Depois daquela noite com minha sogra, chegou o aniversário da Maria, a puta da minha cunhada. Quando acordei, minha namorada, minha sogra e os irmãozinhos mais novos já tinham saído de casa, só a Maria estava me esperando sentada na sala, com o cabelo preso, os óculos que ela sempre esquecia de usar, uma calça jeans e um suéter leve. — Bom dia, Mari, feliz aniversário. — falei antes de pegar na cara dela e beijar ela com gosto — Mm, assim que eu gosto, obrigada, cunhado. — ela disse, passando a língua nos lábios — Cadê todo mundo? — Digamos que a velha topou muito fácil me deixar a casa pra realizar minha fantasia depois que eu falei que ia mostrar pra todo mundo a foto da bunda dela escorrendo porra. — ela disse enquanto me mostrava a tal foto, uma foto linda, por sinal. — Pô, foto bonita que você tirou, dá pra ver bem o quão puta a sua mãe é; e me diz, como é essa sua fantasia, puta... — Olha, resumindo bem, EU QUERO QUE VOCÊ ME ESTUPRE, que faça tudo o que quiser comigo, por onde quiser e como quiser. — A gente vai ter 8 horas até a Cami e a minha mãe voltarem, primeiro você vai tomar um banho pra tirar o cheiro de cu da minha mãe, depois eu vou tomar banho, e quando eu sair você pode fazer o que quiser comigo, a gente vai ter uma palavra de segurança, só por precaução, vai ser Temperley, combinado? Assim que terminou de falar essas palavras, olhei pra baixo e vi minha ereção que já tinha crescido só de pensar em tudo que ia fazer com ela. — Acho que sim, vai tomar banho, vai. Assim que saí do banho e ela entrou, começou a preparação. Deixei um conjunto novo de renda azul no banheiro pra ela, fechei as janelas dos quartos, da sala, coloquei as trancas, escondi o lubrificante que pensei em dar de presente numa das gavetas. A Maria saiu do banho, com uma toalha enrolada no corpo, com as tirinhas do sutiã novo aparecendo, e foi pra sala quando não me encontrou. Surpreendi ela pegando pela nuca e fui levando ela pra sala apressando o passo — AI, quem é você? O que cê tá fazendo? Levei ela até a... mesa, puxando ela pra cima, deixando ela com a bunda quase toda de fora e apoiando ela - Vamo ver se a gente se entende, puta, comigo não vem de sonsa, cê sabe bem o que eu quero e o que vou fazer, e você vai colaborar porque senão vai se foder muito. Assim que terminei de falar, tirei a toalha, deixando ela só com o conjunto azul novo, e dei um tapa forte o suficiente pra deixar minha mão marcada - Entendeu, puta? - Sim sim, vou fazer tudo que cê mandar. - Assim que eu gosto, puta. Falei enquanto começava a passar a mão na buceta dela por cima da calcinha fio dental, já molhada. - Humm, por favor, para - Para o quê, caralho, garota. Falei enquanto puxava a calcinha dela pro lado e começava a dedar ela do jeito que eu sei que minha cunhada gosta. Não demorou muito pra ela começar a tremer, virar os olhos e jorrar um jato no chão, me respingando - Aaaah, filho da puta, que merda cê fez comigo? - Como é que cê me chamou? Falei antes de dar mais um tapa na cara dela - Olha a merda que cê fez, me respingou tudo, agora vai ter que pagar, puta do caralho. Ainda fraca do orgasmo, ela se deixa levantar e deitar na mesa da sala onde todo mundo come, deixando a cabeça pendurada. - Agora abre bem a boca e se prepara, puta do caralho. Alinhei meu pau com a boca dela, que ficou na altura perfeita; vi meu pau entrando na boca dela mais uma vez, dessa vez vendo como a garganta dela inchava e ouvindo ela engasgar enquanto meu pau chegava no fundo da garganta; assim comecei a foder a boca dela como se não houvesse amanhã, enquanto apalpava os peitos dela por baixo do sutiã. Não sei quanto tempo fiquei nessa, mas só parei quando gozei dentro, apertando bem o nariz dela contra minhas bolas e o queixo dela contra minha pele, enquanto sentia jorros e jorros saindo do meu pau. Depois que terminei de gozar, tirei meu pau da boca dela e apreciei a cara dela completamente vermelha e destruída, cheia de baba e porra escorrendo da boca. - Ainda nem começamos. Digo enquanto bato na cara dela com meu pau. Contorno a mesa até chegar onde as pernas dela estão penduradas e, sem pedir permissão, abro suas pernas para começar a chupar aquela buceta do jeito que ela gosta, mas com uma veemência que ela nunca tinha visto; seus gemidos inundavam a casa toda. — Aaaah, filha da puta, não aguento mais. — Exclamou enquanto, mais uma vez, tremia, arqueava as costas e gozava, deixando sair um squirt que não hesitei em tomar. Virei ela na mesa, deixando-a de bruços com as pernas penduradas, com a bunda dela à minha inteira disposição. — Chega de preliminares, vêm os pratos fortes. — Procedi a abaixar a calcinha dela, completamente molhada, e a introduzir a cabeça. — Apa, você se faz de difícil, mas olha como você tá, puta de merda. — Não, chega, já não aguento mais, AAAAAH. — Disse quando a interrompi, enfiando meu pau inteiro de uma vez; continuei penetrando ela num ritmo normal, aproveitando aquela buceta que estava melhor do que nunca, mas não era suficiente. Peguei ela pelo cabelo, puxando a cabeça dela para trás. — Vem, puta, abre a boca, diz aaa. — Aaah, aaah, aaa. — Os gemidos escapavam enquanto ela se preparava para receber meus dedos na boca. Assim que tive meus dedos bem banhados na saliva dela, tirei eles da boca para enfiar no cu dela, fazendo ela soltar um gemido enorme que deve ter sido ouvido na quadra inteira. Assim começou a preparação para o grande final. Depois de um tempo, peguei ela pelo cabelo e levantei. — Agora você vai colaborar e vai montar nesse pau como se sua vida dependesse disso, ouviu, puta? — Sim, por favor, não me faz nada. — Dizia ela, colocando em prática seus dotes de atriz. Coloquei ela de frente para mim e tirei o sutiã para chupar aqueles peitos sempre lindos enquanto me sentava e Maria se acomodava em cima do meu pau. Era incrível ouvir ela gemer no meu ouvido enquanto meu pau entrava na minha cunhada. Assim que ela começou a se mexer, meus neurônios derreteram; ela estava mais puta do que nunca, a filha da puta. A buceta movimento, seus gemidos, o balançar daqueles peitos perfeitos e aquela carinha; embora o melhor tenha sido o gritinho e a cara de puta elevada à décima potência que ela fez quando enfiei os dedos de novo no cu dela. Ela continuou gemendo e cavalgando como uma deusa até que eu não aguentei mais, levantei ela, coloquei na mesa e comecei a meter de missionário com alma e vida, até sentir que ela começava a tremer, os gemidos dela já eram gritos de prazer e a buceta dela começava a se contrair, o que deu lugar finalmente à erupção mais uma vez, dessa vez dentro daquela buceta linda. -Aah, já não aguento mais, preciso descansar. Dizia meu brinquedo sem parar de tremer. -Agora eu vou te levar pra descansar, puta, primeiro se limpa. Falei enquanto passava a calcinha fio dental azul nova pra ela -Ahh mas... -Se limpa, eu falei. Afirmei de novo com um grito. Depois que ela terminou de limpar o rio de porra que escorria de dentro dela, peguei ela pelo cabelo, peguei a calcinha fio dental e levei ela pro quarto. Joguei ela na cama deixando ela de barriga pra cima, completamente nua e exausta, me dando uma das melhores vistas da minha vida, mas não era suficiente. -Agora você vai me limpar, cunhada. Assim que essas palavras saíram da minha boca, me posicionei em 69 e enfiei mais uma vez a pica na boca dela, enquanto abria as pernas dela, mas não pra chupar aquela buceta esplêndida, e sim pra chupar aquele cu virgem, aquele cu perfeito que pedia minha pica aos berros, e que agora tinha minha língua lambendo e penetrando enquanto minha pica abafava os gemidos dela. Quando senti que o cu dela tava preparado, virei ela, coloquei de quatro, peguei o lubrificante que tinha escondido antes e passei no cu dela e na minha pica que já tava prestes a explodir de tão dura que tava. -Só peço que você meta devagar. Dizia meu brinquedinho completamente entregue. Antes de começar, coloquei a calcinha fio dental azul dela, toda melada de porra e fluido, na boquinha dela. -Não queremos que os vizinhos ouçam como eu rasgo o cu do meu brinquedo. Sussurrei no ouvido dela. começo a introduzir meu pau naquela bunda, senti como cada centímetro que entrava na minha cunhada era espremido por aquele cu, era de outro mundo, ir aumentando o ritmo conforme ia afrouxando e ouvir os gritos da minha cunhada abafados pela calcinha fio dental. Até que já tava metendo forte e senti que era a hora — Entendeu o que você é agora?? Entendeu ou não?? Gritei enquanto penetrava ela com força e tirava a calcinha da boca dela — SIIM AHHH AHHH. Ela gemia sem parar. — SOU SUA puta, AAAAH SUA puta, AHHHH SEU BRINQUEDO, SOU SUA, AHHH, SOU DO SEU pau AAAH. Gritou de um jeito que até me surpreendeu e concluí que os vizinhos tinham ouvido. Ouvir isso me deixou muito perto do meu limite, então comecei a tocar o clitóris dela pra dar um último orgasmo. Que veio rápido e fez aquela bunda ficar ainda mais apertada que antes, gerando a última erupção — TOMA A porra, TOMA A porra, TOMA A porra puta DO CARALHO. Gritei pra Maria em cada uma das estocadas finais que deram lugar à melhor gozada da minha vida, enquanto ela não parava de gemer e gritar. Aos poucos saíam os últimos fios e os gemidos dela diminuíam devagar. — Igual puta e cu arrombado que sua mãe é, as duas putinhas de merda. Falei enquanto tirava meu pau do cu dela. Depois de tirar meu pau daquele cu lindo, apreciei a vista, minha obra de arte, como tinha ficado destruído e escorrendo porra aquele cu, igual ao da mãe; tirei uma foto, a segunda melhor foto que vi na vida, depois da do cu da mãe dela. Quando ela começou a se recuperar e queria se limpar, minha sogrinha avisou que estavam chegando. Maria foi correndo e mancando pro banheiro quando segurei o braço dela e falei — Você não disse "Temperley" ainda... Ela me olhou sem entender — Eu não mandei você ir pro banheiro, agora por isso você vai ter um castigo. Peguei a calcinha fio dental azul dela, agora cheia de porra, secreção e baba. Ela sozinha entendeu o que fazer, vestiu a calcinha e passou o resto do dia assim, sem dizer a mano, sem querer sentar nem pra comer, e com a tanga manchando a calça dela e me forçando a colocar um vestidinho, que fazia com que toda vez que eu passava perto dela, sem a Camila ver, eu apalpasse ela, no fim das contas ela continuava sendo meu brinquedo. Às 09:12 do dia seguinte, ela disse o seguinte: "Temperley... mas vou continuar sendo sua putinha, sua putinha e seu brinquedo sempre que você quiser". E me deu uma piscada enquanto ia pro quarto.
1 comentários - Presente pra minha cunhada gostosa