Presente pra minha prima
No fim de semana passado, meus pais foram convidados pra um almoço em família que ia rolar pra comemorar uma das sobrinhas deles. Como ela mora em outro estado, era difícil pra eles irem por causa da distância e das horas de estrada.
Já era quase meio-dia quando recebi a ligação da minha mãe me falando que eu também tava convidado, e se dava pra gente ir junto, assim ficava mais fácil pra eles e dava pra ir mais de boa. Combinamos o horário que eu passaria pra buscá-los.
No caminho pra casa dela, eu conversava com meus pais sobre como ela sempre tava bem, que tinha muita presença e personalidade, e que eu tinha ouvido falar que ela tava morando sozinha com os filhos há um tempo e tava se virando sem problemas.
Quando cheguei na porta da casa dela, ela saiu pra nos receber. Meus pais entraram na hora enquanto eu estacionava o carro. Ela convidou eles pra entrar e ficou me esperando terminar de estacionar. Sem dúvida, ela fazia jus ao que a gente tava comentando no caminho.
Ela tava linda, com um vestido que destacava os atributos dela de um jeito único. Quando cheguei na porta, ela abriu os braços pra me receber com um abraço. A gente se abraçou bem forte, depois de tantos anos sem se ver. Senti uma alegria tão grande de nos encontrarmos de novo, e a felicidade dela era óbvia. Eu não conseguia parar de olhar pra ela, ela tava tão gostosa, aquele vestido não só destacava os atributos dela.
No abraço, ela deixou eu sentir os peitos dela colados no meu corpo, e eu podia sentir o cheiro da pele dela, tão delicada, um aroma delicioso, doce, e o cabelo dela emoldurava o rosto com aquelas feições sempre finas.
Abraçados, sussurrei no ouvido dela: "Parabéns, você sempre tão gostosa". E a voz dela, meio cortada num sussurro, me agradeceu, soltando um "obrigada por vir, entra, por favor", enquanto virava o corpo pra me mostrar o caminho. Num ato de cavalheirismo, eu deixei ela passar na minha frente, e aí, diante dos meus olhos, um espetáculo maravilhoso: o vestido destacava aquelas cadeironas e, pra minha surpresa, dava pra ver que por baixo ele tava usando uma calcinha minúscula. A sunga que fazia da bunda dela uma obra de arte.
Ela tem tudo no lugar, uns peitos divinos, uns quadris lindos e uma beleza única. Passava tanta coisa pela minha cabeça...
Mal prestava atenção na conversa, tinha toda a minha atenção nela. Cheguei a imaginar que podia levantar naquela hora, arrancar o vestido dela na frente de todo mundo e meter nela. Tinha que tirar a mente desses pensamentos tarados, porque era minha prima que eu tava olhando. Tava na casa dela, com os filhos dela e meus pais.
Era uma loucura só de pensar, mas meu corpo não pensava igual: reagia cada vez que ela passava na minha frente, e meu olhar ficava preso naquela bunda gostosa. Cada vez mais eu queria admirar aquela sunga que tava me deixando doido, fazendo minha calça ficar inchada, e aquilo já tava me dando vergonha.
De repente, ela veio até mim pra me oferecer algo pra beber e, na minha frente, foi instinto: meu olhar parou naqueles peitões enormes que, na minha opinião, queriam ser soltos daquele sutiã que os prendia e que a deixava voluptuosa aos meus olhos. Aquele sutiã, que dava pra ver que era de lingerie fina, tava puxando meu olhar. Quanto mais ela ficava na minha frente, mais sem vergonha eu ficava. Notei que ela me pegou olhando daquele jeito e senti tanta vergonha que queria sair dali na hora.
Pra mim já era muito desconfortável: não conseguia parar de olhar pra ela e de fazer fantasias. Enquanto os outros continuavam conversando, pedi pra ir ao banheiro. Precisava me distrair.
No entanto, foi ela quem me mostrou onde era. Quando levantei, vi que ela percebeu que minha calça deixava à mostra a dureza do meu pau — já tava incontrolável. Envergonhado, entrei rápido no banheiro e tentei me acalmar, molhando o rosto que tava pegando fogo, tanto pela vergonha de ter sido descoberto quanto pela excitação que aquela situação tava me causando.
Envergonhado, voltei pra sala onde todo mundo conversava depois do almoço, tentando achar algo que me distraísse, mas sentia que não me encaixava em lugar nenhum. Conversa, isso estava me consumindo. De repente, perguntei sobre algum programa de TV e surgiu o comentário de que estavam com problemas no sinal de TV por satélite. Vi então a oportunidade de sair dali e consertar um pouco o que tinha acontecido.
Então me ofereci para dar uma olhada na antena, já que eu tinha um pouco de conhecimento sobre essas situações. Minha prima, toda feliz por eu revisar o sinal, me levou até o lugar onde estava a antena, numa parte do terraço da casa dela. No caminho, quis aproveitar para me desculpar pelo ocorrido, pois não tinha sido prudente da minha parte. Ao contrário de demonstrar alguma raiva, ela riu e disse: "Sem problema, eu também vi sua reação, estamos quites. Além disso, você não tem que se desculpar, é natural."
Ela me guiava até o terraço, e para ter acesso tínhamos que subir uma escada. Ela ia na minha frente enquanto conversávamos, e eu aproveitava para continuar admirando aquele rabo lindo dela. De repente, o vestido dela prendeu na ponta do corrimão. Como era um vestido que se amarrava na frente com apenas um laço, ele se abriu na minha frente, deixando à mostra as pernas dela e, principalmente, pude ver aquela calcinha fio-dental linda, bem pequenininha. Quando ela tentou abaixar o vestido rápido, acabou desatando o laço que o mantinha fechado, deixando metade do corpo dela exposto. Minha reação imediata foi querer cobri-la, mas nossas mãos, atrapalhadas pela situação, só pioravam as coisas em vez de ajudar. Fiquei pasmo ao ver aquele corpo tão gostoso, apreciando aquela calcinha que já tinha me deixado louco a tarde inteira. Era um momento maravilhoso. Ela me olhou envergonhada, e eu só parei na frente dela e falei: "Deixa eu te ajudar com isso."
Me inclinei para soltar o vestido de onde tinha prendido, ficando praticamente com o rosto na altura da buceta dela. Meu olhar se fixou naquele ponto, onde dava pra ver o formato exato da virilha dela. Levantei os olhos para o rosto dela, e ela me encarava fixamente, esperando algum movimento da minha parte. Sem conseguir evitar e sem dizer uma palavra, ela colocou a mão na minha cabeça, e eu entendi então o que estava rolando. Ao acontecer, virei meu rosto para suas pernas, começando a beijá-las. Minhas mãos foram direto para suas nádegas, e as mãos dela na minha nuca empurravam meu rosto, esfregando-o na buceta dela. Afastei a minúscula calcinha fio dental e comecei a beijar sua parte íntima. Minha língua procurava abri-la, buscando seu clitóris excitado, que naquele momento estava tão duro. Sua buceta quente e molhada exalava um aroma gostoso e um néctar tão doce que continuei bebendo cada vez com mais e mais força.
Minha língua pressionava cada vez mais forte o clitóris dela, porque cada vez que eu fazia isso, sentia suas pernas tremerem e seus espasmos ficarem mais frequentes. Suas pernas torneadas não deixavam espaço para enfiar mais, e minha língua estava sofrendo para conseguir chupar ela toda.
De repente, ela começou a abrir as pernas e colocou uma delas no meu ombro, permitindo que eu aproveitasse a buceta inteira — um verdadeiro manjar. Minha língua entrava e saía da sua vagina enquanto, com o nariz, eu estimulava o clitóris dela de forma tão intensa que ela chegou ao orgasmo, que foi recebido na minha boca. Continuei chupando ela mais e mais; minha língua limpava toda aquela bagunça causada pelos seus sucos vaginais, de modo que eu alisava seus pelos delicados e seus lábios se abriam para dar passagem ao seu botãozinho rosado tão gostoso. Dava para ouvir risadas e conversas lá embaixo, além de estarmos expostos no terraço, vulneráveis à vista de vizinhos curiosos que pudessem estar por perto. Mas isso não importou; pelo contrário, era excitante, de tal forma que, enquanto eu chupava sua buceta carnuda, ela deixou escapar outro orgasmo, que saiu com tanta força que me pegou de surpresa.
Ela abaixou a perna imediatamente enquanto eu me levantava, e ouvi ela pedindo, em voz baixa, para ser penetrada. Abaixei minha calça na hora, deixando à mostra meu pau, que já queria estar dentro dela. A umidade era muito evidente, e principalmente a firmeza. Sem hesitar, puxei ela contra meu corpo, enfiando todo o meu pau com mais força a cada vez, enquanto ela soltava gemidos abafados. Gemidos me prendiam ainda mais, sentia como ela molhava minha dureza com seus sucos que faziam um som delicioso a cada estocada. Tudo era tão excitante naquele momento. O lugar, as conversas, a cautela, mas era ainda mais ao ver aquele panorama da situação: eu estava comendo minha prima no terraço dela, cercado pelos vizinhos, com nossas famílias presentes. Ela com um visual espetacular, tudo isso na minha cabeça, enquanto sentia meu pau entrando, abrindo caminho pela buceta dela, minhas bolas batendo no clitóris dela, como ela gozava no meu pau já prestes a explodir. Isso deixava ele ainda mais duro. As pernas trêmulas dela perdiam força, de repente um gemido seguido de um orgasmo fez com que eu não aguentasse mais e deixei escapar uma descarga quente dentro dela. Era tão abundante que não sentia quando terminaria. Exaustos, meu pau começou a perder a dureza, sentia como ela o espremia, como se quisesse cada gota dentro dela, até parar de sentir suas pulsações. Então comecei a tirá-lo, enquanto ela respirava ofegante, fazendo uma cara de prazer daquele momento tão gostoso. Mal saí dela e pelas pernas dela escorria todo aquele líquido, produto daquele momento único. Ela tirou a calcinha fio-dental e limpou as pernas com ela. Procurava então como me limpar, pois meu pau ainda estava cheio dos nossos fluidos. Ela me olhou com um olhar sedutor, se inclinou e começou a lamber meu membro, que reagiu de novo. Ela o colocou na boca, enfiando uma e outra vez até deixá-lo intenso de novo. Ela se agarrou no meu pau, já bem duro de novo, chupando ele. Sentia em cada sucção como puxava até minhas bolas por dentro. Depois de um momento, minhas pernas ficaram fracas, sentia que a cabeça do meu pau ficava mais grossa e então, sem me dar tempo, ela me fez gozar na boca dela. Uff, uma delícia. Fiquei surpreso porque, quando ela se levantou, não havia nenhum vestígio do meu gozo, nem no meu pau, nem no rosto dela, nem na boca dela… Aww, experiência única. Ela fechou o vestido enquanto eu subia minha calça, pegou minha mão e descemos de volta pra festa. momentos depois a gente se despediu e eu abracei ela de novo, e enquanto pedia desculpas pelo presente, fui pego de surpresa. Ela respondeu: "Foi o melhor presente, espero que não me decepcione na próxima festa.
No fim de semana passado, meus pais foram convidados pra um almoço em família que ia rolar pra comemorar uma das sobrinhas deles. Como ela mora em outro estado, era difícil pra eles irem por causa da distância e das horas de estrada.
Já era quase meio-dia quando recebi a ligação da minha mãe me falando que eu também tava convidado, e se dava pra gente ir junto, assim ficava mais fácil pra eles e dava pra ir mais de boa. Combinamos o horário que eu passaria pra buscá-los.
No caminho pra casa dela, eu conversava com meus pais sobre como ela sempre tava bem, que tinha muita presença e personalidade, e que eu tinha ouvido falar que ela tava morando sozinha com os filhos há um tempo e tava se virando sem problemas.
Quando cheguei na porta da casa dela, ela saiu pra nos receber. Meus pais entraram na hora enquanto eu estacionava o carro. Ela convidou eles pra entrar e ficou me esperando terminar de estacionar. Sem dúvida, ela fazia jus ao que a gente tava comentando no caminho.
Ela tava linda, com um vestido que destacava os atributos dela de um jeito único. Quando cheguei na porta, ela abriu os braços pra me receber com um abraço. A gente se abraçou bem forte, depois de tantos anos sem se ver. Senti uma alegria tão grande de nos encontrarmos de novo, e a felicidade dela era óbvia. Eu não conseguia parar de olhar pra ela, ela tava tão gostosa, aquele vestido não só destacava os atributos dela.
No abraço, ela deixou eu sentir os peitos dela colados no meu corpo, e eu podia sentir o cheiro da pele dela, tão delicada, um aroma delicioso, doce, e o cabelo dela emoldurava o rosto com aquelas feições sempre finas.
Abraçados, sussurrei no ouvido dela: "Parabéns, você sempre tão gostosa". E a voz dela, meio cortada num sussurro, me agradeceu, soltando um "obrigada por vir, entra, por favor", enquanto virava o corpo pra me mostrar o caminho. Num ato de cavalheirismo, eu deixei ela passar na minha frente, e aí, diante dos meus olhos, um espetáculo maravilhoso: o vestido destacava aquelas cadeironas e, pra minha surpresa, dava pra ver que por baixo ele tava usando uma calcinha minúscula. A sunga que fazia da bunda dela uma obra de arte.
Ela tem tudo no lugar, uns peitos divinos, uns quadris lindos e uma beleza única. Passava tanta coisa pela minha cabeça...
Mal prestava atenção na conversa, tinha toda a minha atenção nela. Cheguei a imaginar que podia levantar naquela hora, arrancar o vestido dela na frente de todo mundo e meter nela. Tinha que tirar a mente desses pensamentos tarados, porque era minha prima que eu tava olhando. Tava na casa dela, com os filhos dela e meus pais.
Era uma loucura só de pensar, mas meu corpo não pensava igual: reagia cada vez que ela passava na minha frente, e meu olhar ficava preso naquela bunda gostosa. Cada vez mais eu queria admirar aquela sunga que tava me deixando doido, fazendo minha calça ficar inchada, e aquilo já tava me dando vergonha.
De repente, ela veio até mim pra me oferecer algo pra beber e, na minha frente, foi instinto: meu olhar parou naqueles peitões enormes que, na minha opinião, queriam ser soltos daquele sutiã que os prendia e que a deixava voluptuosa aos meus olhos. Aquele sutiã, que dava pra ver que era de lingerie fina, tava puxando meu olhar. Quanto mais ela ficava na minha frente, mais sem vergonha eu ficava. Notei que ela me pegou olhando daquele jeito e senti tanta vergonha que queria sair dali na hora.
Pra mim já era muito desconfortável: não conseguia parar de olhar pra ela e de fazer fantasias. Enquanto os outros continuavam conversando, pedi pra ir ao banheiro. Precisava me distrair.
No entanto, foi ela quem me mostrou onde era. Quando levantei, vi que ela percebeu que minha calça deixava à mostra a dureza do meu pau — já tava incontrolável. Envergonhado, entrei rápido no banheiro e tentei me acalmar, molhando o rosto que tava pegando fogo, tanto pela vergonha de ter sido descoberto quanto pela excitação que aquela situação tava me causando.
Envergonhado, voltei pra sala onde todo mundo conversava depois do almoço, tentando achar algo que me distraísse, mas sentia que não me encaixava em lugar nenhum. Conversa, isso estava me consumindo. De repente, perguntei sobre algum programa de TV e surgiu o comentário de que estavam com problemas no sinal de TV por satélite. Vi então a oportunidade de sair dali e consertar um pouco o que tinha acontecido.
Então me ofereci para dar uma olhada na antena, já que eu tinha um pouco de conhecimento sobre essas situações. Minha prima, toda feliz por eu revisar o sinal, me levou até o lugar onde estava a antena, numa parte do terraço da casa dela. No caminho, quis aproveitar para me desculpar pelo ocorrido, pois não tinha sido prudente da minha parte. Ao contrário de demonstrar alguma raiva, ela riu e disse: "Sem problema, eu também vi sua reação, estamos quites. Além disso, você não tem que se desculpar, é natural."
Ela me guiava até o terraço, e para ter acesso tínhamos que subir uma escada. Ela ia na minha frente enquanto conversávamos, e eu aproveitava para continuar admirando aquele rabo lindo dela. De repente, o vestido dela prendeu na ponta do corrimão. Como era um vestido que se amarrava na frente com apenas um laço, ele se abriu na minha frente, deixando à mostra as pernas dela e, principalmente, pude ver aquela calcinha fio-dental linda, bem pequenininha. Quando ela tentou abaixar o vestido rápido, acabou desatando o laço que o mantinha fechado, deixando metade do corpo dela exposto. Minha reação imediata foi querer cobri-la, mas nossas mãos, atrapalhadas pela situação, só pioravam as coisas em vez de ajudar. Fiquei pasmo ao ver aquele corpo tão gostoso, apreciando aquela calcinha que já tinha me deixado louco a tarde inteira. Era um momento maravilhoso. Ela me olhou envergonhada, e eu só parei na frente dela e falei: "Deixa eu te ajudar com isso."
Me inclinei para soltar o vestido de onde tinha prendido, ficando praticamente com o rosto na altura da buceta dela. Meu olhar se fixou naquele ponto, onde dava pra ver o formato exato da virilha dela. Levantei os olhos para o rosto dela, e ela me encarava fixamente, esperando algum movimento da minha parte. Sem conseguir evitar e sem dizer uma palavra, ela colocou a mão na minha cabeça, e eu entendi então o que estava rolando. Ao acontecer, virei meu rosto para suas pernas, começando a beijá-las. Minhas mãos foram direto para suas nádegas, e as mãos dela na minha nuca empurravam meu rosto, esfregando-o na buceta dela. Afastei a minúscula calcinha fio dental e comecei a beijar sua parte íntima. Minha língua procurava abri-la, buscando seu clitóris excitado, que naquele momento estava tão duro. Sua buceta quente e molhada exalava um aroma gostoso e um néctar tão doce que continuei bebendo cada vez com mais e mais força.
Minha língua pressionava cada vez mais forte o clitóris dela, porque cada vez que eu fazia isso, sentia suas pernas tremerem e seus espasmos ficarem mais frequentes. Suas pernas torneadas não deixavam espaço para enfiar mais, e minha língua estava sofrendo para conseguir chupar ela toda.
De repente, ela começou a abrir as pernas e colocou uma delas no meu ombro, permitindo que eu aproveitasse a buceta inteira — um verdadeiro manjar. Minha língua entrava e saía da sua vagina enquanto, com o nariz, eu estimulava o clitóris dela de forma tão intensa que ela chegou ao orgasmo, que foi recebido na minha boca. Continuei chupando ela mais e mais; minha língua limpava toda aquela bagunça causada pelos seus sucos vaginais, de modo que eu alisava seus pelos delicados e seus lábios se abriam para dar passagem ao seu botãozinho rosado tão gostoso. Dava para ouvir risadas e conversas lá embaixo, além de estarmos expostos no terraço, vulneráveis à vista de vizinhos curiosos que pudessem estar por perto. Mas isso não importou; pelo contrário, era excitante, de tal forma que, enquanto eu chupava sua buceta carnuda, ela deixou escapar outro orgasmo, que saiu com tanta força que me pegou de surpresa.
Ela abaixou a perna imediatamente enquanto eu me levantava, e ouvi ela pedindo, em voz baixa, para ser penetrada. Abaixei minha calça na hora, deixando à mostra meu pau, que já queria estar dentro dela. A umidade era muito evidente, e principalmente a firmeza. Sem hesitar, puxei ela contra meu corpo, enfiando todo o meu pau com mais força a cada vez, enquanto ela soltava gemidos abafados. Gemidos me prendiam ainda mais, sentia como ela molhava minha dureza com seus sucos que faziam um som delicioso a cada estocada. Tudo era tão excitante naquele momento. O lugar, as conversas, a cautela, mas era ainda mais ao ver aquele panorama da situação: eu estava comendo minha prima no terraço dela, cercado pelos vizinhos, com nossas famílias presentes. Ela com um visual espetacular, tudo isso na minha cabeça, enquanto sentia meu pau entrando, abrindo caminho pela buceta dela, minhas bolas batendo no clitóris dela, como ela gozava no meu pau já prestes a explodir. Isso deixava ele ainda mais duro. As pernas trêmulas dela perdiam força, de repente um gemido seguido de um orgasmo fez com que eu não aguentasse mais e deixei escapar uma descarga quente dentro dela. Era tão abundante que não sentia quando terminaria. Exaustos, meu pau começou a perder a dureza, sentia como ela o espremia, como se quisesse cada gota dentro dela, até parar de sentir suas pulsações. Então comecei a tirá-lo, enquanto ela respirava ofegante, fazendo uma cara de prazer daquele momento tão gostoso. Mal saí dela e pelas pernas dela escorria todo aquele líquido, produto daquele momento único. Ela tirou a calcinha fio-dental e limpou as pernas com ela. Procurava então como me limpar, pois meu pau ainda estava cheio dos nossos fluidos. Ela me olhou com um olhar sedutor, se inclinou e começou a lamber meu membro, que reagiu de novo. Ela o colocou na boca, enfiando uma e outra vez até deixá-lo intenso de novo. Ela se agarrou no meu pau, já bem duro de novo, chupando ele. Sentia em cada sucção como puxava até minhas bolas por dentro. Depois de um momento, minhas pernas ficaram fracas, sentia que a cabeça do meu pau ficava mais grossa e então, sem me dar tempo, ela me fez gozar na boca dela. Uff, uma delícia. Fiquei surpreso porque, quando ela se levantou, não havia nenhum vestígio do meu gozo, nem no meu pau, nem no rosto dela, nem na boca dela… Aww, experiência única. Ela fechou o vestido enquanto eu subia minha calça, pegou minha mão e descemos de volta pra festa. momentos depois a gente se despediu e eu abracei ela de novo, e enquanto pedia desculpas pelo presente, fui pego de surpresa. Ela respondeu: "Foi o melhor presente, espero que não me decepcione na próxima festa.
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