Festa de pica no coquetel da firma

Festa de pica no coquetel da firma

menageFesta de verão na empresa da minha esposa. Pra aquele coquetel de encerramento do ano fiscal, fomos convidados e lá fomos nós passar uma noite encantadora. Era a noite ideal pra realizar uma das minhas fantasias com a cumplicidade da minha mulher Frida, que não é outra senão ser um voyeur, mas sem o consentimento da terceira pessoa, nesse caso, do bull. Durante o dia inteiro, eu tava muito tarado, desejando que a noite chegasse pra executar esse plano doentio. Pra isso, Frida vestiu um macacão justíssimo de lycra rosa chiclete, acentuando aquela textura, cada centímetro das suas curvas, e aquele rosa chiclete realçava o moreno da pele dela, já que, como eu disse, tava no auge do verão. Já tô ficando sem adjetivos pra descrever a deusa que tenho como mulher; a exuberância do corpo dela fala por si só, e eu admiti desde o começo que ela ia ser o centro das atenções de todos os colegas e das colegas invejosas também.

Muitos dos colegas dela flertam com ela. Nossa cumplicidade no casamento é total, e ela me conta muitos detalhes picantes que costumam acontecer com frequência no trabalho dela, sabendo que esses detalhes me deixam louco, e as fodas que a gente dá graças a essas histórias são frequentes. Mas eu queria dar um passo além e ser um espectador de luxo de como ela podia realizar o sonho desses possíveis candidatos e fazer um deles levar o prêmio gordo, que é transar com a Frida. Não foi difícil encontrar um candidato; assim que nos integramos na festa, os olhares pra Frida eram gerais. Na verdade, até nos grupinhos de conversa, eu conseguia ler os lábios dos colegas safados comentando o visual que ela tava usando pra festa e que, literalmente, ela tava pedindo pica por onde passava. Esses detalhes eu contava pra Frida, e ela, claro, se exibia pra todo mundo que se aproximava. Mas o melhor veio quando eu tive que me ausentar pra ir ao banheiro, já que, tudo tem seu preço. Pra falar a verdade, comi algo que me caiu muito mal e tive que correr pro banheiro na maior urgência. E justo quando eu tava lá dentro, achando que não tinha mais ninguém no banheiro, o Edu e o Luis, dois colegas de departamento da minha mulher, entraram também pra mijar. E claro, a conversa deles era sobre a Frida...

— "Caralho, Edu, viu o melão que a Frida trouxe hoje? Não sei como o marido dela deixa ela sair assim na rua, tá uma puta promíscua."
— "Pode crer, Luis, que gostosa do caralho, ela tá uma delícia, que coxas, que rabo... hahahahahahaha."

Enquanto isso, os dois mijos ecoavam no mictório de um jeito desgraçado, me avisando das duas ferramentas que eles deviam ter, pelo barulho daqueles jatos de mijo. E esse detalhe me marcou de vez pra contar pra Frida o que eu achava daqueles dois caras. Preciso dizer que eles eram candidatos ideais também, porque os dois são solteiros, não tavam acompanhados na festa, então ninguém ia sentir falta se eles sumissem por um tempo, e os dois, tenho que admitir, são uns caras bem gatos. E segundo minha mulher, eles costumam se gabar de ter comido outras colegas, mas só as solteiras, por isso a resistência em dar em cima da minha mulher, sabendo que ela é casada. Então, só faltava o detalhe de como orquestrar a parada pra induzir eles a arrumar uma desculpa pra ficar a sós e tocar o plano adiante. Outro detalhe que mostra o quanto a Frida é puta e safada é que a gente tinha falado em ficar com um colega... não com dois. Mas quando contei pra ela a história do mijo dos dois, ela disse pra si mesma: "Então com os dois", piscando o olho cúmplice e me dando um beijo na bochecha.

Já com o plano em ação, ela, como chefe do departamento, tinha as chaves do escritório dela, que ocupa um andar inteiro do prédio, com umas janelonas enormes, cobertas por cortinas igualmente enormes, porque naquela hora esses escritórios... Estavam fechadas e eram o lugar perfeito para eu me esconder, já que ela ia levar os dois para o outro lado do escritório, a uns 20 metros de distância — o suficiente para eu ver todos os detalhes do que ia rolar, sem medo de ser descoberto, porque eles iam ficar à vontade, já que a Frida ia trancar o escritório por dentro pra ter total privacidade. Além disso, como era noite e todo mundo tava na festa no hall de entrada da empresa, ninguém ia perceber que podia ter gente lá em cima. Segundo a Frida me contou, foi super fácil levar os dois pra cima, pro escritório, já que ela tinha me deixado antes no meu esconderijo. Não passou nem 10 minutos e eu ouvi a chave do escritório abrindo. Com a desculpa de que precisava urgentemente que os dois assinassem uns documentos, e aproveitando que eles estavam por ali, minha esposa pediu o favor de subirem com ela até o escritório pra rubricar esses papéis. Os dois aceitaram de boa, eu acho, também pelo tesão de se verem sozinhos lá em cima.

Depois que fez eles assinarem aqueles papéis — que, por sinal, não eram necessários, mas foi o motivo pra levar os dois pra cama — a Frida, com uma sensualidade de dar água na boca, falou pros dois:

— "Luis, e aí... Tá gostando do melão que eu trouxe hoje?" — Ela apertou os dois peitos enquanto falava, com o cara olhando besta.

— "Edu, e você? Tá gostando das minhas coxas? E da minha bunda? Tô gostosa pra caralho, não?" — Enquanto falava isso pro Luis, a própria Frida dava uns tapas na própria bunda, que estralava que nem trovão ao bater naquela carne firme protegida pelo macacão de lycra.

— "Desculpa, Frida, como é que pode? Mas já que você falou, é a pura verdade. Cê deixou todo mundo na empresa de pau duro do jeito que você veio hoje, monstra."

Essa resposta do Luis, junto com a insinuação da Frida nos comentários, foi o suficiente pra ela e... sem dizer uma palavra, agarrou com as duas mãos os volumes dos dois e, numa brincadeira sensual, foi buscando primeiro os lábios de Luis e depois os de Edu para iniciar aquela batalha sexual que, cinco minutos antes, suponho que nem imaginariam. Assim, Frida não demorou muito para tirar minha curiosidade enquanto eu estava atrás daquela cortina enorme cor ocre, vendo aquelas duas pirocas que ouvi mijando e que, aos poucos, foram crescendo, já intuindo que o que traziam entre as pernas ambos afirmariam que era tamanho XXL, já que eles, por exigência da festa, estavam de terno e gravata, e suas calças foram crescendo exageradamente na altura da braguilha enquanto Frida continuava com aquele jogo safado de ir acariciando aqueles volumes por cima da calça enquanto beijava, cada vez com mais tesão, a boca dos dois caras.

Num momento, Edu lembrou da minha presença na festa, e Frida respondeu que eu estava numa conversa bem descontraída com o diretor geral da empresa, já que compartilhamos gostos por música clássica, e que aquilo a entediava, preferindo tocar outro tipo de instrumento. Os dois soltaram uma gargalhada enorme e se entregaram a curtir o corpo de Frida. Minha excitação estava no auge, eu já estava com a piroca pra fora, batendo uma, e eles ainda nem tinham tirado a dela. Frida não demorou muito para fazer isso de um jeito bem elegante: subiu até a cintura o vestido justo de lycra, deixando as duas bundonas enormes de fora, para poder se ajoelhar mais facilmente na frente dos dois. Eles reagiram com um "Ooohhh" de surpresa ao ver aquela bunda enorme que, de cócoras, tomava uma forma linda de maçã ou coração. Então Edu abaixou o zíper da calça e sacou o pauzão enorme, tirando qualquer dúvida que eu ainda tivesse ao ouvir a mijada dele: passava de longe um palmo de piroca, mais que a palma aberta da minha mão, dura como aço, e deixou cair na cara de Frida, agarrando a base do pau dele pra bater na cara da Frida com ele enquanto a putinha já colocava a língua pra fora tentando distinguir o gosto do pau dele; Luis não ficou atrás em nenhum sentido e fez exatamente igual ao parceiro, e o que ele tirou da braguilha também era descomunal, acho que dava uns 24 cm de dotação de pau, e dessa vez foi a Frida quem soltou aquele "Ooohhh" de exclamação pelo tamanho dos dois paus...

— "Santa mãe de Deus, se eu soubesse antes que vocês tinham uns paus desse tamanho, tinha devorado eles muito antes"
Ao que Edu respondeu...
— "Se a gente soubesse antes o quão puta e gostosa você é, também teria dado pra você provar, mas o que nos segurava era o fato de você ser casada... O que a gente não sabia era o corno que seu marido deve ser, mas enfim, antes tarde do que nunca, então engole esse pau, chupetinha."

Frida saboreou os paus deles como se fossem sorvete, dando lambidas nas cabecinhas e de vez em quando olhava por trás da cortina pra ver se me adivinhava e cruzava comigo um olhar lascivo, ao que eu respondia balançando a cabeça afirmativamente em sinal de aprovação. Luis ajudou Frida a tirar o zíper do vestido dela pelas costas e, já nua, aproveitou a libertação dos dois melões pra fazer uma punheta entre os peitos dela, cuspindo bastante entre eles pra deslizar o pauzão com facilidade, enquanto Frida se dedicava a dar brilho nas bolas do Edu com o pau dele na cara dela, ocupando quase toda ela por causa do tamanho. Afastando a calcinha fio dental pro lado, Luis começou a provar o néctar que já escorria pelas coxas da Frida, fruto da excitação dela, e com a putaria que a minha mulher tava, desde a primeira lambida ela soltou um gemido prolongado que me deixava cada vez mais e mais tesudo...

— "Aaaaaahhhhhgg Luis, pelo amor de Deus, que língua mais gostosa você tem, morde, morde meu clitóris, seu filho da puta"
— "Cala a boca e continua chupando pau, putinha"...... Edu enfiava, segurando a cabeça dela com violência e engasgando ela com o pau.
Os engasgos na garganta da Frida eram ouvidos e ela mal tinha metade do pau dentro da boca, eram dois falos majestosos a serviço da puta da Frida e eu realizando minha fantasia de ser o próprio voyeur escondido da minha mulher, e não só com um, mas com dois potentes caralhos. Frida gozava como uma gostosa no cio, nunca melhor dito, e a safadeza dela e o efeito da comida de buceta que o Luis tava dando fizeram efeito e foi a primeira vez que ela chegou ao orgasmo, e a coisa prometia e muito. Depois que o Luis cumpriu como um campeão comendo buceta, agora era a vez dele receber o prêmio, voltando a ocupar a boca da Frida com o pauzão dele. As bochechas dela inchavam cada vez que ele metia e tirava o pau da boca da minha mulher, e de repente um barulho incompreensível saiu da boca ocupada da Frida. Edu empalou ela com uma estocada seca e, ao contrário de outras fodas que já vi com a Frida, esse garoto tinha um jeito muito peculiar de foder: em vez de estocadas num ritmo curto mas frenético, as estocadas dele eram muito lentas e especialmente duras, tirando quase todos os 24 centímetros pra fora e enfiando de novo com uma violência impiedosa, arrasando tudo lá dentro, fazendo a Frida se encolher cada vez que recebia aquele pedaço enorme de carne dentro dela, acompanhando cada estocada com um gemido viril, e depois se deitava em cima dela procurando mamar nos peitos dela. Luis pediu pra trocar, convidando a Frida pra sentar no pau dele, e ela obedeceu, dando uma cavalgada soberba no pau dele entre os gemidos dos dois, e foi aí que eu falei chega e não aguentei mais minha tarada, mas passei um detalhe por alto: tava com vontade de gozar, mas não tinha nada pra me limpar, nem podia fazer isso pra não sujar as cortinas e deixar aquilo de mal jeito. Optei por me virar e joguei os jatos de porra no vidro da janela pra depois poder limpar. facilidade. Assim que me recuperei, perdi o momento em que decidiram enfiar a pica na Frida. Pra isso, ela tava de quatro no carpete, e o Luis, com suavidade e maestria, já tinha a pica enfiada nela, mais da metade do pau enterrado no cu da Frida, que gemia desesperada e tentava arranhar o chão, acho que por aquela mistura de dor e prazer, enquanto o Edu insistia, sentado numa cadeira, em dar mamadeira em forma de pau pra Frida. Cada vez que ela se recuperava da dor e do prazer, ia buscar o pau grosso do Edu, enquanto ele olhava pro teto numa posição de gozo e deleite. De novo, o Edu pediu pra Frida sentar no pau dele e, enquanto devorava os peitos dela, enfiou com facilidade, repetindo o cu da Frida, já bem dilatado pelo castigo anterior do Luis. E aí rolou uma situação meio tensa que me deixou puto, mas não pude dar as caras porque tava escondido. Enquanto o Edu curtia o cu da Frida, de repente o Luis...

— "Luis, nãooooo! Por aí não, filho da puta! As duas picas dentro do meu cu não, são grandes demais, nãoooo!"

— "Não seja chata, puta, aguenta como uma verdadeira rabuda que você é. Vai gostar e não vai querer que a gente tire depois, vai ver que divertido."

— "Luis, não é, não... Tá bom, putona, mas você vai engolir meu leite até a última gota."

O merda do Luis tentou enfiar a vara dele no cu, já tendo a outra do Edu bem no fundo do ânus dela. E mesmo forçando e tentando, o cu da Frida tava lotado de carne, ocupado pelo pauzão do Edu, e simplesmente não dilatava mais. Diante da impaciência do Luis, ele, frustrado, se colocou na altura da boca da Frida e violentou a boca dela por uns dois minutos de um jeito selvagem, até que de repente...

— "Toma, filha da puta! AAAAAHHHHHHGGGGGGG! Não tira, vagabunda, não tira, até a última gota, sua puta. Agora vai e conta pro corno."

Enquanto isso, eu tenho que... Lembra, Frida continuava empalada no cu com o pauzão do Edu, e ele seguia na dele, chupando os peitos de uma e de outra, alternando, e de vez em quando dando uns tapas na bunda de Frida. De repente, com os lábios ainda cheios da porra morna do Luis na boca…

— “Edu, Edu, Edu, Edu, tô gozando, tô gozando, tô gozandooo, não para, continua destruindo meu cu, vai fundo, filho da puta!”

Esse comentário deixou o Edu a mil, e aqueles gemidos masculinos dele de novo me fizeram pressentir que o fim dele tava chegando…

— “Quer minha porra no fundo das tuas entranhas, sua puta? Quer a porra no fundo do teu cu e ainda mamar minha porra quente? AAAAAAAAAAAHHHHHHHGGGGGG, sente minha porra grossa dentro de você, sua promíscua AAAAAAAAHHHHHHGGGGG!”

Tanto Frida quanto Edu chegaram a um orgasmo cósmico quase ao mesmo tempo, e ficaram os três ali por um bom tempo, se acariciando e comentando o quão brutal foi a foda e a vontade que os dois tinham da minha mulher desde o primeiro dia que entraram na empresa, e que finalmente realizaram o desejo de poder comer ela. Depois de um tempo, se vestiram, se arrumaram e desceram. Minha mulher subiu de novo pra me abrir e eu poder sair do escritório depois de limpar o vidrão que eu sujei com minha porra, me beijando e me abraçando por me fazer sentir um corno voyeur por uma noite.voyerismo

1 comentários - Festa de pica no coquetel da firma

Uffff... muy bueno, conseguiste ponermela como una piedra!!!!