Com minha mulher pegamos o ônibus para voltar pra casa e, quando subimos na Av. Callao, o ônibus já estava bem cheio. À medida que a gente ia avançando, ele ia enchendo de gente até o ponto de saturação. O certo é que não sei onde um cara entrou, vestido de terno impecável, e se posicionou atrás dela. Eu estava meio distraído quando de repente vejo minha esposa meio estranha, com o rosto evidenciando uma situação anormal. Ao virar levemente a cabeça, vejo o cara de terno que se encostava na minha mulher. Ela estava vestida com uma saia preta não tão curta, chegava quase no joelho; uma blusa branca que deixava transparecer levemente seu sutiã branco. Com sutileza, mas sem conseguir evitar, ela passava as mãos pelos próprios seios, num movimento quase imperceptível pro resto, menos pra mim, que já não perdia detalhes. Em poucos minutos passei do espanto pro incômodo, mas não posso negar que de alguma forma a situação me excitava. A ereção do meu pau era impossível de esconder, parecia querer se sobressair e ser participante de alguma forma. O ônibus percorria rapidamente a Av. Cabildo desviando de carros, táxis e outros veículos que se atravessavam. Os passageiros se moviam e isso era aproveitado por esse cara e minha mulher que, a essa altura, esfregava o volume dele na bunda da minha mulher. No meio de tudo isso, o sujeitinho começa a acariciar as pernas torneadas da minha esposa enquanto ela morde o lábio inferior, tudo sempre sutilmente, percebido só por mim e pelo meu estado de excitação. Depois de um tempo, vejo ela pegar a mão do estranho e levá-la à sua virilha pra que ele a estimule delicadamente. De rabo de olho, ela me observa, percebe que não tiro os olhos deles pra não perder detalhes e me dedica um sorriso com a melhor cara de safada. Sempre com o ônibus cheio, minha mulher começa a fazer movimentos pélvicos e a se mexer num claro sinal de que estava experimentando um orgasmo. Já chegando ao nosso destino, vejo que, como despedida, ela pega com firmeza o o volume do pau daquele estranho. Quando descemos do ônibus, não nos falamos, um silêncio tenso tinha nos invadido. Entramos em casa, empurrei minha mulher contra a parede, levantei a saia dela, arranquei a calcinha fio-dental molhada, tirei meu pau duro e ereto e a penetrei com firmeza.
- Então você gosta que te chamem de puta?! - perguntei com raiva e tesão.
- Ai!!! Vai!!! Bem que você gostou!!! - ela me respondeu com a voz entrecortada.
Minhas mãos a seguravam pela cintura enquanto ela deixava aparecer seus peitos que se refletiam no espelho. Com brutalidade eu estava dando na minha mulher e completando o trabalho que aquele estranho deixou pendente no ônibus. Pouco depois os gritos da minha esposa, produto da excitação e dos seus orgasmos, chamaram a atenção dos meus vizinhos curiosos. Com mais algumas sacudidas eu jorrei um jato de esperma quente dentro da buceta dela.
- Que gostosa, sua puta! Agora a gente continua mais tarde... - eu disse ainda excitado
a gente continuou até bem tarde da noite, não tinha jeito de tirar o tesão.
- Então você gosta que te chamem de puta?! - perguntei com raiva e tesão.
- Ai!!! Vai!!! Bem que você gostou!!! - ela me respondeu com a voz entrecortada.
Minhas mãos a seguravam pela cintura enquanto ela deixava aparecer seus peitos que se refletiam no espelho. Com brutalidade eu estava dando na minha mulher e completando o trabalho que aquele estranho deixou pendente no ônibus. Pouco depois os gritos da minha esposa, produto da excitação e dos seus orgasmos, chamaram a atenção dos meus vizinhos curiosos. Com mais algumas sacudidas eu jorrei um jato de esperma quente dentro da buceta dela.
- Que gostosa, sua puta! Agora a gente continua mais tarde... - eu disse ainda excitado
a gente continuou até bem tarde da noite, não tinha jeito de tirar o tesão.
4 comentários - Ela foi apalpada e acabei comendo ela em casa