio colado, sem costas, sem sutiã, só com meu fio dental. Ele arrancou minha calcinha na hora e enfiou os dedos na minha buceta. Sentiu que eu já tava toda molhada, porque todo aquele perigo me deixou com muito tesão. Ele falou: "Você é uma putinha, olha como você tá, uma putinha gostosa, eu te adoro e hoje você vai saber quem manda em você", enquanto enfiava os dedos fundo em mim. panochita, eu sentia que estava derretendo, aí ele abaixou a parte de cima do meu vestido e começou a chupar e morder meus bicos, ele sugava, com a ponta dos dentes pegava meu bico e puxava forte, sabia que aquilo doía e eu gritei de dor, ele disse "aguenta, vagabunda, você sabe que isso me enlouquece e quero fazer muito, não grite alto, podem nos ouvir", e continuou mordendo e chupando meus bicos, enquanto uma das mãos dele continuava me masturbando e fez eu gozar super rápido, ele continuou me insultando, dizendo "viu, putinha, como você não vive sem seu dono, viu como gosta de ser comida?", ele levantou minha saia enquanto me virava, me dobrou sobre uma mesa que tinha naquele lugar, abriu minhas nádegas e começou a chupar e lamber meu cu, uauauau que gostoso, eu dava gritos de prazer, era delicioso, nunca tinha feito isso comigo, depois ele enfiou um dedo e começou a me masturbar, doía um pouco mas eu gostava pra caralho, aí eu dei um grito grande porque ele enfiou outro dedo, tudo ele fazia devagar e dizia "calma, puta, calma, logo você vai saber o que é delicioso, calma, sua putinha, logo você vai pedir clemência e saber quem manda em você", e continuava enfiando e tirando dois dedos do meu cu, ele parou e apertou meus bicos por trás com muita força, eu sentia o pau dele nas minhas nádegas, duro, muito duro, sentia ele apertando e roçando minhas nádegas e tentando entrar no meu cu, ele investia pra tentar enfiar, num determinado momento apertou muito, muito forte meus bicos, senti uma dor tão forte que gritei que nem uma louca de dor, mas não sabia de onde vinha a dor, se dos meus bicos ou do meu cu que estava completamente enfiado no pau do Gonzalo, ele tinha cravado o pau até o fundo de uma só estocada, doía pra caralho, eu pedia pra ele tirar, pra não fazer mais, mas ele só ria que nem um louco e dizia "não, que muito puta, não, que você gosta do meu pau, olha como meu pau acabou de arrebentar seu cu, você é uma putinha vagabunda e tem uma bunda maravilhosa Acabei de gozar, hmm, que gostoso, você tá bem apertadinho. Eu chorava de dor, mas ele não parava de apertar meus peitos e começou a bombar minha bunda. Primeiro foi devagar, bem devagar, de repente sentia que tava saindo e pensei: "já vou ficar em paz". Mas aí senti ele me enfiar de novo com força, afundando tudo na minha bunda, e me fez gritar de novo. O filho da puta me partia ao meio e doía pra caralho. Ele recomeçou a bombar, mas agora era frenético, e a cada vez mais forte. Eu sentia que minhas pernas não aguentavam, só tava de pé porque tava apoiada na mesa, aguentando a porrada que ele dava com o pau na minha bunda. Sentia os ovos dele batendo nas minhas nádegas. Aos poucos, a dor foi diminuindo, comecei a ficar excitada e fiquei muito puta. Pensei: "finalmente tenho um pau dentro de mim". Sim, sim, que gostoso, adorei, mesmo ainda doendo pra caralho. De repente, Gonzalo me enfiou com força e não tirou mais. Senti ele gozando dentro de mim, um jato de porra encheu meu cu, quente. Isso fez eu dar um grito e gozar deliciosamente. Ficou assim por um momento, depois ele tirou e disse: "E aí, putinha, gostou?" Eu não conseguia me mexer, tremia toda. Ele me puxou pelo cabelo e disse: "Agora termina seu trabalho, limpa meu pau". Me fez ajoelhar e lamber e limpar ele. Senti muito nojo, mas ele me obrigou, puxando meu cabelo. Quando viu que tava quase limpo, disse: "Chega, puta, não quero que ele suba de novo, temos que voltar pra festa". Me empurrou pro lado, arrumou a roupa dele, me deu um guardanapo e disse: "Se limpa bem, vai no banheiro e se lava um pouco. Daqui a pouco te vejo com seus pais na festa." Saí de lá, corri pro banheiro, me lavei como pude e me arrumei um pouco. Voltei pra festa, sentia meus peitos e meu cu doendo. Tinha que sorrir pra ninguém desconfiar de nada. Além disso, não tava de calcinha, porque Gonzalo tinha rasgado ela. Umas horas depois, na festa, junto com a esposa dele, ele apareceu do nada com a minha. Família, troco uma ideia com eles e falo que eu era uma menina muito gostosa e que eles deviam cuidar bem de mim. Meu pai convidou eles pra sentar na nossa mesa e tomar um drink, eles sentaram. Minha mãe mandou eu sentar do lado deles, mas eu não queria sentar, tava doendo pra caralho. Gonzalo rapidinho falou: "Claro, gata, vem aqui do nosso lado, cabe sim", e puxou uma cadeira perto dele. Sentei com todo cuidado, ele só riu e falou bem baixinho: "Tá doendo, né, puta?"
Minha família e eu fomos embora umas 4 da manhã do baile. Umas 5 da manhã recebi uma mensagem no celular dizendo que eu era a melhor das putas, que sabia que eu tinha curtido e que me esperava na segunda na saída do colégio, que ficasse esperta porque ele ia buscar no carro dele, que inventasse alguma coisa pros meus pais pra poder chegar em casa só de noite. No dia seguinte, domingo, eu não queria nem me mexer, tava doendo muito minha bunda. Por sorte, meus pais falaram que iam viajar a negócios, que pegariam o avião das 8 da noite no mesmo dia, que eu me comportasse, que não queriam reclamação da gente, que já sabíamos nossas obrigações e que obedecesse, que avisasse se precisasse ficar mais tempo na escola ou na cidade onde a gente estuda. Então, pra segunda-feira, já tava tudo pronto, sem problemas.
Espero um pouquinho ou amanhã contar como foi. Tomara que comentem no meu e-mail se gostam dos meus relatos. E sabe de uma coisa? Tudo isso que tô contando eu vivi, claro que mudei alguns nomes e palavras porque tem coisa que não lembro direito, já faz uns 6 anos. Até logo.
MEU DELÍRIO SÃO OS COROAS III
Olá, tô aqui de novo pra contar mais um dos meus relatos. Queria saber se vocês preferem que eu continue contando na ordem do passado até hoje ou se preferem que eu conte os relatos misturados, tipo coisas de antes e o que vivo agora. Vocês me falam no meu e-mail, espero os comentários.
Bom, então chegou... Na segunda-feira, entro no colégio às sete e meia. Minha casa fica a uns 40 quilômetros da cidade onde fica a escola, então, quando meus pais não estão, um motorista leva eu e meus dois irmãos mais novos. Eles estudam em outra escola, que fica a uns dez minutos de onde eu estudo. Passo a manhã inteira, e a cada momento eu ficava mais nervosa. Como eu disse, meus pais viajaram. Avisei a pessoa que cuida da gente que ia chegar tarde, porque tinha muita lição e algumas eram maquetes que íamos fazer na casa de uma colega e na escola. Disse que eu ligaria pra alguém ir me buscar, ou que alguém me daria uma carona. Então, tava com problema de horário. Às vezes já aconteceu de eu ter que dormir fora porque a gente termina tarde o trabalho. Pra isso, meus pais têm um apê pequeno na praia, onde a gente dorme quando precisa.
Quando tocou o sinal do fim da aula, senti minhas pernas tremendo. Tava morrendo de ansiedade pra sair, mas tava com medo, porque ainda doía muito minha bunda, meus mamilos e meus peitos estavam todos vermelhos e cheios de chupões. Era excitante ver eles. Quando saí da escola, não vi o carro do Gonzalo. Esperei um pouco, aí tocou uma ligação no meu celular. Era ele, dizendo que tava a duas quadras de distância me esperando, pra eu me apressar. Fui rápido até onde ele tava. Quando cheguei perto do carro, uma das portas de trás se abriu. Entrei e vi que o Gonzalo tava sentado ali, e que o Salvador era o motorista dele. Foi assim que ele me apresentou. Também disse que o motorista ia passar por mim algumas vezes, que ele me avisaria pra eu conhecê-lo bem.
A gente andou um pouco. Todos os vidros são escuros, então ninguém nos via. Na hora, ele me sentou no colo dele e disse: "E aí, como tá minha putinha gostosa? Como tá essa bunda?" E começou a rir. Começou a me beijar e a meter a mão em todo lugar. Eu tava com vergonha por causa do Salvador, mas o Gonzalo não tava nem aí. Ele me xingava porque eu não deixava ele me tocar, já que o motorista tava vendo. Quando ele se irritou, falou: "Tá bom, putinha, fica quieta aí. Eu faço o que eu quiser. que quero e onde quero, e tiro a blusa e o sutiã. Ele viu meus peitos todos vermelhos e mordiscados, e gritando disse: "Siiiiiiim, minha marca tá na minha putinha, você me encanta, Foxy safada, olha que delícia". E voltou a mamar e chupar meus peitos. Doíam muito, eu reclamava e pedia pra ele ir devagar, mas ele não ligou e fazia com força. De repente, ele parou e disse pro motorista: "Pega a estrada, uma viagem longa, quero curtir minha Foxy aqui, abusado, não vai bater". E começou a rir. Depois disso, ele tirou toda minha roupa e começou a me lamber inteira, enquanto também me mordia, e dizia: "Você é uma deliciosa puta, me encanta, me deixa louco, não vou parar com você até virar uma viciada em pica". E me beijava por todo lado. Depois, tirou de uma maleta uns apetrechos que hoje sei que são dildos, tinha de todos os tamanhos e formas, e outras coisas que ele chamava de "meus brinquedinhos". Separou um de tamanho médio, não muito grande, e outros dois bem pequenininhos. Aí me deitou no banco do carro e colocou os dois pequeninos nos meus mamilos. Como meus mamilos estavam muito machucados, doía pra caralho. Gonzalo se divertia com isso e ria muito. Depois, me levantou e me deitou de bruços sobre as pernas dele, e com as mãos começou a me dar palmadas muito fortes na bunda. Doía, e eu gritava. Consegui ver Salvador pelo espelho retrovisor, tentando não perder nenhum detalhe. Quando ele cansou de me bater, abriu minhas nádegas e começou a masturbar meu cu. Enfiava os dedos e tirava. Eu não queria, porque ainda doía muito, mas ele não me deixava em paz um minuto. De repente, senti ele enfiar no meu cu o dildo maior. Enfiou com muita força, dizendo: "Pra você virar uma boa puta e se acostumar quem manda em você". Dei um grito enorme quando senti ele todo lá dentro. Pedia pra ele tirar, mas ele não ligou. Me deitou de novo no banco, de barriga pra cima, e ligou a vibração nos que estavam nos meus mamilos. Doía pra caralho. mas me excito pra caralho, sentir minha bunda cheia e sentir como eles se mexiam nos meus mamilos me deixou muito molhada, ele abriu minhas pernas e enfiou a cara na minha bucetinha, uau que delícia era de louco, ele começou a me masturbar com a língua e os dentes, eu sentia ele enfiando a língua, eu gritava mas agora de prazer e ele a cada momento mordia meu clitóris mais forte e abria muito meus lábios enfiando a língua, eu me contorcia de prazer e gemia e gritava que era gostoso pra caralho que ele fizesse mais e mais. Quando levantei os olhos vi que Salvador tentava ver tudo, percebi que ele se masturbava e fiquei olhando pra ele, ele via meus olhos de luxúria e tesão do que Gonzalo tava fazendo comigo, de repente gozei super forte na cara do Gonzalo, ele gritava assim foxy, assim que se faz, muito bem sua puta de merda já tá aprendendo, você é uma grande puta puta, sisisiis. Depois ele me limpou com a língua e de novo começou a me masturbar quando viu que eu tava ficando com tesão de novo ele parou e disse já chegou sua hora hoje você vai saber quem é seu dono, sua puta, ele tirou a pica, tava bem dura, dava pra ver as veias e a ponta brilhava muito, tinha uma cabeça que naquele momento eu vi bem grande, na hora ele abriu mais minhas pernas e colocou na minha buceta e foi enfiando até eu gritar, aí ele ficou como louco e enfiou de uma vez só, colocando ela toda dentro de mim, eu chorava de dor mas também senti muito prazer, me excitava sentir ele dentro de mim, sentir os vibradores nos meus mamilos e o dildo que tava no meu cu, ele começou a meter e tirar enquanto me dizia é isso que você queria sua puta, filha da puta conseguiu o que queria, conseguiu que eu enfiasse a pica como você me viu fazer naquela foxy anos atrás, você gosta sua safada, me fala se você gosta, e ele bombava mais forte entrando e saindo cada vez mais forte, continuou me insultando, nisso sentimos que a caminhonete deu um tranco forte, Gonzalo ficou puto e falou pro motorista cara eu te falei pra ficar esperto, já sei que você tá com tesão vendo como eu Fode essa puta, mas abusado, né? A desgraçada é uma gostosa do caralho, é uma puta foxi deliciosa, sim sim sim, que gostosa, e continuou enfiando e tirando dentro de mim, deu um grito enorme quando tirou o pau e me banhou toda de porra, acertou na barriga, nos peitos, na cara, me encheu de porra por todo lado, e gritava que delícia, sua filha da puta, sua puta gostosa do caralho, sim sim sim, já tenho uma puta de graça e vou te mostrar tudo, vou te aproveitar ao máximo, puta de merda, você vai saber o que é um homem de verdade. Salvador não parava de me olhar com cara de tesão e desejo, como eu disse, ele é um cara muito alto, forte, feio, mas tem um corpaço e transpira luxúria por todos os lados, principalmente por ser mais velho. Quando Gonzalo terminou, ele se limpou, tirou os vibradores de mim e me limpou, mandou eu me vestir que ia me levar pra comprar uns brinquedos, perguntou pro motorista onde a gente tava, ele respondeu que a umas meia hora de Cancún, ele achou ótimo e mandou a gente ir pra loja que ele já conhecia. - Quando chegamos na loja, a gente desceu, era uma sex shop onde ele era conhecido, pediu um reservado porque disse que não queria problemas já que eu era menor de idade, no reservado ele mandou eu tirar a roupa porque queria que eu modelasse umas coisinhas e pediu pra colocarem um filme pornô enquanto traziam roupas, brinquedos e umas bebidas que ele pediu, chamou Salvador pra entrar e dar opinião sobre o que ficava melhor em mim, os caras da sex shop não tiravam os olhos de mim e viam como meus peitos estavam vermelhos e mordidos, assim como minha bunda, viam como ele dava mais tapas e apertava meus bicos ou enfiava os dedos na minha buceta, mandou eu experimentar lingerie fina muito safada e outras bem vulgares, depois trouxeram um body de couro cheio de tirinhas com uma coleira igual as que as escravas usam, ele gostou de como eu fiquei, mandou eu deixar aquilo vestido, me comprou sapatos bem altos e alguns brinquedos que ele gostou e que ele Recomendaram na loja, assim vestida com o body de couro ele me tirou de lá e fomos de novo no carro rumo à praia. Chegamos lá umas 7 ou 8 da noite, ele mandou eu avisar em casa que chegaria umas doze ou talvez só no dia seguinte, depois disse pro Salvador nos levar pro apê na orla que ele já sabia qual era, mas isso eu conto amanhã, obrigada e espero que tenham gostado.
MEU DELÍRIO SÃO OS COROAS IV.
Olá, como vocês estão? Espero que continuem curtindo os relatos deliciosíssimos que tem nessa página, como eu disse, amo eles.
Lembram de mim, né? Me chamo Vanessa del Carmen, meu e-mail é linda_vanessita_1@hotmail.com, continuo aproveitando o sexo ao máximo, como já contei, adoro e sou uma viciada em cocks yummy.
No meu relato anterior, contei como meteram pela primeira vez uma yummy cock que me fez enlouquecer de prazer e luxúria, e depois de uma tarde intensa, o motorista do Gonzalo nos levou pro apê que ele tem na beira da praia, mmmm aquele dia continuou meu “martírio” hahahaha claro, no começo, porque depois a única coisa que eu queria era que continuassem me dando tasty, e não parassem de me foder, mas enfim, vou contar.
Chegamos no apartamento, é muito lindo e luxuoso, fica no último andar e é todo adaptado pras perversões e safadezas do Gonzalo. Ao chegar, ele serviu uma taça, colocou música e dançamos um pouco, depois mandou eu me despir que íamos nadar um pouco. Nunca tinha ficado nua numa piscina, é delicioso, recomendo muito. Brincamos um tempo até o Salvador chegar com o jantar. Estávamos com muita fome de tanto exercício. Nessa época eu não bebia nada de álcool, então só tomei refrigerante, embora tenha dado vontade de provar o vinho que eles tomavam. Como estávamos pelados, o Salvador não tirava os olhos dos meus peitos e da minha bunda, me olhava com muita luxúria, o Gonzalo percebia e só ria; depois ele falou “vem cá, slut, chega perto de mim”. Quando fiquei junto dele, ele encheu meus peitos de vinho e começou... a limpar eles com a língua e dizia que estava uma delícia, assim, aos poucos, foi colocando vinho em todo lugar e me lambia gostoso, me deixava muito tesuda, me deitou na mesa de centro, abriu minhas pernas, me encheu de vinho e começou a me limpar com a língua, era de louco, eu comecei a gemer, pedindo mais, ele me dizia calma, falta muito, continuou brincando com meu corpo e me enchendo de vinho, fez o mesmo com minha bunda e chupava delicioso. De repente, Salvador disse: "Senhor, preciso ir, já deixei tudo pronto." Ele respondeu que agradecia, mas que não, que ficasse para o que precisasse. Eu me levantei da mesa e ele me levou para um quarto lindo, uma cama enorme, mas minha surpresa foi ver as roupas que comprou pra mim e os brinquedos do sex shop. Ele disse: "Vamos testar tudo", e me puxou forte pelo cabelo e me jogou na cama, ao mesmo tempo que gritava: "Cala a boca, slut. A partir de agora, você não tem direito de dizer nada, só quando seu macho mandar." Me puxou para a beirada da cama, levantou minhas pernas, abriu e cravou o pau na minha buceta, começou a bombar devagar, gostoso, aos poucos ia mais e mais forte. Quando percebeu que eu ia gozar, tirou o pau, me virou e começou a me dar palmadas na bunda, enquanto dizia: "Não te ordenei que gozasse, entendeu, slut? Só quando eu mandar." Gritou para Salvador vir ao quarto. Quando entrou, viu que eu estava de bruços, levando palmadas. Ele ordenou que passasse o vibrador grande, pois não queria me soltar. Quando o pegou na mão, enfiou na minha bucetinha e colocou pra trabalhar em velocidade média, continuou me dando tapas. Minha bunda já estava muito vermelha, ardia e doía muito, as lágrimas escorriam da ardência, mas isso me excitava pra caralho, e saber que Salvador via como Gonzalo me usava. Depois de um pequeno silêncio, senti ele abrir minhas nádegas e enfiar um dedo na minha bunda, começou a masturbar, foi se abrindo aos poucos, mas de repente senti ele tentar enfiar algo no meu cu, era frio, não Dava pra ver que era. Como não conseguia enfiar, pediu ajuda pro Salvador. Falei: "abre a bunda dela enquanto eu como ela". Senti pela primeira vez as mãos do Chava no meu corpo — grandes, duras, calejadas, mornas. Senti ele apertando minha bunda, e aquilo me deixou a mil. Queria gozar. Comecei a gemer bem alto enquanto sentia uma bola dura e fria entrando no meu cu. Gonzalo ria, e eu vi o pau dele crescendo de tamanho. Depois senti outra bola, e mais outra. Aí vieram mais tapas na minha bunda, enquanto ele dizia pro Chava: "que puta deliciosa que eu achei. Já vi que você gosta, que te excita pra caralho, igual a mim. Mmm, acho que vamos brincar gostoso com ela. Então aperta a bunda dela com força. Aproveita, cara, agora que você pode."
Chava começou a apertar minha bunda com os dedos. Depois senti os dentes e a língua dele percorrendo minha bunda e minhas costas, enquanto Gonzalo brincava com as bolas no meu cu. Mmm, era delicioso. Chava aproveitou e chupou e lambeu meu corpo inteiro até chegar na minha boca. Enfiou a língua e ficou brincando dentro da minha boca. Que jeito de me beijar — amei. Devagar, foi pegando meus mamilos, apertando e massageando. Apertava gostoso. Gonzalo se afastou e só ficou olhando enquanto ele me chupava, lambia, beijava por todo lado. Aos poucos, as carícias ficaram mais fortes. Ele apertava mais forte e chupava até deixar marca na minha pele. Pegou um dos meus peitos entre os dentes e foi mordiscando, até pegar a pontinha do meu mamilo e morder bem forte. Eu soltei um grito, mas ele não parou de morder. Pelo contrário, puxava ainda mais forte. Gonzalo falou: "finalmente acordou, filho da puta. Pensei que essa puta não te atraía. Vejo que finalmente percebeu o que temos em mãos." Gonzalo tirou as bolas do meu cu de uma vez. Salvador continuava me mordendo. Eu sentia dor, prazer, excitação — tudo.
Chava se despiu, e finalmente vi aquele pau. Mmm, um pouco menor que o do Gonzalo, mas mais grosso, cabeçudo, cheio de veias. Eu queria chupar ele, mas ele não deixava. Senti... Quando o Gonzalo se deitou do meu lado e me puxou de costas pra ele, enfiou a pica no meu cu e ficou paradinho, eu achei que era porque sabia que tava doendo pra caralho, mas aí vejo o Chava subir na cama, puxar minhas pernas, abrir elas e se colocar no meio. Qual não foi minha surpresa quando ele enfiou a pica na minha buceta, eu gritava de dor e prazer, eles começaram a se mexer, era uma loucura. Foi minha primeira dupla penetração, doía muito e eu pedia pra irem devagar, mas em vez disso, era cada vez mais forte. O Chava, ao mesmo tempo, mordia um dos meus peitos bem forte. Aos poucos, fui relaxando e o prazer ficou delicioso. Gozei quase junto com o Gonzalo, mas o Salvador continuou bombando, bem forte. Pedia pra ele parar, que tava doendo, ardendo, que não queria mais ser comida. Ele disse: "puta não fala, cala a boca", até que finalmente gozou dentro de mim. Me jogaram de lado, se levantaram e foram tomar uns drinks. Eu fiquei na cama, toda dolorida e cheia de porra. Daí a pouco pedi pro Gonzalo se podiam me levar pra casa, mas minha surpresa foi grande quando ele disse: "não, ainda não terminamos. Daqui a pouco te levamos, mas ainda falta." Só posso dizer que quando cheguei em casa, mal conseguia me mexer, doía tudo, tudo. Me usaram de mil maneiras, mais duplas penetrações, com dildos, vibradores, bolas — naquela noite conheci vários apetrechos. Quando tavam me levando pra casa, o Gonzalo disse: "agora você já é quase uma puta completa, logo vai saber mais. Espero que tenha gostado. Te ligo amanhã pra ver quando a gente pode se ver." No dia seguinte, nem sei como consegui ir pra escola, doía tudo e não conseguia nem sentar. Pedi pra sair porque tava me sentindo mal e fui pro apartamento dos meus pais. Fiquei lá até umas oito da noite, quando o Gonzalo me acordou e disse: "cadê você, porra? Queria te comer." Falei que não dava, que tava com minha avó, pra me ligar no dia seguinte. Assim passaram vários dias, onde ele me usava e me comia gostoso pra caralho. O Salvador ia me buscar na escola e na... Noite ele me levava pra minha casa, mas chegou um dia em que Salvador foi me buscar na escola, era uma sexta-feira, ele me disse: "O patrão tá te esperando na casa de praia dele". Me deu o body de couro cheio de tirinhas que tinham comprado pra mim e falou: "Ele disse que, como a putinha que você é, quer te ver com isso quando chegar, e com esses sapatos também, então veste tudo enquanto a gente chega lá.
Vocês devem se perguntar por que gosto de maduros. Hummm, vejam bem, quando eu tinha mais ou menos treze anos e meio, no clube esportivo onde a gente vai, depois de jogar uma partida de tênis, nos vestiários, por volta das oito da noite, quando estava trocando de roupa, ouvi uns barulhos estranhos vindos do outro lado de onde eu estava. Subi numa cadeira e, por uma janelinha, vi um homem — na época, e depois descobri, ele tinha 43 anos. Ele estava de costas, eu via as nádegas num vai e vem frenético, se enfiando entre as pernas de uma mulher que estava encostada numa parede, meio sentada num banquinho. Dela, eu via o rosto, que tinha uma cara de luxúria e prazer imensos. Ela gemia e pedia para ele meter mais forte, que precisava mais do pau dele lá dentro, que era delicioso. Esse senhor, a quem vou chamar de Gonzalo, estava comendo aquela mulher. Quando ele se virou... para enfiar o pau dele no cu, vi aquele instrumento lindo, hmmm que gostoso, comecei a me tocar e sentir prazer, aos poucos fui me masturbando mais forte no ritmo que Gonzalo enfiava o pau dele. Tempo depois, soube que Gonzalo tinha me visto me masturbando pelo barulho que eu fazia, mas como me viu muito novinha, não quis se aproximar de mim. Mas ele não contava que eu fiquei louca por ele, queria o pau dele, queria que ele me enfiasse igual fazia com a dona, comecei a persegui-lo, aparecia e me insinuava, um dia na piscina me aproximei e toquei no pau dele, ele me olhou e disse "vejo que você é uma putinha, mas não gosto de tão novinhas, tchau". Fiquei com raiva e triste, mas continuei assim por uns seis meses, quando fiz quatorze me senti muito crescida e um dia, depois de jogar e ir me trocar, encontrei ele indo para os vestiários, ele disse "tchau, putinha", e entrou no masculino. Eu esperei não vir ninguém e entrei devagar, procurei ele e entrei no vestiário, pulei em cima dele e comecei a beijar ele igual uma louca e a tocar no pau dele, que senti ir ficando duro, pedi para ele meter, ele não quis, disse que não queria problemas e ainda mais se eu fosse virgem, pedi de mil jeitos mas ele não quis. Continuei com meu assédio, mas como ele já tinha sentido meu corpo, já não me evitava mais, um dia ele disse "se você quer que eu meta o pau, vai nesse endereço sexta-feira umas duas da tarde". Fiz isso, cheguei e era o escritório dele, eu estava de uniforme do colégio por causa do horário, perguntei por ele e me disseram que era no sexto andar, cheguei e a secretária dele me anunciou enquanto dizia que ele já ia embora, que se viam segunda às nove. Gonzalo me disse que sexta-feira o pessoal saía às duas e meia da tarde, quando calculou que não tinha mais ninguém, avisou a segurança para não incomodarem ele e na hora me puxou, tirou toda minha roupa, e começou a me beijar toda, enquanto me dizia que não queria problemas, que eu era menor de idade e coisas assim, eu fiquei louca com os beijos dele, os carinhos, estava super Quente, ele apertava meus peitos, percebeu que nunca um homem tinha me tocado (sabem, até hoje na minha casa acham que sou virgem, pura e casta), eu queria que ele metesse a pica, mas ele só me tocava e me beijava, de repente, começou a chupar meus mamilos com muita força e a morder. Quando reclamei, ele disse: "Não, que é muito mulher, as putas aguentam isso e mais, então se você diz que sim, continuo". Eu falei "sim, sim, sim, quero". Ele me mordeu de novo forte e disse: "Vou te marcar pra saberem quem é seu dono", e ficava chupando e mordendo bem forte. Senti a pica dele endurecer e toquei nela por cima da calça. Ele perguntou: "Quer tocar nela?" Tirou a calça e deixou eu ver e tocar. Tem uma pica grande, tipo 23 por uns 9 centímetros, mmmmmm hoje sei que é deliciosa, já me arrombou o cu muitas vezes. Ele quis que eu chupasse ela, mas não consegui, me deu nojo. Ele riu de mim e disse: "Dá pra ver que você é uma menina". Me deitou na mesa dele, abriu minhas pernas e começou a me masturbar com os dedos. Eu gozei na hora, igual louca, gritava de prazer. Depois me masturbou com a boca, com a língua, mmmmm deliciosoooooso. De repente, mordeu meu clitóris, uau, outra explosão da minha parte, foi de prazer e dor, porque ele mordia forte. Mmm, ele disse: "Sim, sim, vou te ensinar a ser minha putinha, quer?" Eu falei que sim, que me ensinasse. A partir daquele dia, começou o treinamento. Ele me ensinou de tudo e me fez fazer de tudo, só não meteu a pica em mim até o dia que fiz 15 anos, era só com dedos, língua, dentes, mãos. Mas nesse tempo eu aprendi a chupar a pica dele, mmm, cada dia ele me deixava mais e mais viciada numa pica gostosa. No começo, me dava muito nojo, vomitava e tal, mas ele me obrigava até que consegui chupar do jeito que ele gosta. Outra hora conto pra vocês as coisas que fizemos e como aos poucos me tornei uma grande viciada em pica e sexo. Mas agora digo: segundo eu, minha família não o conhecia, nunca tinha visto ele perto dos meus pais ou da minha família, mas um Dia, mais ou menos um mês depois que fiz 15 anos, numa festa que teve no clube esportivo, acontece que eles realmente se conhecem e já fizeram alguns negócios juntos. Depois que cumprimentei todo mundo, meus pais me apresentaram pra ele. Ele me cumprimentou bem formal e foi embora. Pouco depois, passou perto de mim e falou: "te espero nos vestiários daqui a meia hora". Mmmmm, fiquei super nervosa com meus pais ali, mas não podia perder aquela oportunidade. Depois conto mais pra vocês. Obrigada, não vão se arrepender de me ler. MEU DELÍRIO SÃO OS COROAS II De novo com vocês, bom, como eu disse, ele me chamou nos vestiários. Tava super nervosa, meus pais e outros parentes estavam na festa, e a esposa do Gonzalo também tava lá, mas eu tinha que ir. Então, assim que pude, fui me esgueirando em direção aos vestiários do clube, tomando cuidado pra meus pais não perceberem pra onde eu tava indo. Quando saí pros jardins, em vários cantos tinha casais se pegando e transando gostoso pra caralho. Segui em frente. Quando quase chegava nos vestiários, um cara que eu não conhecia se aproximou e falou: "O senhor Gonzalo mandou eu te seguir". Comecei a tremer, não sabia quem era. Um cara muito alto, forte, uns 40 anos, feio, mas eu gostei pra caralho dele. Depois descobri que se chamava Salvador. Segui ele, e ele me levou perto das cabanas onde guardam as ferramentas de cuidar do clube. Quando chegamos, Gonzalo falou pra Salvador ficar esperto: se visse a esposa dele ou meus pais, avisasse na hora. Ele me enfiou numa das cabanas e começou a me beijar na hora, apalpando meu corpo todo, enfiando as mãos por baixo da minha saia. Eu tava usando um vestido azul curtinho, meio colado, sem costas, sem sutiã, só com meu fio dental. Ele arrancou minha calcinha na hora e enfiou os dedos na minha buceta. Sentiu que eu já tava toda molhada, porque todo aquele perigo me deixou com muito tesão. Ele falou: "Você é uma putinha, olha como você tá, uma putinha gostosa, eu te adoro e hoje você vai saber quem manda em você", enquanto enfiava os dedos fundo em mim. panochita, eu sentia que estava derretendo, aí ele abaixou a parte de cima do meu vestido e começou a chupar e morder meus bicos, ele sugava, com a ponta dos dentes pegava meu bico e puxava forte, sabia que aquilo doía e eu gritei de dor, ele disse "aguenta, vagabunda, você sabe que isso me enlouquece e quero fazer muito, não grite alto, podem nos ouvir", e continuou mordendo e chupando meus bicos, enquanto uma das mãos dele continuava me masturbando e fez eu gozar super rápido, ele continuou me insultando, dizendo "viu, putinha, como você não vive sem seu dono, viu como gosta de ser comida?", ele levantou minha saia enquanto me virava, me dobrou sobre uma mesa que tinha naquele lugar, abriu minhas nádegas e começou a chupar e lamber meu cu, uauauau que gostoso, eu dava gritos de prazer, era delicioso, nunca tinha feito isso comigo, depois ele enfiou um dedo e começou a me masturbar, doía um pouco mas eu gostava pra caralho, aí eu dei um grito grande porque ele enfiou outro dedo, tudo ele fazia devagar e dizia "calma, puta, calma, logo você vai saber o que é delicioso, calma, sua putinha, logo você vai pedir clemência e saber quem manda em você", e continuava enfiando e tirando dois dedos do meu cu, ele parou e apertou meus bicos por trás com muita força, eu sentia o pau dele nas minhas nádegas, duro, muito duro, sentia ele apertando e roçando minhas nádegas e tentando entrar no meu cu, ele investia pra tentar enfiar, num determinado momento apertou muito, muito forte meus bicos, senti uma dor tão forte que gritei que nem uma louca de dor, mas não sabia de onde vinha a dor, se dos meus bicos ou do meu cu que estava completamente enfiado no pau do Gonzalo, ele tinha cravado o pau até o fundo de uma só estocada, doía pra caralho, eu pedia pra ele tirar, pra não fazer mais, mas ele só ria que nem um louco e dizia "não, que muito puta, não, que você gosta do meu pau, olha como meu pau acabou de arrebentar seu cu, você é uma putinha vagabunda e tem uma bunda maravilhosa Acabei de gozar, hmm, que gostoso, você tá bem apertadinho. Eu chorava de dor, mas ele não parava de apertar meus peitos e começou a bombar minha bunda. Primeiro foi devagar, bem devagar, de repente sentia que tava saindo e pensei: "já vou ficar em paz". Mas aí senti ele me enfiar de novo com força, afundando tudo na minha bunda, e me fez gritar de novo. O filho da puta me partia ao meio e doía pra caralho. Ele recomeçou a bombar, mas agora era frenético, e a cada vez mais forte. Eu sentia que minhas pernas não aguentavam, só tava de pé porque tava apoiada na mesa, aguentando a porrada que ele dava com o pau na minha bunda. Sentia os ovos dele batendo nas minhas nádegas. Aos poucos, a dor foi diminuindo, comecei a ficar excitada e fiquei muito puta. Pensei: "finalmente tenho um pau dentro de mim". Sim, sim, que gostoso, adorei, mesmo ainda doendo pra caralho. De repente, Gonzalo me enfiou com força e não tirou mais. Senti ele gozando dentro de mim, um jato de porra encheu meu cu, quente. Isso fez eu dar um grito e gozar deliciosamente. Ficou assim por um momento, depois ele tirou e disse: "E aí, putinha, gostou?" Eu não conseguia me mexer, tremia toda. Ele me puxou pelo cabelo e disse: "Agora termina seu trabalho, limpa meu pau". Me fez ajoelhar e lamber e limpar ele. Senti muito nojo, mas ele me obrigou, puxando meu cabelo. Quando viu que tava quase limpo, disse: "Chega, puta, não quero que ele suba de novo, temos que voltar pra festa". Me empurrou pro lado, arrumou a roupa dele, me deu um guardanapo e disse: "Se limpa bem, vai no banheiro e se lava um pouco. Daqui a pouco te vejo com seus pais na festa." Saí de lá, corri pro banheiro, me lavei como pude e me arrumei um pouco. Voltei pra festa, sentia meus peitos e meu cu doendo. Tinha que sorrir pra ninguém desconfiar de nada. Além disso, não tava de calcinha, porque Gonzalo tinha rasgado ela. Umas horas depois, na festa, junto com a esposa dele, ele apareceu do nada com a minha. Família, troco uma ideia com eles e falo que eu era uma menina muito gostosa e que eles deviam cuidar bem de mim. Meu pai convidou eles pra sentar na nossa mesa e tomar um drink, eles sentaram. Minha mãe mandou eu sentar do lado deles, mas eu não queria sentar, tava doendo pra caralho. Gonzalo rapidinho falou: "Claro, gata, vem aqui do nosso lado, cabe sim", e puxou uma cadeira perto dele. Sentei com todo cuidado, ele só riu e falou bem baixinho: "Tá doendo, né, puta?"
Minha família e eu fomos embora umas 4 da manhã do baile. Umas 5 da manhã recebi uma mensagem no celular dizendo que eu era a melhor das putas, que sabia que eu tinha curtido e que me esperava na segunda na saída do colégio, que ficasse esperta porque ele ia buscar no carro dele, que inventasse alguma coisa pros meus pais pra poder chegar em casa só de noite. No dia seguinte, domingo, eu não queria nem me mexer, tava doendo muito minha bunda. Por sorte, meus pais falaram que iam viajar a negócios, que pegariam o avião das 8 da noite no mesmo dia, que eu me comportasse, que não queriam reclamação da gente, que já sabíamos nossas obrigações e que obedecesse, que avisasse se precisasse ficar mais tempo na escola ou na cidade onde a gente estuda. Então, pra segunda-feira, já tava tudo pronto, sem problemas.
Espero um pouquinho ou amanhã contar como foi. Tomara que comentem no meu e-mail se gostam dos meus relatos. E sabe de uma coisa? Tudo isso que tô contando eu vivi, claro que mudei alguns nomes e palavras porque tem coisa que não lembro direito, já faz uns 6 anos. Até logo.
MEU DELÍRIO SÃO OS COROAS III
Olá, tô aqui de novo pra contar mais um dos meus relatos. Queria saber se vocês preferem que eu continue contando na ordem do passado até hoje ou se preferem que eu conte os relatos misturados, tipo coisas de antes e o que vivo agora. Vocês me falam no meu e-mail, espero os comentários.
Bom, então chegou... Na segunda-feira, entro no colégio às sete e meia. Minha casa fica a uns 40 quilômetros da cidade onde fica a escola, então, quando meus pais não estão, um motorista leva eu e meus dois irmãos mais novos. Eles estudam em outra escola, que fica a uns dez minutos de onde eu estudo. Passo a manhã inteira, e a cada momento eu ficava mais nervosa. Como eu disse, meus pais viajaram. Avisei a pessoa que cuida da gente que ia chegar tarde, porque tinha muita lição e algumas eram maquetes que íamos fazer na casa de uma colega e na escola. Disse que eu ligaria pra alguém ir me buscar, ou que alguém me daria uma carona. Então, tava com problema de horário. Às vezes já aconteceu de eu ter que dormir fora porque a gente termina tarde o trabalho. Pra isso, meus pais têm um apê pequeno na praia, onde a gente dorme quando precisa.
Quando tocou o sinal do fim da aula, senti minhas pernas tremendo. Tava morrendo de ansiedade pra sair, mas tava com medo, porque ainda doía muito minha bunda, meus mamilos e meus peitos estavam todos vermelhos e cheios de chupões. Era excitante ver eles. Quando saí da escola, não vi o carro do Gonzalo. Esperei um pouco, aí tocou uma ligação no meu celular. Era ele, dizendo que tava a duas quadras de distância me esperando, pra eu me apressar. Fui rápido até onde ele tava. Quando cheguei perto do carro, uma das portas de trás se abriu. Entrei e vi que o Gonzalo tava sentado ali, e que o Salvador era o motorista dele. Foi assim que ele me apresentou. Também disse que o motorista ia passar por mim algumas vezes, que ele me avisaria pra eu conhecê-lo bem.
A gente andou um pouco. Todos os vidros são escuros, então ninguém nos via. Na hora, ele me sentou no colo dele e disse: "E aí, como tá minha putinha gostosa? Como tá essa bunda?" E começou a rir. Começou a me beijar e a meter a mão em todo lugar. Eu tava com vergonha por causa do Salvador, mas o Gonzalo não tava nem aí. Ele me xingava porque eu não deixava ele me tocar, já que o motorista tava vendo. Quando ele se irritou, falou: "Tá bom, putinha, fica quieta aí. Eu faço o que eu quiser. que quero e onde quero, e tiro a blusa e o sutiã. Ele viu meus peitos todos vermelhos e mordiscados, e gritando disse: "Siiiiiiim, minha marca tá na minha putinha, você me encanta, Foxy safada, olha que delícia". E voltou a mamar e chupar meus peitos. Doíam muito, eu reclamava e pedia pra ele ir devagar, mas ele não ligou e fazia com força. De repente, ele parou e disse pro motorista: "Pega a estrada, uma viagem longa, quero curtir minha Foxy aqui, abusado, não vai bater". E começou a rir. Depois disso, ele tirou toda minha roupa e começou a me lamber inteira, enquanto também me mordia, e dizia: "Você é uma deliciosa puta, me encanta, me deixa louco, não vou parar com você até virar uma viciada em pica". E me beijava por todo lado. Depois, tirou de uma maleta uns apetrechos que hoje sei que são dildos, tinha de todos os tamanhos e formas, e outras coisas que ele chamava de "meus brinquedinhos". Separou um de tamanho médio, não muito grande, e outros dois bem pequenininhos. Aí me deitou no banco do carro e colocou os dois pequeninos nos meus mamilos. Como meus mamilos estavam muito machucados, doía pra caralho. Gonzalo se divertia com isso e ria muito. Depois, me levantou e me deitou de bruços sobre as pernas dele, e com as mãos começou a me dar palmadas muito fortes na bunda. Doía, e eu gritava. Consegui ver Salvador pelo espelho retrovisor, tentando não perder nenhum detalhe. Quando ele cansou de me bater, abriu minhas nádegas e começou a masturbar meu cu. Enfiava os dedos e tirava. Eu não queria, porque ainda doía muito, mas ele não me deixava em paz um minuto. De repente, senti ele enfiar no meu cu o dildo maior. Enfiou com muita força, dizendo: "Pra você virar uma boa puta e se acostumar quem manda em você". Dei um grito enorme quando senti ele todo lá dentro. Pedia pra ele tirar, mas ele não ligou. Me deitou de novo no banco, de barriga pra cima, e ligou a vibração nos que estavam nos meus mamilos. Doía pra caralho. mas me excito pra caralho, sentir minha bunda cheia e sentir como eles se mexiam nos meus mamilos me deixou muito molhada, ele abriu minhas pernas e enfiou a cara na minha bucetinha, uau que delícia era de louco, ele começou a me masturbar com a língua e os dentes, eu sentia ele enfiando a língua, eu gritava mas agora de prazer e ele a cada momento mordia meu clitóris mais forte e abria muito meus lábios enfiando a língua, eu me contorcia de prazer e gemia e gritava que era gostoso pra caralho que ele fizesse mais e mais. Quando levantei os olhos vi que Salvador tentava ver tudo, percebi que ele se masturbava e fiquei olhando pra ele, ele via meus olhos de luxúria e tesão do que Gonzalo tava fazendo comigo, de repente gozei super forte na cara do Gonzalo, ele gritava assim foxy, assim que se faz, muito bem sua puta de merda já tá aprendendo, você é uma grande puta puta, sisisiis. Depois ele me limpou com a língua e de novo começou a me masturbar quando viu que eu tava ficando com tesão de novo ele parou e disse já chegou sua hora hoje você vai saber quem é seu dono, sua puta, ele tirou a pica, tava bem dura, dava pra ver as veias e a ponta brilhava muito, tinha uma cabeça que naquele momento eu vi bem grande, na hora ele abriu mais minhas pernas e colocou na minha buceta e foi enfiando até eu gritar, aí ele ficou como louco e enfiou de uma vez só, colocando ela toda dentro de mim, eu chorava de dor mas também senti muito prazer, me excitava sentir ele dentro de mim, sentir os vibradores nos meus mamilos e o dildo que tava no meu cu, ele começou a meter e tirar enquanto me dizia é isso que você queria sua puta, filha da puta conseguiu o que queria, conseguiu que eu enfiasse a pica como você me viu fazer naquela foxy anos atrás, você gosta sua safada, me fala se você gosta, e ele bombava mais forte entrando e saindo cada vez mais forte, continuou me insultando, nisso sentimos que a caminhonete deu um tranco forte, Gonzalo ficou puto e falou pro motorista cara eu te falei pra ficar esperto, já sei que você tá com tesão vendo como eu Fode essa puta, mas abusado, né? A desgraçada é uma gostosa do caralho, é uma puta foxi deliciosa, sim sim sim, que gostosa, e continuou enfiando e tirando dentro de mim, deu um grito enorme quando tirou o pau e me banhou toda de porra, acertou na barriga, nos peitos, na cara, me encheu de porra por todo lado, e gritava que delícia, sua filha da puta, sua puta gostosa do caralho, sim sim sim, já tenho uma puta de graça e vou te mostrar tudo, vou te aproveitar ao máximo, puta de merda, você vai saber o que é um homem de verdade. Salvador não parava de me olhar com cara de tesão e desejo, como eu disse, ele é um cara muito alto, forte, feio, mas tem um corpaço e transpira luxúria por todos os lados, principalmente por ser mais velho. Quando Gonzalo terminou, ele se limpou, tirou os vibradores de mim e me limpou, mandou eu me vestir que ia me levar pra comprar uns brinquedos, perguntou pro motorista onde a gente tava, ele respondeu que a umas meia hora de Cancún, ele achou ótimo e mandou a gente ir pra loja que ele já conhecia. - Quando chegamos na loja, a gente desceu, era uma sex shop onde ele era conhecido, pediu um reservado porque disse que não queria problemas já que eu era menor de idade, no reservado ele mandou eu tirar a roupa porque queria que eu modelasse umas coisinhas e pediu pra colocarem um filme pornô enquanto traziam roupas, brinquedos e umas bebidas que ele pediu, chamou Salvador pra entrar e dar opinião sobre o que ficava melhor em mim, os caras da sex shop não tiravam os olhos de mim e viam como meus peitos estavam vermelhos e mordidos, assim como minha bunda, viam como ele dava mais tapas e apertava meus bicos ou enfiava os dedos na minha buceta, mandou eu experimentar lingerie fina muito safada e outras bem vulgares, depois trouxeram um body de couro cheio de tirinhas com uma coleira igual as que as escravas usam, ele gostou de como eu fiquei, mandou eu deixar aquilo vestido, me comprou sapatos bem altos e alguns brinquedos que ele gostou e que ele Recomendaram na loja, assim vestida com o body de couro ele me tirou de lá e fomos de novo no carro rumo à praia. Chegamos lá umas 7 ou 8 da noite, ele mandou eu avisar em casa que chegaria umas doze ou talvez só no dia seguinte, depois disse pro Salvador nos levar pro apê na orla que ele já sabia qual era, mas isso eu conto amanhã, obrigada e espero que tenham gostado.
MEU DELÍRIO SÃO OS COROAS IV.
Olá, como vocês estão? Espero que continuem curtindo os relatos deliciosíssimos que tem nessa página, como eu disse, amo eles.
Lembram de mim, né? Me chamo Vanessa del Carmen, meu e-mail é linda_vanessita_1@hotmail.com, continuo aproveitando o sexo ao máximo, como já contei, adoro e sou uma viciada em cocks yummy.
No meu relato anterior, contei como meteram pela primeira vez uma yummy cock que me fez enlouquecer de prazer e luxúria, e depois de uma tarde intensa, o motorista do Gonzalo nos levou pro apê que ele tem na beira da praia, mmmm aquele dia continuou meu “martírio” hahahaha claro, no começo, porque depois a única coisa que eu queria era que continuassem me dando tasty, e não parassem de me foder, mas enfim, vou contar.
Chegamos no apartamento, é muito lindo e luxuoso, fica no último andar e é todo adaptado pras perversões e safadezas do Gonzalo. Ao chegar, ele serviu uma taça, colocou música e dançamos um pouco, depois mandou eu me despir que íamos nadar um pouco. Nunca tinha ficado nua numa piscina, é delicioso, recomendo muito. Brincamos um tempo até o Salvador chegar com o jantar. Estávamos com muita fome de tanto exercício. Nessa época eu não bebia nada de álcool, então só tomei refrigerante, embora tenha dado vontade de provar o vinho que eles tomavam. Como estávamos pelados, o Salvador não tirava os olhos dos meus peitos e da minha bunda, me olhava com muita luxúria, o Gonzalo percebia e só ria; depois ele falou “vem cá, slut, chega perto de mim”. Quando fiquei junto dele, ele encheu meus peitos de vinho e começou... a limpar eles com a língua e dizia que estava uma delícia, assim, aos poucos, foi colocando vinho em todo lugar e me lambia gostoso, me deixava muito tesuda, me deitou na mesa de centro, abriu minhas pernas, me encheu de vinho e começou a me limpar com a língua, era de louco, eu comecei a gemer, pedindo mais, ele me dizia calma, falta muito, continuou brincando com meu corpo e me enchendo de vinho, fez o mesmo com minha bunda e chupava delicioso. De repente, Salvador disse: "Senhor, preciso ir, já deixei tudo pronto." Ele respondeu que agradecia, mas que não, que ficasse para o que precisasse. Eu me levantei da mesa e ele me levou para um quarto lindo, uma cama enorme, mas minha surpresa foi ver as roupas que comprou pra mim e os brinquedos do sex shop. Ele disse: "Vamos testar tudo", e me puxou forte pelo cabelo e me jogou na cama, ao mesmo tempo que gritava: "Cala a boca, slut. A partir de agora, você não tem direito de dizer nada, só quando seu macho mandar." Me puxou para a beirada da cama, levantou minhas pernas, abriu e cravou o pau na minha buceta, começou a bombar devagar, gostoso, aos poucos ia mais e mais forte. Quando percebeu que eu ia gozar, tirou o pau, me virou e começou a me dar palmadas na bunda, enquanto dizia: "Não te ordenei que gozasse, entendeu, slut? Só quando eu mandar." Gritou para Salvador vir ao quarto. Quando entrou, viu que eu estava de bruços, levando palmadas. Ele ordenou que passasse o vibrador grande, pois não queria me soltar. Quando o pegou na mão, enfiou na minha bucetinha e colocou pra trabalhar em velocidade média, continuou me dando tapas. Minha bunda já estava muito vermelha, ardia e doía muito, as lágrimas escorriam da ardência, mas isso me excitava pra caralho, e saber que Salvador via como Gonzalo me usava. Depois de um pequeno silêncio, senti ele abrir minhas nádegas e enfiar um dedo na minha bunda, começou a masturbar, foi se abrindo aos poucos, mas de repente senti ele tentar enfiar algo no meu cu, era frio, não Dava pra ver que era. Como não conseguia enfiar, pediu ajuda pro Salvador. Falei: "abre a bunda dela enquanto eu como ela". Senti pela primeira vez as mãos do Chava no meu corpo — grandes, duras, calejadas, mornas. Senti ele apertando minha bunda, e aquilo me deixou a mil. Queria gozar. Comecei a gemer bem alto enquanto sentia uma bola dura e fria entrando no meu cu. Gonzalo ria, e eu vi o pau dele crescendo de tamanho. Depois senti outra bola, e mais outra. Aí vieram mais tapas na minha bunda, enquanto ele dizia pro Chava: "que puta deliciosa que eu achei. Já vi que você gosta, que te excita pra caralho, igual a mim. Mmm, acho que vamos brincar gostoso com ela. Então aperta a bunda dela com força. Aproveita, cara, agora que você pode."
Chava começou a apertar minha bunda com os dedos. Depois senti os dentes e a língua dele percorrendo minha bunda e minhas costas, enquanto Gonzalo brincava com as bolas no meu cu. Mmm, era delicioso. Chava aproveitou e chupou e lambeu meu corpo inteiro até chegar na minha boca. Enfiou a língua e ficou brincando dentro da minha boca. Que jeito de me beijar — amei. Devagar, foi pegando meus mamilos, apertando e massageando. Apertava gostoso. Gonzalo se afastou e só ficou olhando enquanto ele me chupava, lambia, beijava por todo lado. Aos poucos, as carícias ficaram mais fortes. Ele apertava mais forte e chupava até deixar marca na minha pele. Pegou um dos meus peitos entre os dentes e foi mordiscando, até pegar a pontinha do meu mamilo e morder bem forte. Eu soltei um grito, mas ele não parou de morder. Pelo contrário, puxava ainda mais forte. Gonzalo falou: "finalmente acordou, filho da puta. Pensei que essa puta não te atraía. Vejo que finalmente percebeu o que temos em mãos." Gonzalo tirou as bolas do meu cu de uma vez. Salvador continuava me mordendo. Eu sentia dor, prazer, excitação — tudo.
Chava se despiu, e finalmente vi aquele pau. Mmm, um pouco menor que o do Gonzalo, mas mais grosso, cabeçudo, cheio de veias. Eu queria chupar ele, mas ele não deixava. Senti... Quando o Gonzalo se deitou do meu lado e me puxou de costas pra ele, enfiou a pica no meu cu e ficou paradinho, eu achei que era porque sabia que tava doendo pra caralho, mas aí vejo o Chava subir na cama, puxar minhas pernas, abrir elas e se colocar no meio. Qual não foi minha surpresa quando ele enfiou a pica na minha buceta, eu gritava de dor e prazer, eles começaram a se mexer, era uma loucura. Foi minha primeira dupla penetração, doía muito e eu pedia pra irem devagar, mas em vez disso, era cada vez mais forte. O Chava, ao mesmo tempo, mordia um dos meus peitos bem forte. Aos poucos, fui relaxando e o prazer ficou delicioso. Gozei quase junto com o Gonzalo, mas o Salvador continuou bombando, bem forte. Pedia pra ele parar, que tava doendo, ardendo, que não queria mais ser comida. Ele disse: "puta não fala, cala a boca", até que finalmente gozou dentro de mim. Me jogaram de lado, se levantaram e foram tomar uns drinks. Eu fiquei na cama, toda dolorida e cheia de porra. Daí a pouco pedi pro Gonzalo se podiam me levar pra casa, mas minha surpresa foi grande quando ele disse: "não, ainda não terminamos. Daqui a pouco te levamos, mas ainda falta." Só posso dizer que quando cheguei em casa, mal conseguia me mexer, doía tudo, tudo. Me usaram de mil maneiras, mais duplas penetrações, com dildos, vibradores, bolas — naquela noite conheci vários apetrechos. Quando tavam me levando pra casa, o Gonzalo disse: "agora você já é quase uma puta completa, logo vai saber mais. Espero que tenha gostado. Te ligo amanhã pra ver quando a gente pode se ver." No dia seguinte, nem sei como consegui ir pra escola, doía tudo e não conseguia nem sentar. Pedi pra sair porque tava me sentindo mal e fui pro apartamento dos meus pais. Fiquei lá até umas oito da noite, quando o Gonzalo me acordou e disse: "cadê você, porra? Queria te comer." Falei que não dava, que tava com minha avó, pra me ligar no dia seguinte. Assim passaram vários dias, onde ele me usava e me comia gostoso pra caralho. O Salvador ia me buscar na escola e na... Noite ele me levava pra minha casa, mas chegou um dia em que Salvador foi me buscar na escola, era uma sexta-feira, ele me disse: "O patrão tá te esperando na casa de praia dele". Me deu o body de couro cheio de tirinhas que tinham comprado pra mim e falou: "Ele disse que, como a putinha que você é, quer te ver com isso quando chegar, e com esses sapatos também, então veste tudo enquanto a gente chega lá.
1 comentários - Meu tesão são os coroas