Continuação... Assim com a primeira falange do dedo indicador dentro do cu da Sole. WAR: Vamos ver se tem fissura e mete de uma vez até o fundo, os nós dos dedos separavam as nádegas daquele cuzão. Sole: Olha bem, doutor. War: Vocês fazem sexo anal? Usam essa bunda pequena? Sole: Não, doutor, nunca. WAR: É muito comum (tudo com o dedo enfiado no cu da Sole), muitas mulheres sentem rejeição pelo sexo anal. SOLE: Não, eu gosto....... quando era solteira sim, mas o Julito não quer.. A frase da Sole provocou uma reação como quem aperta um interruptor, e deu pra notar. WAR olhou fixo pra ela com o dedo entrando e saindo lentamente do cu da Sole. WAR: Coitadinha..... Julito, você nunca ouviu que grávida não pode ficar com desejo? EU: Doutor, é que eu não gosto ou não consigo. WAR: Vem acariciar a cabeça dela, isso vai ser preciso quando ela tiver contrações e pra isso com certeza você serve, me disse me degradando em uma única frase. Obediente eu vou, ela olha pra ele, agora era o dedo médio entrando e saindo do cu, lento mas violento, firme, brusco. E o polegar do doutor brincando na buceta dela, a masturbava. WAR: Vamos Sole, libera as tensões, relaxa, aproveita. SOLE: Siiiiim, siiiiiim obrigada, obrigada doutor enquanto apertava os dedos dos pés e com as mãos espremia o lençol da maca. Sole cobre o rosto com as duas mãos, estava gozando como uma puta. Eu acariciando a cabeça dela, excitado. O doutor sorrindo. WAR: (tirando a calcinha fio-dental da Sole que estava no bolso do jaleco a consulta toda), joga na barrigona dela e dá um beijo barulhento na planta do pé. Se arruma rápido que já demorei muito com você, me entretive. Nos vemos mês que vem.
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