Deixo aqui uma fantasia que escrevi com a Vicky Xipolitakis. Era uma tarde de verão, com quase 40 graus, e eu tava trampando de pedreiro com meu velho, juntando grana pra comprar um carro. Quando terminei meu turno, falei pro meu pai que ia vazar. Me troquei um pouco e fui pra rua; a calçada tava derretendo. Andei umas duas quadras e não aguentava mais. Parei numa esquina pra comprar uma água num quiosque e, enquanto bebia, um carro parou na minha frente: um Mini Cooper rosa. A janela desceu e lá estava ela, de óculos escuros, a Vicky Xipolitakis. Reconheci na hora.
— Oi, tô procurando uma rua, você pode me ajudar?
Não sabia o que responder. Fiquei paralisado olhando os lábios carnudos dela se mexendo enquanto perguntava.
— Ei! Cê tá dormindo?
— É, acho que sim. Devo estar sonhando com você de novo, Vicky.
— AI, que amor! Jeje. Cê sonha com coisas boas ou são pesadelos?
— As coisas mais gostosas eu só sonho com você, bombom.
— AI, você é um amor! Vem cá, não mordo. Preciso que você me guie.
Cheguei perto e me apoiei na janela aberta. De lá, eu devorava o decote dela, que deixava ver os peitões enormes e bronzeados. Ela tava com um vestido amarelo bem curtinho e justo.
— Que rua cê tá procurando?
— Tô atrás de Sarmiento e Alberdi, mas faz uns 20 minutos que tô dando voltas e não acho.
— Cê não tá longe.
— É que é muito difícil se guiar por aqui — ela disse, mordendo o lábio e fazendo olhar de pidona.
— Bom, se quiser, vou com você pra não se perder.
Ela sorriu de repente e deu uns pulinhos que fizeram os peitos dela pularem pra fora do vestido. Rapidinho, se fez de desentendida e ajeitou.
— Ai, escaparam, jejejeje.
— Pra mim, sem problema.
— Sobe, gostoso.
Ela arrancou e, enquanto eu ia guiando, olhava as pernas e os peitos dela. O rosto não era bonito, era lindo, mas os lábios carnudos que não paravam de falar me deixavam muito excitado. Em menos de dez quadras, já tava marcando. Ela percebeu e me olhou com malícia.
— Aaai, o que é isso aí? bombom. Isso é pra mim. — sim, é toda sua. Não aguentava mais, precisava fazer ela minha, ela leu meu olhar e parou o carro numa rua vazia. — então me dá essa cock — ela disse. Primeiro comi a boca dela e brincava com minha língua, e depois ela automaticamente abaixou minha braguilha, desabotoou e começou a chupar minha cock com força e bem barulhento, engolia, cuspia e levava bem fundo, chupava com muita força mas de um jeito gostoso, era uma profissional. — ai, como eu gosto dessa cock, que yummy que é, é toda minha, não é bombom? — sim, Vicky, é toda sua... — ai, quero que enfie essa cock bem fundo no meu cu, quero essa cock bem grande abrindo minha booty no meio... Ela tirou o vestido e deixou à mostra as tetonas e a pussy depilada e perfeita. — e isso é meu, slut? — sim, é todo seu, papai. Chupei os bicos dos peitos dela e mordia e torcia com os dedos, fazendo ela gritar de prazer — você gosta das minhas tetas? Gosta...? Ela gemia enquanto eu deixava os bicos vermelhos de tanto chupar e morder. Aí desci pra pussy e ela se encostou na porta do carro, levantando as pernas nos meus ombros. E chupei toda a pussy depilada e falei: — vamos pro banco de trás. Ela sorriu pra mim e se levantou, ficou entre os dois bancos inclinada, deixando a bunda aberta na altura do meu rosto. — que slut que você é... — você gosta? — adoro. Enfiei a cara no meio das nádegas grandes dela e chupei o bum, meti uns dedos e ela gemeu, depois passei pra trás com ela e a coloquei de quatro com a cabeça na janela. Comecei a foder a pussy dela e ela gemia e gritava igual uma louca, a temperatura no carro devia estar a 560 graus, nós dois estávamos descontrolados e suados. A pussy dela tava cada vez mais molhada. — ai, gozo, gozo, já, mete assim, mais forte! Gozo na cock, eu tirei e ela respirava ofegante. — gostou, slut? — ai, amei... Não dei descanso, enfiei meus dedos no cu dela e depois coloquei a pica até o fundo. Se antes os gemidos dela eram fortes, agora tinham ficado ainda mais descontrolados. — Mais forte, assim... assim... mete em mim, como eu gosto da sua pica, ai... que grande que ela é... arrebenta meu cu, assim, assim, ai ai ai — As bundas dela batiam cada vez mais forte no meu corpo enquanto eu enfiava no cu dela com raiva, apertava os peitões enormes com as mãos e ela gritava de prazer. Falei que ia gozar e gozei no cu dela com força. Me joguei contra a porta do outro lado, respirando ofegante, ela levou a mão no cu e depois passou os dedos na boca. — Como eu gosto da sua porra, quero mais. Ela se aproximou da minha pica, colocou na boca e começou a chupar de novo, depois de um tempo gozei de novo na boca dela, ela engoliu tudo de uma vez. Ela se jogou em cima de mim e levou os peitos dela na minha boca, eu chupava enquanto com as mãos agarrava a bunda dela e apertava com força. Ela me olhou com um sorriso safado e disse: — Se recupera, gostoso, que o segundo round vem aí. Eu tava pronto pra meter na vicky por horas. Espero que tenham gostado, vou deixar fotos da vicky aqui embaixo.



— Oi, tô procurando uma rua, você pode me ajudar?
Não sabia o que responder. Fiquei paralisado olhando os lábios carnudos dela se mexendo enquanto perguntava.
— Ei! Cê tá dormindo?
— É, acho que sim. Devo estar sonhando com você de novo, Vicky.
— AI, que amor! Jeje. Cê sonha com coisas boas ou são pesadelos?
— As coisas mais gostosas eu só sonho com você, bombom.
— AI, você é um amor! Vem cá, não mordo. Preciso que você me guie.
Cheguei perto e me apoiei na janela aberta. De lá, eu devorava o decote dela, que deixava ver os peitões enormes e bronzeados. Ela tava com um vestido amarelo bem curtinho e justo.
— Que rua cê tá procurando?
— Tô atrás de Sarmiento e Alberdi, mas faz uns 20 minutos que tô dando voltas e não acho.
— Cê não tá longe.
— É que é muito difícil se guiar por aqui — ela disse, mordendo o lábio e fazendo olhar de pidona.
— Bom, se quiser, vou com você pra não se perder.
Ela sorriu de repente e deu uns pulinhos que fizeram os peitos dela pularem pra fora do vestido. Rapidinho, se fez de desentendida e ajeitou.
— Ai, escaparam, jejejeje.
— Pra mim, sem problema.
— Sobe, gostoso.
Ela arrancou e, enquanto eu ia guiando, olhava as pernas e os peitos dela. O rosto não era bonito, era lindo, mas os lábios carnudos que não paravam de falar me deixavam muito excitado. Em menos de dez quadras, já tava marcando. Ela percebeu e me olhou com malícia.
— Aaai, o que é isso aí? bombom. Isso é pra mim. — sim, é toda sua. Não aguentava mais, precisava fazer ela minha, ela leu meu olhar e parou o carro numa rua vazia. — então me dá essa cock — ela disse. Primeiro comi a boca dela e brincava com minha língua, e depois ela automaticamente abaixou minha braguilha, desabotoou e começou a chupar minha cock com força e bem barulhento, engolia, cuspia e levava bem fundo, chupava com muita força mas de um jeito gostoso, era uma profissional. — ai, como eu gosto dessa cock, que yummy que é, é toda minha, não é bombom? — sim, Vicky, é toda sua... — ai, quero que enfie essa cock bem fundo no meu cu, quero essa cock bem grande abrindo minha booty no meio... Ela tirou o vestido e deixou à mostra as tetonas e a pussy depilada e perfeita. — e isso é meu, slut? — sim, é todo seu, papai. Chupei os bicos dos peitos dela e mordia e torcia com os dedos, fazendo ela gritar de prazer — você gosta das minhas tetas? Gosta...? Ela gemia enquanto eu deixava os bicos vermelhos de tanto chupar e morder. Aí desci pra pussy e ela se encostou na porta do carro, levantando as pernas nos meus ombros. E chupei toda a pussy depilada e falei: — vamos pro banco de trás. Ela sorriu pra mim e se levantou, ficou entre os dois bancos inclinada, deixando a bunda aberta na altura do meu rosto. — que slut que você é... — você gosta? — adoro. Enfiei a cara no meio das nádegas grandes dela e chupei o bum, meti uns dedos e ela gemeu, depois passei pra trás com ela e a coloquei de quatro com a cabeça na janela. Comecei a foder a pussy dela e ela gemia e gritava igual uma louca, a temperatura no carro devia estar a 560 graus, nós dois estávamos descontrolados e suados. A pussy dela tava cada vez mais molhada. — ai, gozo, gozo, já, mete assim, mais forte! Gozo na cock, eu tirei e ela respirava ofegante. — gostou, slut? — ai, amei... Não dei descanso, enfiei meus dedos no cu dela e depois coloquei a pica até o fundo. Se antes os gemidos dela eram fortes, agora tinham ficado ainda mais descontrolados. — Mais forte, assim... assim... mete em mim, como eu gosto da sua pica, ai... que grande que ela é... arrebenta meu cu, assim, assim, ai ai ai — As bundas dela batiam cada vez mais forte no meu corpo enquanto eu enfiava no cu dela com raiva, apertava os peitões enormes com as mãos e ela gritava de prazer. Falei que ia gozar e gozei no cu dela com força. Me joguei contra a porta do outro lado, respirando ofegante, ela levou a mão no cu e depois passou os dedos na boca. — Como eu gosto da sua porra, quero mais. Ela se aproximou da minha pica, colocou na boca e começou a chupar de novo, depois de um tempo gozei de novo na boca dela, ela engoliu tudo de uma vez. Ela se jogou em cima de mim e levou os peitos dela na minha boca, eu chupava enquanto com as mãos agarrava a bunda dela e apertava com força. Ela me olhou com um sorriso safado e disse: — Se recupera, gostoso, que o segundo round vem aí. Eu tava pronto pra meter na vicky por horas. Espero que tenham gostado, vou deixar fotos da vicky aqui embaixo.




1 comentários - Minha aventura incrível com a Vicky Xipolitakis